DEU NO JORNAL

FINALMENTE, A ALTERNÂNCIA DE PODER NO BRASIL

Modesto Carvalhosa

Em meio a tantas barbaridades praticadas contra a sociedade brasileira pelo Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional, em harmoniosa união para destruir instituições e pessoas que combatem a corrupção no país, esquecemos de um fato histórico, único, que ocorreu nas eleições de 2018: a alternância do poder político pela primeira vez na República brasileira.

Nos vários períodos em que tivemos ora democracia, ora ditadura, desde a República Velha até os dias atuais – e lá se vão 130 anos –, as oligarquias sempre se compuseram e estiveram unidas para dominar as instituições e repartir entre si o poder, suas benesses e seus privilégios.

Para não ir longe, basta observar os sucessivos governos desde a redemocratização em 1985. Sempre os mesmos grupelhos, representados por nossos execráveis “partidos políticos”, partilhando e se refestelando em benefícios, estatais, cargos de confiança (aos milhares), ministérios (às dezenas), verbas orçamentárias fabulosas e assim por diante. Do Centrão fisiológico à esquerda “revolucionária”, o objetivo era expropriar o que fosse possível dos cofres públicos, dividindo o mando deste fazendão chamado Brasil.

O distanciamento entre a sociedade civil e os intocáveis bandos no poder foi dramaticamente expandido durante os governos petistas, que aparelharam o Estado para a prática sistemática de crimes contra o erário. Esse sórdido mecanismo foi denunciado e escancarado pela Operação Lava Jato, com endosso entusiasmado do povo. E o apoio popular ao combate à corrupção se traduziu, nas eleições de 2018, na rejeição ao modus operandi da velha política e na demanda por um novo governo, que se libertasse dos métodos de loteamento do poder.

Aí que se deu a alternância!

Pela primeira vez, ministros não são indicados por caciques políticos e cargos de confiança não são entregues aos seus rapinadores apaniguados. Não há mais uma “maioria” parlamentar comprada (a peso de ouro, com dinheiro público) para sustentação fisiológica do Governo. É por isso que as velhas raposas, agora afastadas do comando central, reagem para restaurar antigos e maus hábitos – que nos levaram a ser um país atrasado e inóspito para milhões de cidadãos torturados pela pobreza crônica e endêmica.

Nada mais auspicioso e bem-vindo que a alternância de poder, um primeiro passo democrático rumo a um Brasil mais próspero e civilizado.

DEU NO JORNAL

J.R.GUZZO

EPISÓDIOS COMO O DO GENERAL SANTOS CRUZ SÃO UM DESASTRE PARA O GOVERNO BOLSONARO

O presidente da República, naturalmente, tem o direito de confiar em quem quer e de desconfiar de quem ele acha que não merece a sua confiança. Tem, como é óbvio, o direito de nomear e demitir os seus próprios ministros, sem ter de pedir licença para o Congresso, o Poder Judiciário ou os outros ministros da sua equipe. Não tem a obrigação, enfim, de explicar por qual motivo nomeou ou demitiu este ou aquele ministro – embora esse tipo de justificativa certamente acabe ajudando a tornar o seu governo e as suas decisões mais compreensíveis para o público pagante.

Com tudo isso, a demissão do general Santos Cruz do cargo de ministro da Secretaria de Governo, em junho do ano passado, permanece um episódio em aberto. Seria melhor, para todos, que estivesse fechado. Mas não está.

Como foi amplamente divulgado na ocasião, vieram ao conhecimento geral, um pouco antes de sua demissão, umas fitas gravadas de conversas pessoais do general Santos Cruz no qual sua voz – ou o que foi apresentado como sua voz – dizia uma série de barbaridades contra o presidente Jair Bolsonaro e membros de sua família.

O general, desde o começo, disse que era tudo mentira. Nunca tinha falado nada daquilo – mesmo porque, no momento em que as gravações foram feitas, ele estava dentro de um avião, isolado do resto do mundo, viajando para São Gabriel da Cachoeira, nos confins da Amazônia. Não adiantou muito, ou não adiantou nada.

