RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

PROPOSTA PARA AMAZÔNIA

Volta e meia a discussão e o falatório sobre a Amazônia vem à baila, principalmente quando tal tema parte de fontes do exterior que procuram dar seus pitacos em uma questão exclusiva do governo brasileiro. Os ambientalistas fazem de tudo para tentar entregar a maior região florestal do mundo para os gringos, há um frenesi no meio desses intelectualóides que resolvem os problemas brasileiros sentados em mesa de bar e destilando suas raivas com conhecimentos formatados em informações de tabloides, imprensa ideológica e outros caminhos criados por imaginação gerada por muita fumaça na cabeça. O Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes e nessa região de 20 milhões, menos de 1/10 tem o conhecimento dos reais problemas que envolvem a manutenção in natura da floresta amazônica. Não se conhece nenhuma proposta de ocupação racional e corretamente ecológica plausível de aplicação na região, que seja isenta de influências ideológicas.

Em todas as propostas possíveis de serem estudadas, tem o dedo estrangeiro que quer atuar no processo em uma nítida tentativa de usufruir das enormes riquezas minerais e da biodiversidade. Preservar é sinônimo de zelar, cuidar e para isso necessita de ações inteligentes e sábias com pessoas capacitadas e instituições não vulneráveis as possibilidades de corrupção e de contrabando de informações. Infelizmente não temos essas instituições ainda. Cria-las demanda muita perseverança na descontaminação da imoralidade e reconquista da ética na administração pública. Acredito que o novo governo, dentro em breve, conseguirá dar cabo a essa tarefa. É o ponto de partida para o avanço do Brasil no seu desenvolvimento tecnológico, social e econômico.

O exposto até aqui me traz de volta a um ponto que insisto por décadas. A Amazônia merece um Ministério. Afinal, representa 61% do território nacional e é onde está concentrada a maior biodiversidade do mundo. As riquezas minerais são gigantescas e elas podem impulsionar o crescimento econômico do Brasil, trazendo um enorme avanço na qualidade de vida do brasileiro. É preciso acabar com essa história construída pela esquerda socialista francesa e abraçada por meio mundo, de que a Amazônia tem que ficar intocada. Inventaram que somos o pulmão do mundo e que avançar nesta região, será a desorganização do equilíbrio ecológico. Balela, caso isso fosse um discurso sério e honesto, não se utilizariam da madeira que sai do Brasil para suas indústrias no continente europeu. São milhões de toneladas de madeira que aportam todos os anos na Europa para o deleite de sua população. Criando um Ministério da Amazônia, haverá uma maior aproximação do governo federal com a região, um canal direto de comunicação. Dará oportunidade de acesso a informação do povo que lá vive bem como fonte para estabelecimento de políticas de ação para a região. Hoje isso não existe devido a diversidade de responsabilidades diluídas entre estados e seus governos, o que sempre gera fracassos nas ações de preservação.

Muito poderia se fazer com uma administração mais presente do governo federal na região. Primeiro seria o estabelecimento de divisas entre a Amazônia Legal daquela Amazônia considerada reserva da biodiversidade ou chamadas de nativas, regiões de

florestas. O ideal seria a elaboração de políticas específicas para cada uma, com determinação de fronteiras entre elas, uma não interferindo na outra em suas ações de desenvolvimento, preservação e exploração. A inserção de centros de estudos, via universidades dos estados Amazônicos e outras, bem como de postos avançados das Forças Armadas do Brasil, iriam inibir sobremaneira a ocupação desenfreada e prejudicial a todo ecossistema. Seria um freio brutal ao desmatamento que ainda ocorre de forma descontrolada na região. Existiria um melhor serviço de fiscalização dos órgãos que lá atuam com o apoio dos militares. Começaria a gerar maior pressão contra os contrabandistas de toda estirpe que hoje lá atuam. As chamadas estradas vicinais poderiam ser bloqueadas, pois são construídas para o escoamento de madeira extraída ilegalmente e, o que é pior, servem como via de infiltração de invasores. Sei que muitos irão considerá-la como sonhadora, é o costume de quem pouco ou nada acredita no que é inovador, mas eu penso diferente e creio, piamente, ser uma boa ideia que pode se transformar em proposta para Amazônia.

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

SÓ NO BRASIL

“Começo a ficar intolerante com os que se alegram com o fracasso do país e que se vangloriam em ver a nação afundar por força de suas, quase sempre, infundadas críticas” – Ives Gandra Martins. É uma frase que impressiona porque está contida de muita verdade e reflete o momento daqueles que estão enrustidos, ou seja, sem definição. Estes, enrustidos, são os maiores destruidores de qualquer pensamento de evolução política, social e econômica de uma Nação. São os que se alimentam de inveja, derrotismo, pessimismo e se sentem o senhor das razões, mesmo que os fatos apontem em direção oposta, como acontece. Combater, mas sem fazer parte da batalha, solapar, mas, falsamente, se mostrando apoiador de uma proposta ou pessoa. São esses que criticam o presidente brasileiro, mesmo conhecedores de que a tarefa de colocar o Brasil no caminho do desenvolvimento, depois dessa monstruosa desconstrução promovida pela esquerda brasileira, será de muita paciência e trabalho.

O INPE, forneceu dados, que agora provados, totalmente em desconformidade com a verdade, ou seja, dados furados. Foi um ato pensado do Diretor do orgão, mas com falta de respeito hierarquicamente e com o próprio Brasil, ao divulgar dados inverídicos, arranhando a credibilidade do governo brasileiro em um momento importante na sua relação com o mercado econômico e financeiro internacional. Jogou no colo da imprensa estrangeira essa informação incorreta na busca de holofotes e de agrado com a sua corrente ideológica. É oriundo da UFF, o maior centro da esquerda estudantil no período do governo militar. Diria que foi criminosa a sua atitude, mas quem disse que esses esquerdopatas tem identidade nacional? A suspeita do “ato pensado” está justificada na falta de respeito e profissionalismo, do Diretor Ricardo Galvão, com o Ministro Marcos Pontes, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, ao qual o Diretor é subordinado. Tal procedimento é inaceitável. Tais dados deveriam ser apresentados internamente e conferidos por equipe do Ministério.

Ficou-se sabendo que os operadores das informações e suas compilações eram bolsistas de outras instituições. Alegar que desconhecia o erro deles, ou de outros, é falta de comando e responsabilidade, ainda mais conhecedor do que representam esses dados para a política externa brasileira. Tudo leva a crer que teve como maior meta, a desestabilização do presidente Bolsonaro e seu governo. Havia erros grosseiros para um instituto de alto nível tecnológico e profissional, o que reforça o propósito do erro deliberado. Nos dados ofertados a imprensa internacional, estavam inclusas áreas recuperadas que não deveriam mais servir de avaliação do desmatamento. Foram consideradas áreas sobrepostas, ou seja, avaliadas duas vezes para efeitos de cálculos. Avaliações de 2017 estavam inclusas nos dados considerados como de junho de 2019 e por aí vai. Não há no INPE equipe especializada para o tratamento das informações do aparelhamento tecnológico sobre desmatamento, o que está sendo providenciada pelo Ministro Marcos Pontes. Desconfia-se que muitos dos jornalistas da grande imprensa nacional e internacional tinham conhecimento das possibilidades de erros nos dados recebidos, não checaram, publicaram imediatamente, o que pode ser considerado uma falta de honestidade intelectual por parte dos jornalistas e dos seus veículos de imprensa, mas será que isso tem validade para eles?

Tudo pode ser neste caso do desmatamento. A Amazônia Legal corresponde a 61% do território nacional e nela vivem mais de 20 milhões de pessoas que precisam ter espaços para desenvolver suas culturas agrícolas, até mesmo os índios. Essa região é formada pelos Estados do Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá, Rondônia, Tocantins e Mato Grosso e precisa ser alterada. Foi criada como política de ocupação e desenvolvimento da região nos anos 50 (Lei 1.806 de 06/01/1953) pelo governo. Várias instituições financeiras e benefícios fiscais foram criados para dar sustentação ao programa, principalmente com a criação da SUDAM em 1966. Não quer dizer que toda a área é de floresta, ela corresponde a pouco menos de 70%, com

florestas contínuas, dos 5.500.000 km². Como disse o presidente, cabe a nós brasileiros, ao governo do Brasil, determinar o que será melhor e o que fazer em relação a nossa Amazônia. Querem pautar o governo brasileiro, só que os tempos são outros e voltamos a realidade de que somos o novo horizonte do mundo, o novo mundo, jovem e promissor, e aí o desespero dos europeus. Qualquer riqueza aqui se encontra, desde a mineral, a biodiversidade, a agrícola, pecuária, turística e por aí vai, e é só no Brasil.S

