DEU NO TWITTER

A DITADURA ESCANCARADA PARA O MUNDO TODO

DEU NO JORNAL

Ô POVO BESTA !

O presidente da República, Jair Bolsonaro, chegou em Bagé, na Região da Fronteira do Rio Grande do Sul, nesta sexta-feira (31), para participar do lançamento de um condomínio popular construído com recursos federais.

O presidente desembarcou em Porto Alegre, em um avião presidencial, e pegou outra aeronave para se deslocar até a cidade.

Este vídeo mostra Bolsonaro sendo recebido pela população de Bagé:

* * *

Não é só no interior do nordeste que existe um monte de gente sem visão e sem raciocínio que aplaude um presidente reacionário, homofóbico, nazista, machista e, segundo já foi dito aqui no JBF, totalmente despreparado.

Lá no interior do Rio Grande do Sul também tem gente desmiolada.

Ontem, quinta-feira, foi em São Raimundo Nonato, no Piauí.

Hoje, sexta-feira, foi em Bagé, no Rio Grande do Sul.

Povinho abilolado que só a porra.

Te dana!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROMILDO – JOÃO PESSOA-PB

Prezado Berto,

Olha só a primeira noticia que vi ao acessar ao Yahoo para ver os meus E-Mails:

Lula acredita que Bolsonaro fingiu ter coronavírus para promover a cloroquina.

R. Quem tiver paciência e quiser se divertir (ou ficar puto), clique aqui para ler na íntegra a notícia enviado pelo nosso estimado leitor paraibano Romildo.

O ex-presidiário Lula, por enquanto condenado apenas por corrupção e lavagem de dinheiro, continua incansável no seu cagatório oral, graças ao fato de ainda existir aluados que se dão ao trabalho de ler e escutar seus fedidos excrementos.

Eu mesmo conheço dois desmiolados que adoram o extinto Lula: minha vizinha e o fubânico Ceguinho Teimoso.

Minha vizinha, além de sofrer das vistas e do juízo, também é feia que só o Cão.

Vôte!

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ALTAMIR PINHEIRO – GARANHUNS-PE

PALMARES, TERRA DOS POETAS, FAZ PARTE DO BERÇO CULTURAL DE PERNAMBUCO

Eu, Altamir Pinheiro, como cinéfilo da cidade de Garanhuns-PE, parabenizo a todos que se envolveram no projeto de recuperação do centenário CINE TEATRO APOLO, que se encontrava abandonado há mais de uma década e sem exibição de filmes.

Através do apoio da prefeitura dos Palmares que reformou, revitalizou, restaurou e reinaugurou esse Patrimônio Cultural de Pernambuco com a insuperável magia do cinema.

Além da brilhante ideia da restauração do cinema, a Fundação Casa da Cultura Hermílio Borba Filho criou o belo projeto CINEMA PARA TODOS que trouxe dezenas, centenas e milhares de crianças das escolas públicas da Zona da Mata Sul do Estado para se emocionarem na telona com direito a algodão doce, pipoca e refrigerante.

Fundado em 6 de dezembro de 1914, o CINE TEATRO APOLO, localizado em Palmares, na Mata Sul do Estado, é o teatro mais antigo do interior e um dos primeiros a ser inaugurado no começo do Século XX em todo interior do Nordeste, de acordo com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).

Com o passar do tempo, o Cine Teatro Apolo também mudou de gestão, passou por reformas e, na década de 1980, quase chegou a ser vendido para se tornar supermercado. Mas o então prefeito da época, Luiz Portela, comprou o imóvel e o transformou em Casa da Cultura municipal.

Em 31 de janeiro de 1994, o lugar foi tombado como Patrimônio Histórico de Pernambuco.

Quem não conhece vale a pena visitá-lo, pois trata-se de um excelente espaço, destacando-se esplendorosamente sua arquitetura e designe que são deslumbrantes. Para quem mora em Pernambuco, VALE A PENA CONFERIR a terra do magnífico poeta Ascenso Ferreira que morreu em 1965 aos 70 anos de idade.

