SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO JORNAL

TABACAS EM DESPERDÍCIO

A atriz Camila Pitanga assumiu o seu primeiro romance com uma mulher.

A atriz está ao lado da artesã Beatriz Coelho.

* * *

Ô desmantelo…

Êita mundo doido que só a porra.

Tá tudo trocado.

Qualquer dia a terra emborca e vira o que tem em cima dela.

Mais uma bacurinha vai ficar em desuso.

Um lindo pé-de-rabo desperdiçado

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

SUPREMO CANALHA

A revelação de que Dias Toffoli pediu e levou dados de movimentações financeiras de 600 mil cidadãos e empresas, no âmbito do processo em que ele suspendeu todas as investigações baseadas em relatórios do antigo Coaf e da Receita Federal, é mais do que um escândalo: é uma aberração, uma monstruosidade, um atentado à Constituição perpetrado pelo presidente da corte que deveria zelar por ela.

Dias Toffoli ou um servidor designado pelo ministro podem acessar ilegalmente a vida financeira desses cidadãos e empresas, não importa se eles estão dentro da lei ou não, não importa se eles são investigados ou não.

A justificativa do ministro é risível: “entender o procedimento de elaboração e tramitação dos relatórios financeiros”.

Ao ser perguntado a respeito da obtenção dos milhares de dados, Dias Toffoli disse que, como o processo é sigiloso, ele não poderia se manifestar.

Dias Toffoli pode tudo, só não precisa prestar contas à sociedade.

Até quando?

A PGR precisa reagir urgentemente — e os ministros do STF que ainda têm alguma conexão com a realidade precisam chamar o presidente do tribunal às falas.

* * *

Um bosta de um ministreco feito este Toffoli tinha mesmo que ser um pau-mandado de Lula e de Zé Dirceu.

Um militante petralha togado reinando ditatorialmente sem qualquer limite.

Tô começando a pensar que o jeito vai ser mesmo um cabo e um soldado na porta daquele puteiro chamado STF…

É foda!!!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

VICENTE BRAGA – JAGUARIUNA-SP

Berto boa tarde!

Peço, por favor, publique esse texto neste distinto site.

Obrigado!!!!

R. O texto sugerido pelo nosso leitor, da autoria de Marcelo Rates Quaranta, foi publicado em março de 2018.

Para ler na íntegra, basta clicar no título do artigo:

PERFUME NA MERDA

GEORGE MASCENA - SÓ SEI QUE FOI ASSIM

CUBA: UMA VIAGEM AOS ANOS 50. TRINIDAD E VARADERO

Em de outubro de 2019 eu fui a Cuba e já contei o começo da viagem aqui no Besta Fubana.

Antes de ler essa postagem, dê uma lida na postagem anterior, clicando aqui.

Na viagem estava programado que a gente ia conhecer o interior, nós escolhemos Trinidad, a ‘Parati” cubana e Varadero, a praia dos ricos com seus resorts de luxo. Dona Meikel, dona da casa que estávamos hospedados em Havana sugeriu que nós fôssemos de carro para Trinidad, era um pouco mais caro mas economizaríamos no translado de casa para a rodoviária e ganhávamos tempo, concordamos com ela e pedimos que a lotação fosse um almedron, carros dos anos 50 que fazem muito sucesso na ilha com os turistas, ela não garantiu, quando chegamos no local combinado estava lá o almedron (foto), porém já estava lotado, o outro carro era um Peugeot dos anos 90, com o motor diesel e o cheiro de fumaça dentro do carro. Adeildo, o mais velho do grupo, sentou logo na frente, eu entrei atrás com um casal de australianos que não falava espanhol muito menos português. A minha porta não abria, tinha que sair pelo outro lado, e lá fomos nós.

