UM GRANDE FILME

Stanley Donen (Abr/1924 – Fev/2019)

Stanley Donen, antigo dançarino que dirigiu alguns dos maiores musicais de Hollywood, morreu aos 94 anos.

Cantando na Chuva”, com Gene Kelly, “Sete Noivas para Sete Irmãos” e “Um Dia em Nova York” fazem parte de sua filmografia.

Donen morreu de ataque cardíaco na quinta-feira (21), em Nova York.

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Sete Noivas para Sete Irmãos é uma produção de 1955.

Vi esse musical no Cine Apolo, em Palmares, quando era criança. E me lembro dele até hoje

Stanley Donen dirigiu um filme que ocupa um lugar especial aqui na minha estante de DVDs.

Trata-se de Cantando na Chuva, que revejo periodicamente, e é estrelado por um trio fantástico: Debbie Reynolds, Gene Kelly e Donald O’Connor

Em homenagem à memória do diretor Stanley Donen, a Editoria do JBF oferece aos seus leitores dois momentos particularmente bonitos do filme Cantando na Chuva.

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A ESSÊNCIA DO CONSERVADORISMO (COMO O VEJO)

Percival Puggina

Tendo surgido na história do pensamento como uma reação de civilidade à Revolução Francesa, o conservadorismo preserva, até hoje, essa característica essencial. No livro “Crítica à Revolução Francesa” (1790), Edmund Burke assinala a diferença entre o caráter destrutivo desta e o desejo de criar uma ordem que havia caracterizado a guerra pela Independência dos EUA (1776). Esta marca de natureza fica muito clara no preâmbulo da Constituição que a seguir produziram. Nele, os constituintes da Filadélfia afirmaram o propósito de assegurar, além de outros, a perfeita união, a justiça, a tranquilidade doméstica e a defesa comum, ou seja, a criação de instituições para uma Ordem.

O grande adversário do conservadorismo é o voluntarismo político que inspira as ações revolucionárias destruidoras da ordem e conducentes ao caos. Se possível, assista o filme Trotsky; se não puder, pondere, ao menos, o quanto a mobilização da opinião pública que promoveu as recentes mudanças políticas no Brasil convergiu para o candidato mais visivelmente comprometido com o combate à criminalidade, à impunidade e à desordem geral instaurada no país. A sociedade percebeu que se extinguia a ordem, que se haviam formado estados paralelos e que uma revolução estava em curso. Era uma revolução feita com armas dos criminosos e com penadas da Justiça, com corrupção e mentiras, com mortandades e sentenças, impunidade e leniência, disputa de território e terrorismo. O conservador sabe que a vida em sociedade exige uma ordem que corresponda, tão amplamente quanto possível, ao bem de todos.

Quando os governos de esquerda começaram a fatiar a sociedade brasileira em um sem número de frações e a instigar rivalidades, estavam eles dedicados à tarefa inversa, à de construção do caos.

Isso por um lado. Por outro, o Conservadorismo pressupõe uma relação muito íntima com algo que aparece na Declaração de Independência dos Estados Unidos. Refiro-me às verdades autoevidentes (self-evident) nela mencionadas, ou seja, que somos criados iguais e fomos dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, entre os quais a vida, a liberdade e a busca da felicidade.

“We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness.”

Não há muito mais a ser dito, exceto afastar a ideia errada que caracteriza o conservadorismo como apego à tradição, ao passado e rejeição à mudança. É frágil a amarra do conservadorismo com o que ficou para trás; o futuro é desejável, ora essa! Eu quero o meu! Já não é muito, mas é meu. O puro e cego apego à tradição é reacionarismo. É querer que nada mude. O conservador, ao contrário, pressente a mudança, mas não a acolhe como reitora definitiva da História. Na mudança, a grande maioria dos conservadores reconhece a importância das boas Instituições (as nossas são péssimas, como bem sabemos), da Família, da Educação e da Religião, e se empenhará em preservar aquelas verdades autoevidentes e aqueles direitos inalienáveis, importantes à desejada ordem, esta sim, marco firme de suas escolhas sociopolíticas.

O conservadorismo é irmão gêmeo do liberalismo econômico, com o qual compartilha as ideias de não intervenção estatal na economia, liberdade de mercado e direito de propriedade

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MOCOTÓ GROSSO

Seu Luiz, meu saudoso pai, costumava dizer que “mulher só presta quando afina o pau da venta e engrossa o mocotó“.

