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A PALAVRA DO EDITOR

COMUNICADO IMPORTANTÍSSIMO ! ! !

Informo aos estimados leitores fubânicos que a postagem publicada imediatamente abaixo desta, na coluna de Goiano Braga Horta, não é invenção ou criação desta Editoria.

É coisa séria, apesar da aparência.

Séria, bem entendido, do ponto de vista do colunista.

O nosso colaborador REALMENTE mandou este texto para publicação.

Não é trote ou sacanagem deste Editor.

Está publicado do jeitinho que Goiano Braga Horta enviou para a caixa de mensagens desta gazeta escrota.

É o que me cumpre informar.

“Declaro solenemente, para o distinto público aqui presente, que tudo que escrevi aí em cima é sério e passa na verdade. Tenho dito.”

GOIANO BRAGA HORTA - ARCO, TARCO E VERVA

PESQUISA – DADOS PARA ARGUMENTAÇÃO

PESQUISA 1º DE JANEIRO DE 2020– DADOS PARA ARGUMENTAÇÃO

COMO EM QUATRO PERÍODOS O GOVERNO DO PT QUASE LEVOU O BRASIL A SE TORNAR UMA NOVA CUBA OU VENEZUELA

1) Reduziu a inflação de 12,5% (2002) para 5,91% (2010) ao ano.

2) Aumentou o salário mínimo para o seu maior patamar em 40 anos, com um aumento real de 74% entre 2003/2010.

3) Reduziu a relação dívida/PIB de 51,3% (2002) para 39% do PIB(2010).

4) Acumulou um superávit comercial de US$ 252 Bilhões (2003/2010).

5) Pagou toda a dívida com o FMI e com o Clube de Paris e o Brasil se tornou credor do FMI.

6) Reduziu o déficit público nominal de 4% do PIB (2002) para 2,6% do PIB (2010).

7) Aumentou as exportações de US$ 60 Bilhões/ano (2002) para US$ 201,916 bilhões/ano (2010) , recorde histórico.

8) Aumentou as reservas internacionais líquidas de US$ 16 Bilhões (2002) para US$ 285 Bilhões (Novembro de 2010).

9) Ampliou o Pronaf ( Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar que se destina a estimular a geração de renda e melhorar o uso da mão de obra familiar, por meio do financiamento de atividades e serviços rurais agropecuários e não agropecuários) de R$ 2,5 Bilhões/ano (2002) para R$ 16 Bilhões/ano (2010).

10) Gerou 15 milhões de empregos formais entre 2003/2010.

11) Reduziu o percentual da população brasileira que vive abaixo da linha de pobreza de 28% (2002) para 6,1% (2010), segundo o IPEA.

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

RENÚNCIA – Manuel Bandeira

Chora de manso e no íntimo… Procura
Curtir sem queixa o mal que te crucia:
O mundo é sem piedade e até riria
Da tua inconsolável amargura.

Só a dor enobrece e é grande e é pura.
Aprende a amá-la que a amarás um dia.
Então ela será tua alegria,
E será, ela só, tua ventura…

A vida é vã como a sombra que passa…
Sofre sereno e de alma sobranceira,
Sem um grito sequer, tua desgraça.

Encerra em ti tua tristeza inteira.
E pede humildemente a Deus que a faça
Tua doce e constante companheira…

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O INACREDITÁVEL CRÍVEL

*  * *

A gente só acredita nesta coisa inacreditável porque deu na Falha.

Tá tudo coerente:

O esgoto jornalístico onde foi publicada a notícia, o tolôte de merda que ilustra a matéria e, coroando tudo, a imbecilidade do texto.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARIA CLARA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

Berto,

Dedico este vídeo às babacas do suvaco cabeludo.

As esquerdistas idiotas que exalam mau cheiro em todos os ambientes que emporcalham com suas presenças.

Arroche e acoche mesmo.

Um beijão, seu cabra!!!

R. As zisquerdóides descerebradas de filosofia gleisiana, aquele time que adora o papa Chico Comuna, vão peidar de ódio com este vídeo que você nos mandou.

Elas vão sentir ânsias de enfiar uma mão de pilão no olho do orifício corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea, pra tentar arrebentar todas as pregas, tamanha vai ser a raiva que dominará suas cabeças ocas.

