ACABARAM-SE AS DÚVIDAS

Lendo o noticiário de hoje da grande imprensa banânica, acabei com todas as minhas dúvidas:

Foi Bolsonaro mesmo que mandou matar Marielle!!!

O Capitão é um tremendo dum sapatonicida.

Bolsonaro estava no porta-malas do carro que transportava os assassinos.

Segundo apurou esta gazeta escrota, os bandidos estavam cotados pra ser ministros do atual governo.

A fala da presidente do PT, Gleisi Amante Hoffmann, vem reforçar as suspeitas do Editor desta gazeta escrota:

Bolsonaro é o mandante!

5 Cometários!

O “ESTEREÓTIPO DE UM FASCISTA” DE MÁRCIA TIBURI

Lucas Berlanza

O psolista Jean Wyllys terá, ao que tudo indica, uma ilustre companhia em seu nobre ato de resistência contra a terrível e assassina ditadura militar reacionária de Jair Bolsonaro: a escritora petista Márcia Tiburi.

Em entrevista ao UOL, ela, que foi candidata ao governo do Rio de Janeiro exaltando Lula e apresentando basicamente como sua grande plataforma de campanha defender a sacrossanta inocência do presidiário, disse que foi embora do Brasil por sofrer ameaças, inclusive do Movimento Brasil Livre. Disse ser vítima de “milícias midiáticas”, “milícias armadas” e “milícias da maledicência”. Pontuou que não conseguia ir sequer a uma padaria sem receber ameaças de morte. Por conta disso, em missão acadêmica, Tiburi se hospedou em Pittsburgh e agora está de mudança para Paris, sem planos de retornar ao nosso país.

Não é a primeira vez em que falo de Márcia Tiburi – embora deva me antecipar em dizer que será motivo de grande felicidade se for a última. Em agosto passado, diante de sua tétrica candidatura, foi preciso diagnosticá-la como mais um personagem na longa série de demagogos e lunáticos escroques de quinta categoria que tentaram, desde pelo menos Leonel Brizola, seduzir o povo fluminense, conquanto felizmente seu destino tenha sido naufragar em péssima votação.

Pontuei naquela oportunidade que me perguntava como seria possível debater as questões que afligem o nosso querido estado do Rio de Janeiro com uma mulher de 48 anos que mais parece um “estudante” de Diretório Acadêmico daqueles que ficam batendo de porta em porta para interromper aulas de universidades e pedir votos para sua chapa que vai “enfrentar o neoliberalismo”. Ironicamente, é claro; já sabia muito bem que não haveria debate viável algum.

Sobre conversar e debater, Márcia Tiburi se apresentou como uma espécie de especialista, ao publicar seu livro Como conversar com um fascista. “Fascista”, naturalmente, está aí empregado naquela acepção líquida, difusa e despropositada com que socialistas e esquerdistas esclerosados como Tiburi a empregam, em que qualquer um que não tem a mesma cor favorita que eles já é automaticamente a reencarnação de Hitler ou Mussolini. Nesse sentido, o MBL de Kim Kataguiri, que ela acusa de ser um dos incitadores da macabra perseguição contra sua vida, seria um desses protótipos de autocratas.

Muito que bem. Qualquer um que tiver comprado o livro de Tiburi já tem pelo menos dois motivos – tentando ser generoso, decerto há muito mais – para jogá-lo no lixo ou dar-lhe uma destinação digna, como usá-lo de papel higiênico ou forro da casinha de cachorro. O motivo número um foi sua fuga da rádio Guaíba, quando se recusou a participar de uma conversa com Kim Kataguiri simplesmente por ele ser quem é, retirando-se do recinto porque, vejam só, justamente o debate (!) com alguém como ele seria impossível. O segundo, este último fato, que renderemos graças aos céus se for a última notícia que receberemos dela, de que irá embora do país porque os fascistas tornaram sua vida insuportável.