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

MEIA ENTRADA, INCONSTITUCIONAL

Nesta semana de muita agitação no Congresso Nacional, foi aprovada no Senado Federal pela Comissão de Assuntos Sociais – CAS, a proposta PL 1.322/2019, ementa ao artigo da Lei 12.933, de dezembro de 2013. Por ter sido aprovada em decisão final, o que significa que não vai à votação em plenário, será encaminhada à Câmara Federal diretamente. Esta proposta versa sobre a concessão de pagamento de meia entrada em espetáculos artísticos, culturais, esportivos e outros, aos doadores de sangue, obedecidas as condições nela estabelecidas, entre elas, a regularidade. Não deixa de ser uma bela proposta, mas conflitante com determinações preconizadas pela Constituição Federal.

Em sua justificativa ao Projeto, o Senador Fabiano Contarato diz não estar ainda “imbuída na consciência coletiva, a necessidade de adoção desse ato altruísta indispensável para o salvamento de vidas”. Continua em sua justificativa: “Assim, mostra-se necessário que o Poder Público tome medidas incentivadoras para o ato. Esse é mandamento contido no § 4º do art. 199 da Constituição Federal, ao dispor que a lei disporá sobre as condições e requisitos que facilitem a coleta, o processamento e a transfusão de sangue”, sem complementar que o mesmo artigo, ao seu final, estabelece que se encontra “vedado todo tipo de comercialização”. É nesta palavra “comercialização” que está o nó da questão.

Comercialização é o ato de praticar comércio que nos últimos tempos tem o uso do dinheiro como meio de troca indireta. É uma atividade cujo fundamento é a troca de mercadorias, a realização de um negócio que, obviamente, visa o lucro, sendo, portanto, uma negociação e sinônimo de vender. Esse ato é vedado pela Constituição Federal como já exposto acima. Ao propor a troca de doação de sangue por recebimento de descontos em pagamentos, em obter ganhos, o ato de comércio se caracteriza e a doação se torna remunerada. Mesmo que uma única vez ocorresse, a venda do sangue estaria configurada. O mandamento constitucional proíbe a remuneração e a comercialização.

Há muito tempo venho propondo, para dar uma solução ao problema da falta de bolsas de sangue no Brasil, que seja concedido, como prêmio ou bônus, um percentual adicional às notas do ENEM para aqueles vestibulandos que, de livre e espontânea vontade, doarem sangue no ano da realização das provas. São milhões os inscritos todos os anos para os exames do ENEM. Esta proposta não tem recebido, por parte daqueles aos quais a apresento na área política e de governo, a devida atenção e celeridade na tramitação para sua efetivação. Creio até que esteja ela adormecida em alguma gaveta de assessoria, se ainda não teve o destino das picotadoras ou do lixo. Esquecem, os apresentados, de que nos hospitais, neste momento em que o eleitor faz a leitura deste artigo, estão milhares de pacientes necessitando de doação de sangue. É um sofrimento ao necessitado e a toda sua família que poderia ter evitado tamanho desespero com um simples ato de tramitação burocrática por parte do Executivo federal e dos membros do Congresso Nacional. Embora entenda pela inconstitucionalidade, parabenizo o Senador Fabiano Contarato pela iniciativa.

A minha proposta não é vedada pelo artigo 199, § 4º, da CF. Ela trata de conceder ao doador um estímulo, de premiar o seu ato de doação com um aditivo a sua nota. Não há a mínima possibilidade de interpretação como sendo um ato de comercialização ou remuneração. Esta afirmação tem bases em definições gramaticais que consideram benefício um ato ou efeito de fazer o bem concedendo a alguém um direito ou auxílio. A Lei 10.205/2001 que regulamentou o artigo 199 da CF, em seu artigo 14, inciso IV, proíbe a comercialização da coleta, processamento, estocagem, distribuição e transfusão do sangue, seus componentes e hemoderivados. No mesmo artigo, inciso I, procura estimular como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social, no inciso III proíbe a remuneração. Em seu artigo 15, I, incentiva campanha que estimula doação regular de sangue.