E complementava sua filosofia sertaneja com esta profunda reflexão:

Mulher é feito saco: quanto mais cheio, melhor“.

Uma frase que ele emendava com esta outra:

“Mulher tem que ter sustança, tem que ter adonde a agente pegar”.

Me lembrei de papai quando vi estas fotos da Deputada Joice Hasselmann, combativa jornalista, bolsonarista e biógrafa do Juiz Sérgio Moro:

Pau de venta e mocotó

Trata-se da parlamentar mais votada de toda a história da Câmara dos Deputados.

Ela obteve mais de 1 milhão de votos na última eleição!

Enfim, não era só papai que gostava de mulher do mocotó grosso. No eleitorado brasileiro tem muita gente que concorda com ele.

Este editor declara publicamente sua grande admiração por esta combativa parlamentar, criadora do maior canal de política do Youtube do Brasil.

Sucesso, Dona Joice!!!

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PAÍS ÁVIDO POR INTELIGÊNCIA

Rapphael Curvo

Um dos grandes segredos dos países desenvolvidos está na ocupação de suas inteligências na produção de projetos e sua execução. E mais, procuram mundo a fora por essas inteligências dando a eles todo o amparo social e de manutenção, além de suporte ao desenvolvimento de seus projetos científicos e outros. Os Estados Unidos é o País que se utiliza muito dessa ferramenta de captação de cientistas. Não se desperdiçam talentos, mesmo que estrangeiros e fazem de tudo para os manterem em seu território. Hoje, cerca de mais de 60% dos cientistas americanos tem origem em outras Nações. É o maior formador de capacidades e competências e é para lá que se convergem gigantescas massas de profissionais em busca de conhecimento. Sabe-se que a China, como exemplo, já ultrapassou a casa dos 700 mil engenheiros que se especializaram e pós graduaram nos centros de educação tecnológica dos Estados Unidos. A preocupação com essa avalanche é tão grande que o governo americano, desde a eleição de Trump, vem tomando medidas para restringir vistos de acesso as universidades. Existe preocupação do governo de que em cursos, como o de doutorado, ocorra “transferência de informação e conhecimento” e também a “transferência do direito de ideia” dos produtos americanos, disse o líder do governo do presidente Donald Trump.

E nós, o que fazemos para melhorar nossa capacidade de desenvolvimento de inteligências? O problema de perda de inteligências, no caso brasileiro e em sua maioria, já se dá dentro da própria família. Não há uma preocupação, raras exceções, com o desenvolvimento intelectual das crianças. São criadas sem muita orientação cultural e, no geral, entregam às escolas toda sua formação, seja ela formal ou social. Podemos até dizer, a formação de sua personalidade. Como houve uma desorganização na estrutura ética e moral da sociedade brasileira, esses jovens que nasceram na última década do século passado, tiveram como exemplos para suas vidas, valores que se confrontam com o conceito e a postura de vida dentro dos bons costumes. Suas aptidões e possível crescimento intelectual foram bloqueados pela falta, não só da presença familiar, mas principalmente, de péssimo comportamento oriundo dos exemplos dados por líderes sociais e políticos durante o período de formação para a vida adulta. A desestruturação ética e moral dos administradores do País atingiu, em cheio, a educação e, consequentemente, a juventude. Os reflexos negativos são imensos e hoje existem, vagando pela ignorância, milhões de jovens que poderiam estar nas escolas. Ela incutiu na mentalidade desses jovens que há meios mais fáceis de se tornar uma pessoa bem sucedida, como a corrupção e o tráfico. O que se vê são gerações de jovens jogados nas latas de lixo, perdidos e sem qualquer poder de reação ante a sua degradação como pessoa produtiva. Isto não quer dizer que são irrecuperáveis, muito pelo contrário, plenamente recuperáveis se ocorrer um postura diversa do anterior grupo dominante, em ter comportamento e atitudes compatíveis com a ética e moralidade e o pensamento voltado a uma política de Estado e não de governo.

