PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

INCÓGNITA – Luiz Guimarães Júnior

Eu vejo-a sempre no final do dia,
Quando os purpúreos flocos do ocidente
Vão descorando harmoniosamente,
Aos gemedores sons da Ave Maria.

Sua estatura de altivez sombria
Passa na vaga luz do sol poente,
Como o fantasma, a sombra penitente
Da antiga Musa solitária e fria.

Direis ao vê-la que uma aguda pena,
Que um martírio satânico e profundo
Morde-lhe as fibras d’alma e as envenena;

E ela percorre as festas deste mundo
Com a santa palidez de Madalena,
E com o olhar do Cristo moribundo.

A PALAVRA DO EDITOR

O INSTITUTO DATA BESTA ESTÁ NAS RUAS

A “isenção” e o alto padrão jornalístico da grande mídia banânica estão retratados na imagem acima.

Trata-se de postagem feita pelo jornalista global Lauro Jardim em sua coluna, antecipando os presidentes que vão exercer o governo deste país.

Imprensa e governo: este é o tema da última Enquete do JBF que está no ar.

A pesquisa será encerrada hoje, domingo.

Não deixe de cumprir o seu dever cívico-patriótico.

Vá aí do lado direito e exerça a cidadania fubânica dando o seu pitaco.

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

FURO DO EDITOR

Comentário sobre a postagem ZILDA CARLONI – PALHOÇA-SC

Getulio Ferreira:

Ilustre Berto, aqui vai uma critica:

Tu sempre coloca uma foto da cidade dos seus leitores que te escrevem, e desta vez esquecestes.

Não colocou uma foto de Palhoça SC.

Na minha humilde opinião uma das cidades litorâneas mais belas deste nosso pais.

* * *

Este Editor pede desculpas.

E remedia o seu furo com uma tripla homenagem:

DEU NO JORNAL

A FÚRIA DEMISSIONÁRIA DA GRANDE MÍDIA BOSTÍFERO-BANÂNICA

Sergio Moro é alvo de notícias de demissão desde a posse, num misto de torcida e desinformação.

Já em fevereiro, Bebianno caiu por haver trombado com a família Bolsonaro, mas a imprensa imaginou que, “constrangido”, ele pediria para sair.

Veio a exoneração de Ilona Szabó, que Moro havia nomeado, por isso, irritado, “estava de saída”.

Jornais cravaram depois sua demissão com o Pacote Anticrime, por “colecionar derrotas e recuos”. Moro até disse haver entrado no governo “para ficar e não para sair”, mas foi inútil: a fantasia sempre vencia a realidade.

Para mostrar que era tudo “fake news”, Bolsonaro levou Moro a eventos oficiais, a jogos de futebol etc. Tudo inútil: a torcida continuou.

Um dos maiores portais do Brasil garantiu em 21 de março que Moro estava “sem forças”, e acertara sua demissão para os dias seguintes.

Colunista de rádio paulista cravou a demissão de Moro, em 13 de maio, por ter sido “indicado ao STF”. Nem foi demitido, nem foi indicado.

Em agosto e setembro, revistas anunciavam “desgaste” entre Moro e Bolsonaro após operação da PF.

Há até livro sobre a relação dos dois.

* * *

Resumindo: em 1 ano, a imprensa “demitiu” Moro mais de 10 vezes.

Daqui pro final deste ano de 2020, ele deverá ter atingido um total de 20 “demissões” por parte da extrema imprensa bostífero-banânica

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!.

Moro vai continuar, firme e forte, botando no furico da criminalidade e dos corruptos.

Para grande desgosto da canalha zisquerdóide.

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

A ESTACA CHORONA

A estaca transformada em “ mourão” quando ainda era viva

Existem centenas de milhares de pessoas que são completamente diferentes das outras. Eu, provavelmente, sou uma dessas pessoas. Não tenho nada contra aqueles que “amam os animais”, ainda que esse amor não seja verdadeiro e a alegria apareça apenas na hora da fotografia. Entendo isso como hipocrisia, e, nessa altura do campeonato não vejo motivos para mudar o meu comportamento.

