DEU NO JORNAL

PENSANDO, MATUTANDO…

A Polícia Rodoviária Federal no Paraná passará a usar um carro Dodge Challenger RT no patrulhamento.

No Twitter, Jair Bolsonaro afirmou que o veículo foi apreendido em uma operação contra o narcotráfico e cedido para a PRF.

“Com agora Lei 13886/19, que AGILIZA a venda e a utilização dos bens apreendidos do tráfico e permite imediato uso do dinheiro decorrente, veremos muito mais casos como este.”, escreveu o presidente.

* * *

Depois que li esta notícia, eu fiquei aqui pensando, matutando…

Quando o sítio e o triplex forem apreendidos, passarão a ser patrimônio público em benefício dos contribuintes.

Igual a esse carro aí da foto, que foi destinado à Polícia Rodoviária Federal.

Aí eu iria passar férias no Guarujá no verão.

Ou assar churrasco em Atibaia nos finais de semana.

“Pode vim praqui pro sítio, cumpanhero editô. Já tá tudo pago”

AUGUSTO NUNES

DRÁCULA DE HOSPÍCIO

Humberto Costa reforça a suspeita de brindar demais com Lula nas visitas à cadeia

“Aqui no Congresso, todos da oposição estamos na defesa de uma investigação isenta sobre os novos fatos envolvendo a execução de Marielle Franco. Vamos convocar Sergio Moro para que ele explique sua tentativa de intimidação de uma testemunha como o porteiro”.

Humberto Costa, senador do PT de Pernambuco, conhecido pelo codinome Drácula no Departamento de Propinas da Odebrecht, numa entrevista coletiva no Congresso, afirmando que foi Sergio Moro quem obrigou o porteiro cujo nome ignora ao tentar envolver Jair Bolsonaro no caso Marielle com um depoimento mentiroso.

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

ESPINHEIRA DANADA

Comentário sobre a postagem O PROJETO DE UM BRASIL VITORIANO

Beradero:

Não temais nobre Goiano.

A furunfência, o deboche, o êxtase orgástico e a gaiatice estão garantidas.

Nada de épocas vitorianas!

Nada para mais o desbunde, o esculacho, o hedonismo.

Respiramos!

Graças ao nosso presidente que não renega o avanço da tecnologia.

Elegeu-se com as redes sociais.

Para espanto e desespero da grande mídia.

O que ocorre é o desmame da bezerrada de gravata de quem falava Duduca e Dalvan. (Espinheira, já ouviu?)

E cabe todos no trem do avanço, da liberdade e do sucesso.

A não ser que não queiras embarcar.

É direito seu, mas ficaremos tristes perder um talento tão precioso.

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CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO TWITTER

QUEM É MESMO O DONO?

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

O ET TARADO

Desde os primórdios, as grandes nações colonizadoras priorizaram o serviço de inteligência e informações, os espiões, os 007s. Os navegantes da Escola de Sagres, os descobridores, não passavam de um destacamento precursor em buscas de terras a serem exploradas. Na era moderna, o Trump não vive sem espionagem. Existe uma horda de espiões travestidos de ongueiros e religiosos embrenhados na Amazônia mapeando nossas riquezas. Astronautas são espiões “Hi-Tec”.

Assim como nós, terráqueos, ansiamos desvendar o Universo, outros mundos distantes têm agentes nos espionando e nós não percebemos. Na Terra existem extraterrestres que enviam informações para seus planetas. Nós não damos conta de quem seja, pode ser um vizinho, ou uma pessoa próxima. Recentemente fui visitar o amigo Frederico, internado num hospital psiquiátrico; a expectativa de receber o tal do precatório deixou-o avariado da cabeça. Ele mostrou-me um papel cheio de desenhos, garranchos, que achou no lixo do Hospital. Afirma ser documento de um E.T. Ele me garantiu que passou uma semana trabalhando para decodificá-lo e deu-me para que eu lesse o que conseguiu decifrar. Ele mesmo digitou no computador do hospital. Eis o documento decodificado:

“SUPREMO AHNIUQOD. Grande Chefe do planeta ATOX 666.

