A PALAVRA DO EDITOR

ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

A SAUDADE NOS VERSOS DOS REPENTISTAS

Na matéria acha guarida
E no espírito acha repouso
Bole com os sentimentos
Mata o sistema nervoso
E só entra no coração
O lugar mais perigoso.

Ivanildo Vila Nova

Saudade é sol luminoso
Que nasce atrás do além
É doce como bombom
Na boca de algum neném
E a saudade dos meus pais
É a mais doce que tem.

Rogério Meneses

Saudade tem cinco fios
Puxados à eletricidade,
Um na alma, outro no peito,
Um amor, outro amizade,
O derradeiro, a lembrança
Dos dias da mocidade.

Antonio Pereira (1891 -1982)

Guardo um baú de saudade
No cofre do coração
O cabelo mais parece
Um capucho de algodão
Que o vento arrancou do galho
Fez um tapete no chão.

João Paraibano (1952 – 2014)

Saudade é irresponsável
Entra e sai sem hora certa
Não pratica tiro ao alvo
Quando atira sempre acerta
A saudade não tem mão
Mas tem hora que aperta.

Rubens do Valle

CHARGE DO SPONHOLZ

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

QUEM QUER ALHO?

Notícia nos jornais de hoje: governo prorroga por cinco anos tarifa de importação ao alho da China. Em outras palavras: graças à China, os consumidores brasileiros podiam comprar alho mais barato (veja até onde vai a maldade dos chineses), mas o governo agiu para impedir este absurdo.

O Brasil consome trezentas mil toneladas de alho por ano, mas só produz 45% disso. O resto é importado, mas para comprar o alho chinês o brasileiro vai ter que pagar mais três reais por quilo para o governo brasileiro.

Segundo o presidente da Associação Catarinense dos Produtores de Alho, “o ministro não pode abrir mão da tarifa que põe cerca de R$ 300 milhões nos cofres públicos por ano e de toda a renda gerada pela cadeia do alho, para criar mais empregos na China e tornar bilionários meia dúzia de importadores no Brasil”. Ainda segundo a Associação, cerca de cinco mil pessoas trabalham na produção nacional de alho, que ocupa onze mil hectares.

Este tipo de notícia não é novidade. A toda hora aparecem reportagens elogiando o governo pela “boa ação” de obrigar os brasileiros a pagar mais caro pelas coisas; o pior é que os brasileiros acreditam e ficam felizes. Pensar um pouco, isso ninguém faz.

Se pensassem, o tal presidente não teria a coragem de defender que os brasileiros paguem trezentos milhões por ano para “salvar o emprego” de cinco mil agricultores incompetentes. Isso dá sessenta mil reais para cada um. Sairia mais barato pedir que todos se aposentassem e passassem a viver às custas das donas-de-casa que querem temperar o arroz e a salada.

Também não teria a cara-de-pau de elogiar a “renda gerada pela cadeia do alho” ao mesmo tempo que admite que se venderem seu produto pelo preço de mercado, os produtores brasileiros terão prejuízo.

Sem contar a tradicional inveja: os importadores estão ficando “bilionários”. Se for verdade, é mais uma boa oportunidade: os plantadores de alho podem se juntar em empresas importadoras e ficar bilionários também. Afinal, eles devem conhecer o mercado melhor do que ninguém.

Mas não adianta: este é um país que proíbe postos de combustível self-service e onde ônibus não podem andar sem cobrador. É um país que tem na constituição um artigo estabelecendo “proteção do trabalhador face à automação”. Se a constituição fosse levada à sério, deveriam ser proibidos os computadores, para preservar o emprego dos datilógrafos, e talvez proibir as lâmpadas elétricas, para preservar o emprego dos fabricantes de lampiões.

É a receita perfeita para um país sub-desenvolvido permanecer assim.