Maltrato os animais? Não. Apenas não os quero na minha cama, na minha rede, na minha mesa. Mas, sinceramente, nada tenho contra quem manda fazer uma cadeirinha para o cão comer sentado na hora do almoço – entendo como “mesa da refeição” como algo sagrado, tipo a Santa Ceia – ou manda colocar um berço para o danisco dormir o sono da tranquilidade no mesmo aposento. Sei de pessoas (homens e mulheres) que usam os animais para perpetrar o sexo doentio.

Agora, uma árvore, se ela for cortada, sou até capaz de mandar rezar uma missa de sétimo dia, de trinta dias, e de um ano. Árvore não dá apenas sombra. Os frutos e o trabalho que, junto com a Natureza, faz por nós.

Imbuia secular foi derrubada e ninguém protestou. Nem a Greta!

Não vejo e não quero traçar paralelos de animais e árvores. São diferentes e certamente são úteis, mas de formas diferenciadas.

Já escrevi aqui, antes, o motivo da minha rejeição ao cão e ao gato. Estou vivendo um segundo casamento, a construção de uma segunda família. Sou divorciado legalmente da primeira esposa. Minha primeira mulher ainda hoje sofre por conta da “toxoplasmose” adquirida pelo convívio próximo com animais (gatos, principalmente). Esse problema nos levou à perda de quatro filhos, um após outro, gravidez após gravidez. Foi, também, o motivo principal da separação.

Juazeiro – além da sombra e dos frutos, tudo pode ser usado pela medicina em favor do homem

E as árvores?

Se estiver no local adequado, se receber o tratamento adequado, uma árvore jamais causará algum problema ao ser humano. Só benefícios.

Na minha casa mantenho vasos com plantas. Prefiro aquelas que “ajudam em alguma coisa”. Cultivo cebolinha, coentro, pimenta de cheiro, pimenta malagueta, pimenta murici, quiabo e plantas decorativas.

Tenho aquário, onde crio peixes. Crio canários belgas, cujos cânticos me deixam alegre. Tenho respeito pelos canários, pelos peixes e pelas plantas. O mesmo respeito que tenho por qualquer ser humano.

Assunto dessa crônica é a árvore. Cortado de forma inadequada para uso indevido, um velho ipê teve o seu desenvolvido tronco utilizado como “mourão”, uma estaca mais grossa e mais segura para garantir a sustentação e o peso do arame na construção de uma cerca.

A cerca protegia a fazenda de Seu Ribamar, um fazendeiro e conhecido pecuarista das Queimadas. Pagou caro pela construção da cerca, mas ficou famoso mundo à fora, não pela riqueza ou pela quantidade do gado que produzia metade da riqueza do lugar.

Ribamar ficou famoso por ser “proprietário” da estaca que chorava e criou raízes depois de cortada. Não tinha folhas mas continuava produzindo resina – e isso, para os moradores locais, nada mais era que lágrimas. Lágrimas da estaca que chorava.

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JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

OS BRASILEIROS: Burle Marx

Roberto Burle Marx nasceu em São Paulo, em 4/8/1909. Artista plástico, pintor, designer, arquiteto, tapeceiro, e um dos paisagistas mais renomados do mundo. Filho da recifense Cecília Burle e de Wilhelm Marx, judeu alemão, parente de Karl Marx. Aos 4 anos, a família se mudou para o Rio de Janeiro e logo que os negócios (exportação e importação de couros) do pai prosperaram, foram morar num casarão do Leme, onde ele, aos 8 anos, começou a cultivar mudas de plantas e iniciar sua própria coleção.

Em 1928, teve um problema nos olhos e a família foi procurar tratamento na Alemanha, onde permaneceram até 1929. Lá entrou em contato com as vanguardas artísticas e conheceu o Jardim Botânico de Dahlen. Lá encontrou a vegetação brasileira numa estufa e ficou encantado com a beleza das plantas tropicais. Gostou, também, da pintura, com as visitas que fez às exposições de Pablo Picasso, Henri Matisse, Paul Klee e Van Gogh e passou a estudar pintura no ateliê de Degner Klem. De volta ao Brasil, seu amigo e vizinho Lucio Costa incentivou-o a entrar na Escola Nacional de Belas Artes. Aí fez amizade com alguns nomes que se destacariam na moderna arquitetura brasileira: Oscar Niemayer, Hélio Uchoa, Milton Ribeiro etc. Seu primeiro projeto paisagístico se deu em 1932, a pedido de Lúcio Costa, para o jardim da família Schwartz. O primeiro projeto público se deu em 1934, no Recife, projetando 5 praças, todas tombadas pelo IPHAN. Foi designado Diretor de Parques e Jardins do famoso DAU-Departamento de Arquitetura e Urbanismo, da Prefeitura do Recife e trabalhou com Joaquim Cardoso, que viria a ser calculista de Oscar Niemayer.

