DEU NO JORNAL

SEI NÃO, SEI NÃO…

O silêncio de ONGs ambientais nacionais e estrangeiras, no caso do petróleo que polui praias nordestinas, intriga os órgãos de investigação e inteligência que rastreiam a origem da poluição.

Até em razão do comportamento estridente dessas ONGs no caso das queimadas.

A omissão fortalece a suspeita de ecoterrorismo contra o País, a fim de constranger interessados no “mega-leilão” do Pré-sal, no dia 10.

O governo não bate o martelo na hipótese de ecoterrorismo, mas estranha a omissão das ONGs no desastre das praias do nordeste.

A ONG Greepenace não é suspeita de ecoterrorismo, mas o governo estranhou a movimentação do seu navio na provável área do acidente.

O navio “Esperanza” saiu e voltou 3 vezes da Guiana Francesa, entre 30 de agosto e 5 de outubro, mas não há registro dos destinos.

A ONG Greenpeace explicou que nessa ocasião fez expedições com cientistas franceses para observar e fotografar os Corais da Amazônia.

* * *

Não me perguntem nada.

Nada tenho a declarar.

Tô aqui só matutando…

E apreciando a foto do lindo navio Esperanza, o confortável transporte dos vagabundos da militância do GreenPeace.

Com o coração cheio de esperanças de que sejam descobertos os felas-das-putas que provocaram este ato terrorista e desumano.

DEU NO TWITTER

BOÇALIDADE NÃO É REVOLUÇÃO

* * *
CLIQUE AQUI PARA OUVIR O ÁUDIO

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO À LUA – Vinicius de Moraes

Por que tens, por que tens olhos escuros
E mãos lânguidas, loucas e sem fim
Quem és, quem és tu, não eu, e estás em mim
Impuro, como o bem que está nos puros?

Que paixão fez-te os lábios tão maduros
Num rosto como o teu criança assim
Quem te criou tão boa para o ruim
E tão fatal para os meus versos duros?

Fugaz, com que direito tens-me presa
A alma que por ti soluça nua
E não és Tatiana e nem Teresa:

E és tampouco a mulher que anda na rua
Vagabunda, patética, indefesa
Ó minha branca e pequenina lua!

Colaboração de Pedro Malta

A PALAVRA DO EDITOR

UM LIXO CHAMADO REVISTA VEJA

Semana passada publicamos a carta de despedida do colunista fubânico J.R.Guzzo, se desligando da revista Veja.

Para reler, basta clicar aqui.

Guzzo é um dos mais brilhantes jornalistas da atualidade, dono de um estilo ímpar, certeiro e brilhante.

A edição da Veja desta semana, que está nas bancas, deixou de publicar o texto que ele havia escrito.

Censura, pura e simples.

E por isso ele resolveu se afastar.

A outrora importante e independente revista semanal, se tornou um fossa merdífera zisquerdóide e caiu tremendamente no conceito dos leitores e dos cidadãos de bem deste país.

O número de cancelamento de assinaturas foi impressionante.

A cacetada em forma de artigo que Guzzo escreveu e que a Veja recusou-se a publicar, está na postagem logo abaixo desta, na sua coluna aqui no JBF.

Vale a pena ler e meditar.

DEU NO JORNAL

FRAUDE COCALEIRA

Carlos Mesa, adversário de Evo Morales na disputa presidencial boliviana, denunciou a “fraude escandalosa” na contagem dos votos.

Ele disse também:

“Confiamos que os cidadãos não vão aceitar esse resultado distorcido e manipulado”.

* * *

A fraude do cocaleiro foi coisa pra cinema.

Virou notícia no mundo inteiro.

Uma putaria zisquerdal escancarada.

O amigo a quem Lula presenteou com uma refinaria da Petrobras, mostrou que é um zisquerdista convicto no campo eleitoral.