Parece a pessoa mais habilidosa do mundo para “conversar com fascistas”? Seja como for, a narrativa esquizofrênica de que forças autoritárias estão colocando a vida de figuras como Wyllys e Tiburi em tremendo risco – eles não correm mais ou menos risco que qualquer figura pública – se torna ainda mais inadmissível se levarmos em consideração que Tiburi andava fora dos holofotes. Tenho certeza de que, com a nossa memória curta, muitos sequer se lembravam de quem ela era. Já havia me esquecido, confesso, da existência dessa mulher. Se eu sou um “fascista”, e provavelmente sou, ela poderia ficar tranquila, se o que quer não fosse, como bem sabemos, apenas inventar história.

Um detalhe bizarro da entrevista final da pobre exilada política chamou-me a atenção. Reparem: “Um dia eu caí na besteira de entrar no metrô em São Paulo. Fui atacada por um cara que gritava comigo: “eu tenho orgulho de ser fascista! Eu tenho orgulho de ser fascista”. Foi muito assustador porque o sujeito caía no estereótipo mesmo de um fascista, fisicamente até”.

Não duvido da existência de um louco que pudesse ter esse tipo de comportamento, embora sem sombra de dúvidas isso seja um “ponto fora da curva”. De todo modo, fiquei me perguntando o que seria, para Tiburi, “o estereótipo mesmo de um fascista, fisicamente até”. Em primeiro lugar, como pode Márcia Tiburi ficar assustada com um estereótipo? Além do mais, um estereótipo físico (!!) de um fascista.

Físico! Eu me pergunto: como fisicamente um fascista deve se parecer? Um italiano baixinho e parrudo como Mussolini, um alemão bigodudo de fala invocada como Hitler ou um brasileiro de feições nipônicas como Kim Kataguiri? O que é isso, Márcia Tiburi, existe uma feição ou estatura que corresponda mais à imagem do fascista? Não seria isso preconceito, Márcia? Onde estão sua tolerância e sua mente aberta? Uma pessoa com “aparência de fascista” pode ser um cis-gênero-trans-alguma coisa e você nem sabe! Você está sendo muito reacionária e heteronormativa!

Tudo bem, sejamos justos, Tiburi falou em haver um “estereótipo”, não em admitir uma associação automática e irrestrita entre uma coisa e outra. Mesmo assim: um estereótipo deveria ser “assustador”, Márcia? Para alguém que, contrariando a sábia ponderação de Edmund Burke, acredita que uma sociedade pode e deve existir sem nenhum tipo de preconceito, como se pudéssemos avaliar logicamente todos os detalhes concernentes a absolutamente tudo antes de tomar decisões, não é estranho achar que um estereótipo justifica ter “mais medo” de alguém?

Não parece aquela pessoa iluminada que dizia que o assalto é uma reação social justificável ao preconceito e à opressão dos menos favorecidos! Fiquei surpreso e curioso agora; de verdade, até gostaria de saber diretamente da nossa já saudosa pensadora, afinal, qual é o estereótipo físico de um fascista.

Pensando depressa, na verdade, não gostaria. Guardo minha curiosidade para sempre com prazer. Preferiria que Márcia Tiburi nunca respondesse a essa pergunta e fosse com Deus para a companhia da esquerda caviar francesa, para nunca mais voltar.

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SONETO DA MAIORIDADE – Vinícius de Moraes

O Sol, que pelas ruas da cidade
Revela as marcas do viver humano
Sobre teu belo rosto soberano
Espalha apenas pura claridade.

Nasceste para o Sol; és mocidade
Em plena floração, fruto sem dano
Rosa que enfloresceu, ano por ano
Para uma esplêndida maioridade.

Ao Sol, que é pai do tempo, e nunca mente
Hoje se eleva a minha prece ardente:
Não permita ele nunca que se afoite

A vida em ti, que é sumo de alegria
De maneira que tarde muito a noite
Sobre a manhã radiosa do teu dia.