Neste cargo projetou diversos logradouros, fazendo uso intensivo da vegetação nativa. Em 1935, projetou a Praça Euclides da Cunha, que ficou conhecida como “Cactário Madalena”, devido a ornamentação com plantas da caatinga e do sertão. A partir daí passou a imprimir um caráter de brasilidade ao seu trabalho, livrando-se da influência europeia, com predomínio das azaleias, camélias, magnólias e nogueiras. Para isso contava com o apoio de Luiz Nunes, Diretor do DAU e Atilio Correa Lima, gestor do Plano Urbanístico da cidade, e de simpatizantes como Gilberto Freyre, Cícero Dias e Joaquim Cardoso. O projeto do primeiro Parque Ecológico do Recife ficou a seu cargo. Até hoje é celebrada anualmente no Recife a “Semana Burle Marx”, em agosto. Em 1937 retornou ao Rio de Janeiro e foi convidado para projetar os jardins do Edifício Gustavo Capanema (na época Ministério da Educação e da Saúde). Idealizou um terraço-jardim que é considerado um marco de ruptura no paisagismo brasileiro. Com vegetação nativa e formas sinuosas, o jardim apresentava uma configuração inédita no país e no mundo.

Por essa época tomou aulas de pintura com Cândido Portinari, de quem se tornaria assistente, e Mario de Andrade, no Instituo de Arte da Universidade do Distrito Federal. No final da década de 1930 sua obra paisagística já estava perfeitamente integrada à arquitetura moderna, uma tendência mundial. Assim, passou a integrar o grupo de arquitetos adeptos da escola alemã Bauhaus, influenciados pela corrente francesa liderada por Le Corbusier. Trata-se de um estilo humanista e integrador de todas as artes. Em 1949 adquiriu o Sitio Santo Antônio da Bica, em Campo Grande (RJ), com 365.000 m², e passou a viajar pelo Brasil, junto com botânicos, em busca de plantas tropicais. O objetivo foi coletar e catalogar exemplares para reproduzir, no sitio, a diversidade fitogeográfica brasileira.

Seu papel na definição da Arquitetura Moderna Brasileira foi fundamental, tendo atuado nas equipes responsáveis por diversos projetos célebres. A partir daí, passou a trabalhar com uma linguagem bastante orgânica e evolutiva, identificando-a com vanguardas artísticas como a arte abstrata, o concretismo, o construtivismo. Como é, também, pintor, as plantas baixas de seus projetos lembram em muitas vezes telas abstratas, nas quais os espaços criados privilegiam a formação de recantos e caminhos através dos elementos de vegetação nativa. Daí em diante sua parceria em trabalhos com Oscar Niemayer e Lúcio Costa toma impulso. Como arquiteto, inclui em seus parques e jardins elementos arquitetônicos como colunas e arcadas, encontrados em demolições; utiliza ainda mosaicos e painéis de azulejos, recuperando a tradição portuguesa.

A partir da década de 1950, passou a utilizar em seus trabalhos uma ordenação mais geometrizante, como ocorreu na Praça da Independência (João Pessoa), no Parque do Flamengo (RJ) ou Parque Ibirapuera (SP). Em 61 anos de carreira, assinou mais de dois mil projetos em todo o mundo e recebeu inúmeras honrarias. Mas a homenagem que mais apreciou foi ver seu nome designando uma espécie de planta tropical: a Calathea Burle Marxii”, conhecida popularmente como “Calatea Burle Marx” ou “Maranta de Burle Marx”. Foi contratado para projetar parques públicos em diversas cidades: Parque Generalíssimo Francisco de Miranda (Caracas, 1950); Jardins da Cidade Universitária da Universidade do Brasil (Rio de Janeiro, 1953); Jardim do Aeroporto da Pampulha (Belo Horizonte, 1953); Balneário Municipal de Águas de Lindóia (SP, 1954); Paisagismo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1955); Paisagismo da Praça da Cidadania da Universidade Federal de Santa Catarina (1960); Paisagismo para o Eixo Monumental de Brasília (1961); Paisagismo do Aterro do Flamengo (1968); Paisagismo da Embaixada do Brasil em Washington, USA, 1970); Paisagismo do Palácio Karnak (Teresina, 1970); Paisagismo do aterro da Bahia Sul em Florianópolis (1971) etc.

