ALEXANDRE GARCIA

DEU NO JORNAL

“VAI TER QUE PAGAR”

Em entrevista nesta quarta-feira (23) para a agência de notícias Bloomberg, em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que se o seu filho mais velho, o senador eleito Flávio Bolsonaro, errou e, se for provado que errou, ele “vai ter que pagar” pelos atos dele.

Flávio Bolsonaro figura no noticiário nacional desde que um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras mostrou que Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do senador eleito, movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”.

“Se, por acaso, ele errou e isso ficar provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar o preço por essas ações que não podemos aceitar”, disse Bolsonaro.

* * *

Esta notícia aí de cima, publicada na página G1, é do dia 23 de janeiro de 2019, quando o Presidente Bolsonaro estava em Davos, na Suíça, participando do Fórum Econômico Mundial.

O fato é que ninguém tem qualquer dúvida de que Queiroz agiu a mando ou sob autorização do chefe Flávio Bolsonaro.

Se Flávio Bolsonaro tiver “que pagar”, como diz o presidente, que pague o preço certo e justo.

Pois informo a quem de direito que este Editor está à disposição da justiça pra dar uma peruada sobre o assunto.

No caso, a minha sugestão é que ele, o Senador Flávio Bolsonaro, seja enrabado pelo jegue Polodoro, mascote desta gazeta escrota, e pague exemplarmente pelo crime que cometeu, conforme desejou seu pai.

Sabe-se que a arrebentação de pregas do furico não goza de imunidade parlamentar, conforme está previsto na legislação vigente.

De modo que Polodoro estaria inteiramente à vontade pra cobrar a conta a ser paga.

E mais:

O enrabamento seria público e teria a mesma cobertura midiática que teve a prisão do Queiroz.

Prisão que foi documentada no momento de sua execução, graças à eficiência da nossa imprensa investigativa, que ficou sabendo de tudo com antecedência.

Uma prisão que teve um aparato que mais parecia a detenção de um perigoso e armado chefe do tráfico de drogas.

Polodoro já está de prontidão aguardando o retorno das autoridades.

Com um galão de vaselina da primeira qualidade.

E, pra fechar a postagem, faço um pequeno acréscimo:

A digna e ética página G1, do nosso impoluto jornal O Globo, publicou que a casa onde Queiroz estava no momento em que foi preso, constava da declaração de bens que o Presidente Bolsonaro tinha fornecido ao TSE.

Isso mesmo: o criminoso estava numa casa de propriedade do Presidente da República no momento da prisão.

Horas depois, quando a notícia já havia se espalhado pelo mundo e tinha sido dada como verdadeira, a G1 publicou este adendo:

Isso é um exemplo claro e decisivo da ética e da isenção da nosso grande mídia.

Que só publica a verdade e não toma partido.

Confesso que fiquei comovido e, ao mesmo tempo, orgulhoso da eficiência da nossa classe jornalisteira.

Meu coração vibrou de emoção e eu ganhei o dia.

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

GRANDES MESTRES DO IMPROVISO E UM FOLHETO DE CANGAÇO

O grande cantador pernambucano Oliveira de Panelas, um dos maiores nomes da poesia popular nordestina da atualidade

* * *

Oliveira de Panelas

No silente teclado universal
Deus pôs som nas sutis constelações,
e na batida dos nossos corações
colocou a pancada musical,
quando a harpa da brisa matinal
vai fazendo concerto pra aurora,
nessas lindas paisagens que Deus mora
em tecidos de nuvens está escrito:
é a música o poema mais bonito
que se fez do princípio até agora.

Quando as pétalas viçosas das roseiras
dançam juntas com o sol se levantando,
vem a brisa suave carregando
pólen vivo das grávidas cerejeiras,
verdejantes, frondosas laranjeiras,
soltam hálito cheiroso à atmosfera,
toda mãe natureza se aglomera:
de perfume, verdume, que beleza!…
É o canto da própria natureza,
festejando o nascer da primavera!

* * *

Dimas Batista

Alguém já me perguntou:
o que são mesmo os poetas?
Eu respondi: são crianças
dessas rebeldes, inquietas,
que juntam as dores do mundo
às suas dores secretas.

Nossa vida é como um rio
no declive da descida,
as águas são a saudade
duma esperança perdida,
e a vaidade é a espuma
que fica à margem da vida.

* * *

Diniz Vitorino Ferreira

Qualquer dia do ano se eu puder
para o céu eu farei uma jornada
como a lua já está desvirginada
até posso tomá-la por mulher;
e se acaso São Jorge não quiser
eu tomo-lhe o cavalo que ele tem
e se a lua quiser me amar também
dou-lhe um beijo nas tranças do cabelo
deixo o santo com dor de cotovelo
sem cavalo, sem lua e sem ninguém.