O presidente da República, em vez de aceitar a palavra de um oficial general do Exército brasileiro, aparentemente acreditou no que diziam as fitas – anônimas na ocasião e anônimas até agora, do ponto de vista da sua autoria. Nunca, pelo menos, ninguém disse o contrário.

Tudo poderia ficar por isso mesmo se não fosse um detalhe: as gravações foram forjadas. Uma longa perícia da Polícia Federal, que acaba de ser divulgada, comprovou que as fitas com acusações ao presidente Bolsonaro foram uma obra de falsificadores. É uma história para lá de péssima. Quer dizer que falsários têm acesso ao presidente da República, para lhe mostrar conversas telefônicas de um dos seus ministros não apenas gravadas ilegalmente, mas também falsificadas?

Bolsonaro não precisa de gravação nenhuma, verdadeira ou falsa, para demitir um ministro de Estado; basta que não tenha mais confiança nele, ou simplesmente não o queira mais no ministério. Mas do jeito que esta história ficou, não é possível, positivamente, achar que está tudo bem, e que não aconteceu nada demais.

Há um lado escuro no governo do presidente Bolsonaro. Claro que há. Não adianta nada ficar inventando uma “transparência” que não existe em governo nenhum do mundo – por que iria existir aqui? Quem faz este tipo de observação, na verdade bem simples, é normalmente descrito nos círculos do governo, na melhor das hipóteses, como um idiota que não sabe do que está falando. Nos demais casos é classificado como mais um inimigo do presidente e aliado oculto dos que torcem pela desgraça do país.

Não se trata de uma coisa e nem de outra, Trata-se apenas de dizer o óbvio: episódios como o do general Santos Cruz são um desastre para o governo.

DEU NO JORNAL

UM DUETO DA PORRA

O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo denunciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), pela invasão do apartamento tríplex do Guarujá, em abril de 2018.

O apartamento foi ocupado por um grupo vinculado ao MTST poucos dias após a prisão do ex-presidente em Curitiba.

O MPF entende que Lula e Boulos devem responder por dano de propriedade.

Essa conduta está tipificada no artigo 346 do Código Penal e prevê pena de seis meses a dois anos para quem “destruir ou danificar” coisa própria que está em poder de terceiro por decisão judicial.

Para o MPF Lula estimulou a ocupação.

Em 24 de janeiro de 2018, logo após ter seu recurso negado e sua pena aumentada para 12 anos e um mês de prisão, o ex-presidente fez um discurso na Praça da República, em São Paulo, quando afirmou que pediu ao “pessoal do Boulos” para ocupar o imóvel.

* * *

Essa notícia aí de cima cita um artigo do Código Penal.

Logo, isto é assunto para ser tratado pelo fubânico lulo-petista Fanático Furioso, nobre causídico das causas indefensáveis, PhD em jurisprudência zisquerdal.

Fanático Furioso é defensor do direito de ocupação e destruição de qualquer propriedade que esteja “em poder de terceiro por decisão judicial“.

Um caso perfeito e acabado pra cair nas mãos dele.

O fato é que Lula e Boulos formam uma dupla da porra!!!

Uma parelha que é a cara cagada e cuspida, o retrato sem retoques das zisquerdas banânicas.

É comovente e tocante o amor que une os dois.

“Justiça nenhuma abalará o nosso amor, meu querido Lulinha”

FALA, BÁRBARA !

CHARGE DO SPONHOLZ

MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE

PURA MÁ VONTADE

Eu acho incrível as críticas que a esquerda faz ao governo atual e, principalmente, a política econômica adotada pelo ministro Paulo Guedes. Logicamente, não tenho a pretensão de que todo mundo concorde com tudo que tem sido feito. Em qualquer democracia é salutar que exista oposição, mas que esta fiscalize o governo e apresente propostas. Não é o caso do Brasil. Aqui não se fiscaliza, só se critica, e após um ano de governo a esquerda continua gritando “fora Bolsonaro”.

