EU, SIM, SOU PRESO POLÍTICO. NÃO, AQUELE LADRÃO!

Havia um contraparente meu pelo qual eu tinha muita estima, embora discordasse veementemente de suas ideias e posicionamentos na vida. Nossas discussões eram homéricas, mas, como sempre, ao final estávamos ambos bastante bêbados, entre mortos e feridos, salvavam-se todos. Acordávamos de ressaca no dia seguinte e nem lembrávamos mais daquilo que tínhamos discutido. A amizade era mais importante.

O mais interessante a respeito desta criatura brilhante é que ele quase conseguiu “fechar” o Jogo da Velha das aposentadorias.

Eu chamo de Jogo da Velha a matriz de 3X3 onde estão listadas todas as possibilidades de aposentadorias junto às diversas formas pelas quais o nosso “amado” governo se manifesta.

Pois bem: Esse meu amigo conseguiu aposentadorias em todas as funções que desempenhou junto aos diversos níveis do governo. Nenhuma delas passou incólume à sua esperteza. Em cada uma delas, fez jus a um “Fundo Especial de Aposentadoria”, todos devidamente bancados pelo erário, é claro, e tudo absolutamente dentro da nossa maldita legalidade. Se era moral, ou não, aí já é toda uma outra estória.

Já naquela época há uns 20 ou 30 anos atrás, eu previa detalhadamente a derrocada econômica e moral que essa filosofia de vida provocaria em nosso país: Todos querendo se locupletar em alguma (ou algumas) mamata estatal; toda a juventude direcionando seus esforços a fim de passar em algum concurso público para se dar bem; toda a atividade produtiva sendo extorquida pelo peso da imensa máquina estatal e a produção caminhando celeremente para a lata de lixo da história e as taxas de desemprego rampantes. Exatamente a hecatombe que estamos assistindo o clímax hoje.

Este era sempre o tema das nossas acaloradas conversas!

Quando não tinha mais argumentos, a sua saída sempre era dizer: “É…Democracia custa caro!”

Eu só sei que a vida lhe foi altamente irônica. Nunca usufruiu da imensa fortuna que amealhou. Primeiro, porque levou sempre uma vida simples e frugal. Nunca ostentou de forma nenhuma a enorme potencialidade econômica e financeira de que dispunha. Depois, porque partiu muito cedo desta vida devido a uma doença insidiosa. Quem ficou bastante confortável, em termos financeiros, foi a sua viúva, que não por coincidência, é também extremamente simples e modesta.
O mais interessante disso tudo é que esse meu amigo nunca teve de sujar as mãos através da utilização de meios ilegais para se assenhorar dessa montanha de recursos. Tudo foi praticado de forma absolutamente legal. Se as leis eram éticas ou moralmente defensáveis, aí já é toda uma outra conversa. Como dizia Millôr:

“O melhor meio de se dar bem fora da lei é legislando em causa própria”!

Conforme nos ensina Bakunin, o Estado sempre foi, em todos os tempos e lugares, uma maneira que gente esperta encontrou para se dar bem às custas de uma multidão de otários. Em consequência, só poderiam ser fortes e se estabilizar à medida dos crimes que para isso viessem a cometer. Foi bem isso o que fizeram nossos “amados” governantes ao longo de toda a história deste nosso país, muito mais especialmente nos últimos anos: Seguiram fielmente as lições do Deputado Justo Veríssimo. Roubaram dos pobres para distribuir entre eles mesmos.

Justo Veríssimo

 

Nos últimos anos, a roubalheira foi tão desbragada que matou até a galinha dos ovos de ouro. A nação “quebrou”. Não tem mais como continuar empurrando com a barriga e rolando dívidas que não são mais nem Milionárias nem Bilionárias. Chegaram agora à casa dos Trilhões e, segundo parece, para ficar. Pegar o dinheiro das aposentadorias de milhões de pobres e dar destino incerto e ignorado, enquanto os nababos se refastelam em suas mordomias mil, foi a cereja do bolo. Para isso, esqueceram até a regra de Millôr e passaram a cometer montanhas de ilegalidades. O desespero para faturar foi tanto que até dos aposentados mais modestos passaram a extorquir dinheiro através dos famigerados empréstimos consignados. Não tem limites para a ganância desse povo.

