NADA DE LGBT EM CUBA

Angeli Full

Alguns iludidos poderiam achar estranho que o governo de Cuba tenha cancelado – em nome da “política do Partido, do Estado e da Revolução” – a marcha anual LGBT.

Iludidos sim, pela conversa mole da esquerda, sempre disposta a defender as “minorias indefesas”.

Essa conversa mole, ao menos em Cuba, não passa de uma mentira elaborada pelos “inventores de histórias” comunistas.

Só quem desconhece a história não sabe que o “herói” da revolução cubana Che Guevara apresentou, em 1959 – assim que Fidel Castro tomou o poder – um conceito muito especial: o do “novo homem”.

Essa ideia foi explicada em sua nota O homem e o socialismo em Cuba, na mesma época.

O tal “novo homem” de Guevara deveria ter valores anticapitalistas, cooperativos e não materialistas.

Qualquer um que se afastasse desse ideal era considerado “contra revolucionário”. Esse era o caso dos homens gays, que Guevara chamava de “pervertidos sexuais”.

A homossexualidade, vista pela ótica distorcida de Guevara e seu líder, Castro, era um sintoma de “decadência burguesa”. Expressão que os esquerdinhas emburralhados ainda hoje adoram usar, enchendo a boca.

Mas os mesmos esquerdinhas se esquecem que Guevara ajudou Castro a fundar o primeiro campo de concentração cubano em Guanahacabibes, para onde mandou homossexuais, testemunhas de Jeová, padres afrocubanos e outros, que eram forçados a trabalhar para o Estado. A maioria morria logo, depois de torturados e estuprados. O slogan desses campos – copiado dos nazistas de Auschwitz – era “O trabalho liberta”.

Mas as qualidades do nobre líder comunista não paravam aí. Guevara, entre outros passatempos, adorava torturar animais, característica de assassinos em
série. De fato, contam-se ao menos 216 vítimas diretas do assassino, no período de 1957 a 1959.

Os negros eram outro dos alvos do sujeito, que os descreveu em seu diário como “aqueles indivíduos da raça africana que mantiveram sua pureza racial graças à sua falta de afinidade pelo banho’”.

Aos mexicanos, ele se referia como ‘um bando de índios analfabetos.’

Assim, não há como estranhar, hoje, que o Estado cubano reprima manifestações LGBT, como acaba de fazer. É coerente com a concepção enviesada de Guevara e Castro sobre uma ‘sociedade superior’, onde a vida humana – e os humanos – tinham pouco ou nenhum valor.

Diferente – e muito – da fachada mentirosa alardeada de que lutam por minorias e as defendem.

A única minoria que defendem é a própria, de castas corruptas e algozes de seu próprio povo.

4 comentários em “NADA DE LGBT EM CUBA

  1. Imagine se a esquerda imbecil estuda e se estuda veja se ela entende. Por isso o Brasil nao pode ir para o futuro pois os toscos imbecis querem viver neste passado que nunca deu certo em lugar nenhum

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