A PALAVRA DO EDITOR

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

QUANDO PAPAI ME FEZ…

Quando meu papai me fez
Diz ele que caprichou
Começou no escurecer
E a noite inteira levou
Não faltou material
A gala era especial
Mamãe também cooperou.

Capricharam nos olhinhos
Na boca, queixo e nariz
Minha mãe abriu as pernas
E o velho passou o giz
Assim foram desenhando
E formato fui ganhando
Naquele dia feliz.

Quando painho chegou
Largou logo a lazarina
E disse para mainha
Hoje eu faço uma menina
Os documentos lavou
E com mamãe se deitou
E apagou a lamparina.

Numa cama de pau duro
Começou o rebolado
Meu velho ia e voltava
E mamãe fazendo agrado
Para eu não nascer feia
Fizeram na lua cheia
E foi bom o resultado.

AUGUSTO NUNES

NEURÔNIO EM PANE

Dilma viaja pela mitologia grega para encontrar culpados pela obra de destruição do Brasil quase concretizada pelos governos petistas

“A abertura da caixa de Pandora tirou os monstros do armário, jogou economia no buraco, destruiu políticas sociais e inviabilizou o que construímos desde o fim da ditadura. E deu no que deu: ascensão da extrema direita, prisão de Lula e Estado de Exceção. #3AnosdeGolpe”.

Dilma, no Twitter, culpando “a abertura da caixa de Pandora” pela quase destruição do Brasil realizada pelos governos petistas e que só não se completou porque Dilma Rousseff foi demitida do Palácio do Planalto por justíssima causa.

DEU NO JORNAL

CHARGE DO SPONHOLZ

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SONIA REGINA – SANTOS-SP

Quem Cala Consente

Essa frase é antiga, às vezes calamos até porque não estamos prestando atenção em algo que não nos interessa, mas, continua o consentimento.

Será?

Não!

Calamos muitas vezes para ver se murcha um papo desinteressante, ou apenas por educação. Calamos até porque não desejamos ficar discutindo um assunto que o outro tem ideia formada e neste caso, é perda de tempo. Aliás, os afeitos a darem conselhos gostam de propagar a “Intolerância”, ou seja, tolerar o outro e até onde entendo, não significa aceitar.

Interessante notar que certos conceitos são aplicados sempre de acordo com a música que está tocando, se interessa, segue o baile, quando não interessa, pára o baile a orquestra está desafinada.

Eu não consigo ficar calada com o bombardeio que está sendo feito em cima do Ministro Moro. Todos os dias fazem a contagem das derrotas que já teve no governo.

Hoje, o assunto é o motivo pelo qual aceitou o cargo e tudo porque ele, ao ser questionado sobre uma entrevista do Presidente se disse honrado caso recebesse um convite para o STF.

Já por dedução, entendem e tentam induzir ao cidadão que houve um acerto. E se houve, qual o problema?

Transcrevo nota que li hoje no site O Antagonista da líder dos despejados:

Gleisi Hoffmann agora acusa Sergio Moro de corrupção passiva:

“Artigo 317 do CP, corrupção passiva: ‘Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem’. É no que incorreu Moro ao barganhar vaga no STF.”

A verdade é que o Ministro Moro tem grande prestígio no conceito dos brasileiros de Bem e no dia em que bandido elogiar a Justiça, podemos viajar para a Sibéria e levar um biquíni de praia. São poucos que falam no fato de estarem tentando atrapalhar seu trabalho. Ora, por que não entrevistam aqueles que votaram para lhe tirar o COAF das mãos e perguntam o motivo?

Fico na dúvida ouvindo a toda hora que O Governo foi derrotado!

E o cidadão, faz ou não parte do governo?

O governo quando é derrotado, eu ganho ou perco?

Não estou entendo muito bem quem está dirigindo a Nação, se é o Presidente no qual votei, se são os responsáveis pelas duas casas legislativas, se é o tal do Centrão, ou o STF.

Ouvi dizer que a República é composta por três poderes “Independentes e Harmônicos”, será que ouvi errado ou foi mais uma notícia falsa.

Cadê a harmonia?

CHARGE DO SPONHOLZ

A PALAVRA DO EDITOR

ABAIXANDO O NÍVEL

Nesta terça-feira, 14, vou ser entrevistado na Rádio Universitária Paulo Freire, daqui do Recife.

É isso mesmo que vocês leram: Rádio Paulo Freire.

Uma rádio da Universidade Federal de Pernambuco.

O babado começa ao meio-dia.

O programa, pelo que me informaram, ficará à disposição da distinta freguesia no Youtube.

Meu lindo fucinho abrilhantará a tela dos curiosos que quiserem acessar. Parece que não tem transmissão ao vivo.

Nome do programa: O Cuscuz com o quê?

Enfim, um programa que tem “cuscuz” no título, desperta o apetite de qualquer um.

Segundo a mensagem que me mandaram, o programa “tem como eixo temático o nordeste e sua cultura

À falta de gente melhor pra ser entrevistada, convidaram este Editor.

O abaixamento de nível da programação radiofônica está se alastrando com muito vigor, chegando até mesmo às rádios das escolas superiores.

Convidar um cabra abestado feito eu é porque tá faltando mesmo gente que preste na praça.

Vôte!

ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

MORREU DORIS DAY AOS 97 ANOS

Ontem, dia 13 de maio, segunda-feira, morreu a atriz Doris Day, ícone de Hollywood nas décadas de 1950 e 1960. A cantora e atriz morreu aos 97 anos, deixando reconhecido legado cinematográfico. Doris Day, que era americana, encantou-se aos 97 anos. Segundo a fundação que leva o nome da artista, ela morreu na manhã desta segunda-feira (13) em sua casa em Carmel Valley, no estado americano da Califórnia. Ela estava cercada por amigos e família. Ao longo da história, a indústria cinematográfica juntou duplas lendárias cuja química arrebatou o público. Entre tantas, destaca-se a dupla formada por DORIS DAY e ROCK HUDSON. Juntos trabalharam em três ótimos filmes: o primeiro se deu há exatamente 60 anos que foi Confidências à Meia-noite (1959). Logo depois vieram Volta Meu Amor (1961) e Não Me Mandem Flores (1964).

Com sorriso, simpatia e cabelos loiros, a atriz foi estrela de sucessos de bilheteria tanto como atriz quanto cantora. Gravou também para trilhas como a de “O Homem que Sabia Demais” (1956), filme dirigido por Alfred Hitchcock. A música era “Whatever Will Be, Will Be (Que Será, Será)“. Doris Day era considera pelos críticos de cinema da época como uma versão alternativa (e um pouco mais “inocente”) de Marilyn Monroe. Na década de 80 ela diminuiu o ritmo da carreira como atriz e cantora e Passou a se dedicar à proteção dos animais, com a criação de uma fundação. Atitude esta, que levou Brigitte Bardot (hoje com 84 anos) também a se dedicar e defender a natureza e os animais. Juntas lutaram muito pelo final das touradas e das brigas de galo, e pelo fim da criação de animais para a fabricação de casacos de pele.

Apesar de bonita e dona de uma voz incomparável entre as cantoras brancas, a carreira de Doris Day parecia irremediavelmente condenada a filmes regulares ou sofríveis. Em 1953 ela faz um faroeste intitulado, “Ardida Como Pimenta” não é uma comédia-musical apenas divertida. Doris, com a ajuda de Howard Keel transforma o filme num dos espetáculos mais hilariantes do gênero. A mulher indisciplinada, corajosa, fanfarrona e que atira igual a um homem, como num conto de fadas se torna sensível, meiga e irresistível como uma Cinderela. Conforme nos conta o cinéfilo Darci Fonseca, mesmo vestida com seu ensebado traje de couro cru, quepe da Cavalaria, botas e Colt no cinturão, a Calamity Jane de Doris Day não permite que o espectador deixe de ver nela uma muito atraente mulher.

Doris Day foi uma das maiores artistas, pelo seu talento natural, tanto em comédias, dramas e musicais que atuou. Não reconhecida em sua época. Muitos críticos não a apreciavam, foi prejudicada pelo estúdio, que não lhe davam papéis a altura de sua capacidade interpretativa e só escolhiam roteiros fracos, não condizente com seu talento. Os filmes (e os discos também), estão todos aí para comprovar o incrível talento de Doris Day. Sem dúvida uma das maiores estrelas do cinema de todos os tempos. E possivelmente a mais versátil. O faroeste-comédia-musical “Ardida Como Pimenta” foi o melhor filme de Doris Day até então (1953) e seu primeiro verdadeiramente grande sucesso de bilheteria. A canção “Secret Love” vendeu rapidamente um milhão de cópias e o LP com a trilha sonora do filme teve também grande vendagem.

Dançarina, cantora e atriz, a norte americana, Doris Day, se destacou na fase áurea de Hollywood, como uma das comediantes mais simpáticas e também como cantora, com uma das vozes mais agradáveis do cinema. Ficou conhecida como uma mulher independente e espevitada. Fez comédias de grande sucesso na década de 60, junto com o ator Rock Hudson. Doris Day atuou em filmes como “Confidências à Meia-Noite” (1959), “Volta, Meu Amor” (1961) e ao lado de James Stewart em “O Homem que Sabia Demais” (1956), de Alfred Hitchcok. Neste, ela cantava uma das músicas mais famosas na sua voz, a clássica “Que Será Será (Whatever Will Be)”.

Durante grande parte de sua carreira, Day reinou como a principal atriz nas bilheterias de Hollywood, era adorada pelo público que pagava para vê-la em musicais, comédias, filmes de suspense e faroestes. A estrela loura, cuja carreira abrangeu quase 40 filmes de 1948 a 1968. A renomada especialista em cinema Molly Haskel já a chamou de “A MAIS SUBESTIMADA E DESVALORIZADA ATRIZ DE HOLLYWOOD”. Os críticos, no entanto, eram menos fascinados pela atriz. Ela recebeu apenas uma indicação ao Oscar, justamente por “Confidências à Meia-Noite”, estrelado por ela e Rock Hudson.

Seu verdadeiro nome é Doris Mary Ann von Kappelhoff, ela estava reclusa há bastante tempo, quando passou a se dedicar exclusivamente à Doris Day Animal Foundation, organização que trabalha em prol dos animais, a atriz quase não apareceu na mídia nas duas últimas décadas. Apesar de ter provado seu talento nos filmes e nos musicais, ela ficou com fama de “careta” e “conservadora”. A atriz teve quatro casamentos e apenas um filho, Terry Melcher, que morreu em 2004. Após a tragédia, Doris decidiu se afastar dos holofotes.