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UMA REPUBLIQUETA BANÂNICA NA ÁSIA

O jornal Hindustan Times, de Nova Deli, informou que Bolsonaro será o principal convidado no desfile do Dia da República, domingo (26).

“Ter um líder mundial como convidado principal é uma honra reservada aos aliados e amigos mais próximos da Índia”, explicou o jornal.

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Segundo Ceguinho Teimoso, quem votou em Bolsonaro come capim.

Como na Índia todo mundo é vegetariano e só come capim, deve ser por isto que Bolsonaro por lá é considerado “líder mundial”.

Na verdade, o que acontece mesmo é que a Índia é um país reacionário, fascista, retrógrado, atrasado, com um PIB de apenas 7,965 trilhões de dólares, tecnologia zero e com uma população totalmente asinina que passa os dias mastigando nos campos plantados de capim.

Um país tão atrasado que chega ao ponto de convidar um ditador – que chegou ao poder através de um golpe -, pra ser homenageado no seu Dia da República.

Puro reacionarismo fascistóide asiático.

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PUNIÇÃO PESADA

A Constituição assegura o direito de o jornalista preservar a fonte, e não é crime publicar denúncia baseada em documentos ou gravações levados ao repórter.

Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é auxiliar a prática de um crime.

O Ministério Público Federal cita uma prova de participação do jornalista americano Glenn Greenwald no crime de invasão de celulares de pessoas que investigaram corrupção no PT.

Se isso é fato, não existe “ataque à imprensa livre” ou “autoritarismo”.

A prova citada pelo MPF é um áudio em que o americano orientaria um criminoso a destruir gravações que o ligassem à gangue de hackers.

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Esse cabra safado, doador do orifício corrugado, tinha que ser mesmo um zisquerdóide.

Não há outra opção de vida pra esse tipo de gente.

Existe uma punição que seria ótima pro Verdevaldo, um estrangeiro fazendo putarias em terras nacionais.

Ao invés de ir pra cadeia, ele ficaria proibido de dar a bunda por um ano.

Uma pena duríssima (êpa!!!)

Duas condenações pesadas: um vai ser obrigado a passar um ano sem dar o rabo e o outro vai ter que ficar um ano sem contar mentiras

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UM MÉTODO INFALÍVEL

A reação agressiva da oposição ao convite à atriz Regina Duarte deu ao presidente Jair Bolsonaro, segundo fontes do Palácio do Planalto, a certeza de que ele foi feliz na escolha da nova titular da Secretaria Especial de Cultura do seu governo.

Regina foi atacada e até ameaçada, após o convite.

A doce “namoradinha do Brasil” não se deixou impressionar, mas fez um apelo dramático aos apoiadores, nas redes sociais: “Fiquem comigo, vou precisar saber que estão comigo”.

Críticos que duvidam da capacidade de Regina Duarte, inclusive na classe artística, mal disfarçam o caráter preconceituoso contra mulher.

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Existe um método infalível pra saber se uma medida do governo é boa ou é ruim.

É só pesquisar o que as zisquerdas acham desta medida.

Se falam mal, então a medida é excelente.

Taí a dica:

Quando vocês quiserem saber se Bolsonaro errou ou acertou, é só perguntar o que Gleisi, Maria do Rosário e Goiano disseram.

Leiam o texto de hoje do nosso colunista, que está aí embaixo, e comprovem que o atual governo está ótimo.

Atenção, sem gozação ou sacanagem: leiam mesmo o texto de Goiano, linha por linha.

Nosso estimado colaborador é uma bússola segura, um farol eficiente pra nos orientar.

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA MERDA

Comentário sobre a postagem REESCREVENDO O PASSADO

Álvaro Simoes:

Mestre Berto:

Tenho um amigo, publicitário de sucesso com larga vivência em campanhas eleitorais, que sempre me falava que todo governo deveria ter um Ministro da Merda.

Cuméquéisso? Ministro da Merda?

Sim. Todo governo deveria ter um sujeito culto, inteligente, centrado, honesto, sem ideologias extremadas e com um bom senso descomunal para dizer ao Presidente e a seus colegas Ministros uma simples frase quando viessem com alguma ideia de jerico, nas quais nossas “ôtoridades” são tão pródigas:

“NÃO FAÇA ISSO QUE VAI DAR MERDA!!!!”

Acho que dois colaboradores do JBF cumpririam esse papel com maestria:

J. R. Guzzo e Marcelo Bertoluci.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CEZAR ISIDORIO GOMES – FORTALEZA-CE

Bom dia, Papa.

Veja isso:

O calendário de 1964 é o mesmo de 2020.

R. Caro leitor:

Como você mandou um calendário inglês, ilustrado pelos Beatles, ao invés de um calendário brasileiro, vou aproveitar a deixa.

Dois sucessos do saudoso grupo pra alegrar o expediente desta quarta-feira.