Pra ser mais exato, não é a crítica em si que me incomoda, mas a falta de coerência dos críticos. Eles simplesmente esqueceram o que fizeram no passado e agora cobram do governo ações para corrigir os erros que eles cometeram e os desvios que praticaram. Basta qualquer coisa acontecer e logo a gente ouve “esse governo que está aí”, embora alguns indicadores econômicos mostrem que o Brasil está melhorando. Particularmente, gostaria de citar três casos.

O Banco Central divulgou um déficit nas contas externas de US$ 50 bilhões, em 2019, e isso foi suficiente para o pessoal de memória fraca ir para as redes sociais cobrar explicações do governo. Primeiro é preciso entender que temos déficit nas contas externas desde muito tempo. Só em 2010, o rombo foi US$ 79 bilhões. Em 2014, ápice do desastre econômico de Dilma, tivemos US$ 101 bilhões de rombo e somente em 2017, já no governo Temer, as contas externas ficaram negativas em US$ 15 bilhões, o menor saldo da década. Então, qual o motivo desse alarde? As contas externas envolvem mais do que a balança comercial cujo desempenho, inclusive favoreceu este resultado. Ao contrário de anos anteriores, a entrada de capital externo no Brasil chegou a US$ 78 bilhões e a esquerda não comemorou. Então, de certo modo o governo tem como cobrir esse rombo, embora o ideal fosse que estes recursos de investimentos externos se destinassem a geração de emprego. Ninguém olha o passado. Simplesmente descem a lenha na política de Guedes como se dentro de um ano ele fosse obrigado a consertar as mazelas deixadas nesse país. Economia não é miojo, digo sempre.

A segunda questão ainda fala de dívida, mas agora nossas contas que fecharam com um saldo negativo de R$ 95 bilhões. Ninguém lembra que essa situação está assim a seis anos, ou seja, desde 2013 temos um rombo nas nossas contas, mas quem critica fala do buraco sem sequer lembrar que, embora negativo, este é o menor saldo negativo dos últimos seis anos. Os números estão disponíveis no site do Banco Central, basta consultar e interpretar, mas ninguém da esquerda tem interesse em analisar dados. O que se quer é divulgar notas com informações negativas com o intuito de desestabilizar o governo.

A terceira questão é sobre a tal caixa preta do BNDES e a auditoria de R$ 48 milhões que não encontrou nada. Eu trabalhei em bancos sendo responsável pelas operações de repasses do BNDES e da FINAME e sei como funciona. Em 31 de agosto de 2019, publiquei aqui um texto intitulado JATINHOS FINANCIADOS explicando onde estava a perda de dinheiro na operação que financiou o jato de Luciano Hulk. O que houve no caso dessa auditoria foram dois erros bobos: açodamento por parte do governo e análise errada das operações. Vamos comentar primeiro o erro na análise.

Aparentemente, a auditoria focou contratos, liberação de crédito, reembolso de parcelas, etc. e não focou as condições de financiamento. Como eu disse, fiz um demonstrativo, no texto citado, com base em informações divulgadas sobre as operações de FINAME para financiamentos dos jatos. Apenas no caso de Luciano Hulk calculei um prejuízo para os cofres públicos de R$ 1.618.340,43. Se eu tivesse acesso ao contrato teria feito isso com mais precisão.

A questão do açodamento é que o governo está caçando vampiros com reza e não com estaca e alho como ensinado nos filmes de Drácula (Santo Altamir Pinheiro me acuda!). Esse trabalho não era pra ter sido conduzido dessa forma e ele deveria focar, num primeiro instante, os contratos com governos corruptos como Venezuela, Cuba, Angola e tudo mais. As operações de FINAME são feitas através de agentes financeiros que assumem todos os riscos. O BNDES não tem inadimplência nessas operações porque, como se trata de repasses, o agente financeiro é intermediário, isto é, ele recebe os recursos do cliente, retiram seu “Del credere” e repassam o resto para o BNDES, em datas especificas (no meu tempo, o repasse era feito no dia 15 de cada mês). Se o cliente pagar ou não a prestação, o agente financeiro é obrigado a repassar o valor devido ao BNDES, logo não há inadimplência. Focaram o problema de forma errada.