DEU NO JORNAL

CUMPANHERADA UNIDA JÁ FOI VENCIDA

A polícia e o Ministério Público de São Paulo encontraram no celular de Décio Gouveia Luiz, comparsa de Marcola, mensagens que indicam pagamentos feitos a advogados ligados ao PT, diz a TV Record.

Décio Português, como é conhecido, foi preso no dia 15 de agosto. Ele era responsável pelo controle do fornecimento de drogas e pela arrecadação de dinheiro do PCC.

Segundo a reportagem, o dinheiro do pagamento a advogados “teria sido usado para mover ações no Supremo Tribunal Federal e na Organização dos Estados Americanos, a OEA, com o objetivo de derrubar uma portaria do Ministério da Justiça que endureceu as regras nas penitenciárias federais”.

Vale lembrar que em abril deste ano, uma liderança do PCC que teve conversas interceptadas pela PF afirmou que a facção criminosa tinha um “diálogo cabuloso” com o PT.

* * *

Tudo junto e misturado.

Não há novidade alguma nessa notícia.

Quem enxerga direitinho e não tem problemas nas vistas, já sabia de tudo.

PT e PCC são farinha do mesmo bisaco.

Sobre este assunto, o Ministro Sérgio Moro declarou o seguinte: “Espero que não seja verdade“.

Pois fique sabendo, senhor ministro, que tudo passa na verdade, por mais absurdo que isto seja.

Atesto e dou fé.

XICO COM X, BIZERRA COM I

BRILHO NO OLHAR DO AVÔ – 6 ANOS DE BERNARDO

Neto é aquela criaturinha que faz o olho da gente brilhar, quando ele chega por perto com seu sorriso moleque e sotaque de anjo. Ele pede o que quase não pode e a gente dá mesmo sabendo do quase não dever dar. Aquele bombom que maltrata os dentes, aquele chocolate ou até, crime maior, um pouquinho de coca-cola, tudo escondido do pai e da mãe. Tudo dentro daquele Contrato de Cumplicidade que em seu artigo primeiro diz: ‘Não revelar aos Pais nada do errado que seu avô comete’. Até porque quando eles forem avós farão o mesmo com os filhos do meu neto. Parece que estou vendo. A gente ensina a paz mas não resiste a uma luta de espada imaginária entre dois super heróis, ele e eu. Doces encargos do avô. Esse homem de cabelos brancos nunca cansa de ver o mesmo filminho, repetidas vezes, sabendo o final tanto quanto o neto que lhe obriga a isso. Mas, se ele gosta, é bom ver aquele mesmo filminho, repetidas vezes, sabendo o final tanto quanto ele. Contar histórias é outra tarefa própria dos avós. E a gente conta uma, duas, três, dez vezes a mesma história. Não sei qual dos olhos brilha mais, se o nosso ou o dele. Certo mesmo é que quando ele reconta pra nós a história que contamos, é nosso olho que brilha mais. E o avô ri grande que nem menino pequeno. De alegria porque percebe que ele assimilou direitinho os conceitos de união, paz, amizade, amor que a gente tentou passar nas histórias que a gente contou. E aí, inevitável, uma lágrima molha o brilho do olhar de avô. São 6 anos e ele continua a inventar cheiros para o meu jardim. Como não plantar-me num inverno de alegrias para florar risos no meu olhar de avô? Salve Bernardo, que me dá a alegria de ser avô. Feliz 6 anos, meu amiguinho/amigão, meu imenso companheiro. São 2190 dias inventando cheiros no meu pé de alegrias.

* * *

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QUANDO? QUANDO? QUANDO?

* * *

Consultados por esta gazeta escrota, os três tesoureiros que foram condenados por ladroagem disseram que o PT é um partido puro, probo, ético, composto só por gente honesta e que batalha incansavelmente pelos miseráveis e pelos excluídos.

E que não deve ter seu registro cassado de modo algum!

Afirmação que foi aplaudida pelo fubânico Ceguinho Teimoso, nosso estimado devoto luleiro.

