NADA DE PROTEGER BANDIDOS

O pacote anticrime de Sergio Moro não pode ser objeto de picuinhas.

Não se faz picuinha com assassinatos, estupros, sequestros e roubos violentos.

Tirar o pacote anticrime da agenda de pautas da Câmara é ser cúmplice de bandidos.

* * *

E isto dito, está dito tudo.

Nada mais a acrescentar.

Ouviu, Rodrigo Maia?

“Não adianta fechar a cara, sujeito. É isso que está escrito. Pau na bandidagem”

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  1. Como se sabe, as dez medidas contra a corrupção propostas pelo Ministério Público Federal, na pessoa de Dalton Dalagnol, constituem uma aberração jurídica, reveladora da pouca profundidade de certos setores que operam o direito, inclusive dentro da atividade jurisdicional, no conhecimento dos fundamentos e da filosofia do Direito.
    Felizmente, o anteprojeto de lei do Moro eliminou uma série de bobagens que havia naquele outro, mas também carece de alguns aperfeiçoamentos, inclusive enfrentar a questão da possível inconstitucionalidade da prisão após a condenação em segunda instância (a nova tendência do STF deve divergir dessa possibilidade em face da expressão constitucional sobre a matéria que envolve o chamado trânsito em julgado).
    Também há quem observe que a nova lei poderia incentivar a substituição de crimes com o uso de arma de fogo pelo uso de arma branca, sendo que a perversidade no uso desta parece maior do que naquela.
    Outras críticas estão na pauta: felizmente o filtro do Congresso Nacional deverá produzir aprimoramentos.

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