Entre muitos benefícios e resultados desse ato de doação dos vestibulandos, está a possibilidade de descobertas de inúmeras doenças contagiosas tais como HIV, Hepatite, Sífilis, Doença de Chagas, contaminações bacterianas e virais, entre tantas outras que possam ser detectadas pelo exame do sangue. Muitos contágios e propagação de doenças poderiam ser evitadas. Há ainda a oportunidade de encontrar paciente compatível nos casos de transplantes de medula, sem falar no enorme banco de doação. São inúmeras as situações benéficas dependentes da compreensão e vontade política de realizar.

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

ÚLTIMOS SUSPIROS

O desespero dos partidos aderentes ao PT e seu bando é assustador. O próprio PT, que caminha célere para a insignificância política, tem na sua “presidenta”, a narizinho do dinheiro dos idosos e que, mais tardar, em fins de 2019 vai fazer companhia ao seu chefe no presídio, procura atingir de forma grotesca a estabilidade moral e ética do maior ídolo do Brasil, o Ministro Sérgio Moro, com ajuda de sua trinca de desvairadas, inclusa a Maria do Rosário, que já não tem nem mais o Tico e o Teco, seus dois últimos neurônios e sempre que pode, arma barraco. Chega a ser desmoralizante para o Congresso Nacional uma pessoa, com tal desqualificação moral, se tornar uma das vozes de um dos três Poderes da Nação.

De acordo com a mídia, essa meliante é ré em muitos processos. Entre eles o de receber R$ 1 milhão do esquema de corrupção da Petrobras. Ela e o marido andaram também passando perna nos idosos em empréstimos consignados, sem falar da cobrança de propinas dentro do Ministério da Fazenda. Conhecida na planilha da safadeza da Odebrecht como “amante”, intermediou decisões políticas que favoreceram a empresa. É esta pessoa que circula e tem voz dentro do Congresso Nacional o qual nada faz para cassar o seu mandato, hoje de deputada. Não me faz nenhum bem escrever aqui sobre ela, mas sinto-me obrigado a gastar espaços nesta coluna para, como muitos outros articulistas, defender a decência e a moralidade que sofrem ataques com a permanência dela e de outros membros desqualificados, com assento na maior casa legislativa do Brasil.

Culpa dos eleitores? Não, mas daqueles que a consagraram em convenção como candidata do seu partido e muito da imprensa nacional que, por identidade ideológica e tolerância com malfeitos, vem dando suporte e aderindo a campanhas sórdidas contra o governo, especialmente contra o Ministro Sérgio Moro que, sozinho na estrutura jurídica do País, não recebe qualquer reação de apoio eficaz contra esse grupo de meliantes. Isso desmascara boa parte do STF que ainda estimula tal comportamento ao ficar, indefinidamente, julgando “Habeas Corpus” do presidiário de Curitiba que já foi condenado em três instâncias judiciais, sendo que no STJ perdeu por 8×0. O povo, mesmo com sua pouca elasticidade de participação política, entendeu o que se passa e foi as ruas para dar uma resposta do que pode acontecer caso qualquer fato montado ou fabricado pelos bandidos apoiadores desse grupo político de esquerda, venha a afetar o governo Bolsonaro e, principalmente, o Ministro Sérgio Moro. Parodiando Zagalo, “vão ter que engolir”.

O desmanche que foi feito no Brasil nos últimos 24 anos, de FHC para cá, deixou o País fragilizado politicamente e com intensa aridez de lideranças decentes no seu comando. É impressionante o que essa turba dos 24 anos aprontou com as finanças do Brasil. Outro fato que dá a dimensão do comportamento moral e ético de grande parte dos congressistas é o famoso “toma lá dá cá”. Inúmeros projetos do governo vão ser bloqueados se não vigorar esse desejo congressual. É uma forma de pressionar o presidente para ceder ao atendimento dos pleitos dos membros do Congresso. Acontece que os congressistas

adeptos desse tipo de política, tem em 2020 uma eleição que é a municipal. É nos municípios que estão as suas bases eleitorais. É lá que eles lançarão candidatos aos cargos de prefeito e vereador. São esses candidatos municipais que darão suporte aos deputados e senadores nas eleições de 2022. Cabe então ao povo marcar ou anotar em uma caderneta, o nome daqueles deputados e senadores que estão trazendo dificuldades ao governo do presidente Jair Bolsonaro em atender os desejos do povo, o desejo de tirar o Brasil do atoleiro em que a esquerda, o PT e seus aderentes, nos meteram. Marquem e nas eleições municipais façam o “acerto de contas” com eles, não votem nos candidatos deles. Haverá uma campanha nacional pelas redes sociais sobre essa atitude do acerto de contas a ser feito pelo povo. Vamos banir da política brasileira, estadual e municipal, esses membros da velha política e aqueles que colocam dinheiro do povo na cueca, nas malas, nas caixas, bolsas, bolsos e por aí vai. Esse tipo de político não está preocupado com o povo, está preocupado, e muito, em faturar dinheiro pela corrupção. São verdadeiros enganadores da população. Marquem no caderninho o nome deles e vamos dar um basta a esse bando de malfeitores que, como o PT e os partidos aderentes, estão no último suspiro.

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

DESMORALIZANTE

Toda Nação tem seus problemas de governo. Algumas apresentam conflitos internos e externos nas suas condutas, mas sempre dentro de parâmetros de puros questionamentos políticos. Outros países, além dessas questões, avançam em problemas mais sérios tais como envolvimentos em conflitos armados, internos, ou guerras, externos. Há, entretanto, àqueles que, como na maioria dos países pobres da África, os governos geram problemas que deterioram a capacidade de desenvolvimento do País. Eles esgarçam os relacionamentos internacionais com a perversão, ou seja, a sua depravação moral, ética e de credibilidade. É o caso brasileiro nos dias de hoje e que está sendo uma das grandes tarefas do governo do presidente Bolsonaro, a de reverter esse legado dos últimos dezesseis anos. Não será fácil conseguir essa reversão, prova é a petulância de uma Ângela Merkel em querer tomar satisfação do presidente, no Japão, sobre o assunto meio ambiente.

Li, e replico, este explicativo texto do ministro Paulo Guedes que dá uma visão clara do que somos e como vivemos depois desses dezesseis anos de devastação econômica. Escreve ele: “O Brasil é muito surreal, os caras roubaram perto de 1 trilhão e a suprema corte está analisando a suspeição de um Juiz, com bases em “vazamentos” não periciados, feitos por um cidadão que já foi banido de dois países”. Assim vivemos, com um STF aparelhado que acata semanalmente um recurso de Habeas Corpus do encarcerado de Curitiba e não faz outra coisa importante a não ser isso, atender o chefe que lá aboletou pelo menos cinco deles, bem leais. Não importa o Brasil e a justiça brasileira, importa a tentativa de salvar o chefe a qualquer custo. Estão à espera de um vacilo do povo e aí soltarão. Continuam apavorados e por essa razão adiam as decisões porque temem confirmar e então decretar, definitivamente, a prisão do Lulla. Alguns acontecimentos justificam.

O absurdo da nossa justiça quase se concretiza, não fosse a intervenção das redes sociais na escandalosa autorização judicial a um preso (?) da Lava Jato para passar férias legislativas de julho, é Senador, em um resort de Aruba, no Caribe. Chega a ser sórdida tal determinação judicial. Aliás, temos Deputados e Senadores que fazem uso das tornozeleiras e estão no exercício do mandato no Congresso Nacional, decidindo a vida dos brasileiros, coisa inacreditável. Muito parecido com a proposta de férias e da vida do Senador Acir Gurgacz, condenado, mas gozando de regalias e benefícios, está o presidiário de Curitiba no “resort” da Polícia Federal, onde recebe amigos todos os dias, dá entrevistas e ainda fez pedido, gravado e publicado, ao militante político da Intercept, o Gleen sei lá das quantas, para “arrumar” provas contra o ex Juiz Federal e hoje Ministro da Justiça, Sérgio Moro, de forma a que consigam seus defensores, anular o julgamento de sua condenação.

Como disse uma blogueira, “aceito sugestões e opiniões que possam explicar o Brasil”. Por mais que tentem, não conseguirão. A luta é inglória, como continuar, e ter sucesso, com essa camarilha toda no Poder, decidindo a vida do Brasil? Procuram pautar o Presidente da República e exigem ministérios e cargos como fez e faz a velha política, tentando todos os dias subverter o processo político de desenvolvimento, cobram verbas orçamentárias para votar projetos, como é o caso da reforma da Previdência, buscam tirar do presidente sua autonomia de nomeações como está sendo o caso de algumas agências reguladoras para força-lo a voltar aos velhos tempos do toma lá dá cá.

