DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

UM GRANDE FILME

Stanley Donen (Abr/1924 – Fev/2019)

Stanley Donen, antigo dançarino que dirigiu alguns dos maiores musicais de Hollywood, morreu aos 94 anos.

Cantando na Chuva”, com Gene Kelly, “Sete Noivas para Sete Irmãos” e “Um Dia em Nova York” fazem parte de sua filmografia.

Donen morreu de ataque cardíaco na quinta-feira (21), em Nova York.

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Sete Noivas para Sete Irmãos é uma produção de 1955.

Vi esse musical no Cine Apolo, em Palmares, quando era criança. E me lembro dele até hoje

Stanley Donen dirigiu um filme que ocupa um lugar especial aqui na minha estante de DVDs.

Trata-se de Cantando na Chuva, que revejo periodicamente, e é estrelado por um trio fantástico: Debbie Reynolds, Gene Kelly e Donald O’Connor

Em homenagem à memória do diretor Stanley Donen, a Editoria do JBF oferece aos seus leitores dois momentos particularmente bonitos do filme Cantando na Chuva.

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A PALAVRA DO EDITOR

A PALAVRA DO EDITOR

MOCOTÓ GROSSO

Seu Luiz, meu saudoso pai, costumava dizer que “mulher só presta quando afina o pau da venta e engrossa o mocotó“.

E complementava sua filosofia sertaneja com esta profunda reflexão:

Mulher é feito saco: quanto mais cheio, melhor“.

Uma frase que ele emendava com esta outra:

“Mulher tem que ter sustança, tem que ter adonde a agente pegar”.

Me lembrei de papai quando vi estas fotos da Deputada Joice Hasselmann, combativa jornalista, bolsonarista e biógrafa do Juiz Sérgio Moro:

Pau de venta e mocotó

Trata-se da parlamentar mais votada de toda a história da Câmara dos Deputados.

Ela obteve mais de 1 milhão de votos na última eleição!

Enfim, não era só papai que gostava de mulher do mocotó grosso. No eleitorado brasileiro tem muita gente que concorda com ele.

Este editor declara publicamente sua grande admiração por esta combativa parlamentar, criadora do maior canal de política do Youtube do Brasil.

Sucesso, Dona Joice!!!

A PALAVRA DO EDITOR

CAGADA GLOBAL

Esta chamada eu vi no Twitter do combativo Movimento Brasil Livre:

Jornal Nacional passa vergonha histórica e publica tweet falso de General Heleno

Uma tremenda duma cagada global.

Mais uma, dentre as muitas cagadas que a Globo vem praticando nos últimos dias.

Clique na imagem abaixo e sinta o fedor da bosta:

AUGUSTO NUNES

SILÊNCIO ABJETO

Augusto Nunes

O silêncio de Lula e seus devotos é tão abjeto quanto a atitude de Maduro

Dilma tratou com carinhos de noiva o farsante que fechou a fronteira para impedir que incontáveis venezuelanos doentes e famintos recebam remédios e comida

Os governos do PT agiram desde sempre como comparsas da Venezuela bolivariana. Sem a ajuda do Brasil lulista, não teria ido tão longe a abjeção político-ideológica que enfim vai amargando sua agonia irreversível. Entre 1999, quando Hugo Chávez chegou ao poder, e 2003, quando Lula se instalou no Palácio do Planalto, os presidentes Bill Clinton e Fernando Henrique Cardoso agiram em parceria para manter em seu devido lugar o governante venezuelano.

Nesse período, Chávez não criou nenhum problema nem se atreveu a protagonizar sequer molecagens. Ele sabia com quem estava falando. Entre 2003 e 2016, Lula ajudou a parir a tirania de um Bolívar de hospício e Dilma transformou-se em babá de um bigode sem cabeça chamado Nicolás Maduro.

Durante 13 anos e meio, o governo lulista se portou como um sabujo da Venezuela bolivariana. O ministro Marco Aurélio Garcia dizia que no país vizinho havia democracia até demais. Entre outras ações repulsivas, Lula torrou o dinheiro dos brasileiros em empréstimos que a Venezuela transformou em doações ao aplicar um calote bilionário. Dilma tratou com carinhos de noiva o canastrão que acaba de fechar a fronteira com o Brasil para impedir que incontáveis venezuelanos doentes e famintos recebam remédios e comida.

Tão asqueroso quanto o comportamento de Maduro e seus asseclas é o estridente silêncio de Lula e seus devotos sobre a crise na fronteira. Mesmo Gleisi Hoffmann, a usina de besteirol que fala até quando dorme, resolveu perder a voz.