Tais atividades não o afastaram da pintura, e desde a década de 1930 participou de 74 exposições individuais, 71 coletivas e 22 póstumas. Seu traço revela influências de Pablo Picasso e dos muralistas mexicanos. Nos retratos, aproxima-se de Candido Portinari e Di Cavalcanti. Segundo os críticos de arte, a partir de década de 1950 “a tendência para a abstração consolida-se e a paleta muda, passando a incluir muitas nuances de azul, verde e amarelo mais vivos. Em suas telas o trabalho com a cor está associado ao desenho, que se sobrepõe e estrutura a composição. Nos anos 1980, passou a realizar composições geométricas em acrílico, os contornos são desenhados com a cor, as telas adquirem um aspecto fluído, flexível e ganham leveza. Dedicou-se mais à pintura com a mudança para o sítio Santo Antônio da Bica (RJ), em 1972 e passou a cultivar 3.500 espécies de plantas de todo o mundo, criando um verdadeiro “Éden Tropical”.

Em 1985, o sítio Santo Antônio da Bica foi doado ao governo federal, passando a chamar-se Sitio Burle Marx, mantido pelo IPHAN e aberto a visitação pública. Trata-se de num valioso patrimônio paisagístico, arquitetônico e botânico, além de uma escola para jardineiros e botânicos. Além disso, é mantido em São Paulo, desde 1994, o Parque Burle Marx, no bairro do Morumbi, com 168.000 m² e administrado pela Fundação Aron Birmann em parceria com a Prefeitura da cidade. Em 1982, recebeu o título Doutor honoris causa da Academia Real de Belas Artes de Haia, e do Royal College of Art, em Londres. Sua obra pode ser contemplada nos diversos livros publicados sobre suas contribuições ao paisagismo e nos livros de sua autoria: Arte e paisagem: conferências escolhidas. São Paulo: Nobel, 1987 e Arte e paisagem: a estética de Burle Marx. São Paulo: MAC/USP, 1997. Alguns livros sobre sua vida e obra: I Giardini tropical di Burle Marx (1964), de Pietro Maria Bardi; Roberto Burle Marx: Il giardino del novecento (1992), de G. Giulio Rizzo; Nos jardins de Burle Marx (1994), de Jacques Leehardt; Arte e paisagem: Roberto Burle Marx (2004), de José Tabacow Faleceu em 4/6/1994.

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FASCISTA AMOSTRADO

* * *

Estes fascistas, estes reacionários, estes adoradores do verde-amarelo, estes retrógrados apoiadores de Bolsonaro são muito exibidos.

Quem tem que pagar salário extra pros funcionários, pros trabalhadores, pro operariado e pro campesinato são as democracias comuno-petista-populares, como Cuba e Coréia do Norte.

O fubânico lulo-zisquerdista Fanático Furioso precisa se manifestar sobre este absurdo.

E os partidos zisquerdistas deveriam promover um movimento e botar o povo nas ruas, para impedir que Luciano Hang pague salário extra pros seus funcionários.

Que coisa absurda!!!

Com a palavra PSOL, PT e PCdoB.

É imperioso cortar a cabeça desse empresário reacionário com uma foice e, em seguida, espatifá-la com um martelo.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

COMO MUDAR O BRASIL

Para melhor – É claro – e não para essa merda conhecida como socialismo!

Trabalhei durante muitos anos como Superintendente da área de Qualidade e Produtividade em uma grande multinacional. Por conta do sucesso obtido com os projetos por mim conduzidos, bem como as sucessivas premiações obtidas como melhor projeto do ano, fui convidado pelo Presidente Mundial da empresa a fazer parte de um seleto grupo de assessoria ao Board of Directors em Pittsburgh. Sua responsabilidade era traçar e propor os rumos futuros da organização em suas mais de 800 plantas e localizações ao redor do mundo. Esse grupo era composto por 40 profissionais dos mais diversos países: Brasil, México, Canadá, Estados Unidos, etc., sempre dois por cada país exceto os Estados Unidos que, por serem predominantes nas operações da empresa, tinha uma quantidade maior de representantes. Após a aprovação pela diretoria das propostas apresentadas, deveríamos desenvolver as ferramentas através das quais estas seriam implementadas e traçar os planos para a sua efetivação.

