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DEU NO JORNAL

ARROCHA MESMO, TRF-4 ! ! !

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Excelente notícia pra coroar o expediente desta quarta-feira!

O placar foi de 3 x 0.

O TRF-4 merece os aplausos da banda decente, honesta e ética deste país.

Uma pajaraca bem comprida e de grosso calibre enfiada no olho do fedegoso deste canalha é tudo que nós, os cidadãos de bem, queremos ver.

AUGUSTO NUNES

OS DESEMBARGADORES DE PORTO ALEGRE ESTÃO NA MIRA DA AMANTE

Gleisi Hoffmann quer prender Sergio Moro porque o então juiz federal em Curitiba condenou Lula no caso do triplex em Guarujá. No código penal particular da presidente do PT, mandar o chefão para a gaiola é crime hediondo.

Em nome da coerência, a deputada federal conhecida pelo codinome “Amante” no Departamento de Propinas da Odebrecht tem de exigir cadeia também para a juíza Gabriela Hardt, que puniu o chefão no caso do sítio em Atibaia.

Pelo andar da carruagem, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região vai confirmar em 2ª instância, como fez na maracutaia imobiliária à beira-mar, a sentença de Gabriela Hardt.

Aos olhos de Gleisi, será uma reincidência sem perdão.

Na cabeça de Gleisi, os desembargadores do TRF baseados em Porto Alegre não merecem menos que prisão perpétua.

DEU NO JORNAL

VAMOS APLICAR O “AI-5” QUE ESTÁ NA CONSTITUIÇÃO

Em uma entrevista coletiva de quase duas horas em Washington D.C., na noite desta terça-feira, o ministro da Economia Paulo Guedes se exaltou ao comentar os discursos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recém liberado da prisão, e afirmou que as palavras do líder petista levam ao acirramento das ações do governo Bolsonaro.

“É irresponsável chamar alguém pra rua agora pra fazer quebradeira. Pra dizer que tem que tomar o poder. Se você acredita numa democracia, quem acredita numa democracia espera vencer e ser eleito. Não chama ninguém pra quebrar nada na rua. Ou democracia é só quando o seu lado ganha? Quando o outro lado ganha, com dez meses você já chama todo mundo pra quebrar a rua? Que responsabilidade é essa?”

* * *

Os discursos que Lula tem feito depois que foi solto provam uma verdade irrefutável:

Essa história de “ressocializar” bandidos na cadeia não funciona mesmo.

Lapa de Corrupto, assim como seus colegas de bandidagem armada, saiu do cárcere mais perigoso ainda do que quando foi enjaulado.

Anda pregando abertamente o motim, o desrespeito ao democrático resultado das urnas e a insurreição zisquerdóide.

Se a pregação terrorista de Lula viesse a se materializar – coisa impossível de acontecer devido ao ostracismo a que este canalha foi relegado -, poderia ser aplicado o “AI-5” legal, um dispositivo denominado Garantia de Lei da Ordem, GLO, operação prevista no artigo 142 da Constituição Federal.

Uma ação que é realizada exclusivamente por ordem do presidente da República, a qual autoriza o uso das Forças Armadas.

Aí esse maloqueiro safado teria uma pica constitucional bem grossa enfiada no furico.

No furico dele e no da canalha que late e relincha embaixo do seu palanque.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

FANATISMO – Florbela Espanca

Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver !
Não és sequer a razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida !

Não vejo nada assim enlouquecida …
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida !

“Tudo no mundo é frágil, tudo passa …”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim !

E, olhos postos em ti, digo de rastros :
“Ah ! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus : Princípio e Fim ! …”

Colaboração Pedro Malta

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

AUGUSTO NUNES

PERCIVAL PUGGINA

CIDADANIA NÃO SE TERCEIRIZA!

Se a efetiva democratização da sociedade brasileira for figurada, analogicamente, com uma travessia feita a nado, poderíamos dizer que no Brasil, muitos cidadãos parecem vocacionados a morrer na praia. Após haverem chegado ao presente estágio, olham para trás, olham para frente, e deixam cair os braços em inexplicável e profundo desânimo. Eu os vejo em bom número expressando abatimento nas redes sociais. Prestam inestimável serviço aos inimigos que ajudaram a derrotar. Jogam-lhes involuntariamente boias e cordas de resgate.

Entendamos os fatos. Foi o povo na rua e nas redes sociais, em espontâneas manifestações verde-amarelas, que fez andar o processo de impeachment de Dilma Rousseff forçando o deputado Eduardo Cunha a dar início ao rito constitucional. Foi o povo na rua e nas redes sociais que, em gigantescas mobilizações, forneceu suporte político aos fundamentos jurídicos do impeachment. O processo de acusação de um Presidente da República tem características jurídicas e políticas. Com aquele Congresso, cujos partidos estavam majoritariamente comprometidos com a corrupção do governo, o impeachment não teria acontecido se o povo não desse um forte empurrão na “livre vontade” dos congressistas.

Foi o povo que saiu às ruas em apoio à Lava Jato e ao juiz Sérgio Moro que preservou a atividade da força-tarefa quando os primeiros movimentos para debilitá-la começaram a se esboçar no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal. Foi o povo que levou às ruas as pautas conservadoras marcantes da eleição de 2018 e promoveu a maior renovação já ocorrida em pleitos para o Congresso Nacional. Foi o povo na rua e nas redes sociais que, se não conseguiu pôr juízo nas cabeças de seis ministros do STF, arrancou resposta da Câmara e do Senado onde começam a tramitar projetos para corrigir o absurdo cometido pelos habitantes daquela suntuosa bolha.

Diante disso, como é possível entender os tantos que, incapazes de discernir além da cerca da primeira dificuldade, se dedicam a desanimar os animados e a desesperançar os esperançosos? Como podem afirmar, contra todas as evidências, que as mobilizações “não funcionam”? Como podem priorizar o Faustão e a Globo, desde o sofá da sala, e não ir às ruas pelo bem do próprio país, que é o seu próprio bem? Como podem terceirizar sua cidadania, transferindo-a para a total inviabilidade política, jurídica e democrática dos quartéis que a tanto, com absoluta razão, enfaticamente, se recusam? Não aprenderam ainda que, se não comprar uma sólida base no Congresso, o presidente da República é o mais desapoderado dos poderes de Estado? E que precisa do apoio explícito dos cidadãos para preservar a integridade do governo?

O coro de milhões de vozes em todo o país é nossa mais nítida experiência democrática nestes tempos de travessia. Diferentemente da “democracia direta”, comum em experiências esquerdistas, manipulada pelos seus aparelhos e organizações “não burguesas”, a democracia direta praticada pela reunião espontânea de milhões de cidadãos, é a nossa mais bem sucedida experiência de soberania popular. Eu a ouço como expressão inédita e indômita de amor ao Brasil, de história acontecendo qual clarinada, límpida, atravessando os céus da Pátria comum.

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