A verdade é que sem uma assepsia, uma limpeza de muitos cupins que ainda sobrevivem na política eleitos por vias escusas, de pressão política ou de favorecimentos, perderemos muitos anos que serão, sem sombra de dúvidas, sofridos. Será todo o Brasil e seu povo sofrendo por causa desses poucos parlamentares, para os quais a decência, a ética e a moral não fazem parte de suas prerrogativas. Para esses políticos não há recuperação de valores já que são destituídos deles. Está claro que conversas e reuniões não irão mudar o comportamento dos muitos

membros do Congresso, não irão largar o osso da velha política. Como solução para reverter em curto tempo a situação vigente, não existe outro caminho que não seja a utilização de um governo autoritário. É duro escrever isso, mas desde que entendo de vida, espero pelo Brasil do futuro que nunca veio e não tenho mais tempo para esperar, eu e o povo brasileiro. Não queremos mais isso, o futuro é agora. Chega de viver nesse Estado desmoralizante.

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

ENTENDA O BRASIL

No ranking mundial das vinte melhores universidades do planeta, dez são americanas, cinco são inglesas, duas de Singapura, duas da Suíça e uma chinesa. A mais bem colocada do Brasil é a USP em 116ª posição, outras estão para lá da 200ª posição, é o caso da UNICAMP em 214ª, UFRJ 358ª, Unifesp 439ª. Entre universidades particulares, a melhor colocada é a PUC-RIO entre 601-650, a partir de 500 a avaliação é por faixa. Esse perfil colocado já dá uma pequena amostra do que somos e do gigantesco problema que temos à frente. Não bastasse os lentos passos, que já vínhamos em nossa caminhada para o desenvolvimento no século passado, o nosso País ainda teve que encarrar por muitos anos um desmonte em toda sua economia, educação, comércio, evolução tecnológica, em seu conceito moral, ético e de honestidade. Foi o aniquilamento dos conceitos básicos para uma Nação tentar alçar voo na luta desenvolvimentista para o seu povo. O império de quadrilhas de malfeitores que se apoderou e se aboletou no Poder, aproveitou-se da inexistência em nosso Brasil da situação acima exposta.

O deslocamento da economia mundial para o campo tecnológico nos esmaga mais ainda, reduz a velocidade da nossa expectativa de saída deste fosso existencial que vivemos em relação ao novo mundo da economia, que cresce com grande força no mercado global. Território já não é mais uma condição e requisito para crescer em qualidade de vida que tem como moeda a informação e o conhecimento. A desorganização política europeia é prova viva de que a sua queda econômica está próxima. Essa desorganização começou a imperar com a brutal queda da qualidade política nos países europeus que abraçaram a ideologia socialista e suas ideias populacionistas de que o mérito deveria dar lugar ao fisiologismo. Deterioraram o ensino livre porque nos regimes autoritários de esquerda, a educação de qualidade para o povo não é um bom negócio. Essa deterioração educacional, com ensino em decadência, levou a queda da economia europeia e hoje a Inglaterra se recusa a pagar essa conta, saindo fora.

A crise de aprendizado no Brasil foi fomentada pelos esquerdistas com discursos estúpidos e na crença de que enganariam muitos por muito tempo. A juventude, como a sociedade, começou a perceber que estava vendida e sem rumo diante do que lhe era entregue educacionalmente. Foi destruída a fé de que seríamos grandes. O Brasil, nos anos 60/70, se tornou uma das maiores economias do mundo, mas via commodities, com baixo crescimento industrial e tecnológico que tem como pré-requisito a evolução educacional. Como ontem e ainda hoje, apenas somos fornecedores de matérias prima, sem valor agregado. O dinheiro do Estado não é voltado para o desenvolvimento, mas para a economia de fechados grupos empresariais e políticos. Isso coloca no fosso, dos sem oportunidade, aproximadamente 55 milhões do programa Bolsa Família.

Incrível, mas 40% da população de 25 anos ou mais, não tem ensino fundamental, somam 53 milhões. Cerca de 29 milhões não tem ensino médio completo e 14 milhões são analfabetos. Outros 12 milhões, entre 15 e 29 anos, não estudam e nem trabalham. A evasão das universidades é assustadora. Dos que entraram, por volta de 49% abandonaram

os cursos. Nas universidades privadas, 53% desistiram. Apenas 21%, nas federais, concluem o curso. A bolsa de estudos para o mestrado é desestimulante e no geral dirigidas para áreas de pouca produção de interesse da Nação. Essas são as razões que nos distanciam daquelas Nações acima citadas, formando um fosso cultural, tecnológico e social, gigantesco. Nos Estados Unidos, 85% da população adulta possuem diploma de segundo grau e 27% de ensino superior. Neste quesito, no Brasil apenas 11% (aprox.), inclusos EAD.

