UM PAÍS DA PORRA, É ESSE NOSSO

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, de Curitiba, alertou para a possibilidade de o STF anular a condenação de 159 pessoas na Lava Jato.

A fixação de competência da Justiça Eleitoral para crimes comuns atrelados ao caixa dois poderia levar à anulação de atos já proferidos na Justiça comum.

“Se o STF mandar tudo ser enviado para a Justiça Eleitoral, por que não vão anular a condenação do Lula? Do Eduardo Cunha?”, disse.

“Corremos o risco não só para o futuro das investigações da Lava Jato, mas para tudo o que ela fez até hoje.”

* * *

Com o ínfimo supremo de que dispomos hoje em dia, onde tem assento Marco Aurélio, Gilmar e  Lewandowski, entre outros, tudo é possível nesta nação macunaímica.

E Toffoli é presidente…

É phoda!!!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Que porra de país é este que vamos deixar pros nossos descendentes???!!!

Uma trinca supremamente banânica

3 comentários em “UM PAÍS DA PORRA, É ESSE NOSSO

  1. O afã justiceiro de alguns operadores da justiça, como é o caso do procurador Carlos Fernando, cuja opinião comentamos, os tem levado a criticar toda e qualquer decisão judicial pelo ponto de vista de seus interesses ideológicos, de modo que não lhes interessa (o que é particularmente grave em se tratando de quem trabalha institucionalmente com o Direito) o aspecto da reverência à lei, mas o utilitarismo: isso que, de certa forma, corresponde a uma expressão oblíqua do” lawfare”.
    O procurador não deve manifestar-se pela imprensa para habitualmente, como têm feito, insurgirem-se contra as decisões judiciais que não apreciam porque contrariam seus interesses, por mais que esses interesses sejam utilitários para alcançar o que eles considerem “o bem”, sob pena de se consolidar no Ministério Público uma casta de justiceiros.
    Acaba ficando estranho o afinco pessoal…

  2. O povo brasileiro saberá responder a esse ultraje. Não que alguém vá levantar a bunda da cadeira, evidentemente, mas todos compartilharão memes indignados no facebook e no twitter. Alguns até escreverão textões.

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