CANALHAS TOGADOS ENTERRAM A LAVA JATO

* * *

Vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha, vergonha…

Paiszinho fela-da-puta é esse nosso, com um supreminho minúsculo, vergonhoso, safado, sujo, enlameado.

Eles vão acabar atingindo o grande sonho que vive na cabeça do militante petista Toffoli: tirar da cadeia o maior corrupto da história desta terra macunaímica, o presidiário Lula, engaiolado por grossa ladroagem.

Corruptos e bandidos engravatados estão em festa e irão comemorar com muita alegria nesta noite de quinta-feira.

É pra phuder!!!!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Vamos puxar um corinho em homenagem a estes canalhas togados:

15 Cometários!

EXCELENTE NOTÍCIA PRO FINAL DE TARDE DESTA QUINTA-FEIRA!

O novo requerimento para criação da CPI da Lava Toga acaba de alcançar o número necessário de assinaturas para ser apresentado no Senado.

* * *

Uma excelente notícia.

Pau no furico dessa cambada de togados canalhas!!!

1 Resposta

MARCOS ANDRÉ M. CAVALCANTI – RECIFE-PE

Berto, boa tarde.

Uma homenagem aos apreciadores de poesia, e aos poetas do JBF. Colunistas e leitores.

Forte abraço.

R. Meu caro, complementando sua homenagem ao Dia da Poesia, vou transcrever um poema do meu ídolo, o genial Castro Alves, que encantou-se com apenas 24 anos de idade, deixando uma obra incompleta.

Aliás, esta data, 14 de março, assinala exatamente o dia de nascimento do Poeta. Daí a homenagem

Um poema que vou transcrever intitula-se O Adeus de Teresa, que eu memorizei e que vivia declamando quando ainda era adolescente.

Um poema no qual Castro Alves grafou propositadamente a palavra “orquestra”  como “orquesta”, pra fechar a rima com a palavra “festa”

Fiz suspirar e ganhei muitas meninas lá em Palmares, nos tempos do Ginásio Municipal…

Na verdade, cheguei quase a decorar todos os poemas do livro Espumas Flutuantes, principalmente O Navio Negreiros, que até hoje me deixa emocionado.

O  ADEUS DE TERESA – Castro Alves

A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta a correnteza,
A valsa nos levou nos giros seus
E amamos juntos E depois na sala
“Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala

E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”

Uma noite entreabriu-se um reposteiro. . .
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus
Era eu Era a pálida Teresa!
“Adeus” lhe disse conservando-a presa

E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”

Passaram tempos sec’los de delírio
Prazeres divinais gozos do Empíreo
… Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse – “Voltarei! descansa!. . . “
Ela, chorando mais que uma criança,

Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”

Quando voltei era o palácio em festa!
E a voz d’Ela e de um homem lá na orquesta
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei! Ela me olhou branca surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!

E ela arquejando murmurou-me: “adeus!”

Antonio Frederico de Castro Alves (14/Mar/1847 – 6/Jul/1871)

1 Resposta

NO OLHO DO FURICO

O presidente Jair Bolsonaro marcou um gol de placa ao extinguir mais de 21 mil cargos em comissão e funções gratificada.

Aqueles que petistas, adoradores de boquinhas, ocuparam por três governos.

* * *

Se atingiu mesmo o cu dos petistas, então a medida foi boa.

Excelente!

Tirar os mamadores petralhas das fartas tetas do dinheiro público é uma providência muito salutar.

Deixe o seu comentário