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NADA JUSTIFICA

COLUNA DO BERNARDO

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UM TÍPICO JORNALISTEIRO DA GRANDE MÍDIA OPOSICIONISTA

Esse é Marcelo Cosme, terrorista zisquerdinha da Globonews, que recomenda todos os dias pra vocês ficarem em casa.

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

FUMO – Florbela Espanca

Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!

Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas…
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!

Os dias são Outonos: choram… choram…
Há crisântemos roxos que descoram…
Há murmúrios dolentes de segredos…

Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!…

COLUNA DO BERNARDO

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SANCHO PANÇA – SÃO BERNARDO DO CAMPO

Berto, Berto, Berto…

La gente se está volviendo loca.

El miedo desata lo peor de los seres humanos. Hay una espiral de información que crea un pánico existencial. Es innecesario y en realidad es muy peligroso. Puedes sentirlo, puedes estar muy preocupado, por ti mismo o por tus padres, pero no hace falta este pánico existencial alimentado por los medios constantemente, o por leyes demasiado estrictas.

La gente se está volviendo loca. No acabará bien. No es una forma apropiada de lidiar con esta situación la de meterle miedo a la gente. Lo que más miedo me da de los efectos democráticos de la pandemia es lo fácil que la gente renuncia a la libertad. Las reglas son muy estrictas, a veces del todo ridículas.

No puedes nadar en el mar, aunque la playa esté desierta, no puedes ir sola al monte… Es ridículo. Pero la gente obedece de un día para otro. ¿Son reglas proporcionales a la amenaza? Somos animales, no debemos olvidarlo.

Frente al miedo, la incertidumbre y la falta de orientación reaccionamos siempre igual. ¿Seremos capaces de combinar la emergencia sanitaria con la democracia?

R. Ausgezeichnete Analyse.

Mi è davvero piaciuto.

Too many people shitting themselves in fear.

Salutations et un excellent mardi.

PERCIVAL PUGGINA

“ONDE ESTAVA DEUS NAQUELES DIAS?”

A pergunta lançada como um grito por Bento XVI ao visitar o campo de extermínio de Auschwitz em 2006 ecoa 14 anos mais tarde diante dessa versão hodierna da peste representada pelo Covid-19. Onde estava Deus quando permitiu o surgimento desse vírus que mata, enferma, esgota recursos materiais e financeiros, fecha igrejas, destrói empregos, joga bilhões de homens livres em prisão domiciliar? Lembro que a pergunta profundamente humana de Bento XVI foi estampada em todos os jornais e replicada em todos os idiomas. Causava um certo desconforto, uma espécie de cheque mate teológico aplicado às pessoas de fé. Até, claro, pararmos para pensar.

O Papa, qualquer Papa, é um ser humano sujeito às nossas mesmas angústias e inquietudes. Ele não fala com Deus todos os dias através do celular. Quem ainda não se interrogou sobre o silêncio de Deus? Quem, perante a dor, o sofrimento e a aflição, nunca clamou pela interferência direta do Altíssimo?

O paciente Jó, sofredor sempre fiel, nos fornece antigo exemplo bíblico desses brados da nossa débil natureza, que soam e ressoam através das gerações. A manifestação de Bento XVI, que ele mesmo chamou de grito da humanidade, foi humilde e reiterada expressão dessa mesma humanidade. Nem mesmo Jesus escapou a tão inevitável contingência: “Pai! Por que me abandonaste?”

Não conheço Auschwitz. Contudo, visitei o campo de concentração de Daschau e o memorial lá existente. Saímos, minha mulher e eu, com a impressão de havermos visitado um santuário onde a presença de Deus era quase palpável. E isso não se constituiu numa contradição. Ao contrário, aquele lugar de tantos padecimentos se converteu, de modo inevitável, em silencioso ambiente de reflexão e oração, no qual se percebe com nitidez o que acontece quando os homens, prescindindo do Senhor do bem, se bestializam e se convertem em senhores do mal.

É fácil imaginar, igualmente, a presença divina atuando nos incontáveis gestos de solidariedade que, por certo, ocorrem numa situação como aquela. Ativo no coração dos que o amam, ali agia o Deus de todas as vítimas, consolo dos que sofrem, esperança dos aflitos e destino final dos seus filhos. É claro que a nós pareceria mais proveitoso um Deus que atuasse como gerente supremo dos eventos humanos, intervindo para evitar quaisquer males, retificando a imprudência dos homens, proclamando verdades cotidianas em dizeres escritos com as nuvens do céu, fazendo o bem que não fazemos, a todos santificando por ação de seu querer e pela impossibilidade do erro e do pecado.

