DEU NO JORNAL

SALÁRIO PARA EX-PRESIDIÁRIO

O PT começou a pagar neste ano um salário para Lula, que teve seus bens bloqueados pela Justiça.

O dinheiro sai do fundo partidário, ou seja, dinheiro do contribuinte.

O valor exato da remuneração do ex-presidiário não foi divulgado pelo partido, diz O Globo.

Antes de ser eleito presidente pela primeira vez, em 2002, Lula também era remunerado pelo PT.

Mas Lula sempre foi remunerado por você.

* * *

Eu li esta notícia aí de cima e fiquei em dúvida.

Será que nós estamos mesmo pagando o salário do ex-presidiário corrupto?

É isso?

Apelo para o fubânico luleiro Ceguinho Teimoso, especialista em pesquisar e denunciar notícias falsas.

Diz aí, Ceguinho: nós estamos mesmo sendo os abestalhados nessa história sórdida?

Pagar com nosso dinheiro o salário do maior demagogo canalha corrupto da história brasileira é pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!!

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A PALAVRA DO EDITOR

O INSTITUTO DATA BESTA ESTÁ NAS RUAS

Nova enquete fubânica está no ar.

Queremos saber qual dos três é o mais canalha.

Vá aí do lado direito e dê seu pitaco.

Não deixe de exercer sua cidadania fubânica.

Uma excelente quinta-feira para todos os nossos leitores!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CAMILO – TAUBATÉ-SP

Editor Berto:

De quem será essa Ultrassonografia?

R. Esta ultrassonografia deve ser de…

Ah… Deixa pra lá.

Caro leitor, este tipo de ultrassonografia é aquela imaginada pelos babacas muderninhos zisquerdóides.

Ela seria feito num tempo em que mulher não tivesse buceta, homem não tivesse pica, fêmea fizesse exame de próstata e macho menstruasse.

Enfim, um tempo que não vai acontecer nunca.

Um tempo que é igualzinho à felicidade que estes tabacudos imaginam existir nos paraísos socialistas: é pura ilusão.

Ou, pra falar mais corretamente, é pura mentira.

Do mesmo jeitinho que esta imagem que você nos mandou.

CHARGE DO SPONHOLZ

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

MORRE O ATOR KIRK DOUGLAS, AOS 103 ANOS

“É com tremenda tristeza que meus irmãos e eu anunciamos que Kirk Douglas nos deixou hoje(5) aos 103 anos de idade”, declarou Michael Douglas, de 75 anos, filho mais velho de Kirk. Em tom sereno, mas firme, continuou Michael: “para o mundo, ele era uma lenda, uma estrela da Era de Ouro do cinema que viveu bem seus próprios anos dourados, um humanitário cujo compromisso com a justiça e as causas em que acreditava definiram um padrão ao qual todos nós aspiramos”. O ator que fez fama e fortuna, além de Michael, Kirk deixa a mulher, Anne Buydens, com quem era casado há 66 anos, e os filhos Joel e Peter, também produtores de cinema. Seu caçula, o comediante Eric, morreu em 2004, aos 46 anos, vítima de uma overdose acidental.

A causa da morte não foi revelada, mas a saúde do artista já estava em declínio há alguns anos. Em 1991, sofreu um acidente de helicóptero que deixou grande parte de seu corpo queimada e quase lhe tirou a vida. Há mais de 20 anos, ele teve um AVC que prejudicou sua fala. Em entrevista ao GLOBO em novembro de 2016, um mês antes de completar 100 anos, Kirk Douglas revelou o que mudaria se pudesse voltar no tempo: — Não teria feito minhas cenas de machão sem dublê. Por causa disso, tenho um problema grave na coluna e meus joelhos são próteses. Suas últimas aparições nas telas foram em 2004, quando participou do longa Illusion e em 2008, no telefilme Meurtres à l’Empire State Building, dirigido por William Karel. Ele comemorou seu 103º aniversário, em 9 de dezembro do ano passado, com sua família, incluindo o filho Michael e a nora Catherine Zeta-Jones.

Kirk Douglas interpretou papeis históricos no cinema, como o pintor Van Gogh e o escravo Spartacus, além de Doc Holliday, lenda do velho oeste americano, como também O Último Pôr do Sol em 1961. Trabalhou em mais de 80 filmes e foi indicado ao Oscar por três vezes, Kirk Douglas se aposentou depois que passou a ter dificuldades para falar após um AVC sofrido em 1996. Ele venceu dois Globos de Ouro, um de melhor ator por Sede de Viver, de 1956, e outra por sua filmografia, o prêmio especial Cecil B. DeMille. Kirk também recebeu três indicações ao Emmy. Ele recebeu sua primeira indicação ao Oscar em 1950, por O Invencível. Também foi indicado em 1953, por Assim Estava Escrito, e em 1957, justamente por sua atuação como Vincent Van Gogh na cinebiografia Sede de Viver. Em 1996, ele foi premiado com um Oscar honorário pelo conjunto de sua obra.