Em artigo anterior mostrei, em dados, a pobreza do Brasil, onde a economia não traduz benefícios ao desenvolvimento do Estado e deste para o povo. Tudo era voltado a políticas de governo, ou seja, as politicagens onde a corrupção fazia morada. Os noticiários de prisões e condenações do alto, médio e baixo escalão do grupo que dominava o Poder, aquele que governava, estão aí para provar o lixo e o lamaçal em que vivíamos. Como então formar gerações de inteligências de que tanto o Brasil precisa? Como esperar outro comportamento de famílias e jovens em formação com a corrupção, a patifaria, os roubos avassaladores do dinheiro púbico sendo comandado pelo maior mandatário do País? O que esperar de um jovem que vê a postura destrambelhada com alta suspeita de conluios da maior Corte jurídica do Brasil, o STF-Supremo Tribunal Federal, em decisões duvidosas e cheias de chicanas jurídicas como exemplo, a do impeachment da presidente Dillma? Ainda há tempo para mudarmos a história de nossa juventude e criarmos caminhos para formação de profissionais de alta competência, inteligência e sabedoria. Limpar nossas escolas e universidades dos ranços ideológicos será o primeiro passo rumo à recuperação da moralidade, respeito, autoridade e avanço cientifico e social do nosso sistema educacional. Todos precisamos apoiar essa atitude, o País está ávido por inteligência.

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CAGADA GLOBAL

Esta chamada eu vi no Twitter do combativo Movimento Brasil Livre:

Jornal Nacional passa vergonha histórica e publica tweet falso de General Heleno

Uma tremenda duma cagada global.

Mais uma, dentre as muitas cagadas que a Globo vem praticando nos últimos dias.

Clique na imagem abaixo e sinta o fedor da bosta:

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SILÊNCIO ABJETO

Augusto Nunes

O silêncio de Lula e seus devotos é tão abjeto quanto a atitude de Maduro

Dilma tratou com carinhos de noiva o farsante que fechou a fronteira para impedir que incontáveis venezuelanos doentes e famintos recebam remédios e comida

Os governos do PT agiram desde sempre como comparsas da Venezuela bolivariana. Sem a ajuda do Brasil lulista, não teria ido tão longe a abjeção político-ideológica que enfim vai amargando sua agonia irreversível. Entre 1999, quando Hugo Chávez chegou ao poder, e 2003, quando Lula se instalou no Palácio do Planalto, os presidentes Bill Clinton e Fernando Henrique Cardoso agiram em parceria para manter em seu devido lugar o governante venezuelano.

Nesse período, Chávez não criou nenhum problema nem se atreveu a protagonizar sequer molecagens. Ele sabia com quem estava falando. Entre 2003 e 2016, Lula ajudou a parir a tirania de um Bolívar de hospício e Dilma transformou-se em babá de um bigode sem cabeça chamado Nicolás Maduro.

Durante 13 anos e meio, o governo lulista se portou como um sabujo da Venezuela bolivariana. O ministro Marco Aurélio Garcia dizia que no país vizinho havia democracia até demais. Entre outras ações repulsivas, Lula torrou o dinheiro dos brasileiros em empréstimos que a Venezuela transformou em doações ao aplicar um calote bilionário. Dilma tratou com carinhos de noiva o canastrão que acaba de fechar a fronteira com o Brasil para impedir que incontáveis venezuelanos doentes e famintos recebam remédios e comida.

Tão asqueroso quanto o comportamento de Maduro e seus asseclas é o estridente silêncio de Lula e seus devotos sobre a crise na fronteira. Mesmo Gleisi Hoffmann, a usina de besteirol que fala até quando dorme, resolveu perder a voz.

Pena que, fechada a fronteira, Gleisi tenha ficado do lado de cá. Além da deputada conhecida como Amante ou Coxa no Departamento de Propinas da Odebrecht, mereciam ter ficado do lado de lá todos os integrantes da seita que tem um ex-presidente presidiário como seu único deus.

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ARGEMIRO SILVA – OSASCO-SP

Prezado Berto

Parabéns por estar superando mais uma fase de turbulências, inevitáveis a quem voa alto. Seus fiéis seguidores são sagazes e viajam de cintos afivelados.

Aproveito para enviar-lhe um vídeo insólito, a respeito do qual escrevi o comentário a seguir, em forma de cantiga.

“Nós vamos sacudir vocês!”

Enquanto almas se perdem pelo mundo
ao som laico de ímpios carnavais,
nos calabouços espirituais
o apelo do tinhoso cala fundo.

Conventos põem de lado o solilóquio
e rebolam no “We will we will rock you”.

Quando o Salvador enfim voltar
com a missão de julgar vivos e mortos,
ao ver as freiras em requebros tortos
será nelas que o couro vai cantar.

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