DOUTOR PHD EM ANÁLISE DE FOTOGRAFIAS

Comentário sobre a postagem UM CONTERRÂNEO CANALHA DO EDITOR FUBÂNICO

Sergio Rieffel:

Caro Berto,

seu link é inútil pois trata-se de conteúdo exclusivo para assinantes.

Tentei ler e me foi oferecida uma assinatura por R$ 9,90 ao mês!

Até acho interessante ler (de graça) o que esse povo anda escrevendo por aí, mas a R$ 9,90?

Nem a pau juvenal!

Eles devem pensar que sou ladrão do meu dinheiro!

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A Editoria do JBF oferece pra toda freguesia fubânica, graciosamente e na íntegra, a matéria publicada na revista Veja que o leitor Sergio Rieffel não conseguiu acessar.

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GAROTO EM BAIXA

O que uma foto pode contar

Por Ricardo Noblat

Observe com cuidado a foto acima. O que mais chama sua atenção? Ela foi tirada no último domingo depois do casamento do deputado federal Eduardo Bolsonaro com Heloísa Wolf em um condomínio do bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.

Fotos como essa são tradicionais. Elas reúnem os recém-casados e seus parentes mais próximos. E todos posam sorridentes, felizes. Da esquerda para a direita, o casal Flávio, Michele e Jair Bolsonaro, Eduardo e Heloísa, e Carlos. À frente deles, as daminhas de honra.

E aí? Não, o que mais chama atenção na foto não é a ausência da mãe de Eduardo, de quem o presidente Bolsonaro separou-se há muito tempo. Nem o vestido decotado da mulher do senador Flávio. Nem a elegância desleixada de Carlos, na ponta direita.

Bingo! Acertou quem notou que Carlos é o único adulto da foto que não sorri. Está de cara amarrada como não se sentisse à vontade na cena. Não, nada a ver com o fato de não ter par como os demais. Tudo a ver com a situação incômoda que atravessa no seio da família.

Carlos perdeu o protagonismo que sempre teve entre os garotos do capitão desde que o general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército, queixou-se dele e do autoproclamado filósofo Olavo de Carvalho em conversa recente com Bolsonaro.

Villas Bôas disse a Bolsonaro que ele poderia perder o apoio da caserna se não pusesse fim aos ataques de Carlos e de Olavo contra os generais empregados no governo. Bolsonaro levou a sério a advertência. Os ataques nas redes sociais foram suspensos.

Olavo passou recibo e anunciou no Twitter que não bateria mais nos fardados. Carlos retraiu-se, e retraído está, desgostoso, aborrecido. Como dono das senhas do pai, posta uma coisa aqui, outra ali, mas evita entrar em bola dividida. Até quando? Quem sabe?

No momento, junto ao pai presidente, o garoto de bola cheia é Eduardo. Flávio está lá com seus rolos sendo investigados pelo Ministério Público do Rio.

3 pensou em “DOUTOR PHD EM ANÁLISE DE FOTOGRAFIAS

    • é isto aí, como fazer jornalismo, é preciso ter fontes cofiáveis, e investigação, os nossos pseudo jornalistas acham melhor ficar só na fofoca.

  1. Tenho visto umas bobagens escritas por leitores de jornais que comentam algumas reportagens dizendo que não pagam para ler futilidades, o que é uma bobagem, uma trojolotice. A vida não é só de coisas sérias, precisa de Carnaval, música, sexo, cerveja, circo e ócio, de modo que a imprensa deve oferecer isso também.
    O que os jornais, a revista, a tv e o rádio precisam oferecer, inclusive pela Internet, é a verdade. Seja uma notícia sobre o jogo de bolinhas de gude, é preciso que a notícia seja verdadeira, baseada em fatos reais e fontes confiáveis.
    Isso em geral é dado pelo O Globo, pela Rede Globo, pela Veja, pela Folha, pelo Estadão, pelo Correio Braziliense e pelas empresas jornalísticas em geral, com as distorções e vieses determinados por certas tendências mas que não devem comprometer e em geral não comprometem a verdade (raramente uma empresa jornalística de verdade publica uma fake news e quando cai por algum descuido logo se apressa em retratar-se).
    É bom parar com essa porra de ficar atacando a imprensa para justificar como bom aquilo que a imprensa está mostrando que está errado, tipo o desgoverno.
    Ou vocês acham que os blogues e as fofoquices do FB é que estão certos?
    Oras!

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