CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

ATÉ A FOLHA…

A soltura de Lula contribuiu para a melhora de Jair Bolsonaro nas pesquisas, segundo os próprios lulistas.

Diz a Folha de S. Paulo:

“A saída de Lula da prisão pode ter sido um dos ingredientes que deram alento a Bolsonaro neste Datafolha. Na visão de um petista, ainda é grande a aversão ao ex-presidente e ao PT.”

* * *

Gostei da palavra “aversão” que está nessa nota aí de cima.

Procurando no dicionário, encontrei os seguintes sinônimos para a palavra “aversão”:

nojo, asco, abominação, horror, repugnância, repulsa, antipatia, execração, ojeriza

Pra gostar de Lula e do PT, só restou mesmo o Goiano.

Como bem diz a sabedoria popular, “errar é humano; permanecer no erro é goiano“.

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

BORDANDO VERSOS

Mote e foto da colunista

Mote:

Faço rima com amor
Faço cordel com paixão

Como quem faz um bordado
Vou fiando meu cordel
Procurando ser fiel
Tramo com todo cuidado
Cada ponto do traçado
Faço com dedicação
Trago a metrificação
Pra cada verso compor
Faço rima com amor
Faço cordel com paixão

CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO TWITTER

VAI SER DEVIDAMENTE CONSOLADO

* * *

Lapa de Corrupto tá redigindo bem que só a porra.

Que texto primoroso!!!

Ele escreve tão bem quanto discursa.

Vou ver se ele quer ser colaborador dessa gazeta escrota. 

Essa Lava Jato é mesmo muito maldosa e cruel.

Tá perseguindo até o inocente Lulinha, o “Ronaldinho dos Negócios” que, mesmo sendo esforçado e trabalhador, tem um saldo bancário de fazer pena. 

Fiquei com tanta pena do sofrimento de Lapa de Corrupto que me deu a ideia de consolá-lo.

Para isso, vou pedir ajuda a Polodoro.

Botei o nosso jumento pra preparar o “consolo” que ele vai usar no proprietário do falecido PT.

Polodoro já está amolando o “consolo” no furico da sua amada, a égua Carminha.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

4 – USINA NUCLEAR? Tô fora!

Podemos afirmar, sem exagero, que a era nuclear abriu as portas do inferno para a humanidade. É exatamente para este inferno que as lideranças brasileiras estão querendo conduzir a nossa população.

Toda essa estória começou com a criação do Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq em 1951. Durante seus primeiros anos, o novo órgão pautaria sua atuação no sentido de autonomia e forte oposição a uma ala fortemente pró-americana existente nos meios científicos e governamentais. Em 1956, é criada a Comissão Nacional de Energia Nuclear, desmembrada do CNPq, e esta assume o comando da política nacional para o setor, sempre em estreita colaboração com os norte-americanos. A compra do reator da Westinghouse Eletric Corporation, em 1971, posteriormente instalado na usina nuclear de Angra I, representou o coroamento dos esforços deste grupo.

Logo depois, com a crise do petróleo em 1973 e a expansão do mercado de reatores, aliados à brusca decisão dos Estados Unidos de suspender, em 1974, o fornecimento de urânio enriquecido para novas usinas, levaram o governo a redefinir suas políticas e a adotar atitudes mais ousadas.

É nesse contexto que se situa o acordo assinado com a Alemanha e a AIEA em fevereiro de 1976. Por esse acordo, o Brasil se comprometia a desenvolver um programa, juntamente com empresas alemãs lideradas pela Kraftwerk-Union – KWU, de construção de 8 grandes reatores nucleares para a geração de eletricidade, e de implantação no país, de uma indústria Teuto-Brasileira para a fabricação de componentes e combustível para os reatores, por um prazo de 15 anos. O acordo permitia ao Brasil desenvolver dentro do país a tecnologia de enriquecimento de urânio.

Das oito centrais previstas no acordo, só foram construídas duas. A construção da terceira vem se arrastando há décadas: Já consumiu uns R$ 10 Bilhões e ainda falta mais uns R$ 15 Bilhões para ser concluída. Estão à procura de parceiros que sejam suficientemente loucos a fim de se lançar nesta aventura.

Obras da Usina Nuclear de Angra 3 – “A Interminável”

A consequência maior destas desventuras do Acordo foi os militares brasileiros começarem a desenvolver programas paralelos e independentes, sempre visando desenvolver uma “Tecnologia Nacional para o Enriquecimento do Urânio”. Para que? Só Deus sabe! Ou o próprio Diabo. De vez em quando aparece uma pontinha desses programas malucos: Um poço profundo para testes de bombas atômicas, devidamente fechado por Fernando Collor, o projeto de um submarino nuclear que nunca termina, o projeto da terceira usina de Angra dos Reis, e muitos outros menos cotados. Todos sempre com o custo secreto na casa dos muitos milhões ou Bilhões de Reais. É loucura que nunca acaba mais! A loucura da vez é a construção dessas usinas em Pernambuco.

A doideira começa com denúncias cabeludas de corrupção na ANEEL, com seus dirigentes sendo investigados pela Polícia Federal sob denúncia de tramarem jogadas tenebrosas com os au$pícios das distribuidoras de energia. Depois, mesmo tendo mandado para a cadeira de balanço um ministro cuja filharada é detentora da mesma genialidade dos filhos de Sarney e de Lula (acumulam muitíssimos milhões de fortuna em pouquíssimos anos, arrecadados todo mundo sabendo onde e como), a jumentices da vez é um almirante da Marinha de Guerra que é tarado em submarinos nucleares, (para que, só Deus sabe!) e em desenvolver a utilização da energia nuclear em nosso país. Esqueceram de dize a este almirante que esse negócio de bomba atômica e submarino nuclear era muito bom durante a guerra fria, só que há algumas décadas atrás.

Em paralelo, as ratazanas do congresso estão todas em polvorosa para colocar no lugar do almirante alguém que seja mais $en$ível às demandas dos parlamentares e dos grupos de lobby, muito especialmente, de novo, as famigeradas distribuidoras de energia. Alguém com altíssimo pedigree em ladroagem como o filho de Fernando Bezerra, o eterno e frustrado candidato ao governo de Pernambuco, em cujo prontuário estão inscritos casos suspeitíssimos de malver$$ação de recursos públicos. ASSIM NÃO DÁ! Será que não vamos sair nunca desta urucubaca no setor energético, mesmo com um cara decente como Bolsonaro comandando esta imensa bodega?

É essa mesma gangue que deseja implantar a ferro e fogo esta maldita usina nuclear em Pernambuco, ao singelo custo de US$ 60 BILHÕES, e todos nós sabemos muití$$imo bem o porquê de tanto interesse!

A estratégia que vem sendo adotada, embora sem muito sucesso, é avacalhar com a possibilidade de evolução da implantação de Micro e Mini Geração de fotovoltaica, a fim de criar artificialmente uma escassez cada vez maior de fontes produtoras de energia. Assim, com o esgotamento das fontes hídricas, e com o custo cada vez maior da geração a gás, só restará a maldita opção pela energia nuclear. Vejam o que está no plano energético brasileiro: Segundo o PLANO DECENAL DE EXPANSÃO DE ENERGIA 2029 da Empresa de Pesquisas Energéticas.

A evolução da capacidade de produção das Micro e Mini geradoras, no Brasil, se daria da seguinte forma:

Ocorre que, segundo a ABSOLAR – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a capacidade de geração fotovoltaica das MMGD já seria quase de 1,5 Gw. Bem superior, portanto, àquela previsão. Isto sem falarmos que a previsão, lá pelos idos de 2017, era de que teríamos uma capacidade geradora de 0,8 Gw. Podemos constatar então que a capacidade realmente instalada foi O DOBRO daquela modesta previsão de dois anos atrás.

Se a previsão daquele Plano Decenal de 2017 já se mostrava extremamente modesta frente à expansão geométrica que estamos verificando, na versão de atual ocorreu algo realmente muito estranho. Reduziram a previsão da nossa capacidade de geração fotovoltaica em 2027 de 11.847, para algo como 7.572 Mw. Podemos constatar que as nossas “amadas” autoridades estão dispostas a qualquer coisa para esmagar o desenvolvimento desta energia.

É quando eu lhes pergunto: Qual destes dois cenários você quer para vizinho de seus filhos e netos? Residências autônomas e produzindo para seu próprio consumo, ou uma bomba atômica prestes a explodir a qualquer momento, bastando para isso que uma determinada válvula não funcione, ou que alguém esqueça de abri-la?

Se eu também estivesse incluído na lista dos que iriam receber alguns milhões de dólares em um “Trust Fund” nas Ilhas Guernsey, ou em Luxemburgo, talvez eu até me animasse com a ideia de colocar essa peste bubônica aqui na terra desse bando de babacas. Ia embora para outro país e dava uma banana para todos vocês. Só que não é o caso.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLOS IVAN - ENQUANTO ISSO

BANCOS

Por causa de atraso econômico do Brasil, o sistema financeiro passou por várias tendências para também sair do retardo. Até 1960, paulatinamente, os bancos implantaram reformas. Para dar suporte ao desenvolvimento econômico do país e gerir os efeitos maléficos da inflação, a Reforma Bancária de 1964 criou o Banco Central para substituir a antiga Superintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC) que exercia fraco controle na política monetária.

Nos anos 80, o país atravessou mais uma etapa recessiva. Aliás, a América Latina vivia balançada por tremendas crises financeiras. O Brasil não era exceção. As dívidas externas avolumaram, os déficits fiscais agigantaram-se. A consequência natural foi o mercado financeiro fragilizar.

As incertezas decorrentes das flutuações de mercado, fruto das variações inflacionária e cambial, produziram um sobe e desce constante dos ativos. Uma hora os ativos valorizavam-se, noutra o preço caia, repentinamente.

Embora o preço das matérias primas permanecesse baixo, a taxa de juros nos países industrializados abriu a porteira para a fuga de capitais. As mudanças momentâneas provocavam sérias consequências. A taxa de câmbio caía, ao contrário da taxa de juros da dívida pública, que explodia.