Particularmente, para este escriba que ora escreve sobre a morte dessa lenda de Hollywood, o primeiro filme que assisti de Kirk Douglas foi o Último Pôr do Sol, na cidade de Palmeira dos Índios(AL), aos 14 anos de idade, que marcou para sempre minha paixão pela modalidade de filmes faroestes. Uma das maiores tragédias gregas da cinematografia hollywoodiana que o telespectador vai encontrar em películas faroestes, está lá no final desse filme, em seus últimos 5 minutos, que é na esplendorosa fita interpretada por Kirk Douglas e Rock Hudson em O ÚLTIMO PÔR DO SOL do ano de 1961. O torturante e penoso roteiro é um tenso melodrama digno daqueles que até mesmo com a ação se passando em cenários abertos, os personagens principais parecem viver num ambiente claustrofóbico no qual incessantemente expõem as paixões que afloram, bem como o ciúme e o visceral antagonismo.

O Último Pôr do Sol que tem uma duração de quase duas horas tem Kirk Douglas, que interpreta o personagem Brendan O’Malley, é o centro motivador de todas as reações culminando com a juvenil paixão que desperta em Missy (Melissa) e os momentos que passa com ela. E O PIOR: Só no final do filme é que ele vai descobrir que é pai da jovem. Só aí é que vai perceber que será através do duelo que já estava programado para quando o sol se por naquela sangrenta tarde é que ele vê ou encontra uma saída apenas na própria morte para a solução da tragédia em que se deixou envolver.

Como já foi dito, o enredo do filme conta a trajetória da jovem Melissa que se apaixona pelo cinquentão O’Malley(Kirk Douglas), envolvendo-se em um amor dilacerado entre pai e filha sem eles saberem. Desesperada a personagem Belle, interpretada pela irresistível atriz Dorothy Malone conta a O’Malley que Melissa é sua filha e que a relação deles é incestuosa e daí, o personagem de Kirk Douglas se defronta com o de Rock Hudson num duelo suicida. Em resumo, O Último Pôr do Sol é um filme que, se não é a maior maravilha em faroestes, ganha pontos por ser um western diferente, forte e até bem feito. Um western superior que deixou sua marca no gênero. Destacada atuação de Kirk Douglas, Rock Hudson e Dorothy Malone. É, sem o menor farelo de dúvida, uma película de faroeste com um dos enredos mais trágicos e fatais de todos os tempos. A respeito de Dorothy Malone, cuja sensualidade foi excepcionalmente bem aproveitada como uma sedutora e irresistível atriz, aos 35 anos, espalhou toda sua voluptuosidade em cada cena que participou desse filme. A propósito, em 1992, fez seu último trabalho que se tem notícia com o filho de Kirk Douglas, Michael Douglas, no filme Instinto Selvagem com a bonita Sharon Stone. Dorothy Malone morreu em 2018 aos 92 anos de idade.

Por fim, em se tratando deste monstro sagrado do cinema mundial, entre atuações e participações, o norte-americano possui 91 filmagens como ator. Mas o que marcou realmente em Kirk foi o seu primórdio como galã, em uma época onde os “DURÕES” eram o que ditavam a indústria do faroeste. Kirk Douglas foi mais que uma lenda do cinema. Ele foi o último de uma geração diferente de galãs. Naquela época os valores eram outros. O homem, por exemplo, não podia demonstrar fraqueza. Imperavam regras como “HOMEM NÃO CHORA”. Hoje em dia a viadagem tomou conta do pedaço e essa boiolada que aí está e não é chegada a mulher dá um cu que rincha!!! Hoje, esse papo furado que homem não chora ou mesmo rótulo dessa natureza, não passa de um título de música brega na voz do bom, romântico e inesquecível Waldick Soriano…

DEU NO JORNAL

GOIANO BRAGA HORTA - ARCO, TARCO E VERVA

O DARWINISMO E AS BARATAS

Não leia se estiver de cabeça cheia

O nada não existe.

O que existe é a realidade, a realidade que é material.

A realidade é o Universo que existe, sempre existiu e não tem fim.

Não têm fim o espaço e a quantidade de mundos, de matéria.

E isso é tão intrigante que permite a existência de infinitos dentro do infinito: se o espaço é infinito, pode haver uma quantidade infinita de mundos dentro dele.

A nossa mente quer acreditar que “antes” existia nada e do nada surgiu alguma coisa.

Cientificamente, e até logicamente, é impossível que da ausência absoluta de qualquer coisa (o nada) algo possa ser produzido, por falta de matéria prima.

Tudo isso, pensado em termos, materiais, estritamente científicos, pode ter uma contestação no fenômeno Divino: Deus criou o mundo e ponto final.

Mas, se reduzíssemos todas as nossas questões às explicações religiosas, nada deveríamos perguntar, nem procurar, de modo que nos cabe manter a curiosidade, pesquisar e buscar saber o quanto nossa capacidade mental seja capaz de apreender e compreender.

