CHARGE DO SPONHOLZ

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

EXPRESSÃO DO SILÊNCIO DO POETA – Gregório de Matos

Largo em sentir em respirar sucinto,
Peno e calo, tão fino e tão atento,
Que fazendo disfarce do tormento,
Mostro que o não padeço e sei que o sinto.

O mal, que fora encubro, ou que desminto,
Dentro no coração é que o sustento:
Com que, para penar é sentimento,
Para não se entender, é labirinto.

Ninguém sufoca a voz nos seus retiros;
Da tempestade é o estrondo efeito:
Lá tem ecos a terra, o mar suspiros.

Mas oh do meu segredo alto conceito!
Pois não chegam a vir à tona os tiros
Dos combates que vão dentro do peito.

Colaboração de Pedro Malta

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QUANDO É QUE VACA PEIDONA SERÁ FINALMENTE PRESA?

A Lava Jato permanece firme no encalço dos corruptos.

Nesta terça-feira (5) a ex-presidente Dilma Rousseff foi surpreendida pela Polícia Federal quando certamente ainda trajava camisola.

Bem cedo, a PF chegou na residência da petista.

Dilma atendeu a polícia e assinou a intimação.

Outro que foi surpreendido de pijamas, foi o senador Renan Calheiros.

A dupla terá que prestar esclarecimentos sobre a propina da JBS para o PMDB, na campanha eleitoral de 2014.

* * *

Uma dupla da porra de corruptos: Dilma e Renan.

A Vaca Peidona e o Ladrão das Alagoas.

Demorou mas chegou a vez da parelha.

Arrocha, Lava Jato!!!

“Tô de olho. Se tu peidar ao meu lado dentro do camburão, te dou um tabefe”

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

GONZAGA – JOINVILLE-SC

Prezado editor fubânico Papa Berto

Como anteriormente, estou deixando de gastar dinheiro (R$ 110,00) com esta imprensa zisquerdoide de FSP, VEJA, GLOBO, etc pra ajudar a manter no ar está pérola da putaria internética chamada Jornal da Besta Fubana.

E claro ajudar o Bolsonaro no combate ao desemprego da Chuplicleide, Polodoro e Xolinha.

Outra ajuda ao Bolsonaro vai ser minha contribuição de 10% para custear a viagem do Goiano pra Coreia do Norte caso você abdique deste valor em prol do
Brasil.

R. Meu caro, é mais fácil você enxergar um elefante avuando nos ares do que ver um dia Goiano viajando pra Pyongyang, Havana ou Caracas.

Pode tirar o cavalinho da chuva.

Esquerdista é cego mas não é doido.

Quanto à sua generosa doação, Chupicleide abriu o nosso extrato e já verificou que está depositado na conta do Complexo Midiático Besta Fubana, que ultimamente vem deixando a Globo pra trás.

Ela mesma, Chupicleide, fez a comunicação a Polodoro e Xolinha e os três se danaram a relinchar de tanta alegria aqui na redação.

No final, fizeram uma reza pedindo que seu exemplo abrande o coração dos miscos, dos pirangueiros e dos unhas de fome.

“Muntcho obrigado, Gonzaga!!!”

CHARGE DO SPONHOLZ

J.R.GUZZO

DESENCANTADO COM BOLSONARO? PENSE MAIS UMA VEZ

Desanimado, talvez, com o estado geral da República nestes dias? Meio cansado de ser lembrado na mídia, de hora em hora, que o Brasil está à beira do abismo? Com a paciência já perto do fim diante dos alertas de que você vive, Santo Deus, num regime cada vez mais “ditatorial?” Cheio dos três filhos do presidente, do presidente, do Congresso, do STF, dos porteiros de condomínio que contam mentiras, da Rede Globo, da situação, da oposição, do “ritmo lento” na retomada da economia?

Ninguém vai dizer aqui que nós temos a solução para o seu problema, porque artigos na imprensa jamais foram a solução para problema algum. Mas um texto de estreia na equipe de colaboradores da Gazeta do Povo exige do autor, pelo menos, uma tentativa sincera de sugerir ao leitor algum tipo de pensamento positivo, como se dizia antigamente. Vamos combinar o seguinte, então, como diz o mestre dos mestres dos atores ingleses, Sir Anthony Hopkins: ninguém vai sair vivo disso aqui. Faz sentido, portanto, aproveitar todas as oportunidades que a vida lhe oferece de não ser infeliz. Pode ter certeza que o contrário é muito pior.

Eis aqui uma dessas oportunidades: lembre-se, a cada vez que lhe jogarem em cima alguma das aflições expostas ali nas primeiras linhas, como estaria a sua vida se há um ano atrás o Brasil tivesse elegido Fernando Haddad para presidente da República. Que tal? É possível que o próprio Haddad fique alarmado com a ideia. Pense um pouco em quem seria o ministro da Fazenda, por exemplo, e sobretudo no que ele estaria fazendo.

Pense na Petrobras. Pense nos negócios da Petrobras. Pense nos diretores da Petrobras. Pense nos empreiteiros de obras públicas, nos empresários “campeões nacionais”, na roubalheira praticada nas três formas conhecidas de infinito – o atual, o potencial e o absoluto. Pense nos empréstimos que estariam fazendo, com o seu dinheiro, à Venezuela, Cuba ou Angola. Pense em Dilma Rousseff como ministra de alguma coisa.

Já deu para ver onde estaria amarrado o nosso burro, não é mesmo? Então: um pouco mais de ânimo, pessoal, pois o atual governo, seja lá o julgamento que você faça dele, é artigo de primeiríssima qualidade perto do que poderiam estar lhe servindo agora.

Não se trata apenas de imaginar pesadelos que não aconteceram. Trata-se de olhar para os fatos. Em 2015, o último ano-cheio do PT no governo, a inflação foi superior a 10%, indo para 11. Em 2019 será de 3%, e na sua última medição mensal foi zero. Os juros estavam em 14,25% ao ano. Hoje estão três vezes menores, em 5% – o nível mais baixo em 33 anos, quando se começou o trabalho de fazer a sua computação anual. O risco do Brasil como devedor passou dos 500 pontos em 2015; hoje está um pouco acima de 100.

Dilma, em sua reta final, deu ao Brasil uma recessão inédita: o PIB caiu em quase 4% no ano. Em 2019 vai subir 1%. O crédito imobiliário está em 6,5% ao ano, um número recorde. Nos seis primeiros meses deste ano, segundo a indiscutível OCDE, o Brasil foi o quarto país do mundo que recebeu mais investimentos estrangeiros. Até 30 de setembro foram criados 760 mil novos empregos.

Até esse dia 30, também, a União arrecadou mais de R$ 95 bilhões com privatizações, concessões e vendas de empresas estatais – quatro vezes mais do que tinha planejado. A BR Distribuidora não é mais da Petrobras. O índice da Bolsa de São Paulo está chegando perto dos 110 mil pontos. Fechou abaixo dos 40 mil em 2015.

Desencantado, ainda? Pense mais uma vez.

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PERCIVAL PUGGINA

A GRANDE CONSPIRAÇÃO CONTRA O BRASIL

A maior dificuldade enfrentada nestes dias pelo governo federal é criada pelo gigantesco mecanismo que os movimentos revolucionários acionam a um estalar de dedos no plano nacional e internacional. É impressionante a fidelidade e a dedicação à causa. Há muito que aprender observando sua atuação, na qual o mais relevante é a reciprocidade dos apoios.

Não houve coisa sequer parecida na história dos povos fora do espaço religioso e das sociedades secretas. Nos dois últimos séculos, porém, os movimentos revolucionários trouxeram para o terreno da política uma energia capaz de lhes dar longa vida e efetividade. A rápida circulação de informações que caracteriza as últimas décadas, assim como acabou com a hegemonia da mídia formal e com o privilegiado poder dos formadores de opinião, serviu também, esplendidamente, ao papel pró-hegemônico da articulação esquerdista, exercida mundialmente, sem contraponto.

Durante a campanha eleitoral brasileira de 2018, a imprensa internacional, acompanhando a nacional, procurou desconhecer as possibilidades eleitorais do candidato vitorioso. Entretanto, no dia seguinte à eleição de Bolsonaro, a mesma mídia externa expressava sua repulsa ao sucesso de um candidato “machista, homofóbico, misógino, antidemocrático e de extrema-direita”. Onde foi que aprenderam isso?

É perigosa e alarmante a ausência de algo capaz de articular enfrentamento com orientação liberal e/ou conservadora. Nada, nem aqui, nem mundo afora. Só o governo brasileiro fala a favor de si mesmo e de seus programas. E só fala em português, nas redes sociais. Zero articulação internacional.

Em contrapartida, é imenso o volume de poder político e financeiro que se vai concentrando em mãos de grupos revolucionários, anticapitalistas, alinhados em formas de “democracia popular” (de novo, como no Leste Europeu!) ao molde adotado pelos governos de Cuba, Nicarágua, Venezuela, Bolívia, com os quais o PT confraterniza e volta a se congregar no Grupo de Puebla. Alguém poderá se indagar sobre a necessidade desse novo grupo, dado que já existe o Foro de São Paulo. No entanto, mais um grupo é um grupo a mais, na linha do que aqui exponho.

Há uma miríade de fundações e organismos internacionais despejando dinheiro em pautas “progressistas” empenhadas em lutar contra o progresso e apoiando medidas antiocidentais ou anticivilizatórias. Em todo o mundo, organizações de direitos humanos, rescendendo a perfume barato de falso humanismo (oportunista, abortista, materialista e anticristão), fazem trabalho semelhante pelas mesmas causas. No seu horizonte estão o desejado poder político e a engenharia social.

Se pudermos deixar de lado a armação nacional e internacional a que o novo presidente está exposto, o que presenciamos nestes dias evidencia que o vencedor do pleito presidencial de 2018 está muito bem assessorado para conduzir uma gestão com resultados positivos. Embora os agentes da corrupção lutem por sobrevivência e restauração do status quo anterior, embora a Lava Jato tenha tantos inimigos no Congresso e no STF, as lâmpadas vermelhas acesas nos painéis dos economistas começam a apagar e as verdes a tremeluzir.

Bolsonaro, a despeito das características de sua personalidade, pavio curto e freio desregulado, faz um bom governo porque não delegou tarefas a picaretas. Seus ministros não são operadores de sistemas criminosos. Bem ao contrário, enfrentam uma luta de vida ou morte contra os criminosos remanescentes nos poderes de Estado. Tenhamos em conta, sempre, que política não é um jogo que se assiste, mas um jogo que se joga.

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