DEU NO JORNAL

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A AMANTE CONTINUA PEIDANDO FURIOSAMENTE

Um habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava agendado para ser analisado na sessão desta terça-feira (25/6), na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), foi retirado de pauta.

No recurso, a defesa pede que o ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, seja declarado suspeito na ação penal relacionada ao triplex do Guarujá.

Com a mudança na agenda, o julgamento do habeas corpus fica para o segundo semestre, em decorrência do recesso do Judiciário.

Gleisi Hoffmann disse que “Lula quer seu julgamento já, conforme a pauta do STF”.

Ela disse também:

“Lula está certo, essa tortura da espera foi longe demais. A ação no STF é sobre a parcialidade de Moro contra Lula. Não é sobre a Lava Jato.”

O criminoso agora quer atropelar Cármen Lúcia e pautar o STF.

* * *

Só o cagatório bostífero de Gleisi Amante Hoffmann não é suficiente pra nos divertirmos neste começo de semana.

Aguardemos a manifestação do causídico Ceguinho Teimoso, com sua furiosa torrente em defesa de Lapa de Corrupto.

Torrente que jorra incessantemente nesta gazeta escrota.

O fato é que o rato da cela de Lula vai ajudá-lo, mais uma vez, a desfazer a mala que o apressadinho já tinha arrumado.

A chicana fica pro segundo semestre.

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

AS ‘MENINAS’ DO CABARÉ DE MBM

Duas ‘meninas’ do cabaré de MBM à espera de fregueses

Maria Bago Mole talvez tenha sido a primeira mulher da vida difícil que se tornou cafetina da Zona da Mata de Pernambuco no Século XIX de visão cabarelística e, segundo comentavam os habituês do cabaré construído à época que recebeu seu nome, ela nunca cedeu o priquito aos garanhões donos de engenho que frequentavam o bordel e lhe davam cantadas a fim de papá-lo, a não ser Seu Bitônio Coelho, o homem que lhe conquistou o coração e rangou o “boca de macaco”.

Assim que chegou à Vila do Vintém, onde se aglomeravam logo cedo os cortadores de cana dos engenhos, carroceiros, guiadores de jumentos carregadores de cana, MBM percebeu que ali estava plantada sua futura profissão: Administradora de Carne Mijada.

Mulher de visão, logo começou a prestar todo tipo de assistência que tivesse ao seu alcance a todas as gentes da Vila do Vintém, principalmente às pessoas idosas que não dispunham de condições financeiras para se tratarem, locomoverem, alimentarem-se…

Simpática e prestativa, de carisma incomum, logo conquistou a confiança dos moradores que viam nela uma espécie de Anjo da Guarda. Ganhou um terreno enorme de esquina com a rua principal de um morador do vilarejo, ponto ideal para ela improvisar um local onde pudesse vender comida aos trabalhadores da cana e, à medida que o comércio ia crescendo, evoluindo, percebeu que poderia explorar um dos ramos mais promissores e lucrativos daquela época que fascina os homens desde que estes chegaram à Terra: administrar priquito alheio. Bastando para isso acolher todas as ‘meninas’ que lhe procuravam em busca de abrigo porque não podiam mais voltar para casa: os pais haviam-nas expulsado e oferecê-las aos cortadores de cana que viviam mais seco do que o mês de janeiro, saciando seus instintos libidinosos nas jumentas pastoradas.

Com uma visão aristocrata para comércio, MBM começou a pensar e organizar o cabaré. Todas as ‘meninas’ que chegavam para pedir-lhe abrigo ela as acolhia, dava-lhes um “banho de lojas”, as produzia da cabeça aos pés e, à noite, colocava-as na “vitrine” às espera de um cliente que pagasse um “programa”.

Dessa forma, com muita de luta, determinação, disciplina e gerenciamento, MBM viu o cabaré crescer, expandir-se e transformar-se num dos maiores puteiros da Zona da Mata, onde os homens se encontravam, saciavam seus instintos sexuais com a ‘meninas’, pagavam bem e com isso o cabaré ia ficando famoso, chegando ao conhecimento dos insaciáveis por sexo das redondezas, boca a boca, e ela com o plano de construir um cabaré descente que levasse seu nome com o dinheiro “arrecadado”, comercializando os priquitos das ‘meninas.’

Para que nada falhasse e tudo transcorresse numa boa durante as noitadas homéricas com os “homens brutos da palha da cana”, MBM sempre fazia uma reunião semanal com as ‘meninas’, explicando para elas como deveriam proceder, comportarem-se diante dos “seus homens”:

– Deem o melhor para os seus parceiros. Cedam ao que eles exigirem, mesmo que vocês achem absurdo. Não se esqueçam de que o que acontecer ali dentro do quarto ninguém ficará sabendo aqui fora e vocês serão as mais beneficiadas porque eles ficarão vindo sempre e quem ganha com isso somos todas nós!