A nossa confusão, de compreender o Universo, pode esbarrar logo no obstáculo da crença referida, de que “antes” não havia nada e em dado momento passou a haver alguma coisa.

Mas a realidade é diferente disso, porque a realidade é a realidade da existência, a realidade é concreta, é material e essa matéria, esse Universo, esse mundo ocupa tudo: não há espaço para nada.

Queria dar ao leitor essa verdade lógica e científica: O nada nunca existiu, todo o espaço está ocupado por matéria, desde sempre, de modo que o Universo sempre existiu e não terá fim.

Mesmo que tenha ocorrido o famoso Big-Bang, isto é, a explosão que teria dado surgimento às galáxias, temos de concordar que algo explodiu e esse algo era anterior à forma atual do Universo; ou seja, havia um Universo diferente, anterior, que explodiu.

Acrescente-se a essa verdade da existência eterna da matéria (o Universo) a verdade do espaço infinito, que nossa mente, que não consegue conceber algo que não termine em algum lugar, é forçada a aceitar que o espaço não pode ter um limite, pois sempre haverá algo (mais espaço) além desse pretenso limite.

Sim, eu queria dar tudo isso como verdade, mas subitamente impõe-se uma contradição, implícita na pergunta: – Se o Universo não teve um princípio, como chegou até aqui?

Vou tentar explicar essa contradição usando a batida figura do trem do tempo viajando pelo tempo e nós, isto é, o aqui e agora, seríamos uma estação.

Se o trem do tempo nunca teve início ele nunca partiu. Se ele não partiu, como chegou até aqui?

Sim, porque nós estamos aqui, nós somos uma estação à qual o trem do tempo chegou, mas chegou sem nunca ter saído de lá de onde deveria ter vindo, que é um lugar inexistente.

Com isso, foi-se por água abaixo a nossa certeza da infinitude, digo, de queo Universo não teve um princípio.

Mas, o que é pior, essa noção de que o Universo não teve começo põe em xeque a possibilidade da existência do tempo, como uma entidade.

Isso porque: ou o Universo não teve começo e, nesse caso, nós não existimos, porque assim como nós não podemos chegar ao seu começo esse começo não poderia ter, também, chegado até nós; ou o Universo teve um começo, tanto que o trem do tempo partiu desse começo e pôde chegar até nós, assim como nós, em tese, poderíamos ter acesso a esse começo.

Como seria possível ter havido um começo, se antes do começo não haveria nada e seria impossível algo começar do nada?

Seria pouca absurdidade se mais outra não se apresentasse: Considerando que o tempo não existe, devemos pensar em um Universo parado, de tal forma que o movimento dos ponteiros do relógio não marcariam “tempo”, eles marcariam apenas o seu próprio movimento e o que chamamos de tempo seria apenas, assim, o movimento dos ponteiros do relógio.

A conclusão disso seria que “tempo é movimento”.

Essa série de conjecturas, algo contraditórias, parecem estar nos levando a pensar também no Criacionismo:

Sim, tudo teve um começo, ou melhor, o Universo em que vivemos, ou pelo menos a Terra, teve um princípio: das “Mãos” e da Vontade de Deus.

Ele disse: Faça-se isso, aquilo e aquilo outro. E tudo se fez!

Está bem, a idéia de que houve um começo põe nossa mente de acordo com uma certa lógica humana, uma vez que estamos aqui; e se não tivesse havido um começo não poderíamos estar aqui – pois o trem do tempo nunca teria partido e se não partiu não haveria como chegar a algum lugar.

Enfim, como a realidade é absurda mesmo, podemos aceitar praticamente tudo que nossa mente não repugne, de tal modo que a possibilidade de um ser infinito, todo poderoso, nos ter criado pode ser recebida, para admitir que “um certo começo” tenha acontecido, começo esse que seria o começo da vida na Terra e as condições para que ela ocorresse, como a luz e o calor, por exemplo.

Só que, para aumentar a confusão, veio o Darwin e seu Evolucionismo, mostrando, ou provando por a+b, que as espécies vivas vão se modificando para dar lugar a novas espécies pela necessidade de adaptação com vistas à sobrevivência – e foi assim que viemos os animais, todos, dos peixes, para não nos assustarmos demais com a possibilidade de já termos tido um rabo.

É quando vem a tacada final nas incongruências: me diz aí, Darwin, por que as baratas não pensam?

As baratas são muito mais antigas do que o ser humano. Elas surgiram há mais de trezentos milhões de anos! E o “homo sapiens” há cerca de trezentos e cinqüenta mil anos.

Elas passaram pelas mesmas vicissitudes que nós – ou piores – e por muito mais tempo.

Nós ficamos passando apertos por muito menos tempo que as baratas e logo, em pouco tempo, ficamos inteligentes, safos, espertos, fabricando coisas e hoje já temos até telefone celular, enquanto elas não foram ainda capazes de produzir nem mesmo uma atiradeira, estilingue ou bodoque.

Explica isso, maluco!