DESEMPREGADO EM PÂNICO

Boulos entra em parafuso ao pensar no tempo terá que trabalhar – caso comece a fazer hoje o que nunca fez na vida – se a nova Previdência for aprovada

“Eles dizem que reformar a Previdência vai acabar com privilégios. Exigir 40 anos de contribuição para receber aposentadoria integral é combater privilégios ou sacrificar milhões de trabalhadores? #GreveGeral”.

Guilherme Boulos, líder do MTST, no Twitter, desesperado com o tempo que terá que trabalhar — caso comece a fazer hoje o que nunca fez na vida — se a nova Previdência for aprovada.

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PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Berto

Pesquisando a respeito desse nosso maravilhoso nordeste, encontrei um acervo de filmes de Thomaz Farkas sobre Brasil popular, reunido em site com 34 filmes,
de curta e média metragens

Divulgue nessa gazeta da bixiga lixa.

Tenho certeza que vai agradar aos incontáveis leitores fubânicos espalhados no Brasil e no exterior .

R. Pedro Malta, incansável pesquisador da cultura popular nordestina, enriquece as nossas sextas-feiras com sua coluna “Repentes, Motes e Glosas“.

Quando é agora, nos brinda com este fantástico acervo de filmes nacionais.

Um presente arretado para começarmos a semana.

São várias excelente produções, dos anos 60/70, sobre a Nação Nordestina.

Tenho certeza que os nossos leitores irão gostar.

Muito obrigado, meu caro Malta!

Para acessar a página enviada pelo nosso estimado fubânico, basta clicar aqui.

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JOÃO E MARIA

O gatinho João amava a gatinha Maria. Aos olhos de João e ao amparo de seus sentimentos, Maria era bela. Belíssima. A mais bonita de todos os telhados. Pouco lhe importava se ela andasse desequilibrada e passeasse suas patas descalças por sobre as telhas sujas do lugar. Não lhe incomodava seus pelos maltratados e em desalinho. Maria era bela. Belíssima. Olhos de um verde que quase não mais existia em outras gatas nas redondezas. Assim avistava João. Seus amigos percebiam muitos defeitos em Maria. E miavam aos quatro cantos suas imperfeições. Apenas o gatinho João não as enxergava. Via e ressaltava sua beleza natural, a que independe de qualquer coisa, a que realmente importa. Maria, apesar dos maus-tratos que a vida lhe impunha, era bela. Belíssima. A mais bela de todas as gatas e seu rosnar era incomparável. Ameaçador, é verdade, mas tão terno quanto. João amava Maria. E Maria amava João. Apenas isso. Além do que, aos olhos de João e ao amparo de seus sentimentos, Maria era bela. Belíssima. A mais bonita de todos os telhados.

Toda a série FORROBOXOTE, Livros e Discos, disponível para compra no site Forroboxote. – Link BODEGA. Entregas para todo o Brasil.

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VAGABUNDOS VERMÊIOS

Meus conterrâneos, apenas aqueles que são vagabundos e babacas político-ideológicos, atanazaram a vida dos cidadãos de bem e dos trabalhadores na última sexta-feira, 14.

A canalha lulo-zisquerdóide marcou a “greve” exatamente para a véspera do final de semana, pra ficar mais tempo sem produzir nada e coçando o saco.

Na verdade, já não produzem porra alguma, além de merda fedorenta e disparates surrealisticamente criminosos.

Mas o ato destes bandidos safados serviu pra alguma coisa.

Serviu pra mostrar o revolta das pessoas do povo, pessoas honestas e trabalhadoras, que repudiaram a zona instalada pelos vermêios no centro da cidade com gritos de “Vagabundos”.

Vagabundos, canalhas, felas-de-puta, bandidos, marginais.

* * *

 

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ECONOMIA: DESAPRENDER E REAPRENDER

