NO OLHO DO FURICO DO PERGUNTADOR

Em entrevista coletiva hoje após apresentar o pacote AntiCrime, Sergio Moro foi questionado sobre uma denúncia feita pela Folha de São Paulo contra o ministro do turismo do governo Bolsonaro.

Repórter: “E as denúncias envolvendo o ministro do Turismo?”

Ministro Moro: “Desculpe, mas o tempo em que ministros da Justiça atuavam como advogados de defesa de integrantes do governo ACABOU!”

* * *

Com esta resposta, o Ministro Moro simplesmente confirmou que a era petralha, acobertadora de roubalheiras da cumpanherada, está encerrada.

Esta extinta. Se acabou-se. Sumiu nos ares que nem peido de aviador.

Sérgio Moro, com toda classe, mas sem cuspe e sem vaselina, enfiou uma pajaraca de 17 polegadas no olho do furico do perguntador.

Um perguntador babaca que trabalha prum jornaleco chamado Folha. 

Uma pasquim tão imundo que não está servindo nem pra gente limpar a bunda.

O tabacudo saiu da entrevista com as pregas do fedegoso todas arrebentadas.

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CACETE NO RABO

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Se o Ministro Sérgio Moro quiser, informo que a pica do jumento Polodoro, mascote deste blog escroto, está à disposição de Sua Excelência.

Ela, a pajaraca do nosso jegue, tem a medida certa pra ser enfiada no furico de ladrões, bandidos e corruptos.

Dá pra arrebentar tudo quando é prega de cabra safado.

E se for prega de petista, aí é que Polodoro trabalha com mais gosto ainda.

Às ordens!

 

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ORIENTAÇÕES IMEDIATAS

Fernando Antônio Gonçalves

Alguém já disse que os que se esquecem do passado não conseguem bem caminhar para desafiadores amanhãs, mais intrincados que os ontens, onde “todos reconheciam seus lugares.” Alguns livros guardam uma notável atualidade, inúmeros tornando-se releituras obrigatórias para os que desejam, estabelecendo vínculos com o passado, enxergar futuros brasileiros, alinhavando procedimentos estratégicos capazes de viabilizar emergentes e complexos cenários. Para os que buscam adquirir, ou proclamar, ou difundir uma brasileiríssima cidadania, recomendaria uma acurada releitura de Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, uma outra de Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, e o notável O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, esse intelectual com “incrível capacidade de viver muitas vidas numa só”, segundo Antônio Cândido.

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PICA MECÂNICA

A propósito de um artigo que a jornalista Dora Kramer escreveu na revista Veja, intitulado Ocaso dos Caqiques, no qual ela fala sobre a “arrogância” de Renan Calheiros, o dia amanheceu com um buruçu onde apareceu até um caralho de aço.

Vôte!!!

Renan, o Cangaceiro Alagoano, riscado do mapa político neste final de semana, respondeu a Dora Kramer com esta postagem no Twitter:

Ou seja, Renan garante que Geddel e Ramez usaram uma pica de ferro pra “namorar” a jornalista, cujo marido era assessor do senador corrupto.

Um pica de ferro que foi eufemisticamente chamada de “membro mecânico”.

E fizeram isto “encorajado” por Renan.

Vejam que ele fez a postagem às 10 da noite de ontem.

Mas, covarde como todo bom cabra safado, apagou tudo quando o negócio começou a feder.

Já era tarde.

Hoje pela manhã, às 6:30 hs, o Antagonista publicou esta nota:

Gostei da expressão “ataques pornográficos”.

Uma expressão compatível com nível político deste país surrealista.

Cachorrada da porra!!!

Renan e Dora Kramer:  uma buruçu banânico de altíssimo nível

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VENENO NOS RATOS

A eleição para presidente e demais cargos da Câmara evidenciou o declínio do poder petista PT no Legislativo.

O partido conseguiu emplacar apenas uma suplência nos cargos da mesa diretora.

* * *

Puta que pariu!!!

O PT ainda conseguiu um carguinho na suplência???

Essa quadrilha está extinta e enterrada.

Não deveria ter mais cargo em recanto algum.

Despetização já!!!

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O OUTRO LADO DA MESMA FACE – Flávio Petrônio

Às vezes em que a tristeza me abraça,
Abraço-a, em plena legitimidade,
Assim como abraço a felicidade
Suspenso pelo seu estado de Graça.

Estar triste é viver o que me enlaça,
Fragmentando o sentido da vontade.
Ser um triste é olhar em contrariedade,
Assistindo a uma névoa que lhe embaça.

Tristeza, execrada em entendimento,
Não deixa de ser mais um sentimento
Depurando-nos com a nostalgia.

Tristeza ocupa o olhar em expansão,
Escondendo a própria contradição
Por ocupar a mesma face que a alegria.

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