CÍCERO TAVARES – RECIFE-PE

Meu caro editor e amigo do coração Luiz Berto:

Recebi o livro do historiador Jeovah Mendes, intitulado Onde Estava JESUS dos 13 aos 30 anos.

Fiquei curioso para ler, pois ele vai se apresentar este mês no programa LERUAITE do genial Falcão e pretende falar de nós: do nobre editor, do Jornal da Besta Fubana e de mim.

Quando for gravado o programa ele avisa.

Vai ser uma fuleiragem que só!

O Jeovah Mendes é uma figura ímpar, honestíssima, que está se erguendo para a vida paulatinamente depois de muitos anos de ostracismo, apesar de ser um dos melhores historiadores papistas do mundo, com oito livros publicados.

Forte abraço do colunista e admirador incondicional

R. Meu caro colunista Cícero, informo que também já recebi o meu exemplar.

Tudo graças a sua intermediação, que me apresentou e me colocou em contato com Jeovah Mendes, esta figura excepcional, um nordestino porreta e de muita verve.

Agradeço de público ao talentoso historiador Jeovah Mendes.

Brigadão pelo envio do seu excelente livro.

Nos dois vídeos abaixo, Jeovah aparece sendo entrevistado por Jô Soares.

Os leitores fubânicos escutem e tirem suas conclusões sobre este cabra talentoso.


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NOSTÁLGICA DA GASTANÇA

Benedita da Silva tem saudade do tempo em que, fantasiada de ministra de Lula, pagava com dinheiro do povo viagens para encontros religiosos no exterior

“Nós, mulheres negras, precisávamos ter a nossa história contada e só vimos isso acontecer, a notar uma evolução de verdade, a partir do PT. Isso não tem discussão. É fato. Se olharmos para a vida de cada uma dessas mulheres vai ficar fácil perceber como as coisas foram melhores durante os nossos governos”.

Benedita da Silva, deputada federal do PT fluminense, saudosa dos tempos em que, fantasiada de ministra do governo Lula, financiava com dinheiro público viagens para encontros religiosos em Buenos Aires, onde se hospedava no Hotel Alvear, o mais caro da capital argentina.

* * *

NEURÔNIO ENLOUQUECIDO

Dilma explica que Haddad perdeu a eleição porque a Justiça persegue Lula, não porque teve mais de 10 milhões de votos a menos que Bolsonaro

“Adotado no Brasil para prender Lula e impedi-lo de disputar a presidência em 2018, o lawfare, uso de recursos jurídicos para fins de perseguição política, está sendo aplicado contra a ex-presidenta argentina. Na Argentina, o lawfare contra Cristina tem objetivo semelhante ao que atingiu Lula: levá-la à prisão para que não concorra à presidência em outubro. Cristina Kirchner é a candidata favorita na disputa com o atual presidente, Maurício Macri”.

Dilma Rousseff, em artigo no site do PT, explicando em dilmês de porta de cadeia que o candidato do seu partido perdeu a eleição porque a Justiça persegue o presidiário de Curitiba, não porque Fernando Haddad, que passou a campanha repetindo que era Lula, teve mais de 10 milhões de votos a menos que Jair Bolsonaro.

1 Resposta

SONETO ANTIGO

Tanto, tanto de amor me eu tenho dado,
hei-me em tantas fogueiras consumido,
que fora de esperar no peito ardido
nada me houvera de ilusão sobrado.

Porém quanto mais sonhos hei nutrido
deste manancial inesgotado,
mais o tenho, no peito, avolumado:
que mais forte é amor, se dividido.

E se o destino tenho marinheiro,
volúvel me não chamem, ou perjuro:
que do amor sou apenas passageiro,

em porto inda o mais doce, não aturo,
e no mesmo travor do derradeiro
já prelibando estou o amor futuro.

1 Resposta

ASSUNTO DE BAIXÍSSIMA RELEVÂNCIA

* *  *

Esta manchete aí de cima foi a chamada em destaque hoje, na página global G1

Prestem atenção no tempo do verbo:

Não é o que vai funcionar ou deixar de funcionar a partir de hoje, coisas que são do interessante de qualquer cidadão.

O destaque é para o que funcionou e o que não funcionou durante o carnaval, assuntos sem qualquer relevância pro cidadão comum.

Pelo menos já sabemos que a putaria escatológica funcionou a pleno vapor e foi notícia até no istranjeiro, com mijada na cara e dedada no furico, ao vivo, a cores e em cima de um caminhão.

Coisas que os muderninhos zisquerdóides consideram demonstrações da mais pura arte.

É o que eu sempre digo: merda por merda, é melhor você acessar esta gazeta escrota.

3 Cometários!

A TECNOLOGIA DO ABRAÇO POR UM MATUTO MINEIRO

O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia…

– É… Das invenções dos homens, a que mais tem sentido é o abraço. O abraço não tem jeito de um só aproveitar! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beradinha…

Quando você tá danado de saudade, o abraço de alguém te alivia…

Quando você tá com muita raiva, vem um, te abraça e você fica até sem graça de continuar com raiva…

Se você tá feliz e abraça alguém, esse alguém pega um pouquinho da sua alegria…

Se alguém tá doente, quando você abraça ele, ele começa a melhorar, e você melhora junto também…

Muita gente importante já tentou dar um jeito de saber por que é que o abraço tem tanta tecnologia…

Mas eu sei!

O abraço é bom por causa do coração…

Quando você abraça alguém, faz massagem no coração!…

O coração do outro é massageado também! Mas não é só isso, não…

Aqui tá a chave do maior segredo de tudo:

É que, quando abraçamos alguém, nós ficamos com dois corações no peito!… Juntos… Dá até pra ouvir o coração do outro.

INTONCE… UM ABRAÇO PRÔ CÊ!!!

PS.: Não fique triste se alguém lhe virar as costas…

Isso significa, apenas, que essa pessoa não pode aguentar a firmeza de seu olhar.

O destino decide quem entra em nossas vidas…

As atitudes decidem quem permanece.

Fonte: Este texto foi encontrado na internet com autoria desconhecida. As pessoas começaram a enviar para os e-mails dos amigos, então, pelo bom humor do assunto resolvi publicar no JBF.

7 Cometários!

O CORONEL BITÔNIO COELHO

O coronel Bitônio Coelho, mas conhecido pelos capangas pela alcunha de Bitõequêi, era um fazendeiro ignorante, mais grosso do que cano de passar tolete. Era desses coronéis que arrancava a unha dos desafetos com alicate e a transformava em paleta de corda de viola.

Qualquer assassino de homem, mulher, matador de aluguel que chegassem à sua fazenda pedindo guarida, ele nunca dizia não, mas mandava o caboclo montar logo no cavalo alazão bruto, ou em boi brabo sem proteção e pegar cobra no mato com a mão e ter de trazer para ele ver e viva! Era adepto de São Tomé.

Odiava ladrão! Quando pegava um traquinando na fazenda, capturava, pendurava de cabeça para baixo no tronco, arrancava-lhe as tripas e pulava corda com elas e o resto do corpo fazia igual ao que Bruno, Macarrão e Bola fizeram no de Eliza Samudio: prensava!

Certa vez chegou um mulatão em sua fazenda, trazido pelos capatazes, assassino confesso da mulher que dizia ter matado por estar lhe botando chifres com um padeiro vizinho.

Seu Bitõequêi mandou o pretão aguardar no saguão do casarão enquanto calçava as botas para espiar a fazenda e vistoriar o gado no pasto junto com os outros capatazes.

Quando se aproximou do caboclo este estava de cabeça baixa, macambúzio, chapéu de palha na mão e com olhar fundo de fome.

Vendo que o negão estava com fome, o homem não perdeu tempo. Chamou uma das governantas da casa, mandou preparar um cuscuz com três pacotes de fubá, meio quilo de carne de charque para o visitante e mandou servi-lo com uma caçamba de leite de vaca tirado na hora. Não deu cinco minutos, o matuto valentão engoliu tudo quase de um trago só, tamanha era a fome!

Satisfeita a barriga, o fazendeiro chamou o caboclo na varanda da casa grande e, com um facão na mão e uma carabina nos quartos, perguntou-lhe o que fazia ali e o que queria dele.

O homem não teve demora nas suas pretensões, e falou:

– Se vosmicê permitir, eu queria ficá aqui por uns dias. É que matei minha mulé e estou fugindo do comissaro da puliça!

Seu Bitõequêi não negou a guarida ao caboclo, mas mandou que ele fosse à mata, pegasse um boi brabo pelos chifres, agarrasse uma cobra surucucu e ficasse em riba de um formigueiro por uma hora, e ainda lhe trouxesse um enxame de marimbondo numa cabaça!

O caboclo tentou argumentar que era uma injustiça as condições impostas pelo fazendeiro, e este argumentou:

– Interessante né seu cabra! Você é ou não é homem valente?! Não matou sua mulher e quer se esconder da puliça? Entonce, aqui é o lugar certo, mas com essas condições que eu meto a todo mundo que chega aqui! Você não vai me decepcionar, vai?

Percebendo não ter outra saída, o caboclo aceitou o desafio imposto. Garrou dum cavalo, danou-se pro mato, laçou o boi, pegou a cobra e veio todo encalombado de mordidas de formiga e marimbondo, apresentar o resultado da empreitada ao patrão.

Necessidade faz sapo voar – disse o caboclo aos colegas da fazenda!

Depois de passar pela empreitada macabra o caboclo ganhou a simpatia do fazendeiro e tornou-se seu capataz preferido ao ponto de tudo que o homem iria fazer o chamava para acompanhá-lo. Até motorista do fazendeiro o caboclo passou a ser.

Certo dia, seu Bitõequêi precisou ir a uma concessionária no Centro da cidade comprar uma carreta Mercedes Bez para carregar cana, capim, adubo, para a fazenda e chamou o caboclo para acompanhá-lo porque naquela altura ele já lhe tinha adquirido sua confiança.

Ao entrar numa concessionária, seu Bitõequêi, com as duas botas meladas de barros, bostas de vaca, de cavalo e fedendo mais do que gambá, se dirigiu ao gerente da loja, que já o conhecia e o recebeu mais uma vez na maior bajulação.

Antes de se sentar com as calças toda suja de bosta, aparecendo os dois ovos murchos por causa da braguilha aberta, se dirigiu ao gerente com o capataz junto com ele todo ancho:

– Ôh! Paulo, me diga uma coisa meu fio: quanto é que custa aquela mecêda amarela que está logo ali na frente?

Antes de o gerente responder, o capataz, metido a intelectual e pensando que ia abafar, interveio e o tentou corrigir:

– Mas seu Bitõe, não é mecêda não, é carreta Mecedes Bez!

Ao que o velho, enfezado e puto, na bucha, respondeu:

– Taí, tu sabe dizê o nome correto, mas não tem dinhêro pra comprá! Eu não sei dizer, mas posso comprá tudo que está aqui na loja! E aí quem manda mais: sou eu ou é tu? De que vale tu sabê falá feito um dôtô e não ter dinhêro pra comprá uma picape velha?

O cabôco pôs o rabo entre as pernas e aprendeu mais uma grande lição na vida: Manda quem pode. Obedece quem é fudido! E, feito um burro, murchou as orelhas, e nunca mais questionou o patrão!

5 Cometários!