Para quem aspira ver concretizada uma solidariedade universal mais compatível com a dignidade humana, recomendo com entusiasmo um livro por mim citado dias atrás, através do seguinte parágrafo: “Aos que cursam ou já se graduaram em Economia, uma recomendação que muito relembra o pensar do saudoso economista Celso Furtado – “o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos; mas será que o triângulo é retângulo?”: a leitura de Economia Donut: uma alternativa ao crescimento a qualquer custo, de Kate Raworth, RJ, Zahar, 2019, 368 p. Segundo The Guardian, “brilhante e revolucionário, acessível a qualquer pessoa. Um livro que vai mudar o mundo”. Onde se pede encarecidamente aos acadêmicos de Economia ou recém graduados em Ciências Econômicas a leitura bastante reflexiva da Introdução Quem quer ser economista?, onde a própria autora apresenta as mudanças que nos farão mudar os modos de ser economista século XXI, deletando as velhas ideias que nos aprisionaram, favorecendo o direito de todas as crianças do planeta comer três vezes por dia, sem o risco da fome, num mundo atual brutalmente desigual, onde o grupo 1% mais rico detém mais riqueza que todos os outros 99% juntos (dados de 2008). E onde os desafios do crescimento demográfico (quase 10 bilhões em 2050) tornam as perspectivas atuais devastadoras, a exigir novos agires estratégicos de desenvolvimento socioeconômico bem mais solidariamente sociais. Sem mais a mentalidade capitalista econômica individualista, hedonista por derradeiro, nos manuais dos anos 1950.”

Mais que nunca, o mundo civilizado dos negócios necessita recordar diariamente a reflexão do economista Celso Furtado, um nordestino pra lá de arretado de ótimo: um apelo feito por Furtado às novas gerações de economistas, quando novos cenários mundiais pós-Segunda Guerra Mundial estão a fazer emergir novas formas de pensar e agir na área da Educação Econômica, onde diversas escolas de pensamento se manifestam com intensidade nunca vista, como a da complexidade, a ecológica, a feminista, a institucional e a comportamental, com suas mil e uma ideias, ainda que muito imbricadas, todas elas, em suas próprias publicações, conferências e nichos. Quando já urge um avanço integrado de todas elas no enfrentamento dos formidáveis desafios globais, abjurando-se as metáforas e pontos cegos de passados hoje considerados obsoletos. A conjuntura exige, a la Alvin Toffler, um desaprender para reaprender novas concepções de desenvolvimento social, favorecendo a emersão de contemporâneas estruturas econômicas e sociais.

A autora é professora e pesquisadora da Universidade de Oxford e é considerada, segundo The Guardian, o John Maynard Keynes do século XXI, ao reformular a economia, nos permitindo mudar nossa visão de quem somos, onde estamos e o que queremos. O Forbes, outro instituição econômica de renome consagrado, ressalta que “o livro é um texto fascinante aviso a economistas e empresários: deem um passo atrás e analisem nossa economia”.

O trabalho da Kate Raworth, segundo ela própria declara, é o de, ainda no presente século, criar economias que promovam prosperidade humana numa teia de vida florescente, de maneira que possibilite uma prosperidade em equilíbrio dentro de um espaço seguro e justo.

Seria considerado pioneiramente oportuna a junção de universidades (departamentos de economia e sociologia), empresários, dirigentes públicos e formadores de opinião, na promoção de eventos catapultadores que se iniciassem reavivando as etapas contidas no livro seminal Etapas do desenvolvimento econômico, do economista americano Walt W. Rostow, editado em 1960, onde se explicitavam as famosas cinco etapas: 1. A sociedade tradicional; 2. As precondições para a decolagem; 3. A decolagem; 4. O voo para a maturidade; 5. A era do consumo de massa. Onde a curva do S seria amplamente analisada através dos ingredientes que a fizeram cair no esquecimento, anestesiada pela ilusão de um crescimento econômico infinito sem um mínimo de solidariedade humana.

É chegada a hora de se pensar mais ousadamente, sem sectarismos ideológicos de princípios que já não mais se sustentam. Todos percebendo que, assim não procedendo, naufragaremos no frigir dos ovos, posto que “jacaré que muito dorme vira bolsa de madame”.

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PAVÃO MISTERIOSO DESVENDA OS MISTÉRIOS

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CONSELHO

Conselho aos queridos amigos fubânicos.

Quando você se sentir um completo idiota, basta lembrar que existe no mundo Juca Kfouri e José Trajano, os entrevistadores de Lula.

E seu astral subirá de imediato.

Na foto abaixo, a parelha de babacas com os dentes arreganhados, saindo do Hotel Polícia Federal, onde Lula está hospedado, cumprindo pena por corrupção e lavagem de dinheiro.

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GLÓRIA MARIA ZAGO – ARAGUARI-MG

Caro Editor:

Seria possível reproduzir esta notícia no JBF?

Ela mostra o caráter dos nossos parlamentares.

Foi publicada no blog de Lauro Jardim no mês de abril passado e reproduzida em vários jornais.

Muito obrigada.

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