PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

DE LONGE – Alda Lara

Não chores Mãe… Faz como eu, sorri!
Transforma as elegias de um momento
em cânticos de esperança e incitamento.
Tem fé nos dias que te prometi.

E podes crer, estou sempre ao pé de ti,
quando por noites de luar, o vento,
segreda aos coqueirais o seu lamento,
compondo versos que eu nunca escrevi…

Estou junto a ti nos dias de braseiro,
no mar… na velha ponte… no Sombreiro,
em tudo quanto amei e quis pra mim…

Não chores, mãe!… A hora é de avançadas!…
Nós caminhamos certas, de mãos dadas
e havemos de atingir um dia, o fim..

Colaboração de Pedro Malta

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

A PALAVRA DO EDITOR

ORTOGRAFIA PROLETÁRIA

Esta intelequitual dos peitinhos duros aí de cima, militante petêlho-lulo-zisquerdóide, deve ser estudante de Letras da USP.

Ela com certeza está se preparando pra ser professora de Língua Portuguesa, especializada em Ortografia.

Eu queria mesmo era ver o jegue Polodoro se “mechendo” enquanto enfia a pajaraca no furico dela.

Ela iria fazer a mesma cara que está fazendo a jumenta nesta foto aí embaixo.

Polodoro enrabando uma asna petista, integrante do movimento “Lula Livre”

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROGERIO ARAUJO – ITATIBA-SP

Nobre editor

Segue a foto de um docinho indigesto para a esquerda de merda do Brasil.

Abraços

R. Caro leitor, você cometeu uma tremenda duma redundância ao utilizar a expressão “esquerda de merda”.

Toda esquerda é bostosa por natureza.

Vide PT, PSOL e PCdoB, por exemplo.

Agora, aqui entre nós:

Acho que este negócio roliço com a cara do galêgo Trumpão, ao invés de “docinho”, tá parecendo mais uma mão-de-pilão, um toco de pau grosso, um cassetete de bom calibre, uma pica de jumento…

E por aí vai.

Enfim, um negócio bem grosso e comprido pra enfiar no furico dos zisquerdistas não só de Banânia mas de todo o mundo.

Nicolás Maduro iria ter orgasmos bolivarianos com esse “docinho” enterrado todinho no rabo!

A PALAVRA DO EDITOR

CONVERSA PRA BOI DORMIR

Hoje de manhã, sábado, 18, estarei no programa Panorama Popular, da Rádio Farol, cidade de Catende, aqui no interior de Pernambuco.

Uma das maiores audiências da Mata Sul, Agreste, Litoral Sul e norte das Alagoas, sintonizada em mais de 42 municípios.

O programa é apresentado por Manoca Leão, um palmarense arretado.

O tarrabufado começa às 10 horas da manhã e vai até o meio dia.

Agora vejam só o exagero da vinheta que a rádio está divulgando desde o começo da semana:

Eu nem sabia que era isso tudo.

Até Historiador e Poeta!!!

Vôte!

Pra ouvir o programa, clique na imagem abaixo e fique de orelhas em pé, pois vai ter conversa mole que só a porra e muito miolo-de-fossa.

Antes de chegar em Catende, darei uma passada em Palmares, minha terra de nascença.

E lá também vou conversar besteira na Rádio Cultura, no programa Nos Tempos do Ferroviário, comandado por Wilson Monteiro, um radialista campeão de audiência naquela beirada de rio.

O programa começa às 8:15.

O Ferroviário era um clube que lá existia nos anos 60/70, palco de muitas festas, danças, namoros e tiradas de sarro.

Um recanto que a minha geração guarda no coração com muito carinho.

Hoje em dia o Ferroviário não existe mais e no local só restam as saudades de um tempo que não vai se apagar nunca.

Para sintonizar a Rádio Cultura, é só clicar na imagem abaixo:

Conto com a força e a participação de todos vocês!

Agradeço antecipadamente a audiência do meus diletos leitores fubânicos.

JOSÉ NARCELIO - AO PÉ DA LETRA

EXTREMA GRATIDÃO

Passados 74 anos desde o fim da II Guerra Mundial cidadãos italianos das comunidades de Camaiore, Montese, Massarosa, Stafolli, Fornovo de Toro e outras, externam gratidão aos combatentes brasileiros, reverenciando as suas memórias.

Sete monumentos atinentes aos feitos de pracinhas do Regimento Sampaio, integrantes da Força Expedicionária Brasileira (FEB), estão espalhados por essas localidades.

Dos 25 mil expedicionários enviados para a Itália para libertar o país do nazifascismo, 465 morreram e cerca de 1.300 ficaram feridos. Apenas na sangrenta batalha de Montese, que durou quatro dias, 34 soldados morreram e 375 resultaram feridos.

A FEB desembarcou na Itália no dia 2 de julho de 1944. A partir daí começou a ofensiva que libertou várias cidades das regiões da Toscana e Emília-Romanha, sendo o momento mais crítico a tomada de Monte Castelo, numa batalha que durou quase três meses.

Um cemitério em Pistóia abrigou por 15 anos os soldados mortos em combate no solo italiano. Em 1960, os restos mortais foram exumados e transferidos para o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro.

No dia 2 de novembro de todos os anos são realizadas solenidades em homenagem aos soldados da FEB, responsáveis pela libertação das cidades acima citadas, do jugo alemão. Em Montese, adultos e crianças reunidos ao ar livre, cantam o hino da FEB, em português.

Isso mesmo. Todas as crianças do ensino básico aprendem letra e música do belo hino da Força Expedicionária Brasileira, numa manifestação pública de extrema gratidão para com o nosso país, por haver emprestado soltados para arriscar a vida em outro continente, para livrar comunidades italianas do jugo alemão.

Agora, façamos uma pausa sobre a nossa história e foquemos no que realmente almeja esta matéria. As crianças de outro hemisfério que homenageiam brasileiros cantando o hino da FEB, certamente, conhecem e cantam, também, os hinos que representam a Itália.

E no Brasil, como funciona essa questão? Aqui, temos quatro principais hinos: Hino Nacional do Brasil, Hino à Bandeira, Hino da Independência e Hino da Proclamação da República. Eu aprendi todos eles quando estudei em escolas municipal, estadual e de orientação católica. Fez-me bem tal prática, pois elevou meu sentimento patriótico.

Hoje, as crianças do meu Brasil varonil sequer concluem corretamente os versos e estrofes da letra do hino nacional, autoria de Joaquim Osório Duque Estrada. Isso porque a prática sistemática de interpretar o hino nacional brasileiro nas escolas, simplesmente acabou-se.

Animei-me quando soube que voltaríamos a cantar o nosso hino, diariamente, nas escolas. Tão logo lançada a ideia, forças contrárias ao ato cívico atuaram, e ela morreu no nascedouro. Se visitarmos Montese, e alguma criança da comunidade pedir para cantarmos um dos hinos brasileiros, com que cara ficaremos?

Só nos resta agradecer a extrema gratidão daquele povo por cultuar nossos heróis ali tombados e, até hoje lembrados.

PENINHA - DICA MUSICAL