Essa conversa comprida toda vem apenas para fazer fundo à minha situação junto ao INSS. Completei os 60 anos mínimos requeridos pela lei há mais de 3 anos atrás. Como havia começado a trabalhar com 17 anos, eu supunha ter mais de 40 anos de contribuição, o que me tornava elegível para aposentar. Qual não foi a minha surpresa ao ter negada a anotação de inúmeros registros de trabalho pelos mais diversos motivos. O primeiro registro, quando eu tinha ainda 17 anos, não constava nos seus arquivos, muito embora tivesse registros no PIS e no FGTS. Havis sido extraviado. O tempo de exército, apesar de legislação específica e de uma declaração da Região Militar, também não foi aceito. O pior de tudo foi uma faculdade em que ensinei ao longo de mais de 10 anos e que nunca recolheu as contribuições previdenciárias. Segundo li, existem uns 6 ou 7 Milhões de pessoas em situação semelhante à minha: as empresas não recolheram, o INSS não fiscalizou e, agora, penalizam o segurado não reconhecendo extensos períodos trabalhados. Não fizeram o seu trabalho adequadamente e nós pagamos o pato.

Por outro lado, os Tribunais Federais, que nunca foram nenhum paradigma de celeridade, encontram-se literalmente entupidos de processos. O meu está lá há mais de 3 anos passeando entre os gabinetes do juiz e de procuradores. Só na mesa da juíza, aguardando apenas que ela dê uma decisão me concedendo um direito que é “LÍQUIDO E CERTO”, está lá há um ano. Hoje é o dia do aniversário. Estou pensando seriamente em fazer-lhe uma visita, levar um bolo, refrigerantes, e cantar o Parabéns pra você na sala da juíza. Que acham da ideia?

Pelo acima exposto, minha saudação ao nosso querido governo, em todas as suas incontáveis formas e faces através das quais o mesmo se apresenta para nós, é a seguinte:

LADRÕES! CANALHAS! FILHOS DE UMA CADELA GONORRENTA! BANDIDOS! DEGENERADOS!

Parem de fingir! Previdência Social NÃO É UMA SANTA CASE DE MISERICÓRDIA, cuja função e finalidade é distribuir esmolas entre os necessitados.

PREVIDÊNCIA é INVESTIMENTO! EU INVESTI UMA PORRADA DE DINHEIRO E VOCÊS ROUBARAM TUDO! POR ISSO QUE ESTA PORRA ESTÁ QUEBRADA!

QUEREM FAZER CARIDADE? DOEM SEUS SALÁRIOS NABABESCOS E SUAS MORDOMIAS.

DEVOLVAM MEU DINHEIRO, PORRA!

SÓ ESTOU ESPERANDO PEGAR MINHA APOSENTADORIA PARA IR EMBORA DESTA MERDA DE PAÍS!

Ei, Goiano, Jean Willis, Olavo de Carvalho… me aguardem que estou chegando!

Esta é a razão pela qual eu me considero um preso político nessa terra de corno: condenado à miséria pela imensa roubalheira dos políticos. Preso por não poder ir embora desta merda sem antes conseguir que liberem o que é meu de direito. Podem apostar que eu vou me considerar um refugiado político quando for embora.

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  1. Caro Adônis, segundo Rui Barbosa, “justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada”.
    Falou-se, aqui, muito, dos contatos de advogados com juízes, os tais despachos, condenando-se tais contatos quando eles afetassem a imparcialidade do julgamento.
    Há os casos em que os contatos são convenientes e até aconselháveis; e há os casos que não.
    O teu caso é caso típico de despacho do advogado com o juiz: o advogado não via pedir nem sugerir nada de ilegal, apenas observar que o processo do cliente está concluso em sua, dele, juiz, mesa, informar que o cliente está sendo prejudicado pela falta de decisão e pedir se o juiz poderia verificar a possibilidade de liberar o processo (o advogado não pede que o juiz despacho favoravelmente ao pleito, apenas pede que o processo seja decidido).
    Isso pode funcionar sem que seja por algum privilégio; por vezes o processo está parado por ir “ficando por baixo”, até porque outros advogados foram ao juiz e fizeram tal tipo de pleito.
    Caso o processo permaneça sem decisão, o advogado pode peticionar – no que muitos relutam, com receio de que a provocação possa influir negativamente.

