JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

JOÃO-DE-BARRO – O PASSARINZIM LINDIM DA VOVÓ

Alguidá de barro

Como se fora um cenário para teatro previamente marcado, a cena se repetia toda vez que o relógio da vida, em vivas badaladas, tocava doze horas. Naquele panorama, em breve tocaria a primeira hora de um novo dia.

Era assim: no poleiro, estridentemente, aquele galo vermelho estofava o peite carnudo, abria o bico, e começava a cantar anunciando a madrugada e o novo dia que chegava. Senha dada, ali próximo, os bodes e cabras no chiqueiro se movimentavam e, aquela ladainha quase poética dos chocalhos acontecia, regida, nunca se saberá por quem. Todos, quase ao mesmo tempo. O que dava a ideia de algum comando.

E, a partir dali, o frege na cozinha de Doca Buretama não parava mais. Fogo de lenha aceso, lata velha pendurada com arame iniciava a fervura da água para o café. A frigideira velha esquentava ao mesmo tempo que recebia a massa gomada para os beijus. Na outra boca do fogão à lenha, fervia a água da panela para o cuscuz de milho feito no prato virado. Nata de leite e batata doce cozida já estavam postas na mesa.

Preparado, servido e tomado o café na casa de Doca, a luta continuava, agora para a limpeza da “louça” usada (uma meia dúzia de canecas de ágata e alumínio que, quando o líquido estava muito quente, “queimava os beiços” de quem bebia) e a continuidade com a das panelas para a preparação do almoço.

Nenhuma gota d´água podia ser desperdiçada, ainda que usada na limpeza da louça. Pensando e agindo assim, Doca colocou quase na ponta do “girau” da cozinha, um alguidá de barro, com estrume bovino servindo como adubo, para ver nascer e crescer ali um pé de pimenta malagueta.

Doca só tinha um trabalho com o alguidá: molhar com a água usada na lavagem de qualquer peça da cozinha. No mais, só se preocupava com ele, quando precisava colher uma ou duas pimentas para serem machucadas no caldo do peixe, do feijão verde, ou da carne bovina que se comia aos domingos. Só aos domingos.

A Triste Partida – YouTube

Além daquele alguidá com a pimenteira, Vovó cultivava cebolinha e coentro num canteiro bem cuidado. Coberto com um véu que ganhara da neta Conceição após o nascimento de Pepê, que durante anos serviu para evitar moscas durante o dia, e muriçocas durante a noite, enquanto dormia no berço. Aquele véu, no canteiro, servia para proteger dos pássaros e das galinhas, o coentro e as sementes que, secas, eram guardadas numa garrafa tapada com sabugo de milho e cera de abelha, e escondida na camarinha. Coisas do sertão, que só quem as viveu pode identificar.

Canteiro plantado com coentro e cebolinha

Eis que, certo dia, derrubando cajus maduros com uma comprida vara de marmeleiro, Vovó descobriu que um João-de-Barro construía ali um belo e bem arquitetado ninho. E a casa do “passarinzim” já estava concluída. Coisas que a mãe Natureza nos premia no viver do dia a dia.

A partir daquela descoberta, ela acrescentou à sua “prole passarinheira” mais uns filhotes, e o “passarinzim lindim” ganhou novo status de proteção, adoração e bem-querer. Era “meus bixins pra cá, meus bixins pra la´!

Mas, como sempre houve e haverá por toda a eternidade do universo, o dedo de alguém que atrapalha, contra a mão de alguém que protege a nós e a tudo, o fatídico, um dia aconteceu.

João-de-Barro construindo a casa

Terminado o almoço de um certo domingo, quando todos se preparavam para a madorna vespertina, Doca, que não tinha o hábito de guardar sobra do almoço para o jantar, ao terminar de lavar a louça, resolveu molhar a pimenteira do alguidá com toda a água usada que juntara. O alguidá abriu, quebrou e espatifou-se no chão fora do girau. Doca arrodeou, e só então percebeu que parte do fundo do alguidá não existia mais. Havia um buraco enorme.

E sabe onde estava o barro tirado do fundo do alguidá? No galho do cajueiro, ora! Transformado no ninho do “passarinzim lindim”!