Dois cumpanheros latrino-americanos com colar de coca no pescoço

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

A MANCHA

de onde vazou
a mancha que mancha
a asa das aves,
a areia antes branca,
O pau da jangada,
a cara dos homens … ?

pra onde irá
a mancha que mancha
O vôo da gaivota,
a mentira escura,
a verdade escondida
na alma dos homens … ?

pra que que veio?
por que chegou
por que não vai?
se o céu é viúvo,
se o tempo é bruto
se o mar é de luto … ?

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

PAIXÃO FUBÂNICA

Comentário sobre a postagem NA ESTRATOSFERA

Patrícia Luís:

Sr. Luiz,

creio ser esta uma “feiquinius”:

A Sra. Dilma nunca se declarou presidente e sim Presidenta.

Amo esta sua gazeta!!!

* * *

“Eu também amo esta gazeta escrota, um jornal que fala mais besteiras do que eu; acesso todos os dias”

DEU NO JORNAL

PEITÕES PARLAMENTARES

Joice Hasselmann disse que enviou uma mensagem a Jair Bolsonaro assim que ele a removeu do cargo de líder do governo:

“Escrevi em capslock ‘eu não sou gado’.”

* * *

De fato, a esfuziante galêga não é gado.

Mas tem os úberes que fazem com que ela pareça ser uma bovina de farta produção leiteira.

Uma bovina poliglota que usa a expressão “capslock” da língua dos zamericanos, pra grande espanto deste editor ignorante.

Eu, pra falar a mais pura verdade, o que mais aprecio em Joice são aqueles rechonchudos peitos de Sua Insolência.

São úberes altamente produtivos.

DEU NO JORNAL

UM ANO PÉSSIMO PARA OS BANDIDOS

* * *

O que não caiu mesmo foram as tentativas de assassinato de reputações cometidas pela canalha zisquerdóide. 

Ainda bem que estão sendo malsucedidos, pois estes porras – apoiadores, soltadores e incentivadores de bandidos, assassinos e corruptos -, estão quebrando a cara nos últimos tempos.

Para grande felicidade da banda decente do Brasil.

Arroche mesmo, Dr. Moro!!!

Bote pra torar!!!

Vamos aprovar e enfiar na goela e no furico dos bandidos o Pacote Anticrime!!!

* * *



MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

O DIREITO À SAÚDE NÃO É SUSTENTÁVEL

Imagine que o governo decidiu que alimentação é “direito de todos e dever do estado”. A partir de hoje, cada brasileiro pode entrar no restaurante que quiser e comer o que quiser, por conta do governo. Será que funcionaria?

Óbvio que não. Todos iriam querer comer nos melhores restaurantes, mas não haveria lugar para todos. Provavelmente surgiriam “jeitinhos” para garantir vagas para aqueles que tem os amigos certos. Também é provável que os preços (repassados ao governo) subissem, afinal a lei diz que pagar a conta é “dever do estado”, e as pessoas vão acreditar que estão comendo de graça. Haveria desperdício (afinal é de graça). A qualidade também seria imprevisível, porque quem não paga não tem direito de exigir. Provavelmente surgiriam órgãos de controle estatais que fingiriam regular o setor, mas que na prática também garantiriam “jeitinhos” para alguns. Em pouco tempo a conta ficaria monstruosa, e quando o governo não conseguisse mais cobrir a despesa com aumentos de impostos ou dívida, o presidente diria que é necessária uma reforma.

Por mais que seja fácil perceber como esse sistema seria absurdo, um absurdo similar é defendido pela maioria: a área da saúde.

Assim como no meu exemplo hipotético, na saúde todos querem o melhor atendimento, mas só alguns conseguem. Como não estão pagando, os usuários desperdiçam e abusam do sistema. Por outro lado, os que fornecem o serviço não têm nenhum estímulo para trabalhar com eficiência ou responsabilidade. E quem paga (o governo) não pode administrar de forma racional, porque a lei simplesmente diz que é um “direito” que não pode ser negado ou limitado.