Paulo Ferreira, Delúbio Soares  e João Vaccari Neto: o trio de presidiários repleto de probidade e honestidade na administração da tesouraria petêlha

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

O CIRCO “DEUS TOMARA QUE NÃO CHOVA”

Para a colunista do JBF, Violante Pimentel

Início dos anos oitenta.

A temporada de circo popular já estava começando a decair, vertiginosamente, por todo o interior da Zona da Mata do Estado de Pernambuco e outras Regiões por causa da chegada do rádio e da televisão, que invadiram os lares sem pedir licença! O progresso é uma religião cujo deus é o capitalismo!

Nessa época chegou aos arredores do “Sítio São Francisco” de propriedade dos meus pais, um circo sem nome que a gente logo o alcunhou, sarcasticamente, de “Deus tomara que não chova”.

Composto de um palhaço, desmilinguido, pau para toda obra, dois cachorros vira latas, uma macaquinha, um papagaio desbocado e quatro adolescentes filhos do palhaço, buchos cheios de ascaris lumbricoides, que minha mãe ajudou a tratar com ervas do mato e muito leite da jumenta Mimosa, muito aliciada pelos moleques.

Antes da primeira apresentação, o palhaço saiu de sítio em sítio durante o dia numa bicicleta toda “esculhambada”, convidando a população aos berros no megafone que ia haver espetáculo à noite e que começava às oito horas. Aproveitando o ensejo, já que era um circo paupérrimo, pedia alimentos para suster a família aos proprietários dos sítios que visitava. Papai sempre dava mais do que o necessário!

“Fome dá dor de cabeça” – dizia ele!

No dia da primeira apresentação chegou do Recife uma cunhada que a gente chamava de “Cumade Salvina”. Balzaquiana cheia de vida, morenaço alegre, descontraída, desbocada, espevitada, histérica. Cochas grossas, bunda enorme, tarada por homem. Ria de tudo e de todos, “encabulava até a mãe de calor de figo” com suas gargalhadas histéricas e escandalosas”, no dizer de mamãe.

A gente a adorava. Ríamo-nos de se mijarmo-nos!

Sete da noite, taca a gente para o circo assistir ao tão aguardado espetáculo, principalmente a apresentação do palhaço e do malabarista num homem só.
Ao chegarmos ao “circo”, a arquibancada velha e cai mais não cai, já estava toda ocupada de marmanjos e marmanjas da redondeza, cheios de expectativa pela estreia.

Ocupamos mais de oito assentos nas arquibancadas que davam de frente para o picadeiro. Estrategicamente deixamos Cumade Salvina sentada no meio da trupe, fronte a frente com o palhaço.

Antes de sair de casa mamãe recomendou a Cumade Salvina para se comportar com o juízo, “pois suas risadas escandalosas poderiam tirar a concentração do palhaço e malabarista e esse poderia perder a compostura, ficar aborrecido e querer tirar satisfação com ela.”

Mais ou menos às sete e meia da noite entra um adolescente com o rosto todo melado de cal, sobe no picadeiro e, com voz de falsete, anuncia o primeiro número da noite:

– Atenção, minha gente! Vamos receber agora o maior equilibrista da redondeza. Ele consegue movimentar seis troncos de mulungu sem deixar nenhum cair no chão por mais de meia hora!

Fica em cima de uma tábua equilibrada numa bola sem cair no chão por mais tempo e ainda equilibra a bola na cabeça por mais de uma hora sem ela cair no chão!

É fantástico!

Quando o palhaço entra no picadeiro todo lambuzado de tinta amarela, calças e camisa remendada, e começa a movimentar os paus lisos, um espírito zambeteiro baixa em Cumade Salvina que, não contendo o riso, começa a gargalhar sem parar: Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá!…, com o povo ao lado da arquibancada se sirrindo-se de se mijar-se também!