Aproveitando a deixa, também vale a pena conhecer de perto a cidade que pariu para o mundo o escritor Luiz Berto Filho que se modernizou e hoje é um blogueiro atuante ao administrar o Jornal da Besta Fubana que espalha cultura pros quatro cantos do mundo!!!

R. Meu caro colunista fubânico, gratíssimo pela generosa apreciação que você fez sobre o JBF aí no último parágrafo.

Quanto ao fato de dizer que eu me “modernizei”, quero informar que apenas mudei, há mais de duas décadas, do teclado de uma máquina elétrica para o teclado de um computador.

Continuo produzindo minha ficção paralelamente ao intenso trabalho que me dá editar esta gazeta escrota.

Um novo romance está em andamento, quase chegando ao final.

Gratíssimo pelo destaque que você deu ao meu querido Cine Teatro Apolo, um recanto mágico da minha infância e adolescência.

Um espaço encantado que me proporcionou mergulhar no fantástico mundo do cinema.

Onde vivi intensamente e fui muito feliz com meus amigos

E também onde ensaiei os primeiros namoros com as meninas desta minha cidade cheia de magia.

Agradeço esta sua mensagem em nome de todos os palmarenses, sobretudo em nome do meu querido amigo Aécio, atual diretor da Casa da Cultura Hermilo Borba Filho, o órgão que administra o centenário Cine Teatro Apolo.

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

UM GRANDE MOTE E UM CLÁSSICO DE LEANDRO GOMES DE BARROS

Davi Calisto Neto glosando o mote

Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar?

Se o final é normal pra que correr
E se morrer é ruim mais é comum
Se o caixão vai levar de um em um
Se o dinheiro não pode socorrer…
Eu só quero o bastante para comer
Para viver para vestir e pra calçar
Mesmo sendo pouquim se não faltar
Eu só quero esse tanto todo dia
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar?

Todo homem podendo tem que ter
Moradia, saúde e alimento
Um pouquinho também de investimento
Que um dia ele pode adoecer
Necessita também de algum lazer
Para o corpo cansado descansar
Mas tem gente que pensa em enricar
Não descansa de noite nem de dia
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar?

Pra que tanta ganância por poder
Exibir a fortuna adquirida
Se o que a gente ganhar durante a vida
É preciso deixar quando morrer
Se na cova não tem como caber
E no caixão ninguém tem como levar
Lá no céu não tem banco para guardar
O que o morto juntou quando vivia
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar?

Sei que a vida da gente se encerra
E muita gente se esquece com certeza
E é por isso pensando na riqueza
Que alguns loucos estão fazendo guerra
O pior é que brigam pela terra
Para depois nela mesma se enterrar
Toda essa riqueza vai ficar
E só o corpo é que vai para a terra fria
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar?

Pra que tanta ganância e ambição
Se essa vida é bastante passageira
Tudo finda num monte de poeira
Na mortalha, na cova e no caixão
Ninguém pode pedir prorrogação
Quando o jogo da vida terminar
A não ser uma vela pra queimar
O destino é partir de mãos vazia
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar?

A ganância infeliz desenfreada
Deixa o mundo sem paz e sem sossego
Pois tem gente com mais de um emprego
E muita gente morrendo sem ter nada
Mas a vida da gente é emprestada
E qualquer dia o seu dono vem buscar
Qualquer vida que a morte carregar
Ninguém pode tirar segunda via
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar?

* * *

UMA VIAGEM AO CÉU – Leandro Gomes de Barros

Uma vez eu era pobre
vivia sempre atrasado
botei um negócio bom
porém vendi-o fiado
um dia até emprestei
o livro do apurado.

Dei a balança de esmola
e fiz lenha do balcão
desmanchei as prateleiras
fiz delas um marquezão
porém roubaram-me a cama
fiquei dormindo no chão.

Estava pensando na vida
como havia de passar
não tinha mais um vintém
nem jeito pra trabalhar
o marinheiro da venda
não queria mais fiar.

Pus a mão sobre a cabeça
fiquei pensando na vida
quando do lado do céu
chegou uma alma perdida
perguntou era o senhor
que aí vendia bebida?