Em boa parte do mundo, o “direito” à saúde gratuita é considerado pelas pessoas como algo tão óbvio e natural como a existência do sol e da lua. Na verdade, não existe saúde gratuita, já que todos estão pagando, e a despesa sempre tende a crescer de forma incontrolável. Afinal, qual o administrador que vai se preocupar com eficiência quando tem um cliente (o governo) que paga tudo sem reclamar? Qual o fornecedor que vai criar produtos mais baratos, se pode criar produtos caros que o cliente será obrigado a comprar? (e o governo que tente argumentar que o novo e caríssimo tratamento não é bom: será uma gritaria acusando os governantes de “assassinos” e “inimigos dos pobres”, que se atrevem a negar os direitos básicos ao povo!)

Qualquer discussão sobre saúde no Brasil começa com os fãs do governo citando as maravilhas do estado de bem-estar social europeu, com ênfase para os sistemas da Suécia e da Grã-Bretanha, totalmente estatais. Bem, dos países ricos da Europa, os sistemas de saúde da Suécia e da Grã-Bretanha estão entre os piores, justamente porque são totalmente estatais. Sendo estatais, seu funcionamento é controlado por regras burocráticas definidas por pessoas indicadas por políticos. Como em qualquer serviço estatal, são as pessoas que têm que se adaptar ao sistema; o sistema só se adapta às pessoas quando elas podem escolher.

É claro que o atendimento de qualquer país europeu deixa nós brasileiros com água na boca, mas a verdade é que por lá já estão percebendo que o crescimento das despesas de saúde é insustentável. No primeiro semestre deste ano, o primeiro-ministro da Finlândia renunciou depois que os cálculos mostraram que seria necessário reduzir em 15% o orçamento da saúde na próxima década, mas os políticos se recusaram a apoiar a medida. Ou seja: é mais um país que optou por fugir da realidade e fingir que tudo se resolve com demagogia e populismo.

As consequências do populismo são cruéis: para a burocracia, pessoas doentes são apenas números que devem se encaixar nas planilhas para chegar ao resultado esperado. Os burocratas tomam medidas arbitrárias baseados apenas nas estatísticas, e azar de quem se encaixar em uma categoria considerada “cara”: será cortado sem piedade.

Exemplo: a Suécia têm como meta oficial uma espera de sete dias para uma consulta médica comum e de noventa dias para um especialista (o governo admite que nem sempre a meta é cumprida). Se você quer uma consulta, tem que ligar para uma central de atendimento onde um atendente seguirá um roteiro pré-estabelecido do tipo “Tome aspirina e aguarde 48 horas”. Só depois de seguir os passos pré-definidos é que o computador permite agendar uma consulta. Parece óbvio que problemas de saúde não devem ser tratados assim, mas o sistema não foi feito para cuidar dos doentes, foi feito para forçar a realidade a se encaixar nos planos e orçamentos previamente aprovados.

Outra consequência do populismo é a má alocação dos recursos. Nas palavras de um especialista: “Quando um homem com câncer de próstata é considerado no estágio 4, significa que ele vai morrer logo. Ele pode ficar em casa e passar os últimos dias junto à família, ou pode ser internado em uma UTI e ter tubos enfiados por todo o corpo. A diferença é que na UTI ele vai demorar noventa dias a mais para morrer, e isto vai custar um milhão de dólares.” Será que o melhor uso para um milhão de dólares é manter um paciente terminal vivo por mais três meses? Certamente não, mas qual o político que terá coragem para dizer isto? Na falta desta coragem, doentes terminais permanecerão entubados enquanto postos de saúde ficam sem esparadrapo.

O futuro dos países europeus vai depender de muitos fatores ainda imprevisíveis. Já o Brasil, que tenta imitar estes países mas com menos seriedade, menos responsabilidade e menos competência, está decaindo sem sequer ter chegado ao topo. Se hoje é normal ver pacientes acomodados em macas pelos corredores dos hospitais, chegará o dia em que não haverá macas.