A reação foi desastrosa para os países afetadas pelas alterações, principalmente por causa da excessiva burocracia. Como perdeu capacidade na competição de produtos importados, a indústria brasileira sentiu o peso e implodiu.

Incluído no desastre, e devido ao aperto para pagar suas obrigações, o Brasil entrou na dança do enforcamento. Então, para escapar do sufoco, e sem aliviar os enormes déficits fiscais, adotou uma fase austeridade que pegou a população de calça curta. Indefesa.

Como nada dava certo na economia, o crescimento econômico não vingava e o desenvolvimento emperrava, aí a hiperinflação deitou e rolou. Fez o diabo. Apertou até enquanto pode. Nem os congelamentos seguraram a barra. Os insucessos serviram para classificar a década de 80 com a “Década Perdida”.

Os contrastes econômicos e sociais começaram a efervescer. Por causa da concentração de renda, a qualidade de vida da população declinou. Por falta de investimentos, a maioria do povo brasileiro foi riscada dos serviços básicos, como educação, saúde, saneamento e moradia. A saída para reverter a terrível situação foi fortalecer os sindicatos, as associações científicas e comunitárias, a criação de novos meios políticos nas ONGS.

Até 1964, os bancos eram pequenos, com exceção do Banco do Brasil, gigante que dominava as operações em 40% do mercado financeiro. Por conta do tamanho financeiro, os bancos emprestavam pouco dinheiro, geralmente a curto prazo. O forte da documentação empregada na época se restringia praticamente às Notas Promissórias e as Letras de Câmbio. Até certo ponto, o golpe militar de 1964 ajudou os bancos a se modernizar. Com o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional (CMN) que expedia normas e diretrizes, o Sistema Bancário tomou outro rumo.

A partir de 1970, surgiram os conglomerados, cujo controle pertencia aos grandes bancos comerciais. Em seguida, em 1975, apareceu a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) com a missão de regulamentar e fiscalizar o mercado de valores mobiliários do pais. Em 1979, surgiu o Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) com o propósito de administrar as operações com títulos públicos.

Foi justamente em função dessa saraivada de desastres que o sistema bancário brasileiro resolveu inovar. Penetrar em nova estrutura. O início das mudanças aconteceu com o processo de fusões e aquisições. Os bancos menores foram comprados pelos maiores. Os bancos estaduais entraram na dança da privatização, fazendo desaparecer muitos gigantes pertencentes aos Estados, a exemplo do Banespa, Banerj, Bandepe e outros.

Um detalhe ficou evidente no sistema bancário. O capital bancário adotava uma estrutura bem diferente da atual. A partir de 1964, o sistema começou a se internacionalizar, potências bancárias estrangeiras surgiram no mercado, introduzindo inovações. Desemprego, terceirização no setor e profundas alterações na área tecnológica, nos serviços e sistema de atendimento ao cliente, foram as principais novidades no setor.

Em seguida apareceram os primeiros sinais de automação. Os caixas se transformaram em baterias de caixas, foram introduzidas as centrais de atendimento, pintou os primeiros caixas eletrônicos, conhecidos como ATMs, oriundos do inglês Automated Teller Machine, que começaram a diminuir o tamanho das estressantes filas nos bancos.

Em 2012, foi a vez da Febraban-Federação Brasileira de Bancos dar o ar de sua graça. Aparecer com o objetivo de representar os bancos na praça. A sede da entidade fica em São Paulo.

Foi graças a essas reformas que o sistema bancário brasileiro cresceu e se reorganizou. O Plano Real, implantado em 1994, deu aquela forcinha para a reestruturação bancária nacional. As instituições mais fracas não resistiram ao impacto e desapareceram. Cederam espaços para os maiorais.

O maior ativo do banco comercial, independente de reformas, são os empréstimos. Tendo os depósitos como uma das principais fontes de recursos. As operações cambias fortalecem as fontes de recursos.

Além de passar por várias fases de reestruturação o sistema bancário brasileiro tem competência para disputar vaga no mercado de capitais. Atualmente, para se destacar na oferta de produtos financeiros e de serviços bancários, as instituições financeiras se esmeram na tecnologia da automação dos serviços.

Com vistas a obter queda de custos com produtividade, bons resultados na recepção de recursos internacionais, os bancos digitais brasileiros ampliam o leque de opções para os clientes. A oferta de serviços por meio digital permite que o ciente abra conta, saque, pague boleto, faça aplicações financeiras ou tire empréstimos no maior conforto possível. Sem contar com a presença do gerente. Se for o caso, a clientela realiza até operações de maneira remota.

O lado negativo da história bancária brasileira é a concentração do mercado ficar sob o domínio de apenas 5 instituições gigantescas, destinadas a atender somente as grandes empresas. Tirar dos pobres e das pequenas empresas a opção de conseguir empréstimos a juros baratos. Cobrar juros e tarifas bancárias altíssimas para lascar mais ainda os clientes piabas que, apesar de ser maioria no cenário brasileiro, é fichinha. Não tem vez.

PENINHA - DICA MUSICAL