DEU NO JORNAL

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

TUDO ZERADO…

Comentário sobre a postagem PAULO ROBERTO DO COUTO – GOIÂNIA-GO

Guilherme Almeida:

Balanço das Manifestações de 26 de maio de 2019

Estados participantes = todos + DF

Ônibus destruídos = 0

Nudez pública = 0

Pichações = 0

Destruições de patrimônios = 0

Pessoas usando drogas ilícitas = 0

Confronto com policiais = 0

Símbolos Nacionais queimados = 0

Apoio das mídias = 0

Povo = 100%

* * *

“Cum nóis num tem nada de zero: é 100% de fogo e quebradeira”

DEU NO JORNAL

RANDOLFE RODRIGUES: MAIS UM CEGO APARECE NO JBF

* * *

Ceguinhos banânicos constituem uma nação de gente que me diverte muito.

Adoro as merdas que eles falam e escrevem.

Levantam o astral de nós outros, os que enxergamos tudo que acontece ao nosso redor.

Reduzidas, reduzidíssimas as manifestações: num deu nem 13 no total

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PAULO ROBERTO DO COUTO – GOIÂNIA-GO

Caro Editor,

as manifestações de ontem serviram pra comprovar uma coisa:

Quanto mais os safados e corruptos batem no Presidente Bolsonaro, mais ele cresce.

Até foi criada uma nova massa.

A Massa de Bolo Bolsonaro.

A melhor da praça!

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ASSIM DIZEM OS CHINESES

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, ao chegar no Palácio da Alvorada comentou sobre os atos deste domingo.

“Não houve nenhum incidente. Foram pedir aquilo que todos querem: paz, democracia, liberdade, responsabilidade”, disse Jair.

O Presidente então foi questionado sobre a quantidade de pessoas nas ruas, e respondeu:

“Imagens valem mais do que mil palavras”.

* * *

Imagens valem muito.

Valem mais que mil palavras, diz o ditado chinês.

Mas comentários aqui no JBF valem mais que um milhão de palavras.

A espuma de ódio que o lulo-zisquerdista Ceguinho Teimoso tem babado nesta segunda-feira diz tudo.

Como bom “democrata” das zisquerdas, Ceguinho não reconhece nem com a porra o resultado das urnas ou as  manifestação das maiorias.

A maioria que se dane.

Furioso, louco, colérico, frenético, furibundo, possesso, enraivecido, destrambelhado, entupido de ódio, encharcado de pavor, Ceguinho tá só esculhambando, detratando, baixando o cacete, maldizendo, difamando, xingando, avacalhando as multidões e os sadios das vistas que foram ontem às ruas.

E foram às ruas de Norte a Sul, de Leste a Oeste. Do Oiapoque ao Chui.

Pacificamente, ordeiramente, tranquilamente, vestidos com as cores da pátria, sem mortadela, sem ligações com entidades sindicais ou de qualquer outra natureza. E, sobretudo, sem cachê.

Não havia pelegos, nem terroristas urbanos.

Não aconteceram depredações e nem houve qualquer incidente.

Segundo Ceguinho, as multidões que ontem encheram ruas, praças, praias e avenidas são compostas de idiotas, cretinos, bobos, otários, parvos, tolos, papalvos, tontos, pascóvios e burros. Só ele é gênio, excelente analista político e enxergador dos fatos, mesmo não tendo os olhos sadios.

Na última babada de ódio de Ceguinho, ele escreveu o seguinte:

A aprovação de Bolsonaro está caindo pra caralho. O próximo passo é a renúncia do O Tosco.

Ou seja, o furor odiento contra Messias, O Tosco, eleito por mais de 57 milhões de bestas quadradas, tá aumentando que só a porra. 

De onde ele tirou esta conversa de renúncia e de queda de aprovação pra caralho, vocês perguntem pra ele.

Eu num sei de nada.

Eu só sei das imagens do que aconteceu ontem nas ruas, claras, nítidas, e que valem mais que muitos Mensalões, muitos triplex, muitos sítios e muitos milhões de propina da Odebrecht.

O deputado Kim Kata-Bosta fez previsão dizendo que as manifestações de ontem seriam um fracasso.

Coitado: quebrou o seu lindo fucinho oriental.

Está tão desolado quanto Ceguinho.

“Abaixo Bolsonaro. Volta Adélio Bispo!”

“Eu e Ceguinho quebramos a cara”

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

RUA CHEIA É COISA DE “EXTREMA DIREITA”

Comentário sobre a postagem ROUBAR E ROUBAR

Goiano:

Chegamos a um momento ininteligível e inexplicável da política brasileira:

A extrema direita tomou conta, quer acabar com tudo, inclusive com a educação.

E a boiada adere e aplaude.

* * *

A BOIADA DE EXTREMA DIREITA, NAS DUAS MAIORES CIDADES DO PAÍS (FORA TODAS AS OUTRAS NO RESTO DO BRASIL), APLAUDINDO E APOIANDO O GOVERNO QUE QUER ACABAR COM A EDUCAÇÃO E COM TUDO O MAIS.

UMA BOIADA COMPOSTA SÓ DE GADO SADIO DAS VISTAS E QUE ENXERGA BEM.

ENXERGA MUITO BEM.

SÃO PAULO:

RIO DE JANEIRO:

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GOIANO BRAGA HORTA - ARCO, TARCO E VERVA

ATÉ ONDE CHEGA O AMOR

Por Goyambú Bigeyes, Mestre por Harvard

Um jovem ansioso por conhecimentos dirigiu-se ao guru no alto da montanha e perguntou-lhe:

– Guru, vim de longe, milhares de quilômetros, e subi esta montanha íngreme, só para saber, sedento de conhecimentos e de água, faminto de alimento e justiça, qual é o limite de amor dos pais.