Uma das grandes questões que nos foi colocada e, segundo creio, a principal, foi:

Como implantar mudanças de larga escala em grandes organizações?

Para que aumentássemos o nosso “Awareness” a respeito do problema colocado, foi contratada a consultoria do “Boston Consulting Group”, uma das maiores empresas de consultoria do mundo e com uma vastíssima experiência na implantação deste tipo de trabalho, juntamente com a coordenação do Master of Business Administration da Columbia University de Nova York.

Ao iniciarmos os trabalhos, tínhamos plena consciência daquela célebre frase de Maquiavel sobre o ato de liderar mudanças. Segundo o mesmo, os possíveis beneficiados seriam sempre tíbios defensores da mudança; enquanto que os prejudicados, seria sempre ferrenhos inimigos das mudanças propostas. Este é o caso do nosso presidente Bolsonaro atualmente.

Como embasamento teórico para a tarefa, utilizamos constantemente as metodologias propostas por Edgar Schein, o criador do conceito de “Cultura Organizacional”, e Kurt Lewin, o “pai” das “Dinâmicas de Grupos”.

As ideias e os conceitos dos dois são bastante simples e de fácil compreensão: Afirmam que para mudar um grupo humano, deve-se praticar duas coisas: Primeiro, detalhar bem claramente junto a todo o grupo uma clara visão do futuro melhor almejado, de modo a criar em todos os elementos do grupo uma certa ânsia por se deslocar até aquela nova situação devido às vantagens que deverão usufruir. Depois, criar um tremendo desconforto em todos com a situação atual, de modo a criarem a coragem necessária para saírem daquela “Zona de Conforto” onde se encontram e se deslocarem para aquela nova zona balizada claramente pelas lideranças que conduzem o processo.

Para a transição, os mesmos anteveem três etapas, a saber: Primeiro, “descongelar” a situação atual. Isso se consegue através de constantes e permanentes reforços negativos à manutenção do Status Quo atual. Todos devem começar a se sentir tremendamente angustiados com a situação atual e seus problemas. Na etapa seguinte, caberá à liderança conduzir todo o grupo na direção da “Visão de Futuro” que foi construída e compartilhada. Ao atingir a nova situação, caberá de novo à liderança “Congelar” a nova situação, de modo a impedir a ocorrência de retrocessos, risco sempre presente devido à ocorrência dos inevitáveis nostálgicos da situação anterior.

A situação toda se parece muito com a de uma boiada que se encontra dentro de um curral, só aguardando para ser utilizada em uma vaquejada. Para que os bois se desloquem para o corredor de saída, elimina-se a tranquilidade reinante criando um tumulto dentro do curral, exatamente no lado oposto, enquanto provoca-se o deslocamento dos mesmos para o corredor. Quando os bois já se encontram todos dentro do corredor, fecha-se a porteira que possibilitaria o retorno de algum deles para o curral de onde vieram. Nosso presidente deve enfatizar de todas as formas possíveis a “Visão de Futuro” que pretende implantar em nosso país, deixando bem claras as vantagens que advirão para todos da mudança proposta. Em paralelo, partir de peito aberto, e com toda a carga, para o confronto com os atuais beneficiários das distorções presentes em nossa sociedade. Alguns exemplos:

1. TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI 

Essa continua sendo a grande mentira da nossa sociedade. Juízes vivem como nababos indianos; deputados e senadores são verdadeiros marajás; funcionários públicos são a casta econômica privilegiada da nação. CHEGA!

Morei alguns bons meses em Amam, na Jordânia, e mesmo todos sabendo que eu era cristão, nunca recebi nenhum gesto da parte de meus anfitriões que não fosse da mais absoluta fidalguia árabe. Uma coisa, porém, aprendi muito bem com eles: a Lei da Sharia! É o código penal deles lá e tem apenas uns poucos artigos:

1. MATOU? Paga com a própria vida! Esse, depois de enforcado, não vai mais matar ninguém.

2. ROUBOU? Cortam-lhe a mão, que é para ninguém esquecer nunca mais quem ele é! E também para não dar mais nunca uma de “mão boba” em ninguém, até porque não vai mais ter mais mão.