Nesse momento, o palhaço joga os paus para cima e, meio desequilibrado, deixa dois caírem no picadeiro. Desequilibra-se da tábua e cai no chão esparramado também, ficando todo melado de lama, pois havia chovido horas antes e o circo não tinha lona para cobrir todo o teto e o lamaçal fez a festa. Vendo a cena bizarra, hilária, Cumade Salvina não se contém e desaba numa risadagem histérica sem fim, que chama a atenção até do povoado circunvizinho ao circo.

– Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá!… Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá! Quá!…

Encabulado e todo melado de lama, o palhaço pega a tábua e as bolas, se dirige à Cumade Salvina e pede “pelo amor de Deus”:

– Moça, por favor! Deixe das suas risadagens porque quem já está ficando destreinado sou eu! A continuar desse jeito com a senhora com essas risadas altas eu não consigo me concentrar! O espetáculo vai por água abaixo e eu fico sem meu ganha pão!

Mal o palhaço deixou de falar Cumade Salvina desabou noutra risadagem histérica tão da molesta do cachorro que nós achamos por bem pegar o Bonde do Tigrão e partir para casa antes que o palhaço perdesse as estribeiras e tacasse o cacete em toda trupe!

Cumade Salvina tirava qualquer um do sério, até palhaço de circo! Quá! Quá! Quá!

P:S: Hoje, mesmo já beirando os oitenta e cinco, Cumade Salvina continua uma morenaça, sex appeal, fogosa, doida por homem e reclamando da viadagem que empesta o mundo! Quá! Quá! Quá!

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MINISTRA ENFIA UM VÍDEO NO FURICO DA GLOBAL ZISQUERDÓIDE

* * *

Ouvindo esta cacetada da Ministra Damares, lembrei de uma imagem que me foi enviada pela leitora Salvina Maria, residente na cidade de Arapiraca, na bela Alagoas.

Segundo a leitora, o flagrante que está aí no final da postagem mostra o exato momento em que a descerebrada petralha zisquerdóide Miriam Leitão foi gerada.

A leitora está certa. Certíssima.

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

O TALENTO ARTÍSTICO DO ATOR CHARLTON HESTON

Ao pesquisar a biografia desse ator, logo de cara constata-se que, Em 1952, o filme “O Maior Espetáculo da Terra”, transformou Heston numa estrela de primeira grandeza do cinema. A partir dali, seu porte ereto, sua altura e o perfil musculoso, lhe dariam os papéis mais simbólicos nas superproduções em séries dos anos 50 do cinema norte-americano. Em seguida apareceram, Os Dez Mandamentos (1956); – Ben-Hur (1959); – El Cid (1961). Em toda sua trajetória no mundo encantado de Hollyood, Charlton Heston, como profissional abnegado, teve uma vida inteira de austeridade e coerências que fez com que este exuberante ator de 1,88m, atlético, rosto forte, de ossos salientes, se encaixasse com perfeição a personagens como Moisés, Michelangelo, Ben-Hur, João Batista, El Cid ou o Cardeal Richelieu.

Quanto aos filmes FAROESTES estrelados por Heston, como diz o cinéfilo Darci Fonseca, nem bem encostou o cajado e o manto usados por Moisés em “Os Dez Mandamentos” Charlton Heston rumou para Tucson, Arizona para interpretar um cowboy no western “Trindade Violenta”. Para dirigir este faroeste melodramático passado no Texas foi escalado um profissional de primeira qualidade. O filme foi roteirizado por James Edward Grant, roteirista preferido de John Wayne e a bela cinematografia ficou a cargo de outro excelente profissional que três anos antes recebera um Oscar pela fotografia de “Os Brutos Também Amam”. Charlton Heston gostou do roteiro deste filme que encerraria seu contrato com a PARAMOUNT, especialmente porque seu personagem se distanciava em muito da bondade e dignidade de Moisés.

