A VENTA DA PROCURADORA

Uma das coisas mais lindas deste país é a venta da Procuradora-Geral da República Federativa do Brasil.

Vejam que par de buracos nasais belíssimos, emoldurando o beiço superior da dotôra:

A venta da Procuradora Raquel Dodge é um verdadeiro símbolo artístico, de uma beleza infinitamente superior à da venta da petista Gleisi Hoffmann.

Mas o que me veio logo à lembrança, quando olhei esta foto aí de cima, foi a alvíssima cor branca dessa nossa competente e importante autoridade.

Branquela dos zoios zazuis.

Se ela fosse negra e eu a chamasse de Macaca, certamente que os tabacudos dos militantes contra o racismo iriam me baixar o cacete.

Mas como ela é branca, posso chamá-la impunemente de Ursa.

Sem qualquer problema.

Babaca zisquerdóide algum vai me encher o saco.

E se algum vier me aporrinhar, eu mando tomar no olho do furico e no buraco das ventas.

A Procuradora-Geral da República do Brasil fazendo uma pose especial para o Jornal da Besta Fubana, sentada no seu seu majestoso trono

3 Comentários!

LEONARDO M. PEREIRA – MACEIÓ-AL

Grande Berto!!!!!

Abraços aqui das terras alagoanas.

Veja esta grande revelação que fiquei sabendo:

A ida de Jean Wyllys para Alemanha é vingança do Brasil pelos 7×1.

Pode uma coisa dessa???

R. Caro leitor, acho que não é bem assim.

A ida deste baitola escroto pra Alemanha nada tem a ver com a derrota do Brasil por 7×1 na última Copa.

Na verdade, segundo apurou o JBF, Jean Aero Wyllys preferiu a Alemanha, e não a França, como foi cogitado a princípio, porque descobriu que os alemães tem a pica maior que os franceses. Simples assim.

Jean Aero Wyllys anunciou que vai fazer doutorado em terras germânicas.

A Editoria desta gazeta escrota descobriu que o xibungo zisquerdóide já tem até o título de sua tese.

Vai ser este: Tratado Anal-Cuzífero sobre Comprimentos Caralhais no Mundo.

E mais: a orientadora da tese de Jean vai ser Dilma Rousseff, grande intelectual banânica, PhD em Estocagem de Ventos e Cagação de Tolôtes Orais.,

Uma vaca e um doador de furico: parelha zisquerdóide idiotal autenticamente banânica

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O FURICO DO EDITOR VIROU DEBOCHE

Comentário sobre a postagem DOR NO ANEL

Dalinha Catunda:

Meu querido Luiz Berto
Estou com pena de tu
O líquido que te deram
Inchaste igual cururu
Passou o dia cagando
Com isso acabou assando
Todas as pregas do cu.

Porém acho que o pior
Não foi só a caganeira
Foi o que lá enfiaram
Rasgando as tuas beiras
Para adentrar ao teu cu
Compraram lá em Itu
Uma roliça mangueira.

* * *

Um Editor desmoralizado e com o fedegoso servindo de mangação

 

11 Comentários!

BANDO À SOLTA

Augusto Nunes

PT quer limitar as ações de Sergio Moro para que a companheirada continue agindo sem limites

“É preciso estabelecer limites para o Moro. Ele tem lado, não é imparcial nem neutro, como já ficou provado ao condenar o presidente Lula e divulgar delações premiadas para atingi-lo durante a campanha, quando já estava acertada sua indicação para o ministério”.

Patrus Ananias, deputado federal do PT de Minas Gerais, revelando numa entrevista ao Valor que pretende, com a ajuda de Gilmar Mendes, tirar o Coaf do controle de Sergio Moro para estabelecer limites ao ministro da Justiça e permitir que a companheirada continue sem a agir sem limites.

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BBB – BIG BODE BRASÍLIA

Carlos Brickmann

O ministro Sérgio Moro entregou no Congresso os projetos de combate ao crime. O presidente Bolsonaro deve ir hoje ao Congresso com a reforma da Previdência. São dois projetos-chave, promessas de campanha; se derem certo, marcarão seu Governo. O momento é ótimo: o PT mantém a cabeça em Curitiba e a oposição pode ser convencida com baixo custo político.