Assim se cumpriu a profecia e o cabaré de MBM entrou para a história dos puteiros da Zona da Mata de Pernambuco no Século XIX.

DEU NO JORNAL

É DE FAZER VERGONHA

Amanhã o STF pode inocentar Lula e enterrar a Lava Jato.

Se isso ocorrer, o Brasil vai se esfarelar.

* * *

Se esfarelar é pouco.

O  Brasil vai se lascar, se fuder, se danar, se encalacrar, se atolar, se sujar.

Francamente, morro de vergonha de viver numa porra de país que tem o órgão máximo de sua justiça composto pelo time que nós bem conhecemos.

É de lascar!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

A cachorra Xolinha ficou de tabaca arrombada depois de tomar conhecimento dos nomes que compõem a nossa ínfima corte suprema

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROQUE NUNES – CAMPO GRANDE-MS

Papa Berto, Primeiro e Único.

Segue mais um texto bem safado meu.

Na verdade é uma piada que eu li em outro blog e apenas ajustei colocando ele dentro de uma história mais comprida.

Grato mais uma vez, seu admirador fubânico.

* * *

MARILUCE

Chamava-se Mariluce e desde pequena fora uma criança feia….muito feia….As más línguas diziam que ela não chorava….miava… mas, deixa isso para lá! Isso são fofocas dos tempos de antigamente que a molecada contava e as fofoqueiras do bairro tratavam de “espaiá”.

Conheci Mariluce na escola… aliás, conheci não! Tomei um susto no primeiro dia do ano, quando a criançada abre o berreiro não querendo ficar em sala de aula, e a “tia”, com a paciência de um faquir tenta colocar a garotada em sala. Aliás, alguém já parou para pensar por que as professoras são chamadas de “tias”? Olha, se alguém souber me avisa, tá?. Santa Cacilda, pensei…. aquilo não era uma menina…. era uma praga rogada em cima de algum desafeto.

Mas, nada que o tempo e a convivência não aplaquem… aliás, essa conversa fiada de inclusão, de tolerância, de politicamente correto é tudo peido…. daquela nossa época de antanho, quando se amarrava cachorro com linguiça, a convivência fazia as pessoas se acostumarem uns com outros. E, até mesmo esse tal de bullying, no nosso tempo chamávamos de “mulação”, todo mundo se divertia e ninguém ficava traumatizado. Trauma hoje é só para essa gente frouxa criada a pão com chá que por qualquer coisa corre para psicólogo. No meu tempo, psicólogo se chamava mertiolate, e daqueles que ardiam….

Bem, crescemos… e sempre estudando juntos…., na mesma série, na mesma turma lá se foi o Primeiro Grau – assim se chamava – ,o Segundo Grau… e a Mariluce na mesma toada que o resto da turma. Apesar da feiura se acentuar com o tempo, eu até gostava dela, pelo menos era uma companhia que, quando estava por perto, com certeza nossos pensamentos estavam na Jerusalém Celeste – ficou vesga, nariz adunco, monocelha, mancava de uma perna e não era chegada a banho…. A turma não via a hora em que ela seria eleita deputada pelo PT, ou então, ser nomeada chefe de alguma repartição pública, pois a dita cuja tinha espírito de sargento de cavalaria reformado.

E do segundo grau fomos para o cursinho, daí para o vestibular – e, por azar do destino, fomos ensalados no mesmo prédio. Até parecia que, Themis, querendo me dar um passa-moleque resolveu fazer daquele cracajá de pente minha nêmesis.

A coisa séria aconteceu foi na faculdade. No primeiro dia de aula. Ela passou bem colocada no vestibular para fazer pedagogia e eu fui estudar Direito. Aliás, fazer pedagogia era uma desculpa, o negócio dela era se alistar mesmo na Infantaria do Exército brasileiro, mas na condução de obus. Pois bem, na faculdade, recepção aos calouros, o famigerado trote, a turma inscrita no sindicato da gozação, ao ver Mariluce lascou…. de primeira, certeira e para sempre: “Espanta Caralho”.

DEU NO JORNAL

CANALHICE FOLHETEIRA

A Folha de S. Paulo está tentando esquentar sua reportagem sobre as mensagens roubadas à Lava Jato.

Nesta segunda-feira, o jornal diz:

“Há entre os integrantes do Supremo quem tenha visto no material fortes indícios de que Moro e os procuradores agiram para manipular o timing do ingresso de
informações sensíveis na corte.”

Isso é mentira.