Pena que, fechada a fronteira, Gleisi tenha ficado do lado de cá. Além da deputada conhecida como Amante ou Coxa no Departamento de Propinas da Odebrecht, mereciam ter ficado do lado de lá todos os integrantes da seita que tem um ex-presidente presidiário como seu único deus.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARGEMIRO SILVA – OSASCO-SP

Prezado Berto

Parabéns por estar superando mais uma fase de turbulências, inevitáveis a quem voa alto. Seus fiéis seguidores são sagazes e viajam de cintos afivelados.

Aproveito para enviar-lhe um vídeo insólito, a respeito do qual escrevi o comentário a seguir, em forma de cantiga.

“Nós vamos sacudir vocês!”

Enquanto almas se perdem pelo mundo
ao som laico de ímpios carnavais,
nos calabouços espirituais
o apelo do tinhoso cala fundo.

Conventos põem de lado o solilóquio
e rebolam no “We will we will rock you”.

Quando o Salvador enfim voltar
com a missão de julgar vivos e mortos,
ao ver as freiras em requebros tortos
será nelas que o couro vai cantar.

JOSÉ NARCELIO - AO PÉ DA LETRA

EU PECADOR

José Narcelio

Considero-me membro da Igreja Católica Apostólica Romana, mas, respeito quem professa qualquer outra religião… Ou nenhuma. Abracei o cristianismo por orientação familiar. Presumo que todo credo guarda propósitos que, entre outros, visam incutir a paz interior nos indivíduos e tentar promover a concórdia entre os povos.

Na condição de ser humano sou eivado de falhas e, como cristão, repleto de pecados. Preciso manter vivo, no meu âmago, o lume da fé na crença que professo tanto quanto necessito das lufadas de ar que respiro. É verdade que diante de algumas situações ao longo de minha existência essa chama pôde ter tremeluzido, porém, jamais permiti que se apagasse.

A maior provação do cristão consiste em aceitar a palavra divina incondicionalmente. Sem precisar ver para crer. A falta de fortaleza na fé atormenta alguns e gera questionamentos noutros. Sobremaneira, naqueles seres portadores de inteligências privilegiadas, capazes de perscrutar os insondáveis mistérios do universo e de se interrogarem com as suas descobertas.

Stephen Hawking, físico inglês, falecido em 2018, assim manifestou a sua religião: “Cada um de nós é livre para acreditar no que quer e, na minha opinião, a explicação mais simples é que Deus não existe. Ninguém criou o universo e ninguém dirige o nosso destino. Isso me leva a uma percepção profunda. Provavelmente, não há céu, e não há vida após a morte também. Nós temos esta vida para apreciar o grande projeto do universo, e por isso, estou extremamente grato”.

Albert Einstein, um dos maiores gênios da humanidade, afirmava: “Sou um não-crente profundamente religioso”. O físico resumiu a razão de sua existência, assim: “Os ideais que iluminaram o meu caminho são a bondade, a beleza e a verdade”.

Quantas vezes nos descobrimos perguntando a nós mesmo quem somos, de onde viemos e para onde iremos? Em quantas oportunidades, de tanto questionar a unificação de três divindades numa só, tememos nos aproximar da loucura? Onde encontrar a fundamentação para a fé? Na certeza (ou incerteza) da vida após a morte ou apenas no medo do desconhecido?

Todos esses questionamentos acontecem devido a nossa capacidade de pensar. Imaginar. Porém, também é fato que, sem peias nem cabrestos, a imaginação independente pode se transformar num orientador perigoso para os atos do homem, uma vez que todo o mal decorre das consequências de escolhas independentes.

E aí nova dúvida se manifesta: qual caminho trilhar para encontrar o equilíbrio na jornada da vida? Na minha busca incansável para essa pergunta uma resposta se sobressai dentre as demais: o caminho da confiança. Confiar na palavra. Confiar de coração aberto, até mesmo para absorver as dúvidas como ensinamentos de vida. O resto fica por conta de nossas descobertas e aprendizados.

Aprendermos expulsar da escuridão nossos medos para que, sob a luz da verdade, saibamos avaliar as suas reais dimensões. Descobrirmos a sensação de ser mais fácil viver com Deus do que conviver com a solidão. E, também, de encontrarmos em ateus convictos mais bondade e piedade do que em muitos fieis praticantes.

Atrevi-me escrever este texto após ler o desabafo emocionado da viúva de Ricardo Boechat, Veruska Boechat, durante o velório do jornalista, na primeira quinzena deste mês: “Meu marido era o ateu que mais praticava o amor ao próximo…”.

Belo exemplo, todavia, ainda acredito em ninguém estar aqui por acaso!

PENINHA - DICA MUSICAL