DEU NO JORNAL

A PALAVRA DO EDITOR

DEU NO JORNAL

ABOLIDA A ESCRAVATURA MÉDICA

Finalmente caiu por terra mais uma das mentiras do PT.

O Ministério da Saúde informou que nesta quarta-feira (13) todas as vagas deixadas pelos cubanos no programa Mais Médicos já foram preenchidas por médicos brasileiros.

Ao todo são 8.517 postos de trabalho que fizeram parte do último edital, que foi completado antes das 9 da manhã da quarta.

A lista completa, com a indicação de onde cada profissional será instalado, deve sair no dia 19 de fevereiro.

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Mais uma mentira desmascarada.

Mais uma.

Agora, para o bem do povo e felicidade geral da não, só falta mesmo a extinção do PT e uma cirurgia de lacração de boca em Gleisi Hoffmann pra não despejar mais merda no mundo.

Os escravos cubanos acorrentados pelo PT

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CACHORRADA INTESTINA

Filho de Bolsonaro divulga áudio do pai para dizer que ministro Bebianno mentiu

Um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), criticou nesta quarta-feira (13) em uma rede social o ministro Gustavo Bebianno (Secretaria Geral da Presidência).

Segundo Carlos Bolsonaro, é uma “mentira absoluta” que Bebianno tenha falado três vezes nesta terça-feira (12) com Jair Bolsonaro enquanto o presidente ainda
estava internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo – Bolsonaro recebeu alta nesta quarta e voltou para Brasilia.

Na terça, Bebianno negou, em entrevista ao jornal ‘O Globo’, que seja o pivô de uma crise no governo. Ele afirmou: “Não existe crise nenhuma. Só hoje falei três vezes com o presidente”. Segundo Bebianno, ele se comunicou com o presidente por meio de um aplicativo de mensagens.

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Contando com estes filhos destrambelhados e boquirrotos, o presidente Bolsonaro nem precisa de ter oposição.

A bancada oposicionista no parlamento chega está se mijando-se de tanto se rir-se.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

E o que é que o senhor acha, Prof. Marco Antonio Villa?

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ALTO PERCENTUAL DE IDIOTAS

Só 10,3% dos brasileiros consideram que a Lava Jato comete excessos contra os corruptos.

E 21,2% gostariam que ela pegasse ainda mais pesado.

É o que mostra uma pesquisa do Instituto Paraná:

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10,3% é um percentual altíssimo de babacas que acham que a Lava Jato “comete excesso contra corruptos”.

É muita gente idiota pra um único país.

Deve ser tudo zisquerdista, petista, cumunista, babaquista, psolista, e por aí vai.

Um time de gente que merece ter todas as pregas rebentadas pela pajaraca do jumento Polodoro, o mascote deste blog.

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A DRAMÁTICA TRAJETÓRIA FISCAL BRASILEIRA

Arthur Jorge C. Pinto

Economistas e financistas já vêm advertindo há algum tempo quanto à progressividade no endividamento do país nos próximos anos. O desequilíbrio entre as receitas e despesas públicas encontra-se extremamente acentuado. Caso continue persistindo, fatalmente resultará no calote da dívida pública ou, até mesmo, numa explosão da inflação. As reformas serão decisivas para a estabilidade nas contas do nosso sistema tributário, evitando assim o agravamento da crise fiscal.

Primeiramente, um dos caminhos alternativos para corrigir parcialmente questões ligadas à arrecadação é tornar menor a tributação indireta que atinge as empresas. Até por que existe uma grande parcela da carga tributária indireta incidindo sobre os bens que consumimos, o que vem, consequentemente, a penalizar as camadas de baixa renda da sociedade. Sem dúvida, as reduções nos custos das empresas seriam repassadas aos produtos e causariam um impacto positivo para elas. A compensação que o Governo teria com essa perda dar-se-ia tributando a renda, a propriedade e a herança, o que já vem sendo feito há algum tempo nos países desenvolvidos.

Outro grande problema é a rigidez que subsiste no orçamento brasileiro, ou melhor, a sua inflexibilidade, ligando a receita de cada imposto a um ou outros objetivos, como a educação e a saúde. A escapatória para essa armação foi a aprovação, em 2016, da DRU (Desvinculação de Receitas da União), um mecanismo que passou a permitir ao governo federal usar livremente um percentual de todos os tributos federais vinculados por lei a determinado órgão, fundo ou despesa.

Acontece que os impostos federais estão comprometidos. O governo não dispõe de um instrumento para elevar a receita dos tributos de consumo e renda, em função de que o orçamento está totalmente vinculado. A grande verdade é que o amplo debate sobre o orçamento do País foi esvaziado e esse sistema tem que ser logo desconstruído.

Uma análise de uma política fiscal deve respeitar três dimensões: a quantitativa, o somatório da receita e despesa; o aspecto qualitativo, indicando como ocorrem a arrecadação e os gastos e, por fim, a dimensão distributiva, que deverá refletir o resultado da política fiscal sobre a distribuição de renda no País.

Aliás, só se deve analisar o lado da receita e dos gastos conjuntamente. Examinar apenas um lado em separado leva a uma interpretação completamente equivocada. A trajetória da dívida pública continua ascendente, já que arrecadamos e gastamos mal e temos uma parcela considerável de pessoas de alta renda que ainda pagam pouco imposto.

