PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO – Gregório de Matos Guerra

A Cristo S. N. crucificado estando o poeta na última hora de sua vida

Meu Deus, que estais pendente em um madeiro,
Em cuja lei protesto viver,
Em cuja santa lei hei de morrer
Animoso, constante, firme, e inteiro.

Neste lance, por ser o derradeiro,
Pois vejo a minha vida anoitecer,
É, meu Jesus, a hora de se ver
A brandura de um Pai , manso Cordeiro.

Mui grande é vosso amor, e meu delito,
Porém pode ter fim todo o pecar,
E não o vosso amor, que é infinito.

Esta razão me obriga a confiar,
Que por mais que pequei, neste conflito
Espero em vosso amor de me salvar.

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ CLAUDINO PRIMO – IPIRANGA DO PIAUI-PI

Boa tarde Papa Berto,

acabei de receber o livro 100 Dúvidas de Português, de Marcos Mairton e Geraldo Amâncio, muito bom e instrutivo, aqui deixo o meu agradecimento.

E quanto ao novo cabeçalho do JBF, está uma belezura.

Obrigado e um grande abraço

P.S. Não estava na intenção de me referir ao assunto, mas, aproveito a embalagem e aviso que depositei uma pequena quantia para esta gazeta querida.

R. Bartolomeu e seu filho Mike Anderson é que merecem os louvores pelo novo cabeçalho desta gazeta escrota.

Informo que seu depósito já está na conta do Complexo Midiático Besta Fubana.

Meu caro leitor, não existe “pequena quantia” quando se trata de doações pra manter esta gazeta escrota nos ares.

Todas são de fundamental importância pra pagarmos a hospedagem e a assistência técnica.

Além, evidentemente, do salário de Chupicleide, nossa eficiente secretária de redação.

Aproveito a oportunidade pra agradecer aos fubânicos Carlos Alberto, Ricardo Lemos, Roque Nunes e Esdras Serrano que também fizeram suas doações nestes primeiros dias de janeiro.

Que o exemplo de todos vocês abrande o peito dos miscos, dos avarentos, dos pães-duros, dos pirangueiros, dos sovinas, dos seguros, dos mãos-de-vaca, dos unhas-de-fome, dos sorrelfas, dos esganados, dos mofinos, dos muxibas, dos miseráveis, dos tacanhos e dos somíticos, fazendo-os abrir os corações e os bolsos, para grande alegria de Chupicleide.

Abraços e um excelente final de semana!!!

“Muito obrigada, meus queridos””

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VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

LEMBRANÇAS

Por mais que se queira esquecer as amarguras da vida, as armadilhas do destino, e as pedras que encontramos pelos caminhos, as lembranças tristes sempre ocupam espaço na nossa mente.

Tento me fixar nas boas lembranças e desterrar os pensamentos amargos. para o Céu, onde os anjos, que não desceram à terra, continuam com a mesma idade e as mesmas asas.

As marcas que tenho na alma são tão profundas, que, mesmo na maturidade, muitas vezes sonho na casa grande de Nova-Cruz, de quintal enorme, ouvindo o apito do trem, e com a certeza de que depois da Rua Grande, correm os Rios Curimataú e Bujari, os rios temporários da minha infância.

A vida acumulou em mim tempestades de emoções. Ventania, chuva, e vida que segue. Há muitos anos, pessoas queridas moram no “convento” que há além da morte e que se chama Paz!” Penso na minha Mãe.

Esqueci o berço, mas não esqueci o colo. Carícia que volta, com doçura de eternidade..

Nova-Cruz não tinha energia elétrica e era fácil admirar o Céu estrelado. Eu, Salete e Auxiliadora, minhas amigas de infância, gostávamos de olhar para o Céu todas as noites, para contar as estrelas. Matina, a avó de Salete, nos alertava para o perigo que corríamos em contar estrelas. Esse costume, segundo ela, iria resultar no aparecimento de verrugas nos nossos dedos. Crendice popular, que nunca se concretizou.

Eu tinha pavor a dentista. Certa vez, precisei de tratamento dentário e minha mãe me prometeu o presente que eu quisesse, para que eu não desse escândalo no Consultório Dentário do Dr. Gilberto Tinoco, como eu, ainda criança, costumava fazer. Escolhi um presente impossível: A estrela Dalva. Mas me comportei bem e não gritei. O presente foi substituído por chocolates “torrone”.

Quando minha Mãe morreu , escolhi a estrela mais brilhante que vi no Céu, para ela habitar.. Ainda hoje, quando a tristeza me pega de frente, converso com minha mãe, olhando para essa estrela, minha estrela-guia.

Mesmo na maturidade, ainda me sinto a mesma menina, à procura de uma estrela. Sinto saudade de ser embalada. Insônia é isso…. É o milagre do amor de Mãe, o amor puro e verdadeiro.

Mais triste do que sentir saudade, é não ter do que sentir saudade. Só se tem saudade de momentos felizes.

O bom seria que pudéssemos segurar a felicidade e manter no olhar a magia dos sonhos. Que nunca esquecêssemos as brincadeiras da infância, a solidariedade e a compaixão.

Temos que desfrutar das coisas boas da vida. Não adianta vivermos à espera de ocasiões especiais, nem de apoteoses de felicidade. Cada dia é especial e deve ser vivido intensamente.

O amor, já se descobriu que é a solidão a dois. Então, a solidão sempre perseguirá o homem, sozinho ou acompanhado.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

FELIPE JOSÉ DIAS – BALNEÁRIO CAMBORIÚ-SC

Caro Berto.

Espero que esse inicio de ano te encontre gozando (epa) de boa saúde meu caro!

Hoje recebi o livro 100 Dúvidas de Português, que devorei em menos de hora!

Segue foto da encomenda, como testemunho de recebimento.

Transmita, por gentileza, meus agradecimentos ao Mairton.

Um grande abraço aqui do sul do nosso querido Brasil e um grande ano novo a todos os que lhe são caros!

R. Seus agradecimentos já foram transmitidos ao nosso colunista Marcos Mairton.

Este livro genial, que Mairton escreveu em parceria com o grande poeta repentista Geraldo Amâncio, pode ser adquirido na página da Amazon.

Basta clicar aqui pra entrar lá.

100 lições de Português magistralmente transmitidas em versos bem rimados e metrificados.

Este cordel mostra um pouco
Das regras gramaticais
Faz correção de verbetes,
Singulares e plurais,
Substitui no geral
O uso coloquial
Por situações formais.

Não pretende ser um livro
De cunho extraordinário,
Porque, em sendo cordel,
Tem seu próprio itinerário,
Obra espontânea e poética,
Não segue ordem alfabética
Para não ser dicionário.

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