De filho da puta para mais alto, foram os impropérios que o “passarinzim lindim” foi obrigado a escutar. Tem ouvidos, sim.

Incontinenti, Vovó pegou a mesma vara que usara para derrubar cajus, com a ânsia de destruir aquilo no que fora transformado o seu belo, servil e antigo alguidá que ganhara de presente de aniversário.

Mas, como o bem também existe em qualquer lugar, na primeira paulada dada na casa do João-de-Barro, Vovó escutou um piado diferente do cântico que escutava sempre. Como Pepê estava passando o domingo com ela, pediu para o menino “assubir” naquele cajueiro e espiar o que acontecia.

– Vó, tem quatro “passarinzim” novos no ninho!

Filhotes do João-de-Barro

– Ô meu filho, intãosse desça daí. Deixe os bixins crescerem e percurarem a vida deles. Afinal de contas, um alguidá véio num seuve mermo é pra nada! Coitadinha da minha pimenteira!

CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

REI DA JUSTIÇA TIETANDO O REI DA MÚSICA

O Ministro da Justiça, Sergio Moro, divulgou em seu Twitter na madrugada deste domingo (1º) uma foto reverenciando o “rei”.

A majestade era o cantor Roberto Carlos, que fez show na Ópera de Arame, em Curitiba.

“Dia de levar a esposa em show romântico e de reverenciar o Rei”, tuitou Moro.

* * *

A cambada de descerebrados zisquerdóides vai ficar furiosa com esta notícia.

E saber que estes babacas estão putos da vida, levanta meu astral.

Que domingo maravilhoso!!!

PERCIVAL PUGGINA

A GRANDE MENTIRA

Há um número significativo de pessoas para as quais a causa da pobreza no Brasil é a concentração da riqueza “nas mãos de uns poucos”. Ou, em outras palavras, que os pobres são pobres porque os ricos são ricos. Ou ainda, numa perspectiva instrumental, que para acabar com a pobreza é preciso dividir a riqueza (a palavra mais usada é “partilhar”).

Mensagens assim são disparadas cotidianamente desde várias fontes, nos meios de comunicação, nas redes sociais, nas salas de aula, nos sindicatos, nas igrejas, nas conversas de bar e nos ambientes culturais. Sob tal bombardeio de inverdades seria impossível que o conceito não derrubasse as resistências que a razão pudesse propor, fazendo de toda riqueza um mal e de todo rico um sujeito perigoso.

Andaríamos mais rapidamente e melhor na direção certa se entendêssemos o quanto é enganadora essa leitura ideológica, a partir da qual a utopia socialista é receitada como remédio no teclado do micro, na folha do livro, na coluna do jornal e na sala de aula.

Existem explicações muito mais racionais para a pobreza de tantos brasileiros e para a pobreza do país. O Estado brasileiro se agigantou e engole mais de 40% do PIB nacional, gerando uma brutal concentração de renda em torno de si mesmo e obrigando os cidadãos a trabalharem de 1º de janeiro até 31 de maio para pagar impostos. Tais impostos são pagos para um retorno em serviços que, ou não são prestados, ou não têm a qualidade que se deveria esperar.

A corrupção e os corporativismos atacam, simultaneamente, o bolso dos cidadãos gerando uma apropriação privada de recursos que, em tese, deveriam estar a serviço de todos, produzindo desenvolvimento econômico e social. Os dois fatores espantam investidores externos e tornam o país pouco atrativo a quem tenha destinos mais seguros para seus recursos.

Nosso modelo institucional é causa de permanente instabilidade política e de crises que se sucedem umas às outras, somando-se aos fatores de risco do país. A irracionalidade do presidencialismo dito de “coalizão” transforma o voto parlamentar em commodity com preço no mercado dos interesses em jogo, levando a corrupção para dentro do parlamento.