A própria reportagem reproduziu uma mensagem de Deltan Dallagnol perguntando à PF se as cifras contidas numa lista da Odebrecht correspondiam a doações oficiais. O procurador nem sabia se havia um indício de crime naquela lista, portanto.

Seja como for, assim que tomou conhecimento da lista, por meio da imprensa, Sergio Moro remeteu-a para o ministro Teori Zavascki, que desmembrou o processo.

Em vez de se preocupar com o timing da Lava Jato, o STF deveria se preocupar com o timing dos criminosos, que resolveram divulgar as mensagens roubadas a
Sergio Moro às vésperas do julgamento de Lula.

* * *

A grande mídia oposicionista banânica está cada dia mais suja e mais fedorenta.

Desde janeiro passado que o desespero nas redações só vem aumentando.

Pelos altíssimos índices de aprovação popular do governo e do ministro Sérgio Moro, estes babacas estão gastando gás à toa.

A PALAVRA DO EDITOR

MÍDIA FUBÂNICA

Esta foto eu fiz ontem, na Praia do Paiva, litoral sul de Pernambuco.

Nela aparece o João, chupando picolé e fazendo presepadas com sua prancha.

Por coincidência, na hora do clique passava uma jangada lá no fundo.

Na vela da jangada, um reclame da empresa Bandeirantes – Mídia Exterior.

Pois, dona Bandeirantes, fique sabendo que mídia interior, exterior e de fazer horror é aqui no Jornal da Besta Fubana.

Se quiser anunciar nesta gazeta escrota, a gente cobra bem barato.

Disponha.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Bom dia, com os votos de um bom São João, livre dessas falsas quadrilhas que se tornaram escolas de samba e que, portanto, deveriam estar se aprestando para desfilar no Sambódromo e não nos terreiros imaculados de nossa festa autêntica.

Caro Papa

Cada vez mais admirado com o proceder de considerável parcela dessa “Casa de Mãe Joana”, vulgarmente conhecida como STF, ponho-me em admiração (gostou da afirmação a la Jânio Quadros?) que ainda não tenha aparecido um magistrado de razoável pundonor que chame o feito à ordem e decrete a litigância de má fé [aplicação do art. 17 – CPC] os ilustres causídicos que defendem o Lorpa.

Quem sabe o nosso estimado José Paulo Cavalcanti Filho poderia nos dar, através do Jornal da Besta Fubana, os esclarecimentos necessários ao entendimento e aplicação tão desejados?

Será que vale a nossa Besta provocar o posicionamento?

Respeitosamente

R. Já que é tema jurídico, vou dar uma de sabichão e puxar pelo Latim:

Alea Jacta Est.

A sorte está lançada.

O tema está lançado neste antro fubânico.

Aguardemos as manifestações dos nossos leitores que entendem do assunto.

E também do nosso estimado colunista José Paulo, um dos maiores juristas brasileiros da atualidade.

Feliz São João!!!

DEU NO JORNAL

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

DESIGUALDADE

O prefeito de uma pequena e isolada cidade estava muito feliz. Os dados mostravam que no ano anterior, um quarto dos moradores tinha reformado ou reconstruído sua casa. Com efeito, bastava caminhar pela cidade para notar que havia menos casas velhas e feias, e mais casas novas e bonitas.

A alegria do prefeito foi estragada pela visita de uma comissão de estudiosos, representantes de ONG´s e um alto comissário das Nações Unidas. A comissão disse ao prefeito que, pelos índices oficiais, sua cidade estava despencando no ranking. O prefeito saiu da reunião encucado. Que estatística maluca era aquela que dizia que a cidade estava pior, quando as melhoras estavam tão visíveis?

Naquela mesma noite, um terremoto chacoalhou a região. O prefeito saiu de casa e viu, apavorado, que a cidade havia sido destruída. A maior parte das casas havia desabado, algumas poucas ainda tinham uma ou duas paredes em pé. Enquanto vagava pelas ruas, o prefeito encontrou-se com a comitiva, que saía do que restava do único hotel da cidade. Completamente desorientado, o prefeito ouviu o chefe da comissão dizer:

“Meus parabéns, prefeito! O senhor é um homem sortudo! Nossa opinião desfavorável foi corrigida por este capricho da natureza. Agora, os índices estão muito próximos da perfeição, e sua cidade é um exemplo para o mundo!”

Por incrível que pareça, idéias como estas existem, bem como o tal índice: chama-se “Indice Gini”, ou “Coeficiente de Desigualdade”. Segundo este conceito, se três pessoas moram em uma rua, e as três ganham casas novas, sendo uma delas melhor que as outras duas, o índice piora. Por outro lado, se as três pessoas perderem tudo que tem, o índice não apenas melhora como atinge seu valor máximo.