Colaboração de Pedro Malta

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BRUTO? NADINHA!

Há pouco no supermercado Supercop, loja da Av. Ayrton Senna, na Zona Sul de Natal, eu estava na fila do caixa rápido logo atrás de um senhor aparentando seus sessenta e cinco anos de idade.

Alto, agalegado e sardento, bermuda com bolsos cargo, camiseta sem mangas e sandálias de borracha. Trazia um boné desbotado na cabeça e um relógio de metal no braço.

Por a fila não se movimentar muito, talvez como ele quisesse, começou a se mostrar impaciente.

Coçava a cabeça, empurrava a cestinha das suas compras com a ponta de um pé e se virava para cá, para lá, quase num ritual de extrema inquietação.

Na fila ao lado, um pouco menor, havia algumas pessoas com carrinhos de pequenas feiras, mas em volumes superiores aos vinte itens da placa sinalizando o destino dos clientes aos caixas.

Foi justamente nessa fila que encostou uma jovem.

Branca, altura mediana, trazia os cabelos de um lado certamente cortados na lâmina dois de uma máquina, piercing no nariz, camiseta t-shirt preta rasgada e trazendo uma caveira na silk frontal. O short jeans terminava onde começava a sua virilha, rasgado e desfiado. Calçava uma rasteirinha de couro e trazia na mão uma latinha de cerveja, provavelmente aberta ali mesmo no supermercado.

Tanto quanto seu cabelo azulado tirado apenas de um lado e caindo no ombro pelo outro, chamava também a atenção por tatuagens cobrindo os dois braços e, até onde os olhos podiam bater direto em sua pele, descendo pelas coxas e canelas. Se as tinha nas costas eu não pude vê-las. O ângulo não me era favorável.

O senhor à minha frente logo se admirou quando a viu. E eu notei pela cara de admiração e os olhos arregalados sob as sobrancelhas levantadas, como se houvessem reagido a um susto.

E esse senhor não demonstrou o menor constrangimento em ficar a princípio totalmente virado para a jovem tatuada. Depois se virava, empurrava a cestinha no chão com um pé, e se voltava exclusivamente para observar a jovem.

Eu pensei de cá “isso vai dar em merda” porque, pelo canto do meu olho, acabei percebendo a moça impaciente e incomodada com o olhar do homem. Constrangida na verdade.

Não sei precisar o tempo, mas eu acho que uns três minutos depois, após várias viradas para trás do senhor, a jovem resolveu reclamar.

– O senhor perdeu algo em mim? – perguntou diretamente ao homem.

– Eu?! – respondeu com uma pergunta admirada o senhor.

– O senhor sim! Não tira os olhos de mim – respondeu a jovem, chamando a atenção das outras pessoas por um tom de voz acima do normal e bem irritado. Em seguida complementou elevando ainda mais esse tom: – O senhor está me assediando!

– Eu?! Ora mais ‘tá! Agora eu vi o cancro mesmo – respondeu o homem. E antes que a moça pudesse fazer nova reclamação, ele disparou sem pestanejar: – ‘Tou só olhando suas tatuagens. Se não queria mostrá-las tivesse tatuado só seu cu; então mostraria apenas para quem você se arreganhasse.

– O próximo! – gritou a senhora do caixa.

Quase ninguém ouviu seu grito. Uma gargalhada tomava conta das filas.

Sérios de verdade apenas o senhor nenhum pouco bruto e a jovem tatuada.

(Jesus de Ritinha de Miúdo, num domingo que começou alegre e embaraçoso para alguns).

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SONIA REGINA – SANTOS-SP

O BRASIL NÃO É PARA AMADORES

Faz alguns dias, ouvi de um devoto da seita dos despejados, que os brasileiros tiveram um salto no valor do salário mínimo depois de 2003. Correto. O problema é que dinheiro não nasce em arvore. O salário mínimo anunciado pelos governos seja ele qual for, é uma referência para os empresários que, por lei, não podem pagar um valor menor aos seus empregados.