Outro faroeste indígena que não tinha nada a ver com a bondade do personagem Moisés foi a película O Último Guerreiro. Para se ter ideia da brutalidade desse filme eis o diálogo encontrado nele: “Não estou entre homens… Ao meu redor estão animais… Não sossegarei até que o último APACHE esteja morto”. Frases como estas são proferidas por Ed Bannon (ator Charlton Heston), o ‘herói’ de “O Último Guerreiro”, um dos filmes mais racistas e mais preconceituosos dos faroestes já produzidos por Hollywood. Os diretores e roteiristas Marquis Warren e Burnett, convidaram Charrlton Heston e Jack Palance para serem os respectivos protagonistas e conseguiram transformar um enredo ruim num bang-bang dos bons. Porém, O Último Guerreiro é um filme excessivamente cruel, maléfico, impiedoso, crudelíssimo!!! Atribui-se ao General Philip Sheridan, do Exército norte-americano, a frase “ÍNDIO BOM É ÍNDIO MORTO”. Em “O Último Guerreiro” esse raciocínio é levado ao pé da letra e todos os apaches são mostrados como traiçoeiros, bárbaros, ingênuos e por fim, covardes!!!

A figura da qual estamos tratando foi um ator norte-americano notabilizado no cinema por papéis heroicos em superproduções da ÉPOCA DE OURO de Hollywood. Heston se considerava um anti-astro, diante da ilusão que o público criava em torno dos atores de Hollywood, e que depois eram ridicularizados quando apareciam bêbados ou envolvidos em ocorrências policiais. Certa vez, quase oitentão, afirmou: “Sempre levei uma vida respeitável, sou casado com a mesma mulher há mais de 50 anos, tenho dois filhos normais e nunca saí por aí dando sopapos em ninguém depois de uma noitada”, disse ele. Mas Heston também estava enganado. Ele foi um astro de verdade, no sentido literal da palavra e exatamente por ser o oposto de tudo o que o termo representa em Hollywood.

Na política, Charlton Heston chegou a ser um liberal DEMOCRATA e fez campanha para o candidato à presidência John Kennedy. Ativista pelos direitos civis aos negros, ele acompanhou Martin Luther King durante a Marcha pelos direitos civis a Washington, em 1963, chegando a usar uma faixa onde se lia “TODOS OS HOMENS NASCEM IGUAIS”. Em 1968, após o assassinato do senador Robert Kennedy, ele apareceu num programa da TV americana junto com Gregory Peck e Kirk Douglas pedindo apoio para o presidente Lyndon Johnson e sua tentativa de aprovar no Congresso o Ato a favor do controle de armas(?) nos Estados Unidos.

Anos mais tarde diria que nesta ocasião era jovem e tinha sido bobo e tolo. Heston também ficou conhecido como um oponente do MACARTISMO e da segregação racial nos Estados Unidos, que, segundo ele, apenas ajudavam a causa do comunismo mundial, além de ter sido um grande crítico de Richard Nixon, que considerava um desastre. Entretanto, a partir dos anos 80, numa mudança brusca, Heston passou a ostentar posições mais conservadoras, trocando seu registro eleitoral do Partido DEMOCRATA para o Partido REPUBLICANO, apoiando o direito às armas de fogo e fazendo campanha para Ronald Reagan e os presidentes Bush pai e Bush filho.

Além de ter se tornado um fiel REPUBLICANO fanático, muito amigo de Ronald Reagan, também foi um firme defensor do direito dos americanos de usar armas, como demonstrou através da poderosa NATIONAL RIFLE ASSOCIATION, que presidiu durante muitos anos. Charlton Heston nunca escondeu que sempre foi a favor das armas. O astro ganhou o Oscar por seu papel em “Ben-Hur”. O ator americano Charlton Heston morreu em 05/04/2008, com 84 anos de idade em sua casa em Bevery Hills, Califórnia, devido às complicações físicas provocadas por uma doença degenerativa similar a “Alzheimer”.

Veja neste vídeo as imagens dos 40 melhores filmes do ator Charlton Heston, tanto protagonizados pelo próprio, como também incluindo filmes dele desempenhando o papel de ator coadjuvante: