SUBINDO DE PATENTE

Por enquanto são os soldados e os sargentos.

Depois virão os tenentes e capitães.

Em breve, chegará a vez de coronéis e generais.

A deserção nas forças armadas da Venezuela está galopante.

Vejam esta matéria no vídeo abaixo:

Vai ter muito serviço pro colunista fubânico Goiano no seu dedicado ofício de fazer a defesa de Maduro, o grande ídolo das zisquerdas brasileiras.

Maduro é um democrata tão radical e sincero que contou até com a presença da também democrata Gleisi Hoffamann na sua festa de posse.

Democrata bolivarianista com democrata petista se entendem muito bem

E, em falando de Goiano, grande poliglota fubânico, este Editor pede encarecidamente que ele traduza o conteúdo do vídeo abaixo, com pronunciamento de desertores do exército madurenho.

Agradeço antecipadamente a atenção que, tenho certeza, irei dele merecer.

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A NOIVA QUE BALANÇOU O PÉ-DE-RABO

Semana passada, dia 19 fevereiro, esta gazeta escrota publicou uma matéria, na seção A Palavra do Editor, que falava sobre um prefeito aqui de pernambuco.

Foi numa postagem intitulada Bairrismo Pernambucano

Era sobre o prefeito da cidade de Camaragibe, um tabacudo que virou celebridade nacional e ganhou espaço em toda a grande imprensa do Brasil, ao chantagear os servidores municipais, obrigando-os a participar do bloco Canário Elétrico, onde a noiva do dito prefeito iria balançar a bunda e sacudir os peitos para o distinto público.

Vamos relembrar o assunto em dois vídeos, uma matéria local, da TV Jornal do Commercio, e uma nacional, do SBT:

Pois quando vi a repercussão que o caso teve, e num sei mesmo o porque disso, se alembrei-me de um causo que é contado pelo meu querido amigo Jessier Quirino, colunista deste JBF.

Trata-se de um causo intitulado Mané Cabelim, que vocês vão escutar no vídeo abaixo.

Repito: num sei mesmo porque se alembrei-me dessa presepada contada por Jessier quando tomei conhecimento do saracoteio do pé-de-rabo da noiva do prefeito de Camaragibe, sacolejando os úberes para apreciação do distinto público. 

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PREFEITO DESINFORMADO

Conflitos em localidades venezuelanas perto da fronteira com o Brasil deixaram cerca de 25 mortos e 84 feridos desde sexta-feira (22), segundo Emilio González, prefeito da municipalidade de Gran Sabana.

Opositor de Maduro, ele contou ter usado rotas clandestinas para chegar a Roraima, onde pediu ajuda internacional neste domingo (24).

Emilio González, prefeito da municipalidade de Gran Sabana

* * *

Cabra besta este tal prefeito da cidade venezuelana na fronteira.

Se ele tivesse conversado com o nosso estimado colunista Goiano Braga Horta – e dele tivesse escutado a real situação da Venezuela -, não teria fugido pro Brasil.

Em comentário postado ontem, Goiano escreveu assim:

“Lula acaba de dizer o seguinte: O Maduro é um problema dos venezuelanos, não dos Estados Unidos.”

O Maduro não é problema dos Zistados Zunidos e nem do Brasil.

O prefeito tem que ficar no país dele não vir pra cá pro nosso país bancar o perseguido. Que se foda e passe fome do lado de lá da fronteira.

Este prefeito tem que ler o JBF e as opiniões de Goiano pra ficar por dentro das coisas e não tomar decisões erradas.

E também tem que parar de usar camisas que representam o imperialismo e o capitalismo, tipo camisa Adidas, como está registrado na foto aí de acima.

Capitalistas, burgueses e reacionários venezuelanos querendo cruzar a fronteira para entrar no Brasil e sendo impedidos pelas forças armadas democráticas do grande líder humanista e liberal Maduro

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A SEDUÇÃO DE JACQUELINE BISSET

Altamir Pinheiro

Há três anos, parecia que a carreira espetacular da atriz estava perdendo fôlego. De repente, ela estava de volta no topo. A PEOPLE WITH MONEY noticiou na segunda-feira (18 de fevereiro), que Bisset é a atriz mais bem paga no mundo, faturando surpreendentes $96 milhões entre janeiro de 2018 e janeiro de 2019, quase $60 milhões de vantagem à frente da sua competidora mais próxima. A atriz britânica tem um patrimônio líquido estimado em $275 milhões. Ela deve a sua fortuna a investimentos inteligentes em ações, propriedades imobiliárias substanciais, acordos lucrativos de patrocínio com os cosméticos CoverGirl. Bisset também é proprietária de vários restaurantes (a rede “Jacqueline Gordona”) em Londres, um time de futebol (os “Anjos de Weybridge”); lançou sua própria marca de vodca (“Pure Wonderbisset – UK”), e está entrando no mercado jovem com um perfume líder em vendas (“De Jacqueline com Amor”) e uma marca de roupas chamada “Sedução by Jacqueline Bisset”.

Conforme nos conta a ardorosa fã de Jacque Bisset, Ana Cristina Marques, apesar de nunca ter casado, Bisset teve quatro companheiros de longa data e é mãe de dois filhos. Mas esta é também a mulher que, ainda como adolescente, se viu “obrigada” a ser modelo para sustentar a família (a mãe francesa, diagnosticada com esclerose múltipla, foi abandonada pelo pai inglês). Apesar disto, sempre foi insegura quanto à aparência, mesmo sendo, em tempos, um sex symbol. Hoje, prestes a completar 75 anos, no seu aniversário de 70 anos de idade ela afirmou ao GUARDIAN que, “As mulheres mais velhas continuam a querer ter sexo, mas os homens não querem dormir com elas”…

Depois de tantos anos a ser cobiçada pela imagem feminina. Apesar de, nas décadas de 1960 e 1970, ter contracenado ao lado de atores como Steve McQueen, Frank Sinatra, Christopher Plummer e Marcello Mastroianni, foram as cenas subaquáticas protagonizadas no filme O Fundo do Mar, de Peter Yates (1977), que levaram o nome Bisset à ribalta. Bela fotografia e uma boa trama sustentada pelo carisma e beleza de Jacqueline Bisset e a atuação sempre forte de Nick Nolte. Com 50 anos no batente — a mais recente participação enquanto atriz remete para o filme BEM-VINDO A NOVA IORQUE, de Abel Ferrara, onde dá vida à esposa de um executivo viciado em sexo, interpretado pelo francês Gérard Depardieu. A história tem um fundo de verdade e inspira-se no mediático caso de Dominique Strauss-Kahn.

Na sua vasta biografia a sedutora tem uma frase emblemática quando afirma que, “Comportamento animal ainda domina homens e mulheres”. Não é à toa que, vestindo camiseta branca molhada em O FUNDO DO MAR (1977) ou transando no banheiro de avião em RICAS E FAMOSAS (1981), Jacqueline Bisset enlouqueceu os homens no esplendor da sua beleza e juventude. “Naquela época nem tinha total consciência do meu poder de sedução’’, conta à Status a atriz inglesa, que se mantém bonita e esguia aos 75 anos. Por receber poucos convites para filmar (“com a idade, acham que virei uma mulher tediosa’’), Bisset agarrou a chance de viver a esposa do banqueiro viciado em sexo (Gérard Depardieu) de Bem-Vindo a Nova York.

Entres os diretores com quem trabalhou, estão mestres como François Truffaut, John Huston, George Cukor, Roman Polanski, e mais recentemente Abel Ferrara e Stephen Poliakoff. Foi este último que lhe deu o papel com quem ganharia o Globo de Ouro 2014 de melhor atriz coadjuvante, na série DANCING ON THE EDGE. Na ocasião, ela fez um dos discursos de agradecimento mais antológicos da premiação tentando explicar o que de fato sentiu ao receber o troféu 47 anos depois de ter levado o prêmio de revelação e, no período, ter sido cinco vezes indicada.

Em uma entrevista dada a imprensa brasileira, Jacque Bisset afirmou que em seus primeiros trabalhos, década de 1960, ela foi constantemente escalada para papéis que valorizavam seus dotes físicos. Em 1977, seu STATUS DE SEX SYMBOL chegou ao auge com o filme “O Fundo do Mar” famoso pelas cenas subaquática protagonizada por uma Bisset trajando apenas camiseta molhada e parte debaixo do biquíni. Além de boa bilheteria, o filme rendeu ao produtor uma frase que se tornou clássica nos bastidores do cinema: “Aquela camiseta me fez um homem rico”. Na ocasião disse a atriz: “Fui completamente enganada ou explorada, não durante a rodagem, mas pelo estúdio. Eles não tinham o direito de usar fotos minhas sob a água para promover o filme. Não estava no contrato”.

Há cinco anos mais precisamente em 2014, um dos rostos mais lindos do cinema de todos os tempos esteve no Brasil para participar do 6º Festival do Cinema em Paulínia e deu uma canja para o Programa de Jô Soares: Assista-a clicando aqui.

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UM ROMANCE PROFÉTICO

“Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era porco.”

Último parágrafo do livro A Revolução dos Bichos, de George Orwell. 

Um livro muito especial na biblioteca deste Editor. Capa da edição brasileira, 2007, editora Companhia das Letras

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CAI A NOITE

Xico Bizerrra

Logo, logo, a tarde já colorida vai se embonitar ainda mais para entregar-se à noite com todo o amor que o arrebol proporciona. Os cantos da Igreja próxima, de repente silenciam e se transformam no encanto dos sinos a badalar para que as janelas se abram e deixem entrar a branda brisa da Ave-Maria. Hora de descanso das sacolas que o homem velho carrega pendurados às costas: suas mãos se postam rezando por um dia de luz diante da escuridão solitária que acompanha aquele alforje de interior repleto de vazios. Árvores tagarelas balbuciam sons incompreensíveis enquanto suas folhas continuam a conversar com o vento, prenunciando o cair d’água que está por vir. As crianças-chuva se protegem no alpendre da casa em que seus pais brincam de se abençoar com a luz do amor. Cai a noite.

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JOAO RAIMUNDO TAVEIRA – SÃO PAULO-SP

Nobre Editor:

Envio uma contribuição para o nosso jornal.

É sobre a presidente do PT, conhecida como Amante na empresa Odebrecht.

Veja só a coerência destes vagabundos esquerdistas brasileiros.

Saudações,

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FRASES DE MÁRIO QUINTANA

Aristeu Bezerra

“A saudade que dói mais fundo e irremediavelmente é a saudade que temos de nós.”

“Confesso que até hoje só conheci dois sinônimos perfeitos: ‘nunca e sempre’.”

“O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente. E assim é com a vida, você mata os sonhos que finge não ver. “

“No fundo, não há bons nem maus. Há apenas os que sentem prazer em fazer o bem e os que sentem prazer em fazer o mal. Tudo é volúpia.”

“Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo… Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude – mas que trabalheira!”

“A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.”

“Há 2 espécies de chato: os chatos propriamente ditos e os amigos, que são os nossos chatos prediletos .”

“Não tem porque interpretar um poema. O poema já é uma interpretação. “

“Só se deve beber por gosto: beber por desgosto é uma cretinice.”

“A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.”

“Quero sempre poder ter um sorriso estampado em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre. E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.”

“O amor é isso. Não prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço. “

“A arte de viver é simplesmente a arte de conviver.. simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!”

“O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.”

“Maravilhas nunca faltaram ao mundo; o que sempre falta é a capacidade de senti-las e admirá-las”

“Viver é acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé a nossa inspiração maior. É buscar nas pequenas coisas, um grande motivo de ser feliz!”

“Se eu acredito em Deus? Mas que valor poderia ter minha resposta, afirmativa ou não? O que importa é saber se Deus acredita em mim.”

“A indulgência é a maneira mais polida de desprezar alguém.”

“O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente…”

“Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente… e não a gente a ele!”

Mário Quintana (1906 – 1994) nasceu na cidade de Alegrete, no Rio Grande do Sul. Ele foi poeta, tradutor e jornalista. É considerado um dos maiores poetas do século XX. Mestre da palavra, do humor e da síntese poética, em 1980 recebeu o Prêmio Machado de Assis da ABL e em 1981 foi agraciado com o prêmio Jabuti. Mário Quintana não se casou nem teve filhos. Viveu de 1968 até 1980 no Hotel Majestic, no centro histórico de Porto Alegre. Nesta cidade, veio a falecer no no dia 5 de maio de 1994.

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