UMA GLOSA

Dalinha Catunda

Tanta mulher dando sopa
E eu sem colher pra tomar.

Mote de Abel Fraga

Quando tinha pouca idade
Me achava um garanhão
Não me faltava tesão
Digo com sinceridade
Provei da felicidade
E mais queria provar
Mais vi o pinto arriar
Não vai mais de vento em popa
Tanta mulher dando sopa
E eu sem colher pra tomar.

Este mote está no livro A Prisão de São Benedito, de autoria do Editor Luiz Berto.

4 comentários em “UMA GLOSA

  1. Dalinha poeta querida, olha nós aqui de novo, juntos e misturados nesta Gazeta abençoada. Veja a seguir o que consegui:

    Já estou meio moribundo
    Tô mais pra lá que pra cá
    Não me apraz descansar
    Vou vivendo neste mundo
    Meio sem tampa sem fundo
    Mas não abaixo a crista
    Sou um ás em qualquer pista
    Venço no braço e na raça
    Sou trocista e faço graça
    Dos versos sou alquimista.

    Um forte abraço deste seu fã.

    Itaerço
    Imperatriz-ma

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