Desci do disco voador travestido de humano, estou na Terra, precisamente no Brasil, em uma cidade com o nome Maceió (vide mapa), onde vivem mais de um milhão de terráqueos. Existe uma faixa de areia branca chamada praia, repleta de uma planta alta e bonita, os coqueiros. A praia fica entre os prédios de moradia e o mar, uma vastidão de água salgada, não presta para os humanos beberem. A boniteza da cor desse mar, não se sabe se azul ou verde é impressionante, deve haver uma magia, deixa todos felizes, aqui o povo é bom e alegre. As terráqueas costumam deitarem-se na areia branca para se queimarem com os raios do Sol. As fêmeas daqui não são como as nossas, feito tábuas, pranchadas e verdes. As fêmeas daqui têm curvas, dá vontade de alisá-las, de agarrá-las; os terráqueos machos chamam de gostosas. As duas curvas da frente têm o nome de seios, ficam à mostra pelos decotes. As duas curvas maiores ficam por trás e abaixo, são chamadas de bunda. É muito bonita. Não existe no Universo coisa igual, os terráqueos gostam muito, mas nem todos podem pegá-las, alisá-las. Na praia as fêmeas usam uma tanga para mostrar os seios e a bunda. Ao ver um terráqueo passando óleo nas pernas e na bunda de uma gostosa deitada, pensei que eu também podia e alisei a bunda da fêmea; levei uma tapa na cara. Tive que desligar meu dispositivo de sensibilidade sexual endurecido. Tenho muito a aprender.

RIQUEZA – Existe muita riqueza, mas ela está nas mãos de poucas pessoas, os ricos. Esses ricos têm dinheiro e propriedade. A riqueza é mal dividida entre os terráqueos. Neste lugar onde estou, Maceió, tem açúcar, petróleo, salgema, coco e muitas outras fontes de riquezas, inclusive o turismo; por ser uma terra belíssima difícil de existir igual em todos os universos. O povo é dócil, os políticos, representantes do povo, fazem o querem. Eles vivem brigando pelo poder e roubam muito, até merenda de crianças. Se esse roubo acontecesse em nosso planeta, seriam condenados à morte.

Senhor Supremo, depois de três dias volto a escrever informações: Tudo continua como antes, estou ainda travestido de humano e me dando bem. Todos os dias, eu descubro mais costumes sobre as fêmeas. Fico no calçadão da praia apreciando elas passarem, com vontade de agarrar aquelas maravilhas. Quando tirei do bolso dinheiro daqui que falsifiquei para pagar uma bebida deliciosa chamada cerveja, uma fêmea, conhecida como rapariga, me abordou perguntando se não queria fazer um programa. Perguntei o que era programa e se eu podia alisá-la, Ela sorriu e falou no meu ouvido o que faria comigo. O sensibilizador estremeceu, fui para o apartamento do hotel.

Supremo, vocês no planeta ATOX 69, não podem imaginar o que seja transar aqui na Terra; não é feito aí que os filhos nascem em chocadeira. Aqui o macho e a fêmea se abraçam, é bom demais. Para evitar engravidar e não pegar doença, as raparigas exigem que eu use camisa de Vênus. Os nossos amigos de Vênus já estiveram por aqui, e trouxeram essa camisa, vou investigar.

Nesse momento estou no quarto do hotel esperando as raparigas, contratei duas. Vou passar a noite raparigando, é a melhor coisa do Universo. Depois eu conto com mais detalhes. Vou mandar essas informações, via Internox com cópia para o DR. Um abraço do subordinado. RAMLIG– 21.”

Essa foi a possível tradução do documento achado por Frederico. Depois que decodificou o papel achado no lixo, ele quer ir à ONU. Confidenciou-me convicto que o Hospital psiquiátrico está infiltrado de extraterrestre. Até seu médico, de barbicha bonita, o competente Dr. José Moreira, Fred tem certeza e prova, é um E.T. é esse cara que recebeu a cópia, o tal do DR.

DEU NO JORNAL

GLOBO LIXO PERDENDO AUDIÊNCIA E ANUNCIANTES

Empresas começaram um movimento para cancelar anúncios na Rede Globo e em grupos associados à emissora.

Os cancelamentos vieram depois da reportagem do Jornal Nacional que revelou o depoimento do porteiro do condomínio de Bolsonaro, que associava indiretamente o presidente ao assassinato da vereadora Marielle Franco.

Nesta sexta (1), começou a circular na Internet um comunicado da Habitec, uma imobiliária de Curitiba, anunciando que deixaria de renovar seu contrato com a RPC, dona de oito afiliadas da Globo no Paraná.

Um grupo empresarial bem maior tomou a mesma decisão. Os supermercados Condor deixarão de anunciar nos jornais da Globo. Por nota, a assessoria do grupo confirmou a decisão.

Um terceiro grupo que se posicionou sobre o tema foi a Bocchi Agronegócios, que publicou em suas redes sociais uma nota de repúdio à Globo.

* * *

Não custa nada ressaltar que não se trata de partidos ou de movimentos políticos.

São empresas comerciais!!!

Quero informar a todas estas empresas que estão deixando de anunciar na Globo Lixo que esta gazeta escrota está de braços abertos pra recebê-las!!!

Com um detalhe importante: por um preço que é um centésimo do valor cobrado pela Globo Lixo.

As contas do Complexo Midiático Besta Fubana, que estão sempre no vermelho, iriam ficar azuis de tanta felicidade!

Até os salários de Chupicleide, secretária de redação, seriam colocados em dia.

Sem falar do capim de Polodoro e da ração de Xolinha.

Abaixo está transcrita a carta da empresa Habitec dirigida à filiada da Globo Lixo em Curitiba.

Pode usar e abusar do nosso espaço à vontade, senhores diretores da Habitec!!!

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

O RELÓGIO DE ALGIBEIRA

Relógio de algibeira presenteado ao meu pai

Nasci no dia 30 de abril. Na minha família, também nasceram no mês de abril, meu irmão João Hélio, no dia 8; minha Mãe, Jordina, no dia 14; meu irmão caçula, Jorge Luiz, no dia 23. Depois, chegaram minhas duas filhas do primeiro casamento. Ana Karina, dia 20; e Annya Karênina, dia 15.

De todos da família, apenas eu recebia presente de aniversário. Explico: dinheiro sempre foi fartura entre nós. “Fartava” sempre para tudo, incluindo as necessidades domésticas básicas. E, dinheiro de pagamento salarial sempre chegava no último dia de cada mês. Dia 30. Entenderam, tenho certeza.

Meu Pai aniversariava no dia 26 de outubro, e não fazia muita questão de receber presente de aniversário, até por que, para comprar esse presente, tínhamos que ter dinheiro. E, o dinheiro que tínhamos, era sempre Ele quem nos dava. Por esse ou aquele motivo, era Ele quem nos dava.

Do dia 30 de abril, até o dia 26 de outubro, se passavam seis meses, ou quase isso. Como eu era o único que recebia presente do meu Pai, eu também era o único a presentear-lhe. Nada mais justo. E, como eu não trabalhava, para presenteá-lo, precisaria “juntar os trocados” que ele próprio me dava. Era, digamos, como se Ele estivesse “poupando”.

Ele até me dava o porquinho de presente, e, às vezes, até depositava algumas moedas, daquelas antigas de cinquenta reis, dois mil reis, dinheiro corrente daqueles tempos antigos.

Tudo mudou quando a adolescência bateu à porta. As doações do meu Pai rarearam e, juntar trocados ficou mais difícil. Eu precisava dar o meu jeito, pois a mentalidade da retribuição permanecia, e eu continuava ganhando meu presente todo dia 30 de abril.

Lá pelos meados do mês de setembro, eu dava aquela sacudidela no porquinho, e podia perceber que ainda eram poucas as moedas. Insuficientes para comprar a tradicional “caixa de lenços Premier” que, aparentemente, meu Pai gostava tanto. Corria e quebrava o porquinho de cerâmica. Só então descobria que precisava “fazer dinheiro”.

E agora, o “fazer dinheiro” seria diferente daquele dinheiro que fazíamos com maços de cigarros vazios que tanto usávamos na infância. Tinha que ser, e precisava ser “dinheiro mesmo”.

Pegava as moedas do porquinho, comprava dois cocos e duas rapaduras. Corria à fazer cocadas. Cocadas das pretas. Aquelas preferidas da maioria.

A primeira leva das cocadas não dava para quem queria e já havia provado. Era de uma doçura incomparável, comprovando que havia componente mais doce que o açúcar ou a rapadura.

Cofrinho de cerâmica onde eu juntava os tostões e os milréis

O dinheiro produzido com a venda tinha uma destinação. Parte serviria para cobrir a despesa do investimento – uma espécie de capital de giro – e outra parte voltava para novo custeio. O que configurava “lucro”, era depositado em algum novo lugar, até que um novo porquinho fosse comprado.

Mais cocos. Mais rapaduras. Mais cocadas e mais possibilidades de novo faturamento. Por alguns dias, meses e anos, fui considerado o “Rei das cocadas pretas” – título e reconhecimento pomposo e provavelmente merecido.

Entre uma porção de cocadas e outra, nunca foram esquecidas as obrigações escolares, nem a premiação dos momentos de lazer que toda criança ou adolescente faz jus. Estudar, trabalhar e brincar – literalmente nessa ordem.

Finalmente, o dia 26 de outubro se aproximava. Sem shopping, sem lojas de vitrines bonitas, a solução era esperar a chegada de um sábado (dia sem aulas) para, finalmente, comprar aquela caixa de lenços que ficava escondida em lugar inacessível pelo aniversariante. No dia tão esperado, aquela novidade que se repetia a cada ano, era mais uma vez praticada.

Cocada das pretas – minha primeira impressão de empreendedorismo

Mas, de acordo com o ditado popular, “não há mal que dure para sempre, nem bem que nunca acabe” – e aquela alegria momentânea, simples, coroamento da relação de um Pai com um filho, também estava com as horas contadas.

A adolescência trouxe junto, o compromisso de servir à Pátria, e a responsabilidade de pensar num salto maior nas obrigações escolares: o Vestibular, com a chegada do curso científico no Liceu do Ceará.

O tempo passou, e surgiu a primeira namorada. Aquela que precisava ser visitada na própria casa, com assento em lugar de destaque na sala principal. Namoro firme, e o início do conhecimento prático da vida. Continua correndo o tempo. Célere. Como se fosse uma competição olímpica e a necessidade de superar recorde.

O primeiro emprego remunerado. Não tão bem remunerado, mas a recompensa do esforço para alcançar uma aparente independência.

O ingresso no curso científico arregalou os olhos para o mundo, e aguçou a sensibilidade para o que realmente é a vida. Novos amigos, emprego novo e agora ganhando o triplo do que ganhava no emprego anterior. Novo horizonte e um mundo que, se não era colorido, tinha tons firmes e definidos.

O bom salário trouxe o engajamento com a política estudantil, e novas ideologias. A coragem de participar politicamente das coisas da vida, e a ingênua perspectiva de consertar o mundo. A eleição para compor a diretoria do Sindicato dos Telegráficos, e a politização ideológica, até o envolvimento total na prática diária.

Eis que chega o dia 31 de março de 1964. Tudo muda em pouco menos de 24 horas. Os céus ficam escuros e a chuva não cai. Nuvens negras. Nuvens pesadas.

Entre o dia 31 de março de 1964, e o próximo dia 26 de outubro, havia uma distância muito grande, e não havia mais dois cocos, duas rapaduras nem algumas boas cocadas das pretas. Com certeza, aquela caixa de lenços seria esquecida por algum momento.

Mudar para outro lugar, foi a ideia que veio à cabeça. Sem demora, um acordo para a demissão da diretoria do Sindicato, o que possibilitaria uma negociação com a Western, e o recebimento de todos os direitos trabalhistas. Tudo acertado e, enfim, um bom dinheiro na conta bancária.

Passagem terrestre comprada, pois não havia problema para uma viagem interestadual. Malas prontas, namoro desfeito, tudo encaminhado.

Era chegada a hora da despedida em casa. Uma lembrança forte e marcante substituiria aquela caixa de lenços. Fui a uma relojoaria e, com dinheiro suficiente, comprei um relógio de algibeira. Um dia antes da viagem, resolvi entregar o presente à quem só aniversariaria no dia 26 de outubro, muito distante. Mas a pressão das nuvens negras estava próxima.

Entreguei o presente e olhei firme nos olhos do meu velho Pai. Foi a primeira vez que vi lágrimas escorrerem pelos olhos dele, e a última vez que nos vimos e abraçamos fortemente.

DEU NO JORNAL

AMANTE FAZ PIADA PETÊLHA DE HUMOR NEGRO

Gleisi Hoffmann está em Cuba, onde participa da tal Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo.

No Twitter, a petista disse neste sábado que recebeu em Havana “mais de dois milhões de assinaturas do povo cubano pela anulação da condenação de Lula”.

Sim, Gleisi se gaba de ter conseguido as assinaturas em um país governado pela ditadura dos Castro.

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Um evento chamado “Jornada pela liberdade” realizado em Cuba, o recanto de mundo onde mais existem presos políticos…

Os presos políticos que Lula comparou a “criminosos comuns“…

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Coisa mesmo de babaca idiotal zisquerdóide descerebrado.

Achar liberdade em Cuba é o mesmo que achar racionalidade e inteligência dentro da cabeça de petista: missão impossível.

E eu acredito piamente na quantidade de assinaturas: mais de 2 milhões.

Tanto quanto piamente acredito que foram conseguidas de livre e espontânea vontade.

O danado é saber que a Amante só posta esse tipo de merda no Twitter porque ainda tem neguinho abestalhado que acredita nela.

Putz!!!