Almedron taxi clandestino e Auto pista Nacional

Na saída passamos por baixo da baia de Havana, num túnel dos anos 50, construído antes da revolução, moderno e bem cuidado, depois de mais alguns minutos entramos na Autopista Nacional, uma via expressa com 4 faixas de cada lado, que liga a capital ao Oriente da ilha. Muitos taxis novos da marca Lada e ônibus chineses modernos da marca Yutong dividiam a rodovia com velhos caminhões, tratores e carros dos anos 50 e com o nosso Peugeot. Na beira da estrada muita gente pedindo carona paga (eles balançam dinheiro na mão pra mostrar que não estão lisos e querem pagar), vários postos de combustíveis modernos, bonitos porém pequenos. Depois de um certo tempo o motorista entrou numa estradazinha de terra por uns 500 metros e parou na sede de uma fazenda, lá foi recebido por um senhor e por um rapaz que após alguma conversa entre eles, trouxe um balde de 20 litros de óleo diesel e passou para o tanque do taxi, o motorista pagou e seguimos para Trinidad. Já próximo do destino a rodovia margeia a praia, onde desfruta-se de uma bela paisagem do Mar do Caribe até o destino final: Trinidad.

Placa na lanchonete de beira de estrada: “é melhor ser um bêbado conhecido do que um alcoólico anônimo”. O tratorista transferindo diesel para o taxi

Em Trinidad ficamos na casa de um casal, Yokabi e Rodin, ela dentista e ele médico cirurgião oftalmologista, que havia passado 2 anos em Angola e falava (se comunicava) em português. Falou que tinha amigos médicos no Brasil. Depois de uma conversa, fomos conhecer a cidade, Rodin nos indicou a Cervejaria Trinitaria, um prédio antigo de uma prisão que foi reformado por uma fábrica de cerveja austríaca, disse que não tinha ido porque os preços eram muito caros para o padrão cubano, mesmo para um casal de médico e odontóloga. Lá, tomamos um chopp artesanal e de tira-gosto pedimos ‘brochetas’ sem saber o que era, prá nossa surpresa era o famoso espetinho.

Escadaria, ponto de encontro de turistas em Trinidad, ainda com pouca gente

Em Trinidad os preços das bebidas são muito mais baratas que em Havana, os drinks mojito, daiquiri e um local canchánchara são oferecidos a 1 CUC (lembrando que 1 CUC vale 1 dólar), cada. Uma escadaria com wifi (1 CUC a hora) fica lotada de turistas, ao lado uma feirinha de artesanato. Uma bodega do governo com uma vendedora sonolenta vendia mantimentos com preços muito baixos, mas com limite de compra por família, eles levam uma caderneta para o controle da mercadoria consumida no mês. De manhã, muitos alunos indo à escola a pé, nas carrocerias de caminhões e em charretes. Vários grupos musicais tocavam ritmos locais tradicionais, mas já se vê muitos jovens com as caixinhas de som chinesas tocando reggaeton estilo ‘Despacitos’, El Chacal é cantor sucesso do momento.

Rua de Trinidad e a bodega do governo

Sempre que conversávamos com algum cubano, perguntávamos o que eles sabiam sobre o Brasil, falavam de Lula, novelas e futebol. Encontramos um deles que só conhecia três times brasileiros: Santos, Flamengo e Sport Recife (vídeo abaixo), acredite se quiser. O transporte intermunicipal público é dividido por duas empresas de ônibus: a Viazul, para estrangeiros, cubanos podem viajar, mas pagam os preços dos turistas (20 CUCs por uma viagem de 300 km), e a Omnibus Nacionales, que só transporta cubanos com preços muito baratos, cerca de 1 CUC para o mesmo trajeto. As duas empresas usam veículos novos. Como é relativamente comum o cancelamento das viagens na Viazul, preferimos o taxi para o próximo deslocamento para Varadero.

A viagem de Trinidad para Varadero é por regiões agrícolas, muitas vilas nas margens da rodovia. O dono do taxi clandestino era filiado ao Partido Comunista Cubano, elogiou muito Fidel Castro e Che Guevara. Falou que para possuir um taxi legalizado novo é preciso pagar 20 CUCs por dia ao governo que cede o carro, o motorista tem que manter o veículo, inclusive com as revisões em oficinas autorizadas. Em Varadero tem muitos resorts de empresas estrangeiras, principalmente espanholas, ficamos em um hotel All Inclusive do governo cubano. Lá não se paga nada a mais, o café, almoço, bebidas e tira-gostos estão tudo incluso no preço da diária. O café, almoço e jantar são de primeira, com grande variedade, só não tem itens mais caros como peixe, por exemplo. Outro detalhe: eles demoram a repor o grill, o que faz com se crie filas desnecessárias, em uma fila com 10 pessoas, o assador colocam só a carne solicitada pelo primeiro, após assar e colocar no prato do cliente é que eles colocam outros pedaços de carne. Tirando esses probleminhas, eu dou nota 8 ao restaurante. Na parte das bebidas alcoólicas e petiscos ai a coisa fica feia, eles só servem em alguns horários e o pior o horário do chopp, por exemplo, não coincide com o horário dos petiscos e vice-versa. A moça que abastecia o chopp e outras bebidas não saia do celular e o povo ficava na fila sem reclamar, até que ela dava uma pausa no whatsapp e atendia os clientes. Os drinks eram artificiais, de péssima qualidade. Neste hotel ficavam hospedados os cosmonautas russos nos anos 60, várias fotos nas paredes da recepção comprovavam o fato.

Vista do hotel e taxi clandestino

Em Varadero só ficamos 1 dia e retornamos para Havana no dia seguinte, não vimos grandes movimentações de pessoas pelas ruas e praias da cidade, acredito que isto ocorra dentro dos resorts de luxo.

A terceira parte eu conto noutro dia desses.

CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

UM JONH BANÂNICO

Edilson Henrique Gonçalves, de 24 anos e Jonh Deivid da Silva Carvalho, de 27 anos, moradores na cidade de São Bernardo do Campo (SP), foram presos na madrugada deste sábado após serem flagrados com 165 quilos de maconha e 2,8 quilos de skank.

Os dois foram presos após fugirem de um bloqueio do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) na MS 164, na região do Copo Sujo, próximo ao distrito de Vista Alegre, em Maracaju.

De acordo com informações, a dupla estava em um Onix cinza com placas de Belo Horizonte (MG) e trafegavam no sentido Ponta Porã a Vista Alegre.

Foi dada a ordem de parada pelos policiais, mas eles não respeitaram e fugiram.

* * *

Os dois presos moram em São Bernardo do Campo, terra de Lapa de Corrupto, e esta notícia saiu no jornal MS em Foco, do Mato Grosso do Sul.

Este fato se assucedeu-se sábado passado, dia 9.

Eu li a notícia e fiquei matutando por conta do nome de um dos traficantes: Jonh Deivid.

É “Jonh” mesmo.

Não é o John americanizado. O dele é Jonh abananicado.

E o sobrenome também é banânico: Deivid.

Jonh Deivid é este que está do lado direito na foto abaixo.

Atentem para o lindo penteado dele:

EVENTOS, ESPETÁCULOS E BABADOS

COMUNICADO DA EMPRESA NUTRIAMA

Nutriama, empresa amapaense, comunica que, se solidariza com outras empresas no Brasil, a exemplo da Havan, e cancela a propaganda que tinha na programação da Rede Globo nos intervalos do Globo Esporte, Jornal Nacional e a Novela III.

Não concordamos com jornalismo de viés político, e que é contra o desenvolvimento, geração de empregos e melhoria das condições de vida do povo, e do nosso Amapá e do Brasil.

Não voltaremos a anunciar enquanto os programas da Rede Globo não contribuírem para a valorização da Família e da Justiça.

Entendemos que o setor empresarial tem que ter a coragem e a responsabilidade de não aceitar, calado e omisso, os erros e abusos por parte da imprensa ideológica e que torce para o ‘quanto pior melhor’.

Com trabalho, honestidade e amor pelo Amapá, acreditamos que iremos ajudar a melhorar a vida das pessoas desempregadas, e valorizar cada vez mais os princípios básicos de ética e respeito à vida, cumprindo com a justiça social e a Constituição brasileira.