Claro que se pode dizer que o índice é apenas uma ferramenta matemática, que deve ser analisado juntamente com outros dados, etc, etc. Mas, na prática, o índice é usado da forma que nosso hipotético prefeito testemunhou: é melhor todos serem iguais na pobreza do que todos serem ricos, mas alguns serem mais ricos que outros. Como o progresso, quase sempre, começa pequeno e se espalha aos poucos, os “adoradores de Gini” são quase sempre inimigos do progresso.

Os avanços tecnológicos das últimas décadas tem reduzido a pobreza em todo o mundo de uma forma inédita na história. Segundo o Banco Mundial, 85% da população mundial vivia em “extrema pobreza” em 1800. O índice caiu para 70% por volta de 1900, atingiu 50% em 1966 e em 2017 era de apenas 9%, mesmo com a população tendo triplicado nas últimas sete décadas. Para os políticos e intelectuais cuja carreira depende do populismo, a bandeira da “pobreza” está rapidamente se tornando inútil. Sua substituta é a bandeira da “desigualdade”.

Qualquer pessoa suficientemente cética sabe que é mais fácil conquistar pessoas usando a emoção do que a lógica, e que as emoções “negativas” são ainda melhores. Que fazem então os sedentos por poder? Vão direto aos instintos básicos: a inveja e a cobiça, que não se chamam Pecados Capitais à toa.

Todos conhecem o método: se os mais pobres são os que mais se beneficiam do progresso e da liberdade econômica, não importa: importa que o Neymar ou o Bill Gates ou a Lady Gaga são “ricos demais”. Não importa que um pobre na favela tenha arranjado um emprego, comprado um carro usado, trocado seu barraco feito de tábuas velhas por uma casa de tijolos: importa é que os donos do Wal-Mart ou do Google ganham X vezes mais do que ele. Não importa que um pai possa comprar um computador para seu filho e com isso dar a ele a chance de aprender o que quiser, de uma forma que ele, pai, nunca sonhou: importa é reclamar que em alguma loja de Paris existe algo que o pobre pai nunca vai poder comprar.

A Amazon, maior empresa de comércio on-line do mundo, permitiu a milhares de pessoas no mundo virarem empreendedores, produzindo algo e vendendo através da plataforma Amazon. O Google dá a qualquer pessoa do mundo (exceto as cubanas e norte-coreanas) acesso a uma quantidade quase inimaginável de informação (e de graça!). Mas para alguns é intolerável que seus donos sejam ricos: eles não conseguem perceber que Jeff Bezos e Larry Page não ficaram ricos tirando dos outros, mas sim oferecendo aos outros algo que eles não tinham.

A indústria do entretenimento é uma prova óbvia da redução da pobreza: pessoas não gastariam dinheiro com diversão se não tivessem suas necessidades básicas atendidas. Além disso, é uma grande geradora de empregos e de oportunidades para milhões de pessoas. Novamente, alguns se mostram ofendidos ao saber que as grandes celebridades desta indústria (esportes, música, cinema) ganham muito.

É óbvio que a tal “igualdade” que muitos pedem (exigem, na verdade) é materialmente impossível: como a Apple faria para produzir sete bilhões de iPhones? De onde tirar bilhões de Ferraris para que todos tenham o mesmo “direito” de ter uma Ferrari? Provavelmente é uma vontade que sequer existe: eu com certeza não quero ter uma Ferrari, e não me preocupa nada saber que tem gente que tem dez ou vinte delas. Um dos conceitos básicos da economia diz que o preço de algo depende da relação entre oferta e procura, e é natural e inevitável que existam coisas que não existam em quantidade suficiente para que todos possam ter.

As consequências desta mentalidade aparecem em uma juventude infeliz e ressentida, que é incapaz de apreciar a felicidade porque é obcecada em tentar destruir qualquer pessoa que seja “mais feliz” que alguma outra. Levada às últimas consequências, a ideologia da desigualdade diz que todas as pessoas devem ser tão infelizes quanto a pessoa mais infeliz do mundo.

P.S. Embora eu tenha evitado, neste texto, associar a falácia da desigualdade a um determinado lado político, é óbvio que você, leitor, percebeu que eu estava falando da esquerda. Talvez seja interessante saber que o Coeficiente de Gini, que a esquerda adora citar, foi desenvolvido por Corrado Gini (1884-1965), matemático e sociólogo italiano. Gini apoiou o governo de Mussolini (publicou em 1927 um artigo intitulado As Bases Científicas do Fascismo) e fundou em 1944 o Movimento Unionista Italiano, que pregava a união de “todos os países democráticos” sob um governo mundial. Coincidência?