Ora, o empregador tem que repassar esse aumento nos seus custos. Aposentei em empresa privada e tão logo era anunciado o percentual de aumento do salário mínimo, também era confeccionada uma nova lista de preços para venda dos produtos. Ou seja, produtos mais caros nas prateleiras.

Em alguns produtos não é sentida alteração nos preços de imediato pois, sempre existe algum estoque que pode ser utilizado pelo comerciante para não ter um impacto negativo nos seus negócios e até opta por aumentos homeopáticos que, dependendo do produto, passam até desapercebidos.

Vacas gordas e magras

Vamos nos referir aos aposentados que recebem um salário mínimo. Nesse caso, o pagamento é feito pelo INSS. Até onde eu sei, o INSS, paga aposentados com o dinheiro arrecadado daqueles que estão em atividade e contribuem com um desconto mensal em seus rendimentos.

No caso do INSS, só posso entender que havia dinheiro em caixa, portanto, os aumentos foram mais ousados e hoje a coisa mudou de tal forma, que já falam dia e noite sobre reforma da previdência. Alguém consegue explicar essa aritmética? Talvez uma atitude prudente, fosse apenas ler a história de antigo Faraó do Egito, que ficou preocupado quando 7 vacas gordas foram engolidas por 7 vacas magras num sonho profético.

Faltou falar do “Calcanhar de Aquiles”, os funcionários públicos.

Não me atrevo, o bolo cresceu muito e só espero que tenham sabedoria para entender que, todos somos iguais perante a “Lei” e isso se aplica também aos sacrifícios que, são impostos por governos quando resolvem fazer qualquer alteração em sua Constituição.

Termino com a celebre frase:

O Brasil não é para Amadores.

5 Cometários!

TÁ EXPLICADO

Após mais de 60 fases e 91 denúncias contra 426 acusados apenas no núcleo de Curitiba, a Lava Jato, operação policial mais famosa do mundo, completa cinco anos no próximo dia 17.

A investigação obteve 50 sentenças judicias, que inclui 242 condenações contra 155 criminosos. 

O total de penas das condenações que tiveram origem na Lava Jato em Curitiba já atinge mais de 2.242 anos de pena.

* * *

É cada número da porra!

Mas existem outros números também muito significativos.

A Lava Jato conseguiu recuperar mais de R$ 12,3 bilhões surrupiados pela corrupção.

É dinheiro pra caralho!

Apenas em bens bloqueados de acusados e denunciados pela Lava Jato são mais de R$ 3,2 bilhões nos últimos cinco anos.

É por isso que Lula, Gleisi e a petezada são radicalmente contras a Lava Jato.

Tá explicado.

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MAURINO JÚNIOR – PAULO AFONSO-BA

Papa Berto!!!

Receba as minhas mais sinceras saudações, o meu abraço e tudo o mais de bom!!!

Meu amigo, o desmantelo está tão grande e com essa putaria de se auto-proclamar presidente, abre-se um preceito para a auto-proclamação das primeiras-damas!!!

E, inaugurando essa tendência, eis aí o Jeânus Cwyllys!!!

Um abraço e saudações à família!!!

R. Meu caro, este Zé Babaca de Abreu chegou tarde e atrasado.

Ele apenas usurpou a minha ideia.

Há mais de cinco anos que eu já havia me lançado como presidente da República Federativa de Banânia.

A diferença é que minha primeira-dama é mulher fêmea mesmo.

Esse negócio de macho com macho é coisa de frango.

Até na ICAS, a Igreja Católica Apostólica Sertaneja, da qual você é Cardeal, a Papisa é mulher.

Confira na foto abaixo, que foi tirada no bairro do Recife Antigo, no carnaval de 2014:

 

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