Nesse paraíso terrestre, nada seria como é e nós não seríamos como somos. Não haveria cruz, nem Cristo. Não haveria lágrimas, nem dor. Tampouco morte, ou vida. É o imenso respeito divino à nossa liberdade que configura a existência humana como tal e que nos concede o direito de bradar aos céus. No entanto, tão rapidamente quanto Deus nos ouve, ouve-nos nosso próprio coração. Sim, porque Deus estava ali, em Auschwitz, como estava em Daschau. Mas não havia lugar para ele no coração dos algozes.

Nesta quaresma das quarentenas, nesta semana que nos leva à Páscoa da Ressureição, aprendamos com as lições da história, da ciência e da prudência. Aprendamos com o que acontece quando o materialismo, o relativismo e os totalitarismos investem na concretização de seus projetos de poder. Eles jamais abandonam o tabuleiro das opções e seus males sempre se fazem sentir.

CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

DITADURA CHINESA TENTA INTIMIDAR BRASILEIROS

Rodrigo Constantino

Quando toda essa onda pandêmica passar, o mundo terá de reavaliar sua relação com a China. O custo imposto pelo coronavírus, que virou pandemia por omissão do regime, expôs que os benefícios de um custo de manufatura mais baixo ou clientela para commodities podem não compensar.

Cada vez mais gente sai da toca e acusa o regime pelo fato de o mundo todo estar de joelhos, e ter perdas trilionárias na economia, além das mortes. Alguns acham que a China terá de indenizar os demais países. Outros pensam em tarifas impostas. Os relacionamentos dificilmente serão iguais.

Mas, no Brasil, temos a maioria dos jornalistas falando apenas em “pragmatismo” e lembrando que a China é nosso maior parceiro comercial. Nada mais divertido do que ver a esquerda brasileira se encantar com a globalização e, em nome do pragmatismo comercial e materialista, defender que devemos ficar caladinhos diante da intimidação da ditadura chinesa…

Sim, pois a intimidação é escancarada, e nossa mídia se coloca ao lado da ditadura comunista, para atacar Bolsonaro. Numa thread postada pela Embaixada chinesa no Brasil, a ameaça toma contornos explícitos:

A OMS é um braço do regime chinês! Tucker Carlson mostrou na Fox News como o diretor canadense da instituição se recusou a responder sobre Taiwan. É uma das coisas mais constrangedoras já vistas:

O vírus é chinês sim, e a OMS foi cúmplice, ao tomar como verdade os dados oficiais da ditadura. Vamos lembrar que a OMS recomendava que não era necessário usar máscaras no começo, demorou a constatar a pandemia, e disse que a situação estava sob controle em Wuhan. Como confiar na OMS, cujo diretor-geral é um marxista acusado de ocultar epidemias em seu país de origem?

No mais, é preciso rechaçar com firmeza a tentativa de intimidação por parte da China. No Brasil temos liberdade de expressão, ao contrário do que ocorre no país asiático. A intimidação não funciona, e nem todos estão à venda. As acusações não são infundadas: a opacidade e a perseguição a médicos e jornalistas pela ditadura criaram a pandemia. E vamos continuar apontando para isso…

O regime opressor chinês está cheio de aliados na imprensa brasileira, seja por covardia, seja por interesses, seja por ideologia. O antiamericanismo sempre foi enorme, e os mesmos que puxam da cartola o relacionamento comercial para pedir silêncio não hesitariam em detonar Trump.

Mas é o presidente americano quem representa o líder do mundo livre. Se vamos entrar numa espécie de segunda Guerra Fria, é fundamental ter clareza moral, saber quem representa, de fato, os valores tão caros ao Ocidente, de liberdade, democracia e império das leis. Não faltaram torcedores do lado soviético na primeira Guerra Fria.

O mundo precisa de uma América forte e liderando o Ocidente livre. Os que torcem pelo vírus chinês vão perder. Os que torcem pela China vão perder. O presidente Trump, adotando um estilo enigmático típico de um “mestre dos magos”, manda seu recado:

Infelizmente há muito “formador de opinião” que, no fundo, despreza Trump e morre de amores pelo modelo chinês. Mas eles também serão desmascarados e derrotados…