ALTAMIR PINHEIRO - SEGUNDA SEM LEI

NOTRE DAME

Altamir Pinheiro

O Corcunda de Notre Dame chegou à terceira idade ao atingir 80 anos nas telas de cinema

O Filme O Corcunda de Notre Dame é uma adaptação do clássico imortal literário do poeta, dramaturgo e escritor francês Victor Hugo (1802-1885), tendo como protagonista a deslumbrante atriz irlandesa Maureen O’ Hara, mulher esplendorosa, de rosto anguloso, olhos graúdos verdes e belos, lábios bem firmes numa face cheia de vida e dona ainda de um corpo perfeito e sem qualquer exagero. Neste filme a bela atriz Maureen O’Hara viveu a fascinante CIGANA ESMERALDA. Como costuma afirmar o cinéfilo carioca Paulo Telles, “Maureen foi a mais bela ESMERALDA das telas”…

A projeção cinematográfica retrata a coexistência do grotesco e do sublime e, ao mesmo tempo, as fronteiras que os separam, constituem-se em ponto de partida do cruel romance medieval escrito nos idos de 1831. Como nos revela o pesquisador filmélico do Rio Grande do Norte Antonio Nahud, a história é centrada no coxo e corcunda QUASÍMODO Adotado pelo diácono Claude Frollo e vivendo na Catedral de Notre Dame, ele enfrenta uma série de peripécias por conta de um amor não correspondido pela bela e sedutora cigana Esmeralda. Frollo, colocando em risco o seu celibato, também se apaixona por ela, mas são duas formas de amar diferentes. QUASÍMODO ama-a generosamente, enquanto Frollo nutre uma paixão desesperada, repleta de desejo sexual. No entanto, Esmeralda não corresponde ao amor de nenhum dos dois.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

HÉLIO CRISANTO – SANTA CRUZ-RN

Boa tarde caro Berto,

eu ando mais sumido do que pé de cobra, pescoço de cururu e ovo de peba, se for conveniente publique esses versos ai nesse blog escroto.

Feliz ano novo meu amigo, mais atrasado do que os pagamentos do funcionalismo do nosso estado.

RESMUNGOS DA NATUREZA

Clama toda a bicharada
Na estupidez da seca
Um bem-te-vi na galhada
Belisca uma fruta pêca.
O canto da seriema
Até parece um poema
De tristeza e de lamento
Cantando em cima do morro
Um concriz pede socorro
Contando o seu sofrimento

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Caro Papa Berto

Não sei se esta pequena lista já chegou ao seu conhecimento e por isto tomo a liberdade de, mesmo correndo o risco de chover no molhado, passá-la a suas mãos, com sugestão de publicação.

Tenha um Bom domingo.

R. Eu, se fosse petista, ficaria no maior orgulho ao olhar esta lista que você nos mandou, meu caro.

O partido presidido por Gleisi é o primeiríssimo lugar na fila do COAF, praticando uma atividade ladroatífera que foi eufemisticamente batizada de “movimentações atípicas”. 

Isto é que é competência!!!

O PT deixou todos os outros partidos pra trás na lista de safadezas da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, berço de nascença de Sérgio Cabral, amigo fiel de Lula.

Dois cumpanheros solidários até no fato de estarem ambos presos por ladroagem.

Que se apure tudo e que seja enfiada a pajaraca nos furicos dos culpados.

Desde André Ceciliano até chegar em Flávio Bolsonaro.

A PALAVRA DO EDITOR

SUTILEZA

Esta chamada aí de baixo foi publicada hoje no G1:

O G1, como vocês já sabem, é aquela página internética da Globo.

Sendo o Presidente da República um Capitão – e tendo o seu vice a patente de General – o verbo “comandar” usado na manchete do G1 é de uma sutileza de elefante numa loja de cristais.

De minha parte eu só tenho a dizer que minha opinião pessoal é a seguinte:

Prefiro que meu país seja “comandado” por gente assim, formada e diplomada nos rígidos padrões de uma academia militar, do que “governado” por gente como Lula, Dilma ou Temer, formada e diplomada em academias BNDEssianas.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

XICO COM X, BIZERRA COM I

FUTEBOL É COISA PARA O NELSON … – Xico Bizerra

Pouco, ou quase nunca, me atrevo a escrever sobre futebol por não dispor de dois atributos essenciais para poder incluir o tema em meus escritos: primeiro, o talento de um Nélson Rodrigues, que tão bem e como ninguém tratou o assunto, inibindo a todos a abordagem do tema. Tudo que se escrever sobre nosso esporte parecerá incompleto se comparado ao que escreveu o dramaturgo Nélson. Segundo, a comparação do futebol de hoje com o de antes, hoje muito diferente do daquela época, em que interesses financeiros não se sobrepunham à beleza do esporte, ao romantismo da bola rolando por entre pés mágicos e mãos defensoras de gols quase feitos. Tempo em que não se beijava descaradamente o escudo do time eventualmente ‘defendido’ pelos atletas atuais. Bem diferente dos craques (a estes podemos chamar de craques) de ontem, que, apesar de não beijarem levianamente os escudos dos seus times, o defendiam de verdade, com amor. Um Garrincha, um Nilton Santos, um Castilho, para não falar de Pelé, defenderam seus times por anos e anos, quando o futebol era apenas um esporte, longe de ser um negócio. Tempos em que uma cantora famosa se apaixonava por um jogador pobre. Tempos em que o golkeeper batia roupa e o centrefor, na banheira, reclamava do juiz da marcação do offside. Pela falta de um drible emocionante de Garrincha, de uma defesa arrojada de Carlos Castilho e levando em conta a inexistência atual de equivalentes jogadores, prefiro estragar minhas letras com o amor, o afeto e a saudade. Por isso que hoje, não obstante eventualmente vista uma camisa vermelha e preta com um leão desenhado no peito, sob o ouro e a prata de algumas estrelas conquistadas, acho mais fácil falar das arquibancadas e refletores da lua, das traves e entraves do amor, das embaixadas e dribles das estrelas, dos lagos e jardins de nuvens preguiçosas e dos golaços dos arco-íris coloridos … Futebol é assunto difícil demais para mim. É coisa para o Nélson.

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