RODRIGO BUENAVENTURA DE LÉON - LIVRE PENSADOR

Há 199 anos atrás, nas margens do Riacho Ipiranga, um Grito, um Brado concretizou aquilo que já vinha sendo arquitetado por forças políticas, pelas lideranças nacionais, pela Ordem Maçônica e, por tantos outros atores lembrados e/ou esquecidos pela história oficial: a Independência do Brasil.

O processo de Independência do Brasil era algo inevitável e inadiável, aconteceria em breve, de uma forma ou outra. As forças vivas nacionais se articularam para que a Liberdade, ante as Nações do mundo, viesse de uma forma menos traumática, evitando conflitos caros, em vidas e recursos e, possibilitando que as Nações recém separadas seguissem seus caminhos preservando os laços fraternos que as uniram por séculos.

Fez-se assim a Independência do Brasil pelas mãos do Príncipe herdeiro do Reino de Portugal, nosso primeiro Imperador, Pedro I do Brasil e Pedro VI de Portugal. A história oficial registra o nascimento e todos os acontecimentos, heróis e líderes do país a partir de sua “maioridade”. Mas não registra os milhões de brasileiros que deram suas vidas, sacrificaram suas famílias, dedicaram seu trabalho, pela Liberdade da nação. Joãos e Marias, da Silva ou da Selva, que viveram e morreram pelo Brasil. Viveram honesta e modestamente, morreram de velhice, de trabalho, em guerras, revoluções ou desbravando nosso imenso território.

Estes brasileiros, nossos avós e bisavós, brancos, índios, negros, asiáticos, japoneses, alemães, russos, espanhóis, árabes, libaneses, portugueses, italianos e muitos outros, deram sangue, alma, vida por esta terra, pela nossa liberdade. Por isso esta Nação não tem dono, não tem etnia, não tem ninguém com direito a precedência, ela é de todos nós, por herança justa e de sangue.

Dizem, alguns “patriotas” e, outros tantos “idiotas”, que nunca fomos independentes, que somos colônia da Inglaterra, dos EUA ou da China. Ser Colônia ou Império é apenas um estado de espírito. Claro que em minha opinião, no Universo entre as Nações só resta um destes dois papéis e, o Brasil, gigante adormecido, deve ocupar seu papel. Não sei vocês, mas eu não quero ser colônia, então que sejamos Império. E, parece-me que o povo brasileiro acordou e, também, pensa assim.

Mas para nos consolidarmos temos, primeiro, que limpar a casa, tirar os esqueletos do armário, colocar regras, mostrar que quem manda é o povo, não esta corja de vagabundos que infestam nossas instituições e serviço público. Devemos defenestrá-los, de preferência de uma janela no mais alto dos arranha-céus, ou do alto do prédio do Congresso Nacional. Radicalismo? Não, SACO CHEIO.

E, novamente, parece-me que o povo, o povão, aquele que trabalha, paga impostos e sustenta esta escumalha, também está de saco cheio. Uma hora isso ia acabar acontecendo. Finalmente percebemos que o maior bem, aquilo pelo qual lutaram nossos avós e pais, o motivo do sacrifício dos pracinhas da FEB, foi apenas um: LIBERDADE.

Ser Independente, ser um país livre, ser uma Nação é, simplesmente, ser LIVRE. Ser um povo que tem LIBERDADE de ser, fazer e querer, ter liberdade de escolher, de criticar e de pensar.

Por isso é que o estabilishment está reagindo desta forma, medo. O que será de suas mordomias, gordos salários, estabilidade ante um povo que questiona se eles são realmente necessários. O que será dos “formadores de opinião” quando o povo acorda e já tem opinião formada? Desespero e reação…forte, tal qual o abraço do afogado.

Hoje, 7 de setembro de 2021 teremos a maior prova de nossas vidas. Ou vamos para a rua, ou vamos para o confronto, se necessário for, ou seremos escravos “deles”, da escumalha, da esquerda corrupta, do “bom mocismo” que defende o bandido e condena a vítima. Passaremos a vida, o que nos resta dela, algemados aos grilhões que tentam nos impingir, escravos do estado…mas é para o nosso bem…sempre dirão, eles, os que querem nos acorrentar.

Já tivemos provas do que são capazes nesta pandemia. Mas eles são capazes de muito mais. Temos de honrar o sangue e os sacrifícios de nossos antepassados e “lutar” metafórica, ou literalmente, pela LIBERDADE.

Lembrem-se de Benjamin Franklin: “Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança.”

Direitos importam! Fraternidade, Igualdade, Humanidade Boa-Vontade, tudo importa! Mas nada disto é possível sem uma coisa primeira, sem aquilo que é o mais importante ao homem: Liberdade! Que o digam os cubanos, venezuelanos e outros tantos que vivem sob o manto ditatorial da esquerda. Ou aqueles que foram vítimas do bom-mocismo da sociedade ocidental: vejam os Afegãos, vítimas das “boas intenções” de Biden, de Holywood e dos progressistas americanos. Rezo para que um dia eles possam devolver as “boas intenções”.

