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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROQUE NUNES – CAMPO GRANDE-MS

Papa Berto, primeiro e único…

os somíticos, fonas, canguinhas, mãos de vaca, roedores de beira de sino, avaros, “mizeravis” desta terra mandaram eu “ponhá” 50 caraminguás na sua conta para ajudar nossa gazeta escrota.

Como eu sempre digo que esta coisa de “infernet” é artimanha de belzebu que criou esta porcaria nas horas vagas, não sei como enviar o comprovante, mas pode conferir lá….

Do seu sacerdote ordenado da nossa Igreja Católica Apostólica Sertaneja.

Abraços heterossexuais….

R. Fique tranquilo, meu caro: Chupicleide, nossa zelosa secretário de redação, conferiu o saldo e confirmou que seu generoso depósito já está na conta desta  eternamente deficitária gazeta escrota.

Polodoro rinchou de alegria e Xolinha arreganhou a tabaca pra comemorar.

Todos eles agradecem a sua generosidade, meu caro sacerdote da Igreja Sertaneja e leitor fiel do Jornal da Besta Fubana.

Um grande abraço para toda nossa patota dessa bela e acolhedora Campo Grande!

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO DE TODAS AS PUTAS – Bocage

Não lamentes, ó Nize, o teu estado;
Puta tem sido muita gente boa;
Putissimas fidalgas tem Lisboa,
Milhões de vezes putas teem reinado:

Dido foi puta, e puta d’um soldado;
Cleopatra por puta alcança a c’roa;
Tu, Lucrecia, com toda a tua proa,
O teu conno não passa por honrado:

Essa da Russia imperatriz famosa,
Que inda ha pouco morreu (diz a Gazeta)
Entre mil porras expirou vaidosa:

Todas no mundo dão a sua greta:
Não fiques pois, ó Nize, duvidosa
Que isso de virgo e honra é tudo peta.

Colaboração de Pedro Malta

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

NEM PENSAR EM IR PRAS RUAS

A agenda de Lula, segundo a Folha de S. Paulo, inclui um encontro organizado por seus advogados e uma partida de futebol com Chico Buarque no campo do MST.

Ele foi solto pelo STF, mas continua enclausurado, sem poder pisar na rua.

* * *

A notícia aí de cima fala que a pelada vai ser “no campo do MST.

Ou seja, no campo criminal, no campo terrorista.

Quanto ao fato de Lapa de Corrupto estar enclausurado, não custa nada lembrar que se ele pisar na rua, ou em qualquer outro canto, a chuva de ovos será certeira.

Ontem em Paraty isto ficou provado.

O povão abriu os olhos.

Lapa de Corrupto achava que sua embromação demagógica seria eterna.

Se fudeu-se.

Quebrou o cínico fucinho.

Esta reação que as pessoas estão adotando nos últimos dias é plenamente explicada numa célebre frase de Abraham Lincoln:

Não custa nada esclarecer que nunca, jamais, em tempo algum, esta frase poderá ser aplicado a Ceguinho Teimoso.

A moléstia que assola Ceguinho é incurável.

Um caso irremediavelmente perdido. 

DEU NO JORNAL

UM ÓDIO JUSTIFICADO

A PF deflagrou a Operação Voo Baixo, para desmantelar uma quadrilha de narcotraficantes.

Sergio Moro, que nesta quarta-feira vai ao Congresso Nacional, aproveitou para defender seu pacote anticrime:

* * *

É por isso que PT, PSOL, PCdoB e demais ajuntamentos zisquerdóides estão putos de raiva.

Como são todos eles organizações criminosas, lideradas pelo bando de Lula,  ficam babando de ódio ao saber que o crime vem sendo duramente combatido.

E que a pajaraca está entrando no furico de tudo quando é bandido deste país, sejam eles ladrões de celulares, defendidos por Lula, sejam eles bandidos do colarinho branco.

É normal, é natural que toda Organização Criminosa fique babando de ódio quando constata que o governo está combatendo e vencendo o crime.

Simples assim.

DEU NO JORNAL

UM ESCLARECIMENTO IMPORTANTE

A Comissão de Meio Ambiente da Câmara realiza hoje audiência pública com representante da frente de “Defesa pelos Jumentos”.

A Câmara garante que não é encontro do PT e seus puxadinhos.

* * *

De fato, a Câmara faz bem em esclarecer que os jumentos em questão são outros que não aqueles que compõe a militância petista.

Nem todo jumento é petista, embora a recíproca seja verdadeira.

E aqui estamos falando de jumento adjetivo.

Polodoro, o mascote desta gazeta escrota, é um exemplo perfeito de jumento substantivo.

Polodoro relincha que só a porra quando cruza com os jegues luleiros.

Relincha fazendo anarquia e gozação.

JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

PAIXÃO NÃO CONSUMADA

Era paixão de primas, de madrinha, de afilhada, uma mais velha, outra mais nova… ambas loucas!

Talvez a cara pintada acenda esses desejos, esses fetiches nas mulheres desprovidas de certa alegria. Talvez…

O velho palhaço entrou no picadeiro afastando duas belíssimas cortinas em cetim vermelho para a sua passagem. Trazia na mão esquerda um troféu recebido como prêmio. Fora eleito O Melhor Palhaço do Brasil havia três meses apenas.

O troféu foi delicadamente repousado sobre a madeira do picadeiro.

Também trouxe no braço direito o filho, único, ao palco. Todas as luzes do ambiente foram apagadas, restando apenas um canhão amarelado iluminando ambos, do peito do artista para cima.

O garoto de uns seis anos nos braços do pai, vestido e pintado como palhaço, piscou os olhos duas vezes para acostumar a vista à iluminação.

Iniciou-se o diálogo.

– Meu filho, quando eu não puder mais pintar o rosto?

– Eu pinto, papai.

– E quando eu não puder mais vestir roupas coloridas e folgadas?

– Eu visto, papai.

– E quando eu não puder mais calçar sapatos longos?

– Eu calço, papai.

– Meu filho, e quando eu não puder mais subir ao picadeiro?

– Eu subo, meu pai.

– E quando, meu filho, eu não puder mais contar piadas?

– Eu conto, papai.

– Quando eu não puder mais fazer uma criança sorrir?

Houve um silêncio. Teriam ensaiado aquele singular diálogo?

– Eu faço, meu pai.

Havia um silêncio em todo o circo. Um silêncio de alguns minutos parecendo secular, quebrado pelo estalo do beijo do velho palhaço no pequeno em seu braço.

– Estão vendo? Ser palhaço é uma profissão como outra qualquer, dela me orgulho. O palhaço exerce uma profissão tão digna quanto a de bancário, por exemplo (…)”

E o emocionante discurso continuou para uma plateia emudecida.

Havia choro na plateia. Das cadeiras às arquibancadas de tábuas gastas e soltas, chamadas de “poleiros” pela gente daquela pequena cidade.

Eu vi.

Eu ouvi.

Eu sabia a quem era direcionada aquela mensagem.

Ela, que por orgulho desistira daquela paixão avassaladora, sentava-se em companhia de amigas no lugar mais caro das numeradas, a poucos metros do lugar da cena. Também chorava disfarçadamente, com um sorriso bobo no rosto maquiado. Um choro de certa vergonha por sua falta de ousadia, de lágrimas borrando-lhe a pintura feita com capricho.

Do picadeiro o velho palhaço podia sentir o seu cheiro, de perfume bom e caro, colocado especialmente para chamar-lhe a atenção.

Ela baixou a cabeça. Era o sinal de sua covardia.

Quiçá tivesse sido encorajada em entregar-se aquele amor e hoje dançasse rumba pelos interiores do Brasil, desejada, alegre, extrovertida, de bem com a vida.

“Meninas de lá de Cuba que vão à praia toda manhã (…) Depois de tudo eles querem: panrã-pan-pan. Pan-pan!”

Eu nem era pai ainda.

A PALAVRA DO EDITOR

UM PRESENTE MUITO ESPECIAL

Neste último final de semana, recebi aqui em casa  a visita do meu querido amigo Xico Bizerra e sua Dulce.

Xico é colunista do Jornal da Besta Fubana, sendo seus textos publicados sempre às segundas-feiras.

E dele ganhei, devidamente autografado, o seu último trabalho, o disco Cantigas de Sanfoneiro.

Uma coletânea com 18 faixas, trazendo composições de Xico Bizerra que foram gravadas por vários e talentosos nomes.

Xico é um cearense que se tornou ícone da Nação Nordestina, um dos maiores nomes da música brasileira da atualidade, verbete do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

Em 2010, quando recebeu da Câmara de Vereadores da capital pernambucana o título de Cidadão Recifense, Xico me convidou para fazer a saudação na tribuna daquela Casa, conforme o cerimonial do evento.

Foi uma alegria e uma honra enormes pra mim!

Uma linda festa, com muita gente, muita música, muitos amigos e muitos admiradores.

No mesmo ano, Xico recebeu também o título de Cidadão Pernambucano, concedido pela Assembléia Legislativa Estadual.

Uma recomendação: vale a pena visitar a página de Xico Bizerra.

Garanto a vocês que vai ser um passeio arretado.

Para entrar, basta clicar aqui.

Lá vocês poderão adquirir não apenas este disco, mas também toda a série Forroboxote, Livros e Discos, disponível para a comunidade fubânica e para todos os apreciadores da boa música.

Fecho a postagem com uma das faixas de Cantigas de Sanfoneiro.

Uma composição pela qual tenho uma predileção muito especial, uma letra terna e tocante.

A interpretação é de outro amigo querido, o grande artista pernambucano Maciel Melo, sujeito que tem uma voz marcante, além de inspirado poeta. 

Escutem só que coisa linda:

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HERANÇA PETRALHA