* * *

Canhotinho

Acho tarde demais para voltar
estou cansado demais para seguir,
os meus lábios se ocultam de sorrir,
sinto lágrimas, não posso mais chorar;
eu não posso partir e nem ficar
e assim nem pra frente nem pra trás,
pra ficar sacrifico a própria paz,
pra seguir a viagem é perigosa,
a vereda da vida é tão penosa
que me assombro com as curvas que ela faz.

Te prepara, ladrão da consciência,
Que tuas dívidas de monstro já estão prontas,
Quando o Justo cobrar as tuas contas,
Quantas vezes pagarás à inocência?
Teu período banal de existência
Se compõe de miséria, dor e pragas;
Em teu corpo, se abrem vivas chagas,
Que tu’alma de monstro não suporta…
Se o remorso bater à tua porta,
Como pagas? Com que? E quanto pagas?

* * *

Antonio Marinho

Quem quiser plantar saudade
Escalde bem a semente
Plante num lugar bem seco
Quando o sol tiver bem quente
Pois se plantar no molhado
Ela cresce a mata a gente.

* * *

Toinho da Mulatinha

Em Sodoma tão falada
Passei uma hora só
Lá vi a mulher de Ló
Numa pedra transformada
Dei uma talagada
Com caldo de mocotó
E saí batendo o pó
Adiante vi Simeão
Tomando café com pão
Na barraca de Jacó.

* * *

Pinto do Monteiro

Admiro um formigão
Que é danado de feio
Andando ao redor da praça
Como quem dá um passeio
Grosso atrás, grosso na frente
E quase torado no meio.

* * *

Odilon Nunes de Sá

Admiro a mocidade
Não querer envelhecer
Velho ninguém quer ficar
Moço ninguém quer morrer
Quem morre moço não vive
Bom é ser velho e viver.

* * *

Léo Medeiros

Ensinei Ronaldinho a jogar bola
Fui o mestre de Zico e Maradona
Seu Luiz aprendeu tocar sanfona
Bem depois que saiu da minha escola
Caboré no pescoço eu botei mola
Também fiz beija-flor voar pra trás
Conquistei cinco copas mundiais
Defendendo a nossa seleção
Inventei em Paris o avião
O que é que me falta fazer mais?

* * *

O CONFRONTO DE LAMPIÃO COM ZÉ DO AÇO DA GLÓRIA – Cícero Vieira da Silva (O Sabiá da Jurema)

Agora neste folheto
Eu vou pedir atenção
De vocês para contar
O que houve no sertão
Na hora que Zé do aço
Topou-se com Lampião.

O Zé do Aço era cabra
Que do trabalho vivia,
Mas andava preocupado,
Pensando como fazia
Para poder escapar
Daquela seca sombria.

É que aqui no Sertão
As coisas tinham mudado,
O inverno tinha sido
Um pouco desarrumado
Que até na terra boa
Faltava o capim do gado.

Com isso na região
O povo vivia mal,
Os fazendeiros não estavam
Contratando o pessoal
E assim, todos sofriam
Naquela seca brutal.

Nesse tempo, Lampião
Andava pouco por aqui,
Mas vez em quando passava
Pras bandas do Cariri
E as horas do encontro
Você verá a seguir.

Pois como já anunciei
O Zé do Aço corria
Querendo arrumar um canto
Para cuidar da famia
E da filha Juliana,
Moça de grande valia.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

FLÁVIO ROBERTO B. FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Prezado Berto

Estou enviando o texto abaixo apenas para o seu conhecimento, pois talvez os leitores do portal não se interessem pelo assunto.

No entanto, deixo ao seu alvedrio escolher se publica ou não, pois no melhor estilo coloquial que muito aprecio, tu és o chefe, e, como chefe “cê que sabe”.

Na minha modesta opinião, é hora de avaliar a condução das políticas de combate a pandemia e a responsabilidade objetiva dos nossos governantes no descalabro econômico que vivenciamos.

As ações arbitrárias e abusivas, e, principalmente, sem respaldo técnico claro e objetivo, ensejam a justa cobrança pela reparação dos prejuízos que as empresas e a sociedade sofreram.

R. Meu caro, confesso a você que ganhei o dia com esse “alvedrio” que está na sua mensagem e que eu não conhecia.

Coisas de um editor relaxado e ignorante mesmo.

Pois eu achei tão arretado o “alvedrio” que fui direto ao Pai dos Burros pra procurar o significado.

E encontrei isso aqui.

Pois fique sabendo, meu estimado Flávio Roberto, que aqui nesta gazeta escrota o alvedrio é do leitor, dono absoluto deste espaço democrático.

Tudo que vocês mandam pra cá é publicado sem cortes ou censura.

Ainda mais em se tratando de um texto de mestre feito este que você nos enviou e que está transcrito logo a seguir. Um artigo lúcido e de primeira qualidade.

É é um privilégio editar um página que tem leitores assim do seu quilate.

Grato pelo acesso e pela participação.

E disponha sempre!!!

* * *

FATO DO PRÍNCIPE – A EMPRESA, A PRESERVAÇÃO DO EMPREGO E A ABUSIVIDADE ESTATAL EM ÉPOCA DE PANDEMIA

O Brasil certamente enfrenta a maior crise de saúde pública de sua história. Isso é inegável! O que não está claro, ainda, é a extensão dos danos para a economia nacional, causados em grande parte pelas ações tomadas por nossos governantes.

Em nome da alegada defesa da população, vários governadores e incontáveis prefeitos adotaram desde o início o chamado “isolamento horizontal”, determinando o fechamento de todos os estabelecimentos industriais e comerciais que não recebessem a classificação de “essencial”, concedida, aliás, com grande parcimônia, o que causou a paralisação quase completa da atividade econômica nos locais em que foi aplicado, com reflexos deletérios diretos e gravíssimos, traduzindo-se em fechamento massivo de empresas e aumento exponencial do desemprego.

Desde o início, a maior parte da sociedade diretamente atingida pelas medidas de combate ao Covid-19, pleiteou junto a estes governadores e prefeitos – frise-se, sem qualquer sucesso – não só explicações convincentes sobre a aplicação de medida tão draconiana mas também requerendo a adoção do chamado “isolamento vertical”, que prevê o afastamento apenas das pessoas inseridas nos grupos de risco, especialmente idosos, gestantes, portadores de condições especiais que implicassem na redução de resposta imunológica. Isso propiciaria o funcionamento de praticamente todas as empresas, que por sua vez, adotariam no ambiente de trabalho, as medidas preventivas preconizadas para a doença, ou seja: obrigatoriedade de uso de máscara e afastamento físico entre as pessoas, utilização de álcool gel, dentre outras. Vale salientar que o “isolamento vertical” sempre foi a pauta defendida pelo governo federal.

Inúmeras são as variáveis passíveis de análise a partir da desagregação da economia do nosso País, uma vez que devido a extinção das empresas e dos empregos, estamos começando a vivenciar o crescimento exponencial da pobreza, fome e miséria sociais. No entanto, no presente artigo pretendo abordar apenas e tão somente o problema da responsabilidade objetiva dos nossos governantes no descalabro econômico que vivenciamos, que, reconhecida, ensejará a reparação dos danos causados tanto para as empresas quanto para os empregados. Neste particular estamos diante do reconhecimento e aplicação do chamado “Fato do Príncipe”, previsto no artigo 486 da Consolidação das Leis do Trabalho, o qual estabelece o seguinte:

Art. 486 – No caso de paralisação temporária ou definitiva do trabalho, motivada por ato de autoridade municipal, estadual ou federal, ou pela promulgação de lei ou resolução que impossibilite a continuação da atividade, prevalecerá o pagamento da indenização, que ficará a cargo do governo responsável.

Tive oportunidade de ler alguns poucos textos sobre o assunto, que concluíam pela inaplicabilidade do artigo 486 da CLT no caso específico da pandemia pelo Covid-19. Basicamente os autores entendiam que os governos estaduais e prefeituras que impuseram o “isolamento horizontal”, não agiram com base em critérios de oportunidade e conveniências, mas sim, visando a preservação da saúde pública ameaçada pelo vírus, sendo este (o vírus), portanto, o agente causador e responsável direto pela paralisação.

Ouso discordar deste posicionamento, pois entendo que não aborda de maneira adequada o problema, uma vez que ninguém em sã consciência está questionando nem a existência da pandemia, e nem sequer o risco causado pelo coronavírus para os idosos, gestantes e pessoas com baixa resistência imunológica. São fatos, que obviamente exigem posicionamento dos governantes. Na verdade, o elemento essencial, para o reconhecimento da aplicabilidade do artigo 486 da CLT centra-se na resposta estatal ao problema, já que que diante da ameaça do Covid-19 seria possível a aplicação pelos governos estaduais e municipais ou do “isolamento vertical” conforme proposta defendida pelo governo federal ou do “isolamento horizontal”.

Ora, para a economia, a escolha de um ou de outro tipo de isolamento sabidamente traria, como de fato trouxe, resultados diametralmente opostos. Como era de se esperar, o extermínio de empresas e empregos se deu quase que exclusivamente nos municípios que adotaram o “isolamento horizontal”, gerando nestas cidades, via de consequência, o aumento da pobreza, da fome e da miséria, especialmente na população de baixa renda. Do outro lado, os municípios que adotaram o “isolamento vertical” estão conseguindo se manter economicamente com preservação de empresas e empregos, sofrendo quase que apenas os reflexos decorrentes do caos provocado nas cidades que adotaram o “isolamento horizontal”. Ademais, se abstrairmos a questão da economia, focando apenas na preservação da vida, é preciso ressaltar que não há nenhum estudo comprovando que a adoção do “isolamento horizontal” é melhor para a saúde pública, até porque, os fatos mostram que as cidades que adotaram o “isolamento vertical”, não tiveram sobrecarga do sistema público de saúde superior aquelas que adotaram o “isolamento horizontal”.

Diante do exposto, entendo que os empregadores e empregados que foram prejudicados pela paralisação da atividade econômica, pela adoção do “isolamento horizontal”, devem acionar o ente estadual e/ou municipal responsável, com base no artigo 486 da Consolidação das Leis do Trabalho, competindo ao demandado justificar tecnicamente em juízo o porquê de, ferindo o princípio da menor intervenção, ter descartado “a priori” a aplicação do “isolamento vertical” proposto pela equipe técnica do governo federal, modelo sabidamente menos invasivo e danoso para a economia, tendo optado de maneira arbitrária pela adoção do “isolamento horizontal”, modelo reconhecidamente prejudicial e danoso para as empresas.

A ausência de comprovação da necessidade e oportunidade da adoção cogente do “isolamento horizontal”, sem que antes fosse aplicada qualquer medida prévia menos danosa e traumática, trará para o ente estatal a responsabilidade objetiva de reparar os danos causados para empresas e empregados, nos termos do artigo 486 da CLT, pois o legítimo direito de combater a pandemia, não dá ao ente público “carta branca” para adotar comportamentos inadequados ou imprudentes, que venham a causar danos desnecessários para os governados.

Em próximo artigo, com base na análise dos dados epidemiológicos do Ministério da Saúde e informações técnicas disponíveis sobre o coronavírus, pretendo expor os argumentos capazes de confirmar que foram cometidos abusos por parte de entes estaduais e municipais no combate ao Covid-19, ensejando a devida reparação nas esferas trabalhista e civil.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NIKOLAI HEL – MANAUS-AM

Papa Berto,

esse corre o risco de ter o cadáver eternamente preservado quando cumprir com seu prazo telúrico.

Até os saprófagos sofrem náuseas e vomitam convulsivamente perto dessa entidade.

A Esquerda não poupa a nada ou ninguém como ferramenta para alcançar os seus fins.

Absolutamente nada!

ALEXANDRE GARCIA

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ – RIO DE JANEIRO-RJ

OS LEGÍTIMOS GUARDIÕES DA NAÇÃO

Nós, militares e civis representantes da sociedade brasileira, verdadeiros destinatários e legítimos guardiões da Constituição Federal, indignados com os rumos ameaçadores que se descortinam para a Nação, fruto da escalada irracional de manobras pouco republicanas, protagonizadas por vendilhões da liberdade e antipatriotas, contumazes em produzir casuísmos e entendimentos contraditórios à segurança das garantias institucionais e dos direitos humanos, unimo-nos aos brados dos diversos grupos de cidadãos patriotas que decidiram identificar-se e passar a externar sua repulsa através de manifestos endereçados à cúpula dos poderes legislativo e judiciário, indignados com as recorrentes atitudes lesivas aos interesses do País.

A sociedade já não suporta assistir diariamente a divulgação de atos do legislativo e do judiciário para inviabilizar os planos do Poder Executivo destinados à recuperação econômica e moral da Nação.

Investidos da autoridade outorgada pelo Parágrafo Único do Art. 1º da Constituição Federal, segundo o qual “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”, cláusula pétrea da Carta Magna, ombreamos com o Presidente da República, Chefe-de-Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas, que elegemos democraticamente com 60 milhões de votos para expressar, através do único meio gratuito e democrático de que dispomos, o enérgico repúdio de sermos governados dissimuladamente por grupos inescrupulosos, formados por cidadãos eleitos por um único voto, concedido por conveniência ou nepotismo, em cumplicidade com parlamentares que não honram os diplomas conferidos por seus eleitores.

BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS

CHARGE DO SPONHOLZ