Milton Friedman nos disse que “Uma sociedade que coloca igualdade antes da liberdade acabará por ficar sem nenhuma. A sociedade que coloca liberdade antes da igualdade acabará com uma boa medida de ambas.

Está na hora de mudarmos nosso Brasil, de assumirmos o leme de nossas vidas. Temos de ir à rua mostrar nossa Virtude, mostrar as virtudes e o caráter deste povo trabalhador, honesto e sacrificado. Colocar esta súcia no seu devido lugar.

O Hino Gaúcho nos dá a toada e prevê o futuro daqueles que não fazem por merecer sua LIBERDADE:

“Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra,
POVO QUE NÃO TEM VIRTUDE
ACABA POR SER ESCRAVO”

Hoje é o dia, não tem outra data, faça chuva ou faça sol, vá para a rua. Ou fique em casa, lugar dos covardes, ou vá se juntar a eles, aqueles que corrompem, prendem, soltam, mandam e desmandam no país, à revelia da lei, da moral e da Constituição. Só você sabe quem você é e o que você quer.

Não é por Bolsonaro, por um partido político ou por qualquer político. É PELO BRASIL, POR VOCÊ, POR SUA FAMÍLIA, POR SEUS FILHOS.

Levante essa bunda da cadeira e vá para a rua, faça jus aquilo que de mais caro você herdou: SUA LIBERDADE.

HOJE, NAS RUAS DO BRASIL, SOB AS BÊNÇÃOS DO PAI ETERNO (QUAL SEJA ELE), FAREMOS UM MAR VERDE-AMARELO, ECOAR UM GRITO DO IPIRANGA QUE NOS LIBERTARÁ DE VEZ. E, AOS INIMIGOS DA PÁTRIA, AOS VENDILHÕES E USURPADORES DA PÁTRIA AMADA, NOSSO GRITO SOARÁ COMO AS TROMBETAS DO ARMAGEDON!

DEUS, PÁTRIA E LIBERDADE!

BRASIL ACIMA DE TUDO!

6 pensou em “199 ANOS DE INDEPENDÊNCIA E…DE LIBERDADE?

  1. “Pedro, se o Brasil se tornar independente, antes que seja por ti do que por alguns desses aventureiros”. Teria dito D. João VI. Muito Rodrigo. É isso: é pelo Brasil.

  2. Eis que o mestre De Leon ressurge com força e vigor. O texto é claro e objetivo. Sem subterfúgios, conclamando nosso patriotismo.

    De Leon vem e dá aquele sacolejo na moçada. Para que fique atenta e não se acovardar ante uma, nem tão sutil, escalada autoritária, vez que, a olhos vistos, nossa liberdade está sendo solapada aos poucos, comida pelas beiradas.

    Adverte-nos o texto para o agora. Pra depois não cairmos na armadilha da lamentação daquele famoso mantra do sempre atual texto de (dizem) Maiakóvski: “Um dia, vieram e levaram meu vizinho, que era judeu. Como não sou judeu…”

    Não existe independência sem liberdade (e vice-versa). Daí, a importância de ficarmos atentos ao nosso direito de protestar, reivindicar, cantarolar e repetir sempre, o que nos disse os compositores Niltinho Tristeza, Preto Jóia, Vicentinho e Jurandir, num samba enredo no carnaval do ano seguinte a promulgação da nossa Constituição Federal: “Liberdade, Liberdade! Abre As Asas Sobre Nós”.

    • “Quando os nazistas vieram buscar os comunistas, eu fiquei em silêncio; eu não era comunista.

      Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu fiquei em silêncio; eu não era um social-democrata.

      Quando eles vieram buscar os sindicalistas, eu não disse nada; eu não era um sindicalista.

      Quando eles buscaram os judeus, eu fiquei em silêncio; eu não era um judeu.

      Quando eles me vieram buscar, já não havia ninguém que pudesse protestar.”

      (Martin Niemöller, conhecido pastor protestante que se opôs ao regime nazista. Ele passou os últimos 7 anos do regime nazista preso em campos de concentração)

  3. Escreves: Está na hora de mudarmos nosso Brasil, de assumirmos o leme de nossas vidas.

    Saudade de ti e Mercedita. Cheguei agorinha da Paulista, onde estava me espremendo em trilhões de brasileiros que lá se reuniram em verde-amarelo lutando pelo mesmo ideal que o teu, pois vi agorinha sua foto em retorno de sua manifestação aí no Sul.

    Beijão na Mercedita e um fraterno abraço ao amigo.

  4. Pois é…..

    Fazia falta um texto de Rodrigo…….

    Agora fica óbvio o porque é fundamental que gente talentosa e corajosa permaneça em torno da gente com essa luz que nos guia para o futuro…..

    Parabéns De Leon….., excelente este seu texto.

    Abraço fraterno

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