Como consequência, o pessoal da esquerda se locupletou esbanjando sorrisos e acreditando que essa auditoria atesta as ações que foram feitas. A pressa do governo em apontar culpados levou a esse erro de estratégia e acabou favorecendo o discurso de inocência que sempre pregaram. O presidente se perde pelo que fala. Antecipa ações dessa natureza e se expõe a erros. Coisas desse tipo precisam ser feitas internamente e só depois referendado por consultores externos. O que deve ser divulgado é o relatório de apuração, não a ação previamente.

Entendo que as propostas de Guedes devem continuar. Particularmente, sou favorável ao programa de privatização e, recentemente, falando com uma pessoa sobre isso ela criticou o que tem sido feito, mas eu fiquei pensando sobre o assunto e me perguntando: não pode privatizar porque vai tirar o emprego de um cara cujo salário é pago pelas pessoas que estão na iniciativa privada? É esse o argumento? Na nossa economia, o setor privado emprega menos que o setor público e não me parece que esse seja o caminho para o desenvolvimento. Há muita coisa para se consertar. O governo precisa acertar mais, entretanto, o presidente precisa entender que não está jogando vídeo game.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ RAMOS – SÃO LUIS-MA

Amigo Berto,

eu vivo de valores aprendidos no passado. Você e alguns poucos leitores sabem e são testemunhas vivas do apreço que tive pela minha falecida Avó, Raimunda Buretama. Tenho certeza que ela só me ensinou o bem e o bom.

Assim, peço encarecidamente para você dar aquele jeitinho todo seu – o mesmo que você dá para ganhar na Roleta do Cu-Trancado – e arrumar um espaço para publicar essa matéria. No meu caso, “fora der tempo”.

Acho que é uma “repetição”. Acho que é um raio que está caindo no mesmo lugar. Eu, durante anos, vivi a experiência que esse esforçado jovem está vivendo.

O texto integral está na edição de ontem do Diário do Nordeste, de Fortaleza. 

Para ler a matéria completa, é só clicar na foto abaixo:

Lucas Ribeiro de Sousa, de Queimadas, povoado de Horizonte, que também foi povoado de Pacajus/CE. Ao fundo o “cajueiral” que dá saudade.

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

A PRAGA

Décadas atrás, minha tia- avó Idila Lima, solteirona e idosa, costumava às sextas-feiras dar esmolas, na janela da casa onde morava com o irmão, Dr. Nestor dos Santos Lima, na Praça 7 de Setembro, em Natal, onde hoje é o prédio da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Segurando uma bolsa cheia de dinheiro, tia Idila se distraía, fazendo essa caridade. Eram moedas de pequeno valor, mas que, na época, davam para comprar alguma comida. Eram distribuídas moedas de 500 réis, depois de 1 cruzeiro, 2 cruzeiros, etc. Esse gesto provocava o agradecimento dos mendigos.

Tive a oportunidade de ouvir, diversas vezes, um agradecimento de um mendigo cego, ao receber a esmola das mãos de tia Idila, que dizia:

– DEUS TE LIVRE DA PRAGA DO MAU VIZINHO!!!

E tia Idila respondia:

– AMÉM!!!

Nesse tempo, eu era uma adolescente e ainda não conhecia o lado mau da vida.

Em Nova-Cruz, só havia maus vizinhos, na época das campanhas políticas. Eram adversários políticos, que discutiam, defendendo seus candidatos. Depois das eleições, as intrigas eram esquecidas.

Depois de adulta e casada, vi que essa qualidade de gente, o mau vizinho, existe mesmo.

Quando somos nós que temos um mau vizinho, às vezes, o caso torna-se desesperador. Já vi pessoas se mudarem de uma casa, ou apartamento, por causa de um mau vizinho.

Aquele agradecimento que eu ouvia o mendigo cego dizer para tia Idila, ao receber das suas mãos a esmola, nunca saiu da minha memória.