Basta dar uma atenção ao que acontece agora no Brasil para perceber onde e em que nível estamos vivendo. Aqui, corruptos são inquisidores de juízes. Presidiário dá entrevista todos os dias e dorme na sede da Polícia Federal ao invés de presídio. Professores, que querem lecionar, são espancados em salas de aulas. Outros, subservientes de partidos, transformam a escola em local de doutrinação, jogando essas crianças, seus sonhos e de suas famílias, na lata de lixo. A maior corte do Brasil, o Supremo Tribunal Federal-STF, passa a ser um puxadinho de um presidiário que mês a mês entra com pedido de Habeas Corpus, esperando, como o STF, um vacilo do povo. Pior, querem acatar o uso das informações Hackeadas na defesa do presidiário de Curitiba, obtidas de forma criminosa e editadas. Dane-se o povo com a reforma Previdenciária, o negócio é criar torniquetes para o presidente não ficar bem com ele, o povo. Entendeu o Brasil?

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

ARMAÇÕES

O tempo passa, o povo politicamente se mostrou nos resultados das eleições desde 2016, mas os velhos políticos insistem em não abrir os olhos à nova realidade. É isso que nos leva a crer ao assistir vídeo da Convenção Nacional do PSDB, e outros com opiniões de Senadores e Deputados federais, sem mencionar as aberrações nos argumentos dos governadores, principalmente do Nordeste, sobre o que pretende fazer o governo federal na sua política de contenção de despesas e de reformas em várias áreas da administração pública. Percebe-se que as velhas raposas da politicagem no Brasil estão à deriva com a nova forma de governar que está sendo implantada pelo presidente Bolsonaro. É nítido o incomodo dos velhos políticos com o novo momento da política brasileira, não estão aceitando a transposição de comportamento do eleitor e da proposta ora em vigor do Palácio do Planalto. A citada reunião pessedebista confirma o que é geral nos partidos ainda existentes. A agressividade do ex governador e candidato Geraldo Alckmin contra o presidente eleito dos brasileiros, é assustadora, um enorme ranço que não o permite pensar em somar para melhorar o péssimo legado petista. É corrente no meio político e do povo, que o PSDB é apenas uma extensão do Partido dos Trabalhadores-PT. Essa é a razão que explica a afinidade de seu maior líder Fernando Henrique Cardoso, o FHC, com o encarcerado de Curitiba, o Lulla, inclusive na tentativa de criação da “Grande Pátria” via Foro de São Paulo onde ambos, em conjunto com outro chefe, Fidel Castro, agiram em busca do domínio político da América Latina, um desvario.

Da citada convenção do PSDB, algumas conclusões podem ser tiradas. A presença de Rodrigo Maia do DEM, do dirigente do PL Marcelo Ramos, do presidente do MDB Romero Jucá e alguns outros, na convenção que elegeu o presidente dos tucanos, pode-se levar ao pensar de que está se formando um “Big Centrão” ou “Banda Larga” na tentativa de dar freios ao crescimento político do presidente Bolsonaro e manter a sobrevivência dos velhos e arcaicos partidos. Estes, na verdade, são meros puxadinhos de uma organização multipartidária ávida pelo Poder e a sua manutenção, pouco voltada ao desenvolvimento da Nação, ou seja, do povo. Isto tanto é verdade que o grande impulso de crescimento do Brasil se deu entre os anos de 1964 e 1980, no governo militar. Após a eleição indireta de Tancredo Neves e do Vice Sarney, o País viveu espasmos de desenvolvimento na rápida passagem de Collor de Mello, com a abertura do mercado, que foi passo importante para a economia brasileira e com o Plano Real do governo Itamar Franco. Alguma euforia acontecida, após estas passagens de comando, tiveram como fonte a expansão e a oferta de dinheiro internacional. Voltando ao assunto “Big Centrão” ou “Banda Larga”, é uma tentativa de manter sob controle o governo Bolsonaro nas votações no Congresso Nacional. Existe também, em andamento, uma parceria com o STF que passou a legislar e tomar decisões.

Essa declaração de amor ao PSDB