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A PALAVRA DO EDITOR

LIBERDADE

Quase ao final do ano passado foi sancionada a Lei da Liberdade Econômica. A finalidade desta norma é simples, mas bem direcionada. Desburocratiza o que atrapalha a atividade econômica para gerar empregos.

O ponto básico da nova lei é impor mudanças. Facilitar a segurança jurídica em qualquer assunto de negócios. Caso a nova lei não seja atropelada pelas más políticas que rolam internamente, o Brasil, breve, talvez mude de feição.

Atualmente maquiado pela burocracia o país está engessado. Tanto as empresas, quanto o serviço público sofrem com a burocratização. Em passado longínquo, a França sofria desse mesmo problema.

A burocracia dividia a estrutura da empresa. Impunha procedimento de trabalho, dividia responsabilidades, primava pela hierarquia, tornava as relações internas estritamente impessoais.

Todavia, atualmente a burocracia tomou outro rumo, totalmente indigesto, especialmente no Brasil. Trava as empresas, dificulta o andamento da economia. Cria dor de cabeça para quem trabalha nas organizações emperradas ou para quem necessita dos seus serviços.

As empresas ou repartições burocratizadas são cheias de divisões, regras, controles e procedimentos anormais. É aquele negócio, eu só faço a minha parte e acabou-se. O resto que se dane. Ajuda mútua em empresa burocratizada, nem pensar. A culpa é da má administração que eleva os custos, causa perda de tempo ao usuário.

Porém, como a modernização alterou a definição do termo, atualmente a dedução sobre burocracia tem outra conotação. É excesso de procedimentos, e ineficiência, principalmente nos órgãos governamentais.

Até para abrir ou fechar uma empresa no Brasil haja paciência. Tudo atrapalha. O excesso de papelada, o pagamento de taxas diversas e o total despreparo nos órgãos púbicos.

Em 1995, a Heritage Foundation criou o Índice de Liberdade Econômica. Composto por doze categorias, o Índice avalia o desempenho de 180 países com referência a diversos itens. Na lista, o Brasil ocupa a 150ª posição, quase na rabeira.

Não percebe liberdade nos negócios, no comércio, no esquema fiscal, no porte de investimentos, na liberdade monetária e de corrupção. Não verifica o grau de intervenção do governo na condição financeira, na objetividade do trabalho e, sobretudo quanto aos direitos de propriedade.

Na avalição geral, a lei leva em consideração a firmeza e a honestidade governamental, a eficiência judicial, os gastos do Estado, a carga tributária, e a saúde fiscal.

De cara, percebe-se que o Brasil, afundado em erros, se amarra numa economia estritamente fechada. Por isso, perde muitas oportunidades de expansão e de desenvolvimento.

Daí a necessidade de mudanças no âmbito geral no país. Para obter sucesso, o setor privado deve previamente analisar a repercussão que receberá no desemprenho de funções como empreendedor, empregado ou profissional liberal.

Foi justamente baseado nestas iniciativas que a Lei de Liberdade Econômica foi sancionada. A prioridade é reduzir o tamanho do Estado, valorizar o potencial humano, visar o desenvolvimento individual e o coletivo.

As novidades deverão trazer benefícios para o país. É evidente, que como toda regra, a Lei de Liberdade Econômica, além de visualizar vantagens, também traz riscos.

Como pontos positivos, vislumbra-se a dispensa de alvarás e licenças para as empresas de baixo risco, flexibiliza e-Social, simplifica as informações digitais de obrigações trabalhistas e previdenciárias, concede autonomia para o cidadão participante de uma sociedade, mexe com o horário de funcionamento, cria a carteira de trabalho digital.

Na visão geral, a Lei de Liberdade Econômica tem como ponto fundamental estimular a criação de novas atividades econômicas, criar riquezas, gerar empregos formais, elevar o PIB, como fator primordial.

Resta apenas saber se o Brasil de fato está preparado para encarar os impactos que a nova lei vai introduzir no mercado de trabalho. Causar efeitos positivos ou negativos. Tudo depende da cultura política e social brasileira. Ainda em baixo nível, infelizmente.

PENINHA - DICA MUSICAL

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

TEUS OLHOS – Mário Beirão

Teus olhos de tão mística elegia,
resplandecentes de penumbra viva,
Perdem-se em mim: do meu olhar deriva
A luz da mais cristã melancolia!

Possa eu viver em ti, nessa harmonia
De memorante paz meditativa;
Minha alma da tua alma se cativa,
Aspira o teu silêncio que inebria!

Teu vulto no Ar imprime-se em debuxos
De recortada flor; visões perpassam
Noturnamente nos teus olhos bruxos!

Uma fonte discorre outonos tristes;
Caem flores do Céu; almas esvoaçam;
Estendo as mãos… adeus! Já não existes!