Isso somente será corrigido com a aprovação de uma nova Previdência que poderá segurar o crescimento do déficit. Caso contrário, o desequilíbrio das contas públicas tornar-se-á incontrolável, não apenas para a União, mas também para os estados e as prefeituras, tornando-se a grande “bomba relógio” brasileira.

Se este novo governo realmente conseguir realizar as reformas obrigatórias, prevalecendo um ajuste fiscal de longo prazo que venha a eliminar o déficit e a reversão na trajetória da dívida pública, o Brasil deverá vencer sua crise de irresponsabilidade fiscal que tem nos custado muito caro e a atividade econômica poderá até vir a crescer próximo a 3% no próximo ano.

O novo ambiente de crescimento facilitará inserir ações mais arrojadas e inovadoras na agenda da competitividade, como uma revisão na tributação sobre o consumo e as rendas das pessoas jurídicas, o que, consequentemente, potencializará o ritmo para chegarmos a um novo ciclo de desenvolvimento sustentável com que temos sonhado, nos últimos anos, para o Brasil.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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BOA NOTÍCIA

Sergio Moro está cumprindo a promessa de enfrentar o crime organizado.

O primeiro passo foi dado com o isolamento de seus chefes.

Ele pretende encarar o PCC da mesma maneira que encarou a ORCRIM lulista: botando os criminosos na cadeia e impedindo que eles continuem a massacrar o Brasil.

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Excelente notícia para começar o expediente desta quinta-feira.

Só tá faltando tirar Lula das mordomias de Curitiba e transferi-lo para um presídio federal.

De preferência, junto com Marcola.

MARCOS ANDRÉ - DADO & TRAÇADO

UMA FLORESTA DESENCANTADA

Marcos André M. Cavalcanti

Leitor assíduo da coluna do ilustre imortal José Paulo Cavalcanti Filho, confesso que muito me impressionou (como sempre), a leitura intitulada ADEUS, AGNALDO, em que o ilustre articulista discorre com invulgar maestria e elegância um drama real, incomensurável e difícil de aceitar – A EUTANÁSIA. publicado no JBF no dia dos mortos.

De plano, nestes contrastes da vida, lembrei de um amigo que vive no Japão, e não pude me furtar ante uma intrigante constatação por ele relatada: A de que o principal cartão postal e símbolo do Japão – o Monte Fuji – trás à reboque, um lado taciturno e aterrador: O grande numero de suicídios cometidos no sopé do sacro monte, símbolo maior daquele país, mais precisamente numa floresta denominada Aokigahara, onde algum transeunte desavisado pode se deparar com um cenário de puro horror nessa que é mais conhecida como a Floresta dos Suicidas do Japão.

Diferentemente da eutanásia, o suicídio é um assunto que sempre provoca grandes debates psicológicos, morais e religiosos. No entanto, o que acontece na floresta de Aokigahara transborda por vezes qualquer entendimento.

A fama dessa floresta correu o mundo, porque os suicídios por lá ocorre com muita frequência. Ressalte-se que, apesar do país ter contabilizado, só no ano de 2014, mais de 25 mil pessoas que optaram pelo suicídio – homem em sua maioria – (média de 70 por dia), o Japão não está na lista dos 10 países onde se mais comete suicídios.

O mais estranho é você encontrar motivos para tal desígnio, não é a extrema pobreza, desemprego, dívidas, dificuldades econômicas, pressão social. Sobra, então, a danada da depressão.

Na falta de uma explicação plausível para inúmeros suicídios, criou-se um sem números de lendas. Uma delas acalenta que os depósitos de ferro das rochas provoca erros nas bussolas, fazendo com que seja extremamente fácil as pessoas perderem-se e entrarem em desespero. Outra, fala de monstros, fantasmas e Goblins (criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes) assombrando a floresta, e que os espíritos dos suicidas para sempre vagueiam na área.

Procurando minimizar o problema, as autoridades colocaram até placas e sinais proibindo o suicídio na floresta. Placas com frases de auto ajuda: “a vida é um dom precioso”, “Pense mais uma vez em seus pais, irmãos ou filhos (…). Por favor, não sofra sozinho, peça ajuda primeiro”, diz o apelo.

Os arredores da floresta são altamente protegidos para evitar suicídios com patrulhas e câmeras de segurança. A caminhada é permitida na floresta, mas ninguém faria isso voluntariamente neste lugar, pois muitos saem, mas outros entram na floresta para não mais voltar.

Nesse caso, é melhor se garantir, vendo o monte Fuji e a medonha floresta, em filmes e painéis fotográficos.

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

LENHA NA LOCOMOTIVA

Dalinha Catunda

Foto da colunista

Eu comprei sua passagem
E guardei o seu lugar
No trem da felicidade
Imaginei viajar
Arquitetei cada rito
O sonho era bonito
Mas não vi você chegar

Pra não perder a viagem
Programei nova ilusão
Sempre tem alguém querendo
Um espaço num vagão
E depois pensando bem
Nunca fui de perder trem
Dei-me bem na condução.