3. ESTUPROU? Decepam-lhe o bilau! Esse não vai estuprar mais ninguém também.

Simples! Rápido! Barato! Eficiente! E FUNCIONA QUE É UMA BELEZA! Para todos! Sem Exceção!
Fiquei estarrecido ao ver lá agências bancárias, com enormes quantidades de dinheiro sendo contada pelos funcionários, em birôs bem em meio ao público, e sem que tivesse um vigilante armado, uma porta giratória, um alarme, uma câmera de vídeo de segurança. NADA! Lá, simplesmente, não tem ladrão.
Precisamos urgentemente deste “Radicalismo” em que a lei é simples e direta, e é aplicada com rigor máximo e para todos. Precisamos desinfetar esta latrina em que se transformou o governo, o congresso e o judiciário, começando por enforcar o último juiz (ou procurador, auditor, corregedor, desembargados, ouvidor, ou o caralho a quatro) com as tripas do último político.

2. EDUCAÇÃO 

Encerrar os repasses federais às Universidades e aos Institutos Federais. Criar, em seu lugar, fundações autônomas responsáveis por gerir todo aquele imenso patrimônio. Estas que tratem de se viabilizar através da captação de recursos pelos mais diversos meios: Doações de particulares e empresas; mensalidades dos alunos; contratos e convênios de pesquisa com o governo e com empresas; bolsas de estudo, concedidas pelo governo e por empresas, a alunos que se destacaram durante o ensino médio, etc. Ou através de financiamento governamental aos alunos. Mas um financiamento sério. Não a canalhice do FIES, em que as faculdades particulares arrecadaram muitos bilhões, simplesmente fingindo que ensinam alguma coisa, enquanto multidões de jumentos diplomados fazem de conta que irão pagar de volta o financiamento recebido. Basta de querer ensinar jumento a trotar!

Quem não tiver a competência necessária para fazer parte de uma elite intelectual, que vá para o cabo da enxada.

Se é para ter igualdade de condições de competição para todos os jovens, precisamos fechar as portas das milhões de fábricas de trombadinhas espalhadas ao longo de todo o país através de ligação de trompas e vasectomias AMPLAS, GERAIS e IRRESTRITAS. A continuarmos crescendo explosivamente a população com filhos de funkeiras adolescentes que não sabem nem quem foi o autor da proeza de engravidá-las, não sairemos desta latrina em que nos encontramos nunca. Seremos apenas, e cada vez mais, uma multidão de jovens com os neurônios atrofiados por toda a carência de proteínas que enfrentou ao longo da gestação e na primeira infância, juntamente com os efeitos devastadores do uso de drogas diversas pelas mães, a gritar LULA LIVRE!

Para isso, a grande obra de governo deve ser:

INVESTIMENTOS MACIÇOS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E DE PRIMEIRO GRAU!

Esta não é a “bala de prata”, já que tal coisa não existe, mas é o que mais se aproxima disso. Basta ver os exemplos de países como Japão, Coreia, Singapura, Finlândia, e agora a China, além de outros.

Se quisermos ser uma nação civilizada daqui a algumas décadas, ou até mesmo gerações, temos de ter um sistema educacional básico de primeiríssimo nível para todas as crianças, desde os primeiros exames de pré-natal e os primeiros anos de vida, até a conclusão de um ciclo profissionalizante.

Para realizar esta visão, basta “Federalizar” a educação básica, tirando-a das mãos de milhares de prefeitos desonestos. A grana para investir pode ser a imensa montanha de recursos a ser cortada das Universidades Federais e dos Institutos Federais. Estes que se virem nos trinta.

ATENÇÃO!!!! ACORDA, ADÔNIS!!!! As multidões de nababos parasitas encastelados nestas instituições federais são capazes de assassinar Bolsonaro se ele APENAS indiciar que vai pender nesta direção.

ESSE PAÍS DE MERDA NÃO VAI SAIR DESSA LATRINA NUNCA!!!!

Larga de ser sonhador.