DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

VIVA SÃO JOÃO!

Mote desta colunista:

Quem vive, saltou fogueira
E eu grito: Viva São João.

Meu povo, vou festejar,
Vou buscar minha alegria,
Entocar melancolia,
Medo não vai me acuar.
Se quiser pode chegar,
Para essa celebração,
Em nome da tradição
Entre nessa brincadeira:
Quem vive, saltou fogueira
E eu grito: Viva São João.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

EDWALDO MOREIRA SANTOS – FORTALEZA-CE

Senhor Editor do JBF:

Seria possível V. Sa. publicar esta matéria da Revista Oeste no nosso jornal?

Acho que seria interessante a divulgação.

Espero que mereça vossa atenção.

Bom dia

R. Caro leitor, antes de mais nada é imperioso declarar que fiquei muito feliz mesmo por você ter me tratado por “Vossa Senhoria”.

Tô aqui ancho que só a peste!

Em segundo lugar quero dizer, como sempre digo, que aqui nesta gazeta escrota se publica tudo que vocês mandam pra cá.

Absolutamente tudo: vídeos, imagens e textos.

Só não publicamos áudios ou vídeos do ex-prisioneiro Lula discursando, pois faz parte do nosso Código de Ética não trabalharmos com pornografia e imoralidades.

No mais, vale tudo.

De modo que a matéria que você nos mandou já está disponível para os viciados que acessam esta gazeta escrota.

Quem quiser ler o texto, basta clicar na capa da revista que está logo a seguir:

A PALAVRA DO EDITOR

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

A CAVALGADA – Raimundo Correia

A lua banha a solitária estrada…
Silêncio!… Mas além, confuso e brando,
O som longínquo vem-se aproximando
Do galopar de estranha cavalgada.

São fidalgos que voltam da caçada;
Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando.
E as trompas a soar vão agitando
O remanso da noite embalsamada…

E o bosque estala, move-se, estremece…
Da cavalgada o estrépito que aumenta
Perde-se após no centro da montanha…

E o silêncio outra vez soturno desce…
E límpida, sem mácula, alvacenta,
A lua a estrada solitária banha…

Raimundo da Mota de Azevedo Correia, São Luís-MA (1859-1911)

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

COLUNA DO BERNARDO

PERCIVAL PUGGINA

O SILÊNCIO É A VOZ DAS DITADURAS

Quer dizer, senhores ministros, senhores congressistas, senhores da imprensa, que democrático, no seu ponto de vista, é o mal nascido e mal criado “Inquérito do fim do mundo”, ilimitado nos objetivos e raivoso na condução, sem limites, sem borda e sem tampa?

Quer dizer que democrático é o explosivo coquetel ideológico dos grupos Antifa, só porque proclamam, contra os fatos e a história, ser “pela democracia”, apesar de justificarem a violência que habitualmente praticam?

Quer dizer que democrático é o senador Davi Alcolumbre, com conivência da Casa que preside, sentar-se sobre os insistentes pedidos de impeachment contra ministros do STF? Será por democrática simetria que um terço dos senadores é investigado ou responde ação penal no STF em processos que se arrastam a passos de jabuti, enquanto o inquérito das fake news, que interessa particularmente ao STF, anda a galope?

Quer dizer que usar a mão pesada do Judiciário para inibir as manifestações populares de desagrado com a conduta belicosa do STF é conduta democrática?

Quer dizer que o ministro Celso de Mello se credencia como magistrado guardião da democracia e do equilíbrio quando compara o Brasil à Alemanha de Hitler e afirma que bolsonaristas “odeiam a democracia” e pretendem instaurar uma “desprezível e abjeta ditadura”?

Quer dizer que democrático é o silêncio das ruas bloqueadas para evitar manifestações populares diante de um Congresso Nacional omisso, surdo aos legítimos anseios expressos nas urnas de 2018?

Quer dizer que é antidemocrático apontar a chantagem com que parlamentares de má fama constrangem o governo?

Quer dizer que é antidemocrática a inconformidade popular com o fato de o Congresso, em um ano e meio, não haver votado a PEC que permite a prisão após a condenação em segunda instância? Será, então, democrático desatender a esse clamor pelo fim da impunidade determinada por uma preceito que só agrada bandidos e seus advogados?

Será democrático o STF quando, em eloquentes votos, rejeita o ideário conservador e liberal que venceu a eleição presidencial?

Será democrático o STF preservar a mentalidade política e as posições ideológicas próprias da era Lula, quando a maioria da nação já lhe disse não nas urnas?

Serão democráticos, por fim, o doce e dolente sossego dos poderosos, o monótono papaguear da grande imprensa, embalados pelo silêncio da sociedade? Mas não é esse desejado silêncio a própria voz das ditaduras?

ALEXANDRE GARCIA

DEU NO TWITTER

A PALAVRA DO EDITOR

TALENTO INFANTIL

Ontem um amigo de mandou um vídeo pelo zap que me deixou impressionado.

Vi o vídeo um montão de vezes. 

Nele aparece uma criança dançando, com um fundo musical.

É a coisa mais fofa desse mundo.

Um talento infantil fantástico.

Repeti o vídeo mais de dez vezes.

Vejam vocês as imagens e me digam se eu não tenho razão: