A PALAVRA DO EDITOR

NOVAS CALÚNIAS CONTRA O HOMEM MAIS HONESTO DO BRASIL

A revista Veja que começa a circular hoje, sexta-feira, traz uma capa horrorosa.

Segundo a matéria, Lula é um dos mandantes do assassinato de Celso Daniel.

Vejam: 

O Instituto Lula, a deputada Gleisi Hoffmann e o colunista fubânico Goiano já desmentiram cabalmente esta calúnia miserável.

É tudo falso!!!

Quem quiser ler a matéria completa, basta clicar na imagem abaixo.

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A PALAVRA DO EDITOR

UM INXIRIDO NO MEIO DE GRANDES NOMES

É por isso que dizem que em Palmares, minha terra de nascença, só tem gente doida e desmantelada.

Amigo meu me mandou um zap contendo um tópico do Curso de Letras da Famasul, a faculdade local, que tem alunos não só da Mata Sul, mas de várias regiões do estado.

Vejam aí embaixo no meio de que turma enfiaram o meu nome.

Vôte! 

Fiquei completamente abestalhado.

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MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

SEM NOVIDADE NO FRONT

A sessão foi encerrada, faltam cinco votos, o resultado só sai em novembro. Vários colunistas e o próprio editor deste jornal fubânico já se expressaram a respeito com mais talento que eu.

De minha parte, eu passei décadas vendo Paulo Maluf não apenas solto, mas repetindo que era o brasileiro mais honesto de todos, por ter sido várias vezes investigado e nunca condenado.

Acompanhei o julgamento do mensalão (relatado por Joaquim Barbosa), apenas para ver uma “revisão” que manteve as penas dos operadores e subalternos e reduziu as dos políticos envolvidos, muitas vezes na medida exata para evitar a prisão e garantir que os condenados cumprissem a pena em liberdade.

Vi muitos governadores (de meu estado e de outros) serem processados pelos TRE e TSE da vida sem que nunca um processo fosse concluído antes do final do mandato dos mesmos.

Li sobre incontáveis escândalos envolvendo ministros, deputados e senadores, todos com a promessa de “investigação rigorosa” e todos, invariavelmente, caindo no esquecimento.

Assisti o Supremo Tribunal Federal marcando sessões especiais para julgar recursos duvidosos de gente importante, enquanto outras pautas dormem nas gavetas por anos.

Não vi nada de diferente acontecer hoje. Para mim, tivemos hoje uma quinta-feira absolutamente normal e corriqueira.

Aos que têm a esperança de dias melhores ou acreditam que “o país está mudando”, invejo-lhes o otimismo.

DEU NO JORNAL

REINA A FELICIDADE NO MUNDO DOS FACÍNORAS

O fim da regra que prevê prisão após condenação em segunda instância não levará felicidade apenas aos facínoras que clamam por impunidade.

Felizes também estarão seus defensores, que o ministro Luís Roberto Barroso chamou de “os mais brilhantes e caros advogados do País”.

Que devem multiplicar suas fortunas com ações para abrir as portas da cadeia à fina flor da bandidagem nacional.

Eles próprios estimam “bandeirada” R$ 3 milhões para cada caso relevante.

O padrão era este: o acordo de delação dos 77 diretores da Odebrecht rendeu a criminalistas R$ 2 milhões por cabeça. Total: R$ 144 milhões.

Criminalistas famosos cobram até R$ 3 milhões só para estudar o caso e decidir se o aceitam. Se topar, R$ 20 milhões de honorários por réu.

Criminalistas falam mal da Lava Jato da boca para fora. Adorariam homenagear a operação pela montanha de dinheiro que ganharam.

* * *

Vamos resumir tudo isto com um único dado:

Segundo a página Conjur, a Consultor Jurídico, o ex-ministro e advogado de Lula, Márcio Thomaz Bastos, já falecido, deixou herança de R$ 393 milhões para sua família.

E fico por aqui pra não aumentar mais ainda a minha pressão arterial.

Fecho esta postagem com uma música tocante e comovente.

Dedicada vocês sabem a quem.

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

O MELHOR REMÉDIO

Ambrósio, dono de uma farmácia numa cidade do interior, lamentava muito por não ter podido estudar. Achava que daria um ótimo médico. Pela experiência que adquiriu na farmácia, sabia indicar remédios e curar virose, dor de barriga e outras perturbações passageiras.

Com a maturidade, tornou-se falante e gostava de opinar sobre problemas de saúde. Como, atualmente, o problema de saúde mais sério que existe no mundo é a depressão, Ambrósio tornou-se “especialista” no assunto e já tinha opinião própria sobre a terrível enfermidade, que, se não tratada, poderá ter um final trágico.

Nas suas conversas com os amigos, ele passou a receitar “mulher para homem” e “homem para mulher”, para evitar e até curar a depressão. Era muito criticado por causa disso, embora houvessem provas de cura radical de pessoas depressivas, após encontrarem sua alma gêmea.

E era o que Ambrósio “receitava”, para as pessoas que sofriam de depressão. Entretanto, tudo dependia da sorte de cada pessoa, pois, se a união fosse desastrosa, o resultado poderia ser bem pior. Um casamento desastrado pode provocar, até, uma debilidade mental, para o resto da vida, em quem já tem tendência à depressão. Mas, a receita de Ambrósio raramente falhava. O difícil era conseguir o remédio, ou seja, um bom “lençol de orelha”, produto que não é vendido em farmácia. Tudo dependia da escolha certa e da sorte.

Em certos Países, onde o número de pessoas que vivem sozinhas é muito elevado, para combater a depressão, algumas instituições filantrópicas promovem campanhas, para aproximar pessoas solitárias, para fins matrimoniais. Os resultados são sempre surpreendentes. Porém, foi constatado que as pessoas, em sua maioria, vivem sozinhas por simples opção.

Na mesma cidade onde morava Ambrósio, Cacilda, 35 anos, tinha mania de doença. Era hipocondríaca. Absorvia todos os sintomas de qualquer doença de que ouvisse falar, e, com isso, seu sistema nervoso ficava muito abalado. Vivia à beira de uma depressão. As doenças provocadas por mosquitos, como Dengue, Zica e Chikungunya, ela teve todas. Fora isso, achava que sofria da vesícula, do apêndice, dos rins, e de tudo que há no abdômen. Levada à capital do Estado para se consultar diversas vezes, não foi constatada nenhuma enfermidade em Cacilda.

Por obra do destino, passou um vento bom na cidade e trouxe de volta para lá, um viúvo fresquinho, que há 20 anos morava no Rio de Janeiro. Reformado da Marinha, e triste por ter, recentemente, perdido a esposa, Melquíades resolveu voltar à sua terra natal, onde tinha parentes. Suas irmãs lhe apresentaram Cacilda, e alcovitaram o namoro dos dois, que terminou em casamento.

Esse foi o remédio que Cacilda precisava para se curar da hipocondria e da sua ansiedade crônica, quase depressão.

PENINHA - DICA MUSICAL