Pra grande alegria de nós outros que raciocinamos e enxergamos a luz o dia.

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PARELHAS AUTENTICAMENTE BANÂNICAS

 

* * *

É o parque jurássico em efervescência.

Pra completar este surrealismo banânico, só falta mesmo uma chapa Lula-Tiririca.

Estes dois formariam uma parelha arretada!!!

E não faltariam antas pra votar neles.

Como já sabemos.

PERCIVAL PUGGINA

UM PODER PARALELO QUE NÃO PERDE ELEIÇÃO: NOSSOS MUITOS SOVIETES

Durante décadas fui participante ativo de debates políticos nas emissoras de rádio e TV de Porto Alegre. Eram anos de ostracismo para o pensamento conservador e para as ideias liberais de que o país era tão carente. Contavam-se nos dedos os que se dispunham a enfrentar o esquerdismo que ia dominando a política nestas bandas. Na Rádio Guaíba, um estúdio instalado na esquina da Caldas Júnior com a Rua da Praia proporcionava som e ampla visibilidade ao público que se acotovelava para assistir as discussões do programa Espaço Aberto. Durante a Feira do Livro, o “Estúdio de cristal”, como era chamado, mudava-se para a Praça, e a multidão, literalmente, cercava aquele ringue retórico para ver quem iria às cordas.

À medida que nos aproximávamos do fim do milênio, os partidos de centro-direita e de direita foram virando apoiadores de quaisquer governos, espécie de contrapeso nas disputas eleitorais, deixando sem trincheira ou expressão o ideário conservador e liberal. Fechavam-se, no Rio Grande do Sul, as últimas portas ao debate político que fosse além do bate-boca pelo poder. Ou, com palavras melhores, em que essa disputa não fosse a única finalidade de todo argumento.

Lembro-me de ter ouvido do governador Alceu Collares, num desses debates, pela primeira vez, referindo-se ele aos partidos do espectro esquerdista: “Nós, do campo democrático e popular”. A expressão disseminou-se.

Socialistas, marxistas e a esquerda em geral agarraram-se com braços e pernas ao binômio democrático-popular. Posavam como donos desse “campo”. Nele jogavam futebol e golfe, criavam gado e faziam seus melhores discursos. E criavam conselhos populares… Então, como ainda hoje, eram avessos à propriedade privada, mas o tal “campo” foi cercado, escriturado em seu nome e passou a lhes pertencer o inço que ali crescia.

Não falo, apenas, de uma pretensão local, mas de uma obstinação mundial. É bom lembrar que Albânia, Bulgária, China, Cuba, Camboja, Coréia do Norte, Mongólia, Vietnã, Iêmen, e todas as demais republiquetas africanas, asiáticas e europeias, que em décadas anteriores adotaram o socialismo, se apresentavam ao mundo como “democracias populares”. Enchiam a boca e estatutos constitucionais com sua condição de people’s republic. E o leitor está perfeitamente informado sobre seus principais produtos: totalitarismo, supressão das liberdades, genocídio e miséria.

Aqui no Brasil, o dito campo esquerdista encontrou na criação e povoamento de conselhos uma forma de se institucionalizar e atuar politicamente. Na administração pública estão em toda parte. Com exceções, formam pequenos sovietes, determinando e impondo políticas. São detentores de um poder paralelo que somente na órbita federal se manifesta através de 2.593 colegiados, segundo matéria de O Globo publicada em 29 de junho de 2019. Na véspera, Bolsonaro havia anunciado a intenção de reduzi-los a 32.

No entanto, esses aparelhos políticos resistem. Os 996 conselhos ligados a instituições federais de ensino operam em ambientes blindados pela autonomia universitária. Outros foram instituídos por lei e só poderão ser cancelados por outra lei. Assim, no curto prazo, apenas 734 criados por decretos federais ou por portarias dos próprios órgãos federais estão liberados para encerramento de atividades.

Note-se: a criação e operação de grande parte desses conselhos, muitos dos quais altamente onerosos ao pagador de impostos, é apenas uma das formas de aparelhamento da administração pública, que deveria ser apartidária, técnica e comprometida com a redução do peso do Estado sobre a sociedade.