  2. O caso é assim mesmo: processo concluso ao juiz. O juiz que não tem tempo de concluir prejudicando o interessado. Mas, quando um juiz, às portas de um recesso judiciário, orienta procurador dizendo “tem réus preso” ele deve ser “desmascarado” por um canalha qualquer.

    Essa situação não é única nesse país governado por canalhas. Ninguém vai atrás das empresas que deixaram de recolher. Delegam isso ao interessado, enquanto estes empresários continuam com seu patrimônio intacto.

  3. Caro Goiano,
    Creio que você está subestimando a minha parca inteligência.
    Tens noção da quantidade de vezes que meu advogado se dirigiu à juíza alegando que:
    a) Trata-se de uma questão alimentar,
    b) Trata-se de um idoso,
    c) Trata-se de uma questão líquida e certa, com enorme jurisprudência (Fumus bonno iuris e pericola in mora, lembra?)
    Só tem um problema aí: Não fui eu que nomeei essa senhora, apesar de seu analfabetismo sobre leis e justiça, para esta função. Tivesse sido, ela já teria julgado centenas de agravos, petições, embargos e outros quejandos, tal como ocorre com o facínora de Caetés na Suprema Latrina Federal.
    GUILHOTINA JÁ!!!!!!!!!

    • Prezado Adônis, longe de mim isso, de subestimá-lo em qualquer sentido. Aproveitei o gancho para falar da questão do despacho com o juiz, o que é certo e o que é errado. Aceito alguma repreensão por ter-me aproveitado do teu caso particular para ir além do que devia. Assuero percebeu a indiscrição e veio logo apontar algum caso em que talvez parecesse que era uma coisa e era outra, eu nem sei bem, mas não sou eu quem está encontrando nas atividades expostas entre Moro e Dallagnol, dentre outros, algo de desvios graves no desempenho das funções judiciais, não por desonestidade, mas por aquele tal de viés político e ideológico que, consciente ou inconscientemente, pode nos levar a agir equivocadamente em função de objetivos determinados, ainda, sublinho, que esses objetivos sejam bons.
      Quem é minha voz para condenar as atividades expostas nos tais diálogos, mas tem gente cabeluda analisando e dizendo que tá errado!
      Alguém dirá que desde que seja para prender corruptos, tudo bem. Esse tipo de raciocínio, na linha de que os fins justificam os meios, pode levar a excessos mais do que perigosos, deletérios, podendo mesmo justificar, por exemplo, a tortura.
      Enfim, certamente teu representante está fazendo o que pode para defender teus interesses e, infelizmente, muitas vezes as barreiras resistem às mais elevadas competências.
      Desculpe qualquer coisa.

  4. O problema todo deve ser porque, em lugar do Inaudita Altera Parte, ela deve estar ouvindo muito a outra parte, especialmente quando esta alega que não se deve agravar o rombo da previdência.
    Assim, toca a empurrar cm a barriga os direitos dos “POOOOOOOOOBBBBBRRRREEEEESSS” e estes que se explodam.

  5. Como sempre concordo “ipsis litteris” com você.
    É insuportável o bafo da onça governista em nosso cangote.
    Eu odeio mas é impossível ficar livre. Mas continuo tentando.
    Sua fúria, ou nossa fúria é para lá de justificada , em especial a sua devido á situação previdenciária. Ficamos furiosos juntos mas permanecemos impotentes.
    Só discordo da proposta em postagem anterior de arrancar este povo todo á unha . Guando analisamos a situação de espoliação sem escrúpulos, de banditismo nas mais altas cortes de todas as instâncias, de leis sempre em causa própria e jamais em causa do país, realmente sobra-nos pouquíssimas ou nenhuma alternativa.
    Mas a coroa vai ficar na cabeça de quem ?
    De um raríssimo e equilibrado mas feroz ser ?
    E se aparece um Hitler, um Stálin, um Khmer?
    Deus queira que haja resposta.
    Um amistoso abraço e minha solidariedade.

  6. Uma estorinha que um amigo advogado me contou:

    Um juiz aqui do Paraná era famoso por não gostar de dar sentença. Processo chegava na sua mesa, ele empurrava de volta: “Diga o Autor” e “Diga o Ministério Público” eram seus despachos favoritos, geralmente escritos à caneta mesmo, e bem abreviados.

    Um dia um processo chegou na mesa do meritíssimo com todas as partes reiterando que não havia mais nada o que dizer. O Sujeito abriu na última folha, rabiscou “D.O.A”, e encaminhou para os funcionários despacharem mais uma vez o processo ao autor.

    Quando o processo voltou ao juiz, o advogado não havia anexado nenhum documento. Apenas escreveu, abaixo do “D.O.A.” do juiz: “MM. Juiz: P.Q.P.”.

    O juiz ficou doido. Mandou chamar o advogado. Recebeu-o aos berros em seu gabinete: que não admitia aquilo, que ia denunciar à OAB, que ia mandar prender, que ia isso e aquilo. Quando finalmente parou, com cara de quem esperava uma explicação, o advogado respondeu:

    Meritíssimo, tenho interesse na conclusão do processo, e por isso segui seu exemplo de concisão e brevidade: ao seu pedido de “diga o autor”, respondi apenas “Meritíssimo juiz: Peço que Prossiga!”.

  7. Prezada Valéria,
    Suas mensagens são um refrigério para este pobre escriba.
    È maravilhoso se deparar com pessoas como a senhora.
    Quanto ao Goiano, estou veramente perplexo, atônito, estupefacto, com a sua serenidade e com suas sábias palavras. Os ares de Paris parecem estar te fazendo muito bem.
    Grande abraço a todos.

    • Adônis, o lance é simples: aqui no JBF foi apresentado caso de um juiz que estava julgando infrações no trânsito. Mostrou as violações da ré só ter estacionado em local proibido. Ela argumentou uma questão relacionada com o velório do filho. Em suma, o juiz estipulou uma multa e perguntou se ela poderia pagar. Ela disse que não tinha aquele valor. O cara deixou por US$ 50,00. Ela disse que tinha esse valor e que ficaria com US$ 5,00. O juiz dispensou a multa porque ela disse que tinha saído de casa sem tomar café. O cara entendeu que ela precisaria de grana.

      Nosso sistema judiciário é tendencioso. Atende apenas ricos e poderosos. Juízes sérios são raros. Os que prevalecem são aqueles que aceitam propinas, vendem sentenças e vai por aí.

    • Cara, os ares de Paris fazem bem a qualquer um, mas a Valéria falou da queda da Bastilha e eu como mosca, fui para Les Halles, depois para Paris Plage e quando percebi já era tarde para ver as festividades no Arco do Triunfo. Perdi!

  8. Cher Goiano,
    Permettez-moi de n´être pas d’accord avex toi. Je ne supporte pas Paris, même si je parle relativement bien le Français.
    C’est un peuple extrêmement épais et mal éduqué, surtout avec des étrangers au visage africain comme moi.
    Je préfère mille fois Lisbonne

    • Cara, adoro Lisboa! Paris, afora algum inconveniente, como dizes, é uma festa para os olhos e para o espírito, mas eu tenho vivido em outras cidades maravilhosas,como Avignon e Strasbourg, por menos tempo, de modo que a França não é só Paris e em outras cidades a população costuma ser mais, digamos assim, suave. Tenho aproveitado, nesses vários anos, para conhecer os países das redondezas, tudo muito lindo, cultura maravilhosa, mas vou confessar uma coisa, definitiva: por mais que seja bom, fora do Brasil sinto-me sempre como um peixe fora dágua.

  9. caro adonis,trabalhei 40 anos com carteira assinada,quando fui me aposentar só constava 25 anos,os outros 15 anos sumiu.tive que esperar completar 65 anos para receber o beneficio, que é uma fortuna de um salario minimo. estão falando nos comentarios de paris , lisboa etc. só conheço estas cidade por foto .mas estou feliz porque no dia do pagamento eu posso comprar uma caixinha de cerveja.

  10. Caro Francisco,
    Eu, você e a torcida do flamengo, do Corinthians, do sport do Recife, e de todos os outros times, fomos desavergonhadamente roubados por esses mesmos ladrões que estão agora discutindo para quem vão dar as esmolas, de quanto e depois de quanto tempo.
    Filhos da puta descarados e cínicos.
    Por mim, era fuzilamento ou guilhotina para todos eles.

  11. Caro Adônis,o que mais me impressiona aqui nesta paragem são 2 pessoas que ,para mim ,são o extremo oposto do que vejo no JBF:você e o acéfalo goiano(de Goiás Velho)/Só por curiosidade:foi por uma coluna sua,que li por um outro caminho(não conhecia o JBF naquele tempo), que passei a conhecer o site.A sua coluna falava sobre as 3 possibilidades de intervencão militar no Brasil(se não me engano,relatadas por um militar),e que desta vez haveria algo mais violento ,ao contrário de 64,aonde não se gastou sequer uma bala.

  12. Sergío, no JBF convivemos muito bem com a defesa da democracia e com as propostas de ditadura, o que não é fácil de conter-se e compatibilizar-se em uma mesma mídia. Espero que na sociedade, que se faz representar aqui pelos dois extremos, as soluções para o País não passem pelo fio da espada. A humanidade precisa dar um passo à frente e seria bonito que o Brasil participasse desse movimento civilizatório.

  13. Caro Adônis Oliveira:

    Não temos ilusão sobre o Poder Judiciário Brasileiro. Principalmente o TJPE, considerado o mais ineficiente e escroto da federação.

    O Prédio, se é que se pode chamar aquela espelunca de prédio, está aos pedaços parecendo um barraco de favela, uma vacaria, cheio de goteiras por todos os lados. Talvez o barraco seja mais digno.

    Não existem mais funcionários para atender o público. Os que existiam se escafederam na aposentadoria, fugindo da informatização.

    Chega-se a uma Vara daquelas, onde todos os processos agora são eletrônicos e não mais se encontra um funcionário habilitado a nos dar uma resposta sobre o andamento de tal ou tais processos. Enquanto isso na Caixa eletrônica de alguns juízes o “bizado” está cheio de despacho, decisão interlocutória, liminar ou sentença à espera de publicidade.

    Criou-se uma tal de Secretaria em cada Vara que mostra a decadência, incompetência, ineficiência e indecência do TJPE.

    E os juizados especiais, cuja Lei 9.099/95, foi criada para dar mais dinâmica e celeridade aos processos de valores ínfimos, está pior do que um poleiro de pato: todo melado de bosta e sem limpeza.

    Não há solução, amigo e grande colunista, a saída e a retaguarda!

    Se eu for contar aqui as putarias forjadas pelos desembargadores que comanda aquela pocilga, talvez eu venha a ser deserdado por provas lícitas!

    Forte abraço e boa sorte!

  14. Caro Cícero,
    Este nosso país está se esvaindo em bosta!
    A saída, conforme tenho reiterado sempre, é o aeroporto.
    Enquanto não tivermos uma revolução digna deste nome, com milhares de fuzilamentos de todo tipo de canalha, enquanto ficarmos nos masturbando em tribunais que vão do nada a lugar nenhum, com milhares de parasitas regiamente remunerados e só esperando a aposentadoria integral, enquanto deixarmos nosso destino ser decidido por quinhentos e tantos parasitas ladrões, vai ser sempre isso aí mesmo.

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