Eu disse que era eu mesmo
e a venda estava quebrada
mas se queria um pouquinho
ainda tinha guardada
obra de uns 2 garrafões
de aguardente imaculada.

Me disse a alma: eu aceito
e lhe agradeço eternamente
porque moro no céu, mas lá
inda não entra aguardente
São Pedro inda plantou cana
porém perdeu a semente.

Bebeu obra de 3 contas
ficou muito satisfeita
disse: aguardente correta
imaculada direita
isso é o que chamo bebida
essa aqui ninguém enjeita.

Perguntei-lhe alma quem és?
disse ela: tua amiga
vim te dizer que te mude
aqui não dá nem intriga
quer ir para o céu comigo?
lá é que se bota barriga.

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A PALAVRA DO EDITOR

JÁ VOTOU?

O Instituto Data Besta está com mais uma pesquisa nos ares.

Não custa nada ressaltar que, ao contrário do Data Folha, nossas pesquisas são honestas e confiáveis, sem qualquer possibilidade de manipulação.

Os fiscais Chupicleide e Polodoro estão sempre atentos.

Se ainda não votou, vá aí do lado direito e deposite seu voto na urna fubânica.

Escolha o seu presidente.

Uma excelente sexta-feira para todos os nossos queridos leitores!!!

Polodoro está às ordens de Chupicleide para enfiar a pajaraca no furico de quem tentar fraudar a nossa pesquisa

DEU NO JORNAL

MAIS CONFORTO NA CUECA

O Banco Central informou nesta quarta-feira (29) que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o lançamento da cédula de R$ 200, que terá como personagem o lobo-guará.

De acordo com a instituição, a nova cédula deverá entrar em circulação no final de agosto, e a previsão é que sejam impressas 450 milhões de cédulas de R$ 200 em 2020.

* * *

Fiquei sabendo que o corrupto petista (desculpem a redundância…) José Guimarães, deputado da sigla de propriedade do ex-prisioneiro Lula, declarou que achou ótima esta novidade.

Segundo ele, notas de 200 reais fazem menos volume na cueca do que as notas de 100 pra uma mesma quantia roubada.

CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

O DEDO DURO

Bar do Chope, no fundo a Igreja do Livramento

O fato se deu no auge do regime militar quando acontecia a Guerra do Araguaia no campo e a Guerra Urbana na cidade. Alguns radicais resolveram pegar em armas para derrubar a ditadura militar e implantar a ditadura do proletariado. O Brasil vivia um clima de receio do chamado “dedo duro”, apelido dado a quem delatava os supostos inimigos do regime.

Nessa época apareceu no Bar do Chope, ponto boêmio de Maceió, Eleutério Villa Velha. Ninguém sabia sua procedência e nem certeza que era coronel. No início da tarde, ele chegava puxando de uma perna, com um jornal embaixo do braço, cumprimentava os frequentadores do bar, tomava uma cadeira, abria um jornal e danava-se a ler. Impressionava por ser jornal de grande circulação no sul: O Globo, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil.

Com o tempo, Eleutério conseguiu plantar informações que o deixou muito respeitado entre os desocupados e boêmios. Certa vez conversando com um bêbado, ele insinuou ser informante do S.N.I. e das Forças Armadas. Isso era nitroglicerina pura, como diria depois de alguns anos um nosso Presidente.

Histórias misteriosas sobre o coronel cada vez mais circulavam entre os amigos de bar. Uns diziam que o coronel Vila Velha mancava por consequência da explosão de uma granada. Outros tinham certeza que ele era coronel da Aeronáutica, e mancava devido à queda de um avião. Todas as histórias convergiam em ele ser informante, gente importante naqueles tempos, também chamado de “dedo duro”. Os boêmios desavisados deviam tomar cuidado e não conversar sobre política. Meter o pau no presidente Médici, nem pensar. Seria cadeia certa.

Eleutério alimentava o mistério, ele adorava fazer aquele papel, às vezes exagerava nas histórias. Já fazia parte da roda de desocupados. Quando o coronel chegava, os companheiros perguntavam pelas novidades. Eleutério, sério, colocava o jornal sobre mesa, entrelaçava os dedos das mãos e iniciava suas invencionices em tom confidencial.

