CÍCERO TAVARES – RECIFE-PE

Editor Berto,

Publique, por gentileza, essa lembrancinha ao nosso gigante de alma divina que hoje fica mais jovem, sábio e de bem com o mundo:

Dr. José Paulo Cavalcanti Filho:

O homem por detrás do charuto que conheci no ano de 2004 e, sem saber quem eu era, autorizou a secretária a me mandar subir até o primeiro andar do escritório de advocacia da Avenida Agamenon Magalhães, onde estava a me esperar para um bate-papo descontraído.

Um bate-papo que para mim dura até hoje, pela a atenção que me foi dispensada.

Naquele momento, ouvi-o falar pela primeira vez que estava com o projeto da biografia de Fernando Pessoa.

Chiquinho, tenho filhos maravilhosos, já plantei árvores, mas preciso escrever um livro para completar minha odisseia” – disse-me o biógrafo de Fernando Pessoa que hoje fica uma criança mais sábia, com o coração sempre aberto à simplicidade que a vida nos proporciona.

Feliz primavera, homem de Deus.

É o que te deseja este teu amigo do coração.

Chiquinho

R. Hoje pela manhã, a primeira mensagem de zap que passei, às 6:30, foi para o nosso estimado colunista fubânico, dando parabéns pelo aniversário dele.

E ele me respondeu de imediato.

José Paulo, o ilustre aniversariante do dia, é um amigo muito especial e pelo qual tenho uma grande admiração.

É um privilégio para esta gazeta escrota contar no seu quadro de colaboradores com um dos maiores juristas e intelectuais do Brasil.

O quadro abaixo reproduzido está no Blog do Nêumanne, comandado pelo grande jornalista brasileiro José Nêumanne Pinto, também colunista do JBF:

10 pensou em “CÍCERO TAVARES – RECIFE-PE

  1. A sensatez e a lucidez jurídica de Dr. Paulo é de causar inveja, até mesmo, nos famosos doutores da lei do evangelho. Parabéns

  2. Quase bati o recorde de nosso eminente e santo Papa: mandei minha mensagem ao ilustre aniversariante às 7,31. Disse-lhe, textualmente:
    “que o vento da felicidade só faça a curva depois de passar por sua casa, derramando sobre você e Dona Lecticia potes cheiros de felicidade, alegria e, se ainda sobrar espaço, versos e falas de Fernando Pessoa.
    Se ainda assim for pouco (e acho que é) que lhe cheguem todas as venturas que só os homens de bem tem direito.Você é um deles.
    Abraço fraternal de seu súdito
    XICO B IZERRA”

    • Prezadíssimo Poeta Xico Bizerra:

      Escrevi essa singela homenagem acima depois de um comentário do genial Poeta à minha crônica: “A EMPREGADA DOMÉSTICA!”

      Dr.º José Paulo já passou, segundo mesmo confessou, das armadilhas emotivas devido à sapiência adquirida com a idade, mas fica regozijado com as homenagens dos amigos do coração do Jornal da Besta Fubana, a começar pelo Editor Luiz Berto!

  3. Além de parabenizar o ilustre colega, já que somos fubânicos”, quero falar de biografias, o que temos feito aqui no JBF, e da “quase autobiografia” que ele inventou e publicou, um subgênero, digamos assim, sobre Fernando Pessoa .
    Que a Biografia é um gênero – ou melhor, espécie – relevante da Literatura, não se discute. Alíás, é o que tem mais aparecido na área desde fins do milénio passado. O Romance, dizem à bessa, morreu ou está morrendo há anos; a Poesia, então nem se fala, é coisa pra poucos Aí surge a Biografia, querendo fazer um balanço da Humanidade, ao fim de 2 mil anos de acúmulo de conhecimentos, digo, das pessoas que o fizeram. O mercado editorial nesta área vem crescendo vertiginosamente desde a década de 1990
    O “novo” gênero ou espécie literário se consagra e produz subgêneros ,como a autobiografia, a biografia romanceada, e até a biografia não-autorizada; aquela que não quer se fazer, mas alguém cisma que tem que ser feita, e faz à revelia do biografado. E agora surge a “Quase Biografia”, criada pelo jurista, poeta e escritor José Paulo Cavalcante.
    Fernando Pessoa é uma das pessoas mais biografadas atualmente. Mas, o “cabra” tão enigmático que a biografia, talvez não consiga retratá-lo . Aí surgem os “interpretadores” tantos que tentam se aproximar do “cabra”. A quase autobiografia é uma ousadia literária que não tenho visto até agora. Mas que me animo em conhece-la, colocando-a na lista na cabeça do das próximas leituras.
    É disso quera falar com os colegas fubânicos.

    Abraços a todos
    Brito

  4. O título se explica, amigo Brito, pela forma como foi se construindo o livro. Em um momento mágico, percebi que Pessoa só escrevia sobre ele mesmo ou o que estava em sua volta. Nesse sentido, sua obra é uma espécie de testamento. Foi quando decidi escrever sua biografia usando suas próprias palavras. Não em uma sequência ordenada, pela data em que os textos foram escritos. Mas usando as palavras dele para dizer o que eu desejava dizer. Parece que deu certo. É o livro, sobre Pessoa, mais vendido no mundo. E o mais traduzido, longe dos demais. Grato pelas palavras, abraços, José Paulo.

    P.S. Por favor mande endereço com CEP, amigo. Para meu e-mail, jp@jpc.com.br Mando um exemplar do livro, você lê, e depois diz se funcionou. Ou não. Abraços fraternos.

  5. Meu Caro José Paulo Cavalcanti

    Mas que beleza!!! Vou ganhar um exemplar autografado do livro sobre Fernando Pessoa mais vendido no mundo. Fantástico. Só com o JBF eu consigo uma façanha desse tamanho.
    Muito grato, Mestre, pela gentileza.

    Estou indo para p México amanhã, mas volto em 15 dias e lhe mando o endereço.
    Pode estar certo que lerei “sua” autobiografia com muita atenção.
    Gratíssimo, um abraço e ate logo mais
    Brito

  6. Caríssimo Brito:

    O nobre colunista vai se extasiar com a mais perfeita tradução de Fernando Pessoa escrito pelo genial José Paulo.

    É obrigatoriamente meu livro de cabeceira desde que o ganhei com autógrafo “Para Ciquinho, com o Coração”, José Paulo, 2018!

    Xico Bizerra diz o mesmo, e eu mais que concordo com ele. Também me encantaram, pela sua peculiaridade, “A Guerrilha de Palmares” do nobre colunista Luiz Berto, que traz sua aldeia ao centro do universo em linguagem do povo!

  7. Beleza, Cicero.

    Cheguei do México ontem, vou mandar meu endereço para nosso ilustre colega e aguardar o livro que me foi prometido. Estou certo que será uma leitura mais que agradável. Sou-lhe grato por ter merecido essa cortesia

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