O guru, em meditação profunda, fechou os olhos e disse:

– Meu pupilo, vou contar-lhe um causo que se assucedeu-se em Pernambuco (o guru era nordestino da peste) que lhe revelará os limites do amor paterno:

Um dia, no Recife, a mãe avisa ao pai que o filho tinha uma comunicação a fazer no jantar, dizendo que achava que ele ia comunicar a eles que ele é homossexual.

O pai, assim como a mãe, sendo pessoas de esquerda, o que implica aceitar as diferenças e diversidades, ficou tranquilo, dizendo que tudo bem, se era essa a escolha e esse o caminho do filho, que assim fosse. Fariam tudo para mantê-lo acolhido e nada alteraria o amor que sentiam por ele.

À hora do jantar, sentaram-se à mesa, com uma solenidade desusada, o filho com os pais e uma irmã, que já sabia do problema do irmão e estava temerosa da reação deles à revelação que iria ser feita.

– Pois bem, meu filho, você queria nos dizer uma coisa…?

– Sim, papai e mamãe; queria dizer-lhes que aderi à extrema direita e sou um apoiador de Bolsonaro. Estou saindo daqui direto para as manifestações, para somar junto com o povo em favor desse ser iluminado que veio para salvar o Brasil da corrupção e do desastre econômico. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos! Viva à reforma da previdência, viva às medidas do Moro contra a corrupção, abaixo o Congresso e o STF! Cadeia para Maia! Impeachmente para Gilmar Mendes e toda a cadelada safada!

O pai, sem perceber que o moleque havia enlouquecido completamente, virou-se para ele furioso e disse:

– Porra, seu burro, eu estava aqui tranquilamente pronto para lhe dar o meu profundo amor pensando que tu ias comunicar que tu és viado e tu me vens com uma porra dessas? Fora! Vai para a manifestação e fique por lá, não me ponhas mais os pés nesta casa!

MORAL DA HISTÓRIA: Ser bicha até pode, meu caro pupilo.

(O guru então convidou o pupilo a sair pelo mundo dando a boa nova e pedindo que cada um escrevesse seu próprio entendimento da moral da história para que todos pudessem compartilhar dos seus ensinamentos).

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

NOVOS COMPROVANTES

A todo o instante o cotidiano brasileiro expede comprovantes pelos quais as tecnologias vão, crescentemente, expandindo o desábito à leitura, no papel.

No dia 7 de abril, por intermédio do texto publicado aqui no JBF, intitulado APOLOGIA AO LIVRO, exaltei a importância desse companheiro, fiel, desapaixonado, o livro. Porém, apontei circunstâncias que concorrem para a sua gradual obsolescência.

Afirmei que os livros já são encontrados rotineiramente nos lixões e que a inapetência à leitura, à beira do enjoo, por sobradas razões sugere conjecturar que as gerações pósteras poderão incorrer em falta grave, quiçá contravenção, se forem flagradas em ato de leitura ostensiva. No mínimo, será encaminhado a um manicômio aquele que, em via pública, se detiver às páginas de um livro. Por essa afirmativa tachas me vieram ao lombo: exagerado, escatológico, disparatado, hiperbólico, airado e por aí além.

Pois bem, agora me chega a notícia, fidedigna, relativa à colisão frontal entre dois caminhões. Um transportava frangos abatidos, o outro, livros. Em vinte minutos um magote de circunstantes encarregou-se de saquear completamente a carga de frangos não sobrerrestando sequer um naco de galináceo para uma canja a um enfermo.

No dia seguinte compareceu ao local dos destroços um inspetor educacional, incumbido de erguer um relatório circunstanciado acerca do que sucedera ao caminhão livreiro. Tomado de assombro o inspetor, — até então de face decomposta em desgosto —, constatou, satisfeito, que, salvante o escangalho das embalagens, nenhum livro fora furtado pelos saqueadores.

Tudo bem que livros e letras não fazem parte do cardápio dos que, entregues ao propósito de guarnecer-se de provisões de boca, habitam as franjas da sociedade.

Porém, com o perdão da virtude que me faz companhia desde o berço sertanejo, os saqueadores se houveram muito mal em não expandir suas práticas ilícitas ao carregamento livresco, subtraindo pelo menos um livro, ainda que a título de curiosidade. Se tal houvesse ocorrido isso se prestaria a refrigerar o ideário do livro que é o de ter sido concebido para tornar-se andejo, viver pelos caminhos, de mão em mão, de porta em porta, não em caixas mortuárias, se deslocando em múltiplas direções, procedimento similar ao das abelhas que, ao alçarem voo em busca do néctar, prestam valioso serviço à natureza e à humanidade. Durante o seu trajeto, as abelhas vão espalhando, naturalmente, por sobre os ovários das flores, os grãos de pólen que carregam nas suas corbículas, realizando, desse modo, a polinização responsável pela fecundação de frutos e, consequentemente, das árvores.

O fato da carga livreira ter recebido apenas olhares desinteressados dos saqueadores acentua a convicção de que o livro se encaminha, desapressadamente, para o rol das peças museológicas. Não é achismo, é realismo exato.

Quem já foi herói da utilidade, quem já prestou inestimáveis serviços, agora vai-se encaminhando para a obsolescência, para a necrópole da desutilidade. O sopro da modernidade é impiedoso, empurra todos para o ostracismo. Que diga o carro de boi, o jumento e outros personagens. Que amanhã o livro não seja tão caluniado e vilipendiado quanto sucedeu ao jumento!

Mas assim como um tango triste vivifica Carlos Gardel e a Guerra de Carnudos ressuscita Euclides, tu reaparecerás neste leitor escasso, amigo livro, sempre que uma tecnologia se propuser a substituir a tua linguagem.