Por mais que pareça lugar comum, a afirmação segundo a qual a maior riqueza de um país é representada pelo seu povo, não pode ser negligenciada ao avaliarmos os motivos da existência de tantos pobres e de tão evidentes sinais de pobreza no Brasil. Uma rápida busca no Google evidenciará que algo entre 60 e 82% dos postos de trabalho abertos no país não são providos por falta de capacitação dos pretendentes. É reprodutor de miséria e causa de baixo desenvolvimento social um sistema de ensino de pouca qualidade. Todo ano, em proporções demográficas, apresentam-se ao mercado de trabalho jovens egressos do ensino médio que não conseguem montar uma regra de três, não sabem interpretar o que leem e não se expressam de modo adequado no idioma nacional. Onde encontrar o bom emprego e o salário digno? Ademais, há uma razoável possibilidade de que parcela significativa de tais jovens tenha recebido, em sala de aula, a lição freireana de que é oprimida pelo capitalismo opressor…

Por incrível que pareça, é dentro desse cenário que a grande mentira encontra seu público, disperso em todas as classes sociais. Chega a ser criminoso atribuir à empresa privada, ao investidor, ao empregador, ao gerador de riqueza as culpas pela pobreza visível no país e, ao mesmo tempo, perversamente, inocentar os verdadeiros responsáveis: o Estado e a carga tributária, a corrupção e os corporativismos, a irracionalidade do modelo institucional, a instabilidade política e a má qualidade da Educação.

DEU NO TWITTER

DIFERENÇA ABISSAL

À esquerda, o Desembargador João Pedro Gebran Neto: honesto, probo, concursado, de bom caráter e decente.

À esquerda, o petista Dias Toffoli, desonesto, improbo, reprovado em concurso pra juiz de primeira instância, mau caráter, indecente e pau-mandado de Lula.

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

ELE QUERIA DIZER O CONTRÁRIO, GENTE!!! BEBEU UM POUQUINHO

Comentário sobre a postagem CANALHA FALANDO DE CANALHICE

Goiano:

É claro que ele não queria dizer isso, mas o contrário!

Ele tinha bebido um pouco e se confundiu.

Todo o mundo bebe e todo o mundo às vezes se confunde.

Jair Messias Bolsonaro é um caso à parte, porque não bebe mas se confunde o tempo todo.

Aí não tem desculpa.

* * *

A culpa foi da cachaça; o sóbrio Bolsonaro fala mais merda que ele

AUGUSTO NUNES

MILAGREIRO DE BOTEQUIM

Humberto Costa acusa Bolsonaro de não gostar dos pobres que Lula declarou extintos há 10 anos

“Bolsonaro disse que não gostava de pobre. E é verdade. Desde que assumiu, vem fazendo de tudo para massacrar a camada mais vulnerável da população”.

Humberto Costa, senador do PT de Pernambuco, conhecido pelo codinome Drácula no Departamento de Propinas da Odebrecht, sem explicar de onde foram importados os novos pobres que ocuparam o lugar dos antigos pobres promovidos pelo milagreiro Lula a cidadãos de classe média.

DEU NO JORNAL

O SANTO VERMÊIO

Além de ter sido condenado duas vezes por corrupção e duas vezes por lavagem de dinheiro nos casos do tríplex e do sítio de Atibaia, que já renderam penas de 26 anos de cadeia, o petista Lula ainda é réu em outras sete ações judiciais.

No total são duas acusações de tráfico de influência, duas de organização criminosa (formação de quadrilha), três acusações de corrupção passiva e quatro de lavagem de dinheiro. Somadas, penas desses crimes variam entre 28 e 106 anos de cadeia.

Lula também foi denunciado pelo MP em outro processo, por obstrução de Justiça. Se for condenado pega mais 3 a 8 anos de prisão.

Lula é réu no caso da grana do BNDES a Angola, na ação do terreno do Instituto Lula, na ação da compra dos caças e do quadrilhão do PT.

Lula é réu por venda de medida provisória a montadoras, na ação da propina de Guiné Equatorial e no processo de propina da Odebrecht.

O petista é réu em quatro ações da Lava Jato, em dois processos da operação Zelotes e em uma ação da operação Janus, todas da PF.

* * * *

Segundo o colunista fubânico Goiano, todas estas acusações feitas contra Lula são falsas e mentirosas. 

Todas, sem exceção.

Lula não é merecedor de qualquer ataque ou denúncia.