– Ontem jantei com o Paes (coronel comandante do 20º BC – quartel do Exército), infelizmente não posso revelar detalhes, mas digo uma coisa, meus amigos, aqui para nós, favor não vão dizer que fui eu que informei, confio em vocês. Lá pelo Amazonas para as bandas do Rio Araguaia está havendo maior guerra. Os guerrilheiros comunistas treinados em Cuba, China e Moscou, estão lutando contra soldados do Exército. A coisa está preta, muitos mortos e feridos dos dois lados. Nenhuma notícia pode sair nos jornais.

Os colegas de copo e mesa ficavam admirados, de fato, esse tipo de notícia não era publicada; o que dava maior credibilidade ao Coronel Vila Velha. Era coronel para cá, coronel para lá.

Na verdade Eleutério tinha uma boa fonte de informação. Seu sobrinho, sargento da S/2 secção de informações do 20º BC, passava-lhe algumas notícias por alto, o tio insistia. Depois ele desenvolvia com fanfarronice no Bar do Chope.

Certa tarde ele estava lendo O Globo da semana anterior, enquanto 10 ou 12 jovens bebiam e conversavam perto de sua mesa. Ele ficou escutando a conversa, maior atenção. Logo depois Eleutério se juntou aos amigos e começou sua história. Os bêbados ficavam emocionados.

– Estão vendo aqueles jovens sentados à mesa, tomando chope, são todos comunistas. O magro é o Bomfim, o galego é o Ronaldo Lessa, o outro é o Jurandir Bóia, ainda tem o Ênio, o Aldo Rebelo, o Roland Benamor, o Geraldo Majella, o Iremar Marinho. Estão tramando subversão. Serão presos nos próximos dias.

Os desocupados de plantão ficavam na maior excitação. Ele sabe de tudo! Que cara bem informado. Admiravam e se orgulhavam da amizade do coronel.

Até que num fim de tarde quando a “galera” puxava um chope, ouviu-se um tiro, dois tiros, vários tiros. Houve uma correria frenética na Rua do Livramento, gente se abaixando, outros se deitando. Foi Ivanildo Omena, irmão do famoso Cabo Henrique que havia assassinado, descarregado o revólver no seu inimigo Paulo Calheiros no meio da multidão em frente ao Bar do Chope.

Quando serenou um pouco, os bêbados gritaram: “Coronel prenda o assassino. Coronel prenda o assassino, ele ainda está lá de revolver na mão,” O coronel, de repente, despareceu. Encontraram Eleutério encolhido embaixo de uma mesa por trás de uma mureta. O colega de copo exigiu sua interferência naquele brutal assassinato, ele respondeu, gaguejando, tremendo, ainda acocorado.

“Não… não sou co..coronel não, nem informante, nem dedo duro, sou funcionário aposentado!”

Ao correr para o banheiro Eleutério não pode esconder: estava com a calça suja. Cagou-se de tanto medo. Depois desse acontecimento nunca mais, “coronel Vila Velha”, o dedo duro, apareceu no Bar do Chope, nem no Centro da cidade.

A PALAVRA DO EDITOR

“EU APOIO O TRATAMENTO PRECOCE”

João Veiga é um amigo querido e muito especial, um cabra pelo qual eu tenho uma grande estima.

Mês passado fiz aqui uma postagem falando sobre ele. 

Veiga é um médico pernambucano muito competente e inteiramente dedicado à sua profissão, que ele exerce como um verdadeiro sacerdócio.

Ele tem salvo muitas vidas nesses tempos de pandemia e está totalmente engajado na luta pra derrotar o time dos assassinos macabros que, por motivos político-ideológicos, falam mal de remédios que comprovadamente salvam vidas e ajudam a combater esta epidemia que se espalhou pelo mundo.

Uma turma de almas sebosas da mais baixa classificação, enfim.

Ontem Veiga me mandou um vídeo pelo zap.

Um vídeo que faço questão de compartilhar com vocês e que acho que merece ser divulgado.

Este aqui: