CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MÁRIO ANTÔNIO KOWALSKI – LONDRINA-PR

Caro Editor,

Por favor, publique este vídeo do Leandro Ruschel neste democrático jornal.

O título é muito sugestivo:

Por que Sérgio Moro não fala uma palavra sobre STF e Congresso?

Seria interessante debatermos este assunto.

Muito obrigado pela atenção.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

A CAROLINA – Machado de Assis

Querida, ao pé do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida,
Aqui venho e virei, pobre querida,
Trazer-te o coração do companheiro.

Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
Que, a despeito de toda a humana lida,
Fez a nossa existência apetecida
E num recanto pôs um mundo inteiro.

Trago-te flores, restos arrancados
Da terra que nos viu passar unidos
E ora mortos nos deixa e separados.

Que eu, se tenho nos olhos malferidos
Pensamentos de vida formulados,
São pensamentos idos e vividos.

Joaquim Maria Machado de Assis, Rio de Janeiro-RJ (1839-1908)

DEU NO TWITTER

DEU NO JORNAL

TUDO SERÁ ESCLARECIDO

A acusação do ex-ministro Sérgio Moro de tentativa de intervenção na Polícia Federal e na Lava Jato soou familiar para muitos dos atuais e ex-integrantes da força-tarefa da operação.

Em 2015, ainda no governo Dilma, o então ministro da Justiça José Eduardo Cardozo foi acusado de tentar interferir nas investigações da PF, que àquela altura tinham apenas um ano e meio, após uma viagem de madrugada, sem registro na agenda, com dois delegados: Leandro Daiello e Maurício Valeixo.

Daiello era diretor-geral da PF e Valeixo, diretor de Combate ao Crime Organizado. O trio encontrou com o superintendente da PF no Paraná.

Em sua delação, o empreiteiro Marcelo Odebrecht disse que montou estratégia com Cardozo para melar e vazar a Lava Jato.

Além da delação, a PF descobriu e-mail de Odebrecht que combina a estratégia via Cardozo, para esconder contas da corrupção na Suíça.

Em 2007, a intervenção na PF foi explícita e não gerou polêmica: Lula demitiu o diretor-geral porque “queira ser informado de ações”.

* * *

Não fiquem indignados e nem se espantem, caros leitores.

O lulo-petista Ceguinho Teimoso vai explicar essa história pra gente.

Tudo que Lula e o PT fazem tem cabimento, lógica, ética e explicação.

Tudinho mesmo, conforme garante Ceguinho.

Aguardem que ele vai detonar esta notícia aí em cima.

CHARGE DO SPONHOLZ

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROBERTO FONTES – CAICÓ-RN

Papa Berto I e Único, a sua bênção!

Uma notícia extraordinária, que merece ser compartilhada com os seus leitores: um cabaré de verdade, localizado em Caicó, interior do Rio Grande do Norte, fará uma Live Solidária hoje, às 19h, para arrecadar alimentos e insumos.

Parte das doações vai para as meninas que lá trabalhavam – estão de quarentena neste período de isolamento social – e parte para as outras entidades envolvidas no enfrentamento desta pandemia.

A ideia é da empresária Lilia Saldanha, proprietária do Cabaré.

Confira tudo clicando aqui.

Um abraço e estenda aos fubânicos o convite para assistir e investir no bem-estar das moças, que, paradoxalmente e sem trocadilho infame, enfrentam esta duríssima realidade.

Forte abraço!

R. Um evento putífero de altíssima qualidade, meu caro.

Pode contar com a minha participação.

E tenho certeza que os leitores fubânicos irão dar força a este cabarelístico e humanitário empreendimento.

Muito sucesso pras meninas da difícil vida, que dão duro e levam duro pra ganhar a vida.!

DEU NO JORNAL

OS PORÕES DA EPIDEMIA

Guilherme Fiuza

O governador de São Paulo, João Dória, deu um telefonema particular para o ministro da Economia, Paulo Guedes, logo após o pedido de demissão do ministro Sergio Moro. Segundo relatos não desmentidos pelo governador, Dória recomendou a Guedes que pedisse demissão também – retirando a última sustentação do governo Bolsonaro, segundo ele.

Paulo Guedes é o principal condutor da agenda de reconstrução do país, o homem que regeu reformas vitais como a da Previdência e cujas ações afetam diretamente a vida de toda a população. No meio de uma crise grave e inusitada provocada por uma pandemia, o governador do maior estado da Federação pede que o comandante do navio largue o leme – o que, pelos cálculos de Dória, deixaria o país à deriva.

Paulo Guedes respondeu que a sustentação do governo não vem dele, mas do apoio do povo. E que seu plano não é deixar o barco afundar, pois acredita que após a superação da crise o apoio popular que sustenta o governo se multiplicará.

Você acaba de testemunhar a conversa entre um homem e um rato.

Assim como João Dória tinha uma mensagem para Paulo Guedes (será que algum outro ministro recebeu a mesma sugestão?), também temos uma mensagem para João Dória. Mas não vamos telefonar escondido para ele, porque só trabalhamos à luz do dia.

Prezado governador, como vai o Lula? O enlace entre vocês continua progredindo, ou ele já teve uma crise de ciúmes diante do seu talento para a destruição? É bem verdade que as obras completas do ex-presidente continuam imbatíveis, mas também é certo que ele nunca conseguiu a sua eficácia destrutiva no intervalo de um mês.

Lula deve estar encantado com você. Segundo Leonel Brizola, o “sapo barbudo” era um maníaco pelo poder e, para chegar aonde queria, era capaz de “pisar no pescoço da mãe”. E você, Dória, que não é um sapo barbudo e não tem um fio de cabelo fora do gel, veio derrubar os velhos modelos de ambição porca. O novo maníaco é limpinho, não se descabela, não se altera, não se perturba, não se envergonha e é, portanto, à prova de remorso e comiseração. Tudo isso graças a um dom muito simples e discreto: não ter coração. E os tolos aí tentando criticar você com códigos humanos…

Os mais atentos jamais vão se esquecer do brilho nos seus olhos quando você disse que não ia deixar nada funcionar. E quando você constrangeu todos os empreendedores insinuando que eles estavam pensando em lucros, enquanto você estava pensando em vidas. Logo você…

Aí recentemente a Organização Mundial da Saúde, que é a madrinha da quarentena burra, admitiu que o lockdown horizontal não é necessariamente a medida certa contra a epidemia, dependendo da região. E o diretor-geral Tedros Adhanom, porta-voz planetário do “fique em casa” (e cale a boca), recomendou com todas as letras que regiões onde há vulnerabilidade social (gente que cava a subsistência todo dia) devem relativizar o confinamento, protegendo os grupos de risco. Aí você e aquela sua junta médica do apocalipse, até então devotos fervorosos da OMS, ficaram surdos. Quem é Tedros para desafiar a ciência da destruição?

Vieram mais e mais dados, também da OMS, sobre o avanço do contágio por coronavírus dentro das casas. A entidade já chegou a considerar que a pandemia pode estar sendo estendida pela pouca circulação do vírus entre os saudáveis – o que levaria à imunização natural das populações. E você e suas cassandras ficaram firmes, continuando a apavorar todo mundo com equações inventadas relacionando rigorosamente percentual de confinados com demanda por leitos. E com aquele show de óbitos “presumidos” por covid-19 – um escândalo estatístico que, para a sorte de vocês, ninguém questiona.

Prezado João Dória, este bilhete é só para lhe dizer que, a partir do seu telefonema sórdido para Paulo Guedes, ninguém tem mais o direito de negar a sua ciência da ruína. Não vamos pedir a você o que você pediu ao ministro da Economia, porque androides não desistem. Mas saiba que o surto de catatonia geral vai passar, e ninguém no porão ficará imune. Nem os ratos.

DEU NO JORNAL

SUPREMA E ISENTA CANETADA

Luís Roberto Barroso suspendeu neste sábado a expulsão de funcionários da embaixada da Venezuela em Brasília e consulados em Belém, Boa Vista, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo.

O ministro do STF atendeu a um pedido do deputado petista Paulo Pimenta e concedeu liminar por considerar que pode ter ocorrido violação a normas constitucionais brasileiras, a tratados internacionais de direitos humanos e às convenções de Viena sobre Relações Diplomáticas e Consulares.

Barroso ainda requisitou que Jair Bolsonaro e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, prestem informações sobre a expulsão.

* * *

Quanta injustiça para com os diplomatas e funcionários venezuelanos, representantes de um país onde vigora uma regime aberto, livre e democrático, e que é admirado pelo Deputado Paulo Pimenta.

A recompensa de 15 milhões de dólares, oferecida pelos Estados Unidos em março passado pra quem prender Maduro, acusado de tráfico internacional de drogas, é uma das maiores injustiças da história contemporânea.

Só mesmo um país imperialista pra fazer isto com uma inocente democracia latino-americana.

O Ministro Barroso agiu corretamente ao atender o pedido do deputado petista Paulo Pimenta.

O STF não se tornou um puxadinho do PT, como insinuam as más línguas e os caluniadores.

Esta é uma mentira que deve ser desmentida com veemência!!!

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

DIREITOS HUMANOS

Já foi dito, há muito tempo, que a vida se resume a…”Viver…Morrer…e, nesse meio tempo, tentar ser uma pessoa minimamente decente!” A maioria das pessoas, infelizmente, parece não ter consciência bem clara disso.

É bastante compreensível, já que esse percurso, segundo a brilhante definição de W. Somerset Maughan, é como “Caminhar no fio da navalha”.

Foi para auxiliar as pessoas nesse caminho tão árduo e difícil que, desde o início da humanidade, inúmeras tentativas no sentido de elencar e balizar as atitudes “decentes” foram praticadas por reis, filósofos, profetas e pessoas dos mais diversos tipos.

A primeira “Declaração” conhecida, completa e minuciosa, das obrigações e punições que se aplicavam aos súditos de um reino, foram as leis do rei da Babilônia, Hamurabi, do século XVIII a.c. Nela, estavam inscritas uma série de normas básicas para uma saudável convivência humana: Respeitar e honrar o pai e a mãe, não roubar, não matar, não cobiçar as coisas alheias e, muito especialmente, não cobiçar a mulher alheia, e por aí vai…

Com estas normas, ao mesmo tempo em que era reduzido o espaço para que pessoas pouco civilizadas dessem livre vazão a seus instintos mais primitivos, ao mesmo tempo se assegurava uma série de direitos universais: O direito à propriedade privada, à vida, a proteção contra o estupro e o adultério, o direito a uma velhice honrada, dentre outros. Compreensivelmente, Hamurabi julgou por bem dar-lhe uma alegada origem divina, de modo a desmontar qualquer possibilidade futura de contestação por parte dos mais rebeldes do grupo por ele liderado.

Vejam o que diz o prólogo deste código: “Quando o alto Anu, Rei de Anunaki e Bel, Senhor da Terra e dos Céus, determinador dos destinos do mundo, entregou o governo de toda humanidade a Marduk… quando foi pronunciado o alto nome da Babilônia; quando ele a fez famosa no mundo e nela estabeleceu um duradouro reino cujos alicerces tinham a firmeza do céu e da terra – por esse tempo de Anu e Bel me chamaram, a mim, Hamurabi, o excelso príncipe, o adorador dos deuses, para implantar a justiça na terra, para destruir os maus e o mal, para prevenir a opressão do fraco pelo forte… para iluminar o mundo e propiciar o bem-estar do povo”. Foi nessa época que se estabeleceu o princípio: “Não faça aos outros o que não queres que façam a ti.”

Ao final do código, estando o sábio rei bem consciente de que tinha realizado uma obra valiosa para o progresso de seu povo, pôde o mesmo jactar-se de ter realizado uma grande obra: “As justas leis que Hamurabi, o sábio rei, estabeleceu e (com as quais) deu base estável ao governo … Eu sou o governador guardião … Em meu seio trago o povo das terras de Sumer e Acad; … em minha sabedoria eu os refreio, para que o forte não oprima o fraco e para que seja feita justiça à viúva e ao órfão … Que cada homem oprimido compareça diante de mim, como rei que sou da justiça”.

O grande legislador seguinte foi Moisés.

Ao conduzir seu povo de volta à Terra Prometida, e depois de passar 40 anos perambulando pelo deserto da Península do Sinai, constatou o mesmo que havia uma degradação muito grande nos costumes de sua tribo. Assim, dirigiu-se sozinho para o alto do Monte Sinai e, ao retornar, trouxe consigo o decálogo. Segundo o mesmo, estas leis teriam sido ditadas para si pelo próprio Deus. Isto foi por volta do ano 1250 a.c.

Durante os milênios seguintes, com a expansão acelerada do cristianismo, bastou a alegada origem divina das leis de Moisés para que a maior parte da humanidade se submetesse graciosamente às suas determinações. Isto só veio a mudar entre os séculos XVII e XVIII, com a chegada de uma geração de filósofos que consideravam a “Razão” como sendo a guia suprema de todos os homens, como se os homens fossem animais racionais.

É nessa época que surge a ideia de Direitos Humanos “Naturais”, e não com origem divina, mesmo tendo sido acrescentado à primeira redação da “Declaration des Droits de L´Homme e du Citoyen”, de 4 de outubro de 1789, em plena revolução francesa, que a redigiam “en présence du suprême législateur de l’univers”. Este adendo só foi acrescentado ao texto em 20 de outubro de 1789, o que já demonstra a divisão existente entre os racionalistas (ou iluministas), e os adeptos do “Supremo Arquiteto do Universo”.

Grande parte dos artigos desta declaração tiveram sua origem nas ideias de filósofo Jean Jacques Rousseau, nascido em Genebra em 28 de junho de 1712, e morto em 1778; especialmente aquelas que diziam respeito a um hipotético “Contrato Social” que existiria entre o cidadão e a sociedade da qual este mesmo faria parte.

Na realidade, estas ideias chegaram aí através da tradução da Declaração de Independência Americana, de 4 de julho de 1776, especialmente o seu preâmbulo. Esta tradução foi feita pelo próprio embaixador americano, Thomas Jefferson, o qual tinha sido o grande inspirador da mesma e era grande adepto das ideias de Rousseau. A influência americana era tão forte na assembleia francesa que redigiu a Declaração dos Direitos Humanos que havia até uma ala, composta por 13 deputados que era apodada de “Os Americanos”. Estes haviam participado diretamente da Guerra de Independência, enviados que foram pelo rei Luiz XVI a fim de ajudar aos americanos na sua luta pela libertação do domínio inglês.

Na declaração americana, os redatores seguidamente apelam ao “Grande Julgador do Universo”, à “Divina Providência”, ou mesmo ao “Criador” dos seres humanos. Até aí, nada de novo, portanto. Só que as ideias do otimista e messiânico Rousseau possuíam um potencial de desagregação social muitíssimo maior.

Quando vemos alguns basbaques esquerdistas vomitando platitudes deste jaez, sinto como se o cadáver insepulto de Rousseau estivesse redivivo, na minha frente, tentando me empurrar essas idiotices goela abaixo. O danado é que foram exatamente essas mesmas idiotices que levaram centenas de milhões de seres humanos à morte.

O problema maior dessa estória toda se deu quando partiram em busca da eliminação da fundamentação religiosa Judaico-Cristã e da criação de uma “Sociedade Laica”, seja lá isso o que for. A partir daí a discussão passou a ser se os direitos elencados seriam “Direitos Naturais”(?), como se uma entidade abstrata denominada “A Natureza” tivesse alguma coisa a ver com essa encrenca toda, ou se seria um “Direito Positivo”, com embasamento, portanto, apenas numa leitura pragmática da realidade dos fatos como eles são, eliminando-se, portanto, toda e qualquer referência a uma possível influência divina nesta questão.

Ao fim da 2ª Guerra Mundial, em 1945, Eleanor Roosevelt, viúva do falecido presidente americano Franklin Delano Roosevelt, foi nomeada embaixadora dos Estados Unidos na recém-criada O.N.U. Era o coroamento da campanha por ela promovida ao longo de muitos anos. Nessa posição, a mesma liderou a adoção de uma Declaração Universal dos Direitos Humanos, o que veio finalmente a acontecer em 10 de dezembro de 1948.

Traumatizados com o colossal volume de atrocidades praticados nas duas grandes guerras anteriores, procurou-se uma maneira de pôr freio aos excessos comumente praticados pelos estados sobre os indivíduos.

Lendo desapaixonadamente o texto original da ONU, é uma bela declaração de intenções. Pena que não funciona!

Primeiro, pretendia-se que a Declaração fosse “Universal” (bem modesto, não?). Assim, evitou-se qualquer menção a Deus, de modo a não ferir a suscetibilidade de ninguém, já que as ideias a este respeito podem variar desde as mais simples, até as mais malucas possíveis e imagináveis. Este foi um grande erro!

Depois, a turma do “Materialismo Dialético”, em 1966, se apossou da ideia e começou o desastre: Incluíram na lista uma série de difusos “Direitos Sociais”, todos a serem supridos pelo Estado. Só não foi indicado quem seria o otário que deveria bancar essa esbórnia estatal. Incluíram direitos relativos a questões de procriação e das mulheres, deformando grotescamente um documento que iniciava dizendo que “Todos humanos nascem iguais”.

Ao final, transformaram um documento extremamente coerente em uma nova “Religião Laica”, onde foram sacralizados “Direitos Humanos” (sic) carregados de ideologias marxistas para servirem de trampolim à implantação da Nova Ordem Mundial. Tornou-se inclusive justificativa para novas guerras e intervenções externas em países soberanos. Até Cortes Internacionais de justiça já foram criadas, todas devidamente “aparelhadas” pelos partidários do ideário dos Jacobinos e produzindo sentenças a todo vapor.

Quem estiver interessado em conhecer como se pavimenta a estrada para a tomada do poder pelos “comunas”, dê uma olhada no endereço abaixo. Vejam que, na condenação, não há nem menção pelo TERRORISMO, ou pelos inúmeros assassinatos praticados pelas “vítimas”. NEM PENSAR!!! Eram apenas crianças inocentes, em um lindo convescote patrocinado por Cuba, lá no bucólico interior do Araguaia, e que o Exército Brasileiro foi lá e trucidou por maldade. (Clique aqui para ler)

Interessante também é a quantidade de picaretas que fazem dessa estória meio de vida às nossas custas. Detalharei melhor na próxima semana.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RITA DE CÁSSIA MONTEIRO – CARATINGA-MG

Caros amigos,

As coisas estão chegando a um ponto insustentável.

Não dá mais pra aguentar.

Mas ainda bem que temos o Poder Judiciário para tomar as devidas providências

O STF vai investigar porque Bolsonaro nomeou a própria mulher como Primeira-Dama.

Uma coisa absurda!!!!!!!!!!