“Deus te livre da praga do mau vizinho!!!” Hoje, na maturidade, cheguei à conclusão de que o mau vizinho é, realmente, a pior praga que existe”.

Logo cedo, convenci-me da existência da praga do mau vizinho, no caso, da má vizinha.

Pois bem. Minha Mãe adorava gatos e criava uma gata Angorá, branca de olhos azuis, a quem chamava de Vélvete. Numa certa manhã, ouvi minha Mãe aos prantos, ao ver sua gata chegar no quintal da nossa casa, cambaleando e completamente sem pelos.

A vizinha, de mal com a vida, odiava a gata, porque ela tinha o costume de pular o muro para o quintal da casa dela. A megera, então, nesse dia, jogou na gata uma panela de água fervendo, o que fez cair todo o seu pelo. A gata morreu em consequência desse ato vil e criminoso.

A mulher negou o ocorrido, mas sua empregada, dias depois, contou à minha Mãe que a patroa vivia planejando dar um fim àquela gata, pois tinha horror quando a via no seu quintal. A gata sempre era enxotada de lá a vassouradas, até que a criminosa pôs em prática o seu plano macabro, jogando-lhe água fervendo.

Tirou na sorte grande, aquele que nunca teve um mau vizinho.

Num prédio onde morei, vi um morador agressivo e bêbado acabar com uma festinha de adolescentes, às 10 horas da noite, jogando baldes d’água nos convidados, diretamente do seu apartamento no 2º andar. A festinha era ao lado da piscina.

Outra vez, esse mesmo homem quis acabar com a comemoração de um aniversário, no salão de festas, mandando um recado pelo porteiro, para que desligassem o som, que o estava incomodando. Eu me meti e mandei-lhe um recado, dizendo que ele devia ir ao centro de velório que havia perto do prédio, para se distrair um pouco, olhando os defuntos que estavam sendo velados. Se ele não gostava da alegria dos vivos, fosse se distrair com a tristeza da morte.

Ainda faltava se cantar o “parabéns pra você”, e, por causa disso, a festa iria se prolongar um pouquinho mais. Era um som antigo, sem muita potência, e que só poderia incomodar os “chatos de galocha”, como ele.

Em edifícios de apartamentos, sempre há um mau vizinho, ou má vizinha, de mal com a vida, cheios de problemas de família, filhos desajustados, e que detestam qualquer manifestação de alegria, por parte dos demais moradores. Essas pessoas tiram a harmonia do prédio. Tornam-se antipáticas e agressivas. Tratam mal aos empregados do condomínio, dando-lhes ordens aos gritos, como se eles fossem seus empregados particulares. Já vi uma vizinha agressiva e violenta, ameaçar de demissão o porteiro do prédio. O homem se recusou a cumprir uma ordem sua de largar a portaria, para ajeitar alguma coisa no apartamento dela, como se o empregado fosse particular e não do condomínio.

Um amigo meu, que morava numa casa, teve seu cachorro envenenado pelo vizinho, que não suportava ouvi-lo latir.

Existem pessoas que carregam uma carga de energia negativa muito grande e acabam transmitindo essa energia consciente ou inconscientemente. Não suportam a felicidade de ninguém.

Os olhos são como lentes que concentram a energia do corpo e da alma, conseguindo transmitir um elevado grau de magnetismo e energia. Todo olhar é poderoso. Pode curar, regenerar, abençoar e até ajudar uma pessoa a prosperar na vida.

Mas quando o olhar vem de uma pessoa invejosa, cheia de ódio, despeito, rancor, raiva, ganância, egoísmo, malquerer, que tem o espírito e o coração impregnados de pensamentos negativos e de destruição, pode, em casos raros, causar a morte a quem seja vítima desta forma de olhar. Isso é o que se chama mau olhado ou olho gordo.

Portanto, Deus nos livre da praga do mau vizinho, ou má vizinha, e da cobra que habita dentro deles!

PENINHA - DICA MUSICAL