TEM QUE PERMANECER NO HOTEL DE CURITIBA

Levantamento exclusivo do instituto Paraná Pesquisa mostra que 58% dos brasileiros defendem a permanência do presidiário petista onde está, na prisão da Polícia Federal, em Curitiba.

Enquanto 36% (menos que o eleitorado do PT no País) acham que o ex-presidente deveria ser beneficiado com a prisão domiciliar.

No Nordeste, já são mais da metade (50,5%) os que o querem manter preso.

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Um dado interessante deste levantamento do Instituto Paraná é que entre os brasileiros com ensino superior completo, aumenta para 69,4% o percentual dos que acham que Lula deve ficar preso.

Este fato interessante é contrariado pelo fubânico petista Ceguinho Teimoso, dotô formado com curso superior e que luta pela soltura do corrupto.

Outro fato interessante:

Quem está faturando alto com o atual momento vivido pelo nosso país são os fabricantes de camisetas:

5 pensou em “TEM QUE PERMANECER NO HOTEL DE CURITIBA

  1. Tem que ir para penitenciaria. Ele e os safados que criam fatos mentirosos para solta-lo.
    Vai cumprir sua pena e esperar a nova condenação.

  2. Sou absolutamente contra a permanência do “Barba” na hospedaria da Polícia Federal, em Curitiba. As autoridades judiciárias deveriam remetê-lo a uma prisão federal, (como qualquer presidiário) com permissão de visitas APENAS de familiares (uma vez por semana) e advogados de defesa previamente cadastrados como tal. Apesar de privado da liberdade, ainda detém enorme privilégio.O que é inaceitável, por não ser isonômico.

  3. O Supremo Tribunal Federal acolhe os anseios mais recônditos do âmago da alma dos fubânicos bolsonaristas e decide adiar o julgamento do processo de Lula que, então, demorará mais alguns meses a ser decidido de modo que sua prisão continua garantida, embora em suíte presidencial na qual todos os bolsonaristas antilulistas gostariam de estar em seu lugar, o que só não é possível pela exiguidade de espaço. Mijo em cima de todos os comentários que querem ver Lula preso e, pior, em presídio federal nojento e de segurança máxima, menos nos de Berto.

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