Mas este é um Governo completo: se a oposição é fraca, os governantes providenciam sua própria e sanguinária oposição. Brigas feias em torno de conversas que, se houve (e houve) não fariam diferença. Bolsonaro e um filho brigaram com o chefe da campanha presidencial, Gustavo Bebianno, e o tocaram do Governo. Motivo? Uma importantíssima divergência sobre telefonemas que foram trocados, ou não foram trocados, entre o presidente e seu até então homem de confiança, Gustavo Bebianno. Os telefonemas, aliás, houve; e tanto o filho do presidente quanto o próprio acusaram quem disse que houve de mentiroso. Importância zero – mas o Governo rachou.

Bobagem? Quem chega ao poder pode ser tudo, menos bobo. Se houve ou não a conversa, isso foi pretexto. Então, por que a briga? Por causa do encontro marcado entre Bebianno e um alto funcionário da Rede Globo, no palácio? Bolsonaro não quer a Globo lá, disse no tal telefonema que disse que não houve. Mas dois de seus auxiliares mais próximos já receberam o mesmo cavalheiro, e ninguém brigou, não. Então, qual a causa da briga?

Sopa de letras

Vale a pena buscar também o motivo que leva o organizador da UDN, mais um novo partido, a dizer que a família Bolsonaro provavelmente irá para lá, abandonando o PSL. Qual o problema que o PSL causou, ou causa, ao presidente e a 01, 02 e 03, seus filhos? Que se saiba, nenhum. Qual será a divergência ideológica entre UDN e PSL? Nenhuma: as duas legendas se colocarão ideologicamente do jeito que Bolsonaro mandar. Por que sair de um partido estruturado para entrar num em estruturação? UDN será mais chique? Quantos eleitores se lembrarão de um partido extinto há 54 anos?

A grande atração

O repórter José Casado, de O Globo, levanta uma questão interessante: o financiamento de campanha. O PSL tinha representação minúscula e, com o impulso de Bolsonaro, formou bancada de 52 deputados. Com isso, uma legenda que recebia R$ 6 milhões anuais de Fundo Partidário passa a valer R$ 115 milhões por ano – e, se os costumes políticos no Brasil continuarem os de sempre, a bancada vai crescer e valer R$ 200 milhões de renda anual. Mas isso depende de Bolsonaro: se sai e leva seus deputados, o PSL volta à receita habitual, baixinha. O presidente do partido, Luciano Bivar, segundo Casado, administra 15% do financiamento eleitoral. Bebianno é seu vice.

A grande solução

O site O Antagonista, que cita a análise de José Casado, avança e aponta a solução do problema: extinguir o Fundo Partidário e o financiamento publico de campanha. Este colunista não vê motivo nenhum para pagar a campanha de um candidato que, a propósito, nem sabe quem é. A questão é política, mas Paulo Guedes daria um jeito rápido nesta sangria de dinheiro.

A hora dos argumentos

Se na hora de mostrar força política o Governo racha, terá problemas: há parlamentares cujo faro é especialmente aguçado para detectar o momento certo de criar obstáculos. São pessoas que só se convencem quando ouvem o tilintar de argumentos ponderáveis e em grande quantidade. Bolsonaro marcou um café da manhã no Alvorada com líderes partidários, amanhã, e tentará mostrar-lhes as vantagens da reforma da Previdência. Mas só terá êxito se o cardápio for bom. Pão com leite condensado não os convence.

Carne forte

A Austrália, grande exportador de carne, enfrentou primeiro uma seca e, em seguida, chuvas devastadoras. Por causa da seca, muitas fêmeas foram abatidas; em 2018, com a abundância de carne, houve exportações de quase um milhão de toneladas, contra aproximadamente 1,4 milhão de toneladas do Brasil (mas à custa da redução do rebanho). A chuva matou 500 mil cabeças. Ou seja, as exportações futuras da Austrália serão bem menores. No Brasil, noticiou-se a seca e a inundação, mas a consequente redução das exportações não foi citada. Há quem acredite que os frigoríficos brasileiros fingiram não dar importância à Austrália, e com isso a repercussão foi mínima, para não indicar a próxima alta de preços da carne exportável.

Luz e leite

Aqui a crise é outra: os produtores de Goiás criticam a qualidade dos serviços da ENEL, que fornece eletricidade. As faltas de luz atingem com mais força os produtores de leite, deixando-os sem refrigeração. A Assembléia goiana já criou Comissão Especial de Inquérito sobre a ENEL.

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