A ele só cabem elogios e louvações.

São Luiz Inácio Lula da Silva, que segundo Goiano é o Santo das Causas Sociais, é o mais novo mártir do cristianismo, torturado e crucificado por uma justiça injustiça.

JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

OS BRASILEIROS: Zumbi dos Palmares

Zumbi dos Palmares nasceu, supostamente, em 1655 na Serra da Barriga, Capitania de Pernambuco, pertencente hoje ao município de União dos Palmares, Alagoas. A história deste personagem é controversa, mas existe um consenso em se admitir que era neto da princesa Aqualtune, filha de um rei africano do Congo. Aos sete anos foi aprisionado pela expedição de Brás da Rocha Cardoso, numa invasão a Serra da Barriga, e entregue ao padre Antonio Melo, do distrito de Porto Calvo. Recebeu o nome de Francisco e uma educação formal. Aos 10 anos já sabia latim e português; demonstrava ser um garoto inteligente e ajudava na celebração das missas. Porém, diz-se também que isso não passa de lenda, uma vez que temos poucos registros na história da época.

Aos 15 anos, Francisco fugiu de Porto Calvo e volta para a Serra da Barriga, adotando o nome de Zumbi e passando a fazer parte da Família Real, pois foi adotado pelo então rei Ganga Zumba. A nação palmarina começou a se formar por volta de 1597, com Aqualtune. Rapidamente a comunidade cresceu, pois era constantemente alimentada pela chegada de negros fugidos, índios e brancos pobres. O Quilombo de Palmares chegou a ter 30 mil habitantes e, com sua organização e consequente fortalecimento, passou a ser visto como uma ameaça perigosa ao poder colonial. Além de praticarem uma agricultura considerada avançada para os padrões da época, desenvolveram uma atividade metalúrgica organizada para sua defesa e subsistência e chegaram a estabelecer comércio com localidades próximas.

Entre 1602 e 1694, os palmarinos resistiram a 66 expedições coloniais, tanto de portugueses como de holandeses. Foi a maior e mais longa expressão contestatória da escravidão em todo o mundo. De todos os líderes da resistência negra, dois se tornaram conhecidos: Ganga Zumba e Zumbi. Este, porém, foi o líder mais famoso da confederação de quilombos de Palmares, que se estendia pelos territórios atuais de Alagoas e Pernambuco. A Serra da Barriga era a sede da República de Palmares, mas sua extensão ia além da cidade hoje conhecida como União dos Palmares. Zumbi teve pelo menos cinco filhos, mas não há registro histórico suficiente para comprovar a tese tradicional que ele teria se casado com uma mulher branca de nome Maria. O nome de Zumbi apareceu pela primeira vez em documentos portugueses, em 1673, quando uma expedição chefiada por Jácome Bezerra foi desbaratada. Tornou-se um grande guerreiro e estrategista militar na luta para defender Palmares contra os portugueses.

Em 1675, a tropa portuguesa comandada pelo Sargento-mor Manuel Lopes Galvão, conseguiu ocupar o local, um mocambo com mais de mil choupanas. Mas depois de uma retirada que durou cinco meses, os negros contra-atacam, entre eles Zumbi com apenas vinte anos de idade, e após um combate feroz, Manuel Lopes é obrigado a se retirar para Recife. Palmares se estendia então da margem esquerda do São Francisco até o Cabo de Santo Agostinho e tinha mais de duzentos quilômetros de extensão, era uma república com uma rede de onze mocambos, que se assemelhavam as cidades muradas medievais da Europa, mas no lugar das pedras havia paliçadas de madeira. O principal mocambo, o que foi fundado pelo primeiro grupo de escravos foragidos, ficava na Serra da Barriga e levava o nome de Cerca do Macaco. O local contava com duas ruas espaçosas com umas 1500 choupanas e uns oito mil habitantes.

Ganga Zumba, cansado de muitas guerras, assinou um acordo de paz com os portugueses, em 1678. Isso desagradou uma parte significativa dos quilombolas, que viam a transferência para Cucaú como uma forma de controlar a comunidade, além de não resolver o problema da escravidão. Devido a esse acordo, Zumbi rompeu com Ganga Zumba, que foi envenenado em 1680, sendo aclamado Grande Chefe. Subordinou toda a vida do quilombo em função das exigências da guerra: deslocou povoações para locais mais remotos; incorporou e treinou para a luta todos os homens sadios; aumentou os postos de vigilância e observação; reuniu armas e munições e reforçou as fortificações da aldeia do Macaco ou Cerco Real, o quartel-general do quilombo, tornando-a quase inexpugnável e decretou a lei marcial: quem tentasse deserdar seria morto.

Durante os anos 1680-1691, Zumbi conseguiu derrotar todas as expedições enviadas contra o quilombo dos Palmares. Em 1692, a aldeia do Macaco foi atacada por Domingos Jorge Velho, experiente bandeirante paulista na “caça” de índios, trazido para enfrentar os quilombolas. Mas teve suas tropas arrasadas. Pediu reforço e recebeu ajuda de uma tropa comandada por Bernardo Viera de Melo. O quilombo ficou sitiado, mas só capitulou no dia 6 de fevereiro de 1694, quando as tropas conseguiram invadir o local derrotando os quilombolas após 94 anos de resistência. Durante o ataque, Zumbi caiu ferido em um desfiladeiro, o que gerou o mito de que o herói se suicidara para evitar a escravização. No entanto, em 1695, Zumbi voltou a comandar ataques. Em seguida foi traído por um de seus comandantes, Antônio Soares, e assassinado em 20 de novembro de 1695.

A cabeça de Zumbi foi decepada e levada para Olinda, onde foi pendurada no Pátio do Carmo, até sua total decomposição, afim de desfazer a crença na lenda de sua imortalidade. Em 2007 foi criado o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, no mesmo local da sede do Quilombo (Serra da Barriga), na cidade de União dos Palmares, Alagoas. Além deste memorial, existem mais dois dedicados a Zumbi dos Palmares: Volta Redonda (RJ) e Teresina (PI). Atualmente, no dia da sua morte, 20 de novembro, é comemorado no Brasil o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. A data foi criada com a lei nº 12.519, de 10/11/2011 e é feriado oficial em diversas cidades.

Há uma grande bibliografia sobre Zumbi e o Quilombo de Palmares, nem sempre convergentes no enfoque. Laurentino Gomes, que lançou o 1º volume da trilogia Escravidão (2019) afirmou que alguns historiadores duvidam da existência de uma única pessoa chamada Zumbi. Acham que haviam mais de um zumbi ao longo da história do Quilombo e que aquele morto em 1695, foi o último deles. Outros livros relevantes: O Quilombo de Palmares (1966), de Edison Carneiro; Zumbi dos Palmares: a história do Brasil que não foi contada (1988), de Eduardo Fonseca Jr.; Cidadania no Brasil: o longo caminho, 3ª ed. (2002), de José Murilo de Carvalho; De olho em Zumbi dos Palmares: história, símbolos e memória social (2011), de Flavio dos Santos Gomes. Por último, vale citar o livro Palmares, ontem e hoje (2005), de Pedro Paulo Funari (diretor do Projeto Arqueológico Palmares) e Aline Vieira de Carvalho. Numa ótima entrevista, publicada na “Revista História”, de novembro de 2009, os autores desmistificam algumas “verdades” sobre o Quilombo de Palmares e seu líder. Leia clicando aqui

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

TRÊS CABRAS MACHOS

Comentário sobre a postagem LAVA JATO ESTÁ VIVA. NÃO VAI MORRER ASSIM TÃO FÁCIL

Vilma:

No dia que o Tofolli e seus comparsas do STF conseguiram acabar com a prisão em segunda instância, soltar o lulla e bisbilhotar os dados fiscais de 600.000 de boa, e deitar e rolar na nossa cara! pensei:

Desisto!

Não tem macho neste país!

Mas tem sim!

Tem TRÊS no TRF-4 de Porto Alegre!

* * *

Três cabras machos, três juízes honestos, um trio decente:  desembargadores Thompson Flores, Leandro Paulsen e Gebran Neto, da 8ª Turma do TRF-4