CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JULIO CESAR MENDES – ITAPOÁ-SC

Turminha perigosa

Kkkkkkkkkk

Gleisi Hoffman recebe Marília Arraes, Lula e Humberto para reafirmar candidatura do PT no Recife

“Abrimos diálogo com a direção municipal para definir posição final do partido até início de abril”, disse a líder nacional da sigla.

Clique na imagem abaixo para ler a matéria na página da Prefeitura do Recife.

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RUAS CHEIAS COM BANDIDOS GOZANDO DA SAIDINHA

A Rádio Bandeirantes de São Paulo apurou que, em média, mais de 5.000 criminosos não voltam à cadeia, após usufruírem de “saidinhas” ou “saidões”.

Nos últimos quatro anos, foram mais de 21 mil bandidos.

E ainda tem gente que defende a manutenção dessa regalia absurda.

* * *

Tem gente que defende sim a manutenção desse absurdo.

Gente assim feito Maria do Rosário, que adora um bandidos e marginais.

Inclusive os que são políticos.

Aliás, todos que eu conheço e que defendem esta merda de saidinha, são zisquerdóides babacas (desculpem a redundância…)

Sem exceção.

A PALAVRA DO EDITOR

NA MÍDIA ISTRANJEIRA

Deu num tal de Reuters.

Vôte!

Que nome isquisito.

Foi no dia 22 passado.

Li, reli e num intendi porra ninhuma.

Sou analfabeto nesses istranjeirismos.

Peço ajuda aos leitores trogloditas do JBF, aqueles que falam vários idiomas.

Traduzam, por favor, a notícia abaixo.

A PALAVRA DO EDITOR

O EDITOR CONVERSANDO MIOLO-DE-POTE

Começa daqui a pouco, às 8:30.

E vai durar uma hora.

Uma hora inteira conversando miolo-de-pote e enchendo linguiça.

Vai derrubar a audiência da Globo, da Band, do SBT e da Record!!!

Para ouvir, basta clicar na imagem abaixo:

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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A PALAVRA DO EDITOR

AVIAÇÃO

Quando feitas com planejamento, estrategicamente estruturado, toda mudança é válida, benéfica. Produz bons resultados. Dificilmente, um bom planejamento resulta em negativismo.

O que abriu os olhos para a aviação comercial foi o desenvolvimento da tecnologia. As guerras sempre causam comoção. A destruição, mortes e o sofrimento oriundo de conflitos, sempre impõem impactos.

A miséria herdada das batalhas e, sobretudo a pena sentida pelas vítimas, muitas vezes inocentes e indefesas aos combates, afligem o sentimento humano. Abrem a visão do homem, incentivam a criação de máquinas e equipamentos com o emprego de novas tecnologias.

Dentre as inovações do pós-guerra, aparecem o micro-ondas, o GPS, criado pela engenharia militar para decifrar a navegação via rádio, as câmeras digitais, os antibióticos em escala industrial, o serviço de ambulâncias, muito utilizado improvisadamente nos combates para o transporte de feridos, o computador e a sua amiguinha inseparável a internet, e, especialmente o controle do tráfego aéreo.

Foi durante a primeira guerra mundial que a aviação comercial surgiu. Os primeiros voos para o transporte de passageiros, correspondências e cargas aconteceram nos Estados Unidos. O incentivador foi a aviação militar.

No ano de 1914, aparecia o primeiro voo comercial no mundo. Foi no avião russo Ilya Muromets, que, transportando somente 16 passageiros a abordo, fazia um voo experimental, de demonstração. Em 1935, surgiu o DC-3, utilizando dois motores. Em 1948, vieram os aviões a jato comerciais, em substituição aos antigos motores a pistão.

No Brasil, a aviação comercial começou no ano de 1927. A pioneira empresa a transportar passageiros foi a Condor Syndicat. A primeira viagem regular de passageiros, foi registrada entre Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande.

A novidade foi o surgimento da Varig (Viação Aérea Rio-Grandense), em 1927, que absorveu a Condor. Em seguida, veio a Panair, a Vasp, Transbrasil e, posteriormente Cruzeiro do Sul, formando um verdadeiro oligopólio. Porém, todas extintas. Dois importantes segmentos valorizaram a aviação comercial no país. A extensão territorial do Brasil e a precariedade dos meios de transportes.

Na década de 90, desregulamentaram o serviço aéreo. Aí, veio a crise que provocou o desaparecimento de muitas importantes empresas comerciais brasileiras. No início da década seguinte, viajar de avião era um privilégio reservado apenas para homens ricos, de negócios e funcionários públicos. As passagens geralmente eram pagas por pessoas jurídicas, em função do luxo, do glamour e do alto preço das passagens.

Pela importância, devido a desregulamentação dos mercados domésticos, que desencadeou a liberdade tarifária, a partir e 2003, o serviço aéreo tem sofrido muitas modificações.

Entraram em cena vária inovações. Novos modelos organizacionais, tecnológicos e mercadológicos. Com isso, o serviço aéreo comercial brasileiro experimenta até certo ponto bom nível de crescimento.

Atualmente, o mercado doméstico brasileiro ocupa a terceira posição no mundo. Perde apenas para os Estados Unidos e a China. Embora algumas companhias nacionais registem prejuízos.

A demanda de passageiros domésticos tem aumentado. Em 2018, foram transportados 90,6 milhões. Em 2019, a projeção indica número superior a 96 milhões. Diversos fatores influenciam na expansão do mercado comercial aéreo nacional. O câmbio, o preço do combustível, o crescimento do PIB e a redução dos custos, que varia de acordo com a cotação do dólar.

As privatizações aeroportuárias, caso sejam bem conduzidas, são outro esquema a favorecer a aviação comercial brasileira. Na primeira levada de 2012, a transferência da concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e de Brasília gratificou o governo com a quantia de US$ 14 bilhões.

Na segunda partida das concessões entraram na jogada os aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis e Belo Horizonte.

Com a iniciativa privada, as perspectivas melhoram. Pelos menos, as condições de infraestrutura aeroportuárias e a capacidade de tráfego dos aeroportos tendem a se modernizar. Acompanhar a evolução dos tempos. Fora outros itens essenciais. Ao contrário do poder público. Devagar e sempre desatualizado na modernização do serviço do Estado prestado ao cidadão. Daí o atraso na aviação brasileira.

Foi o que de fato aconteceu com a viação comercial durante o tempo em que permaneceu sob os cuidados do poder público. Agonizava. Para comandar os destinos da Infraero, só nomeavam políticos incapazes, sem a mínima condição de interferir na escassez de infraestrutura que mantinha os aeroportos brasileiros, distantes da modernização. Só enfrentando problemas. Sem solucionar os impasses. Só empurrando os problemas para o futuro.

PENINHA - DICA MUSICAL