DODDO FÉLIX – BOM JARDIM-PE

Carríssimo Papa Berto,

esse fiel que ora vos escreve está deveras sumido.

O fato é que ainda não concluí a escrita do meu livro sobre Bom Jardim. Devo concluí-lo somente em finais do ano que vem.

Mas deixemos de lero-lero e vamos ao que (me) interessa.

Estou anexando esse soneto que escrevi semana passada. Caso valha a pena e ainda queira dá-me a honra, publique-o.

Com votos de que continue em gozo de plena saúde (você , Aline e o João), aceite o abração desse seu humilde e devoto admirador.

R. Aqui você não pede nada, meu caro.

Aqui você manda e dá as ordens.

Que bom que reapareceu e deu notícias.

Sucesso no seu livro.

E vamos ao soneto que você nos mandou:

A UM PSEUDOGURU

O poeta não é de tecer loas
a quem quer que se mostre inconsequente.
Não aceita também que algum demente
fique atacando a moral das pessoas.

Faz jus, decerto, às mais áureas coroas
aquele que respeita sua gente,
tal como faz general Villas Boas,
um cidadão, sem dúvida, decente.

Os insultos banais de um falastrão
(o vilão louco que lá longe ladra),
homens de bem jamais atingirão.

É na distância que os covardes agem…
E o tal guru nesse perfil se enquadra,
pois lhe falta, afinal, honra e coragem.

Bom Jardim, 8 de maio de 2019.

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