DEU NO JORNAL

JÁ VAI TARDE!!!

José de Abreu recorreu ao Instagram nesta quarta-feira (05/02) para contar a todos que está de malas prontas para deixar o Brasil.

Na rede social, o ator – que acaba de retornar de uma viagem de dois meses e meio – contou que ele e a mulher, a maquiadora Carol Junger, irão se mudar para Nova Zelândia.

Na postagem, José de Abreu diz que o casal embarca hoje, quinta-feira.

José de Abreu e Carol Junger vão se mudar para a Nova Zelândia

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Nova Zelândia???

Que coisa estranha.

Zisquerdista banânico adora morar na França.

Eu conheço dois que não trocam Paris por nenhum outro lugar do mundo. 

Na verdade, eu não intendo porque Zé Machista de Abreu, como combativo militante petista que é, num vai morar em Cuba, pra desfrutar do magnífico progresso e conforto de Havana.

Ou então pra Venezuela de Maduro, que é melhor ainda que a Ilha da Felicidade.

Francamente, fico matutando sobre isto e não chego a uma conclusão

Se alguém souber as razões que levam este zisquerdóide a ir pra Nova Zelândia e não pra Caracas, informe aqui pra gente, por favor.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO DO CATIVO – David Mourão-Ferreira

Se é sem dúvida Amor esta explosão
De tantas sensações contraditórias;
A sórdida mistura das memórias,
Tão longe da verdade e da invenção;

O espelho deformante; a profusão
De frases insensatas, incensórias;
A cúmplice partilha nas histórias
Do que os outros dirão ou não dirão;

Se é sem dúvida Amor a cobardia
De buscar nos lençóis a mais sombria
Razão de encantamento e de desprezo;

Não há dúvida, Amor, que te não fujo
E que, por ti, tão cego, surdo e sujo,
Tenho vivido eternamente preso!

DEU NO JORNAL

UM SUJEITO ACUMULADOR

* * *

“Acumula declarações”.

E eu pensei que ele só acumulasse propinas…

Que coisa.

Pois esta manchete aí de cima saiu há alguns dias na insuspeita Folha de S.Paulo.

Ceguinho Teimoso sempre desmente todas as calúnias e injustiças que são cometidas contra este bravo guerreiro.

Aguardem que ele deverá se manifestar.

Enquanto isto, quem quiser ler a matéria completa, é só clicar na linda imagem abaixo:

DEU NO TWITTER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURINO JÚNIOR – PAULO AFONSO-BA

Papa Berto!!!

Saudações e bom dia!!!

Meu amigo, tem um quadro do programa “A Praça é Nossa” que eu acho arretado, que é o da velha surda.

Nesse episódio ele canta uma música “Sá Mariquinha” e como eu sou curioso, fui atrás da música pra saber quem é que cantava e descobri essa pérola de 1947!!!

Se der, publique nessa gazeta escrotíssima!!!

Um abraço!!!


DEU NO TWITTER

VÃO ZERAR OU NÃO???

ALEXANDRE GARCIA

SAPO NA PANELA

Costuma-se contar que se pusermos um sapo na água fria da panela e a aquecermos lentamente, o sapo vai se adaptar, sem perceber que a água vai ferver e ele vai morrer. Se o sapo fosse jogado na panela já com água quente, ele sentiria o calor e saltaria fora. Fico pensando se não somos como o sapo na panela. Fomos nos acostumando com absurdos, foram nos enganando com a temperatura da água, fomos nos adaptando e ainda hoje não nos damos conta da panela em que nos meteram. Trabalhamos quase cinco meses por ano para sustentar o Estado, supostamente em troca de bons serviços públicos. Não notamos que não temos segurança, a menos que viajemos para o exterior, quando nos surpreendemos sacando num caixa eletrônico na calçada de uma rua escura, pela madrugada. Não notamos que não temos asfalto, que a chuva não se acumula na pista, até que alugamos um carro no exterior.

Por aqui, de tanto ecoar a voz do Doutor Ulysses, de Constituição Cidadã, acabamos pensando que ela foi feita para nós, o povo, quando foi feita para o Estado e para as elites que operam o Estado. Não nos damos conta de quanto somos submetidos aos nossos representantes no Legislativo – e não eles a nosso serviço. O mesmo notaríamos, se recém tivéssemos chegado de uma vida inteira em outro país, como ficamos sujeitos aos intemporais princípios do direito adquirido ou do trânsito em julgado. Temos uma legislação trabalhista que dificulta e encarece o emprego e precisou de uma recessão causadora de 12 milhões de desempregados para que nós, os sapos acomodados, descobríssemos que é melhor ser empreendedor, sem as amarras da “carteira assinada”.

Resta-nos para nós o quinto artigo da Constituição, mas ele começa com “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Não é preciso sequer comentar com você a hipocrisia que se contém nessa determinação. Mas somos sapos já acostumados com essa temperatura. Aplicaram-nos o princípio de A Revolução dos Bichos, e criaram a necessidade de nos jogarem uns contra os outros, na disputa entre as igualdades, para decidir quais são os mais iguais que os outros. Nos impuseram o pensamento único e agora que nós, os sapos, reagimos à temperatura elevada, tentam nos convencer que não pode haver mais de uma idéia; que ter idéias contrárias é radicalismo e não democracia. Parece que a tempo o sapo consultou seu termômetro biológico e saltou da panela.

É um pouco a lição do poema No Caminho com Maiakowski, de Eduardo Alves da Costa, em que primeiro nos roubam uma flor e nada dizemos, depois, pisam no nosso jardim e matam nosso cão e nada dizemos; até que um dia roubam-nos a voz da garganta e já não podemos dizer nada. Ao longo das décadas fomos nos acostumando com o crime, a bagunça urbana, a insegurança jurídica, as leis de encomenda, a corrupção que levou parte de nosso patrimônio; com o estado que submete a nação, a burocracia escravizadora, a alegria alienada, o desrespeito a nós e a nossas famílias, a doutrinação estranha de nossos filhos, o culto da mentira como ritual da política. Resta a esperança de que tenhamos percebido que tentaram nos enganar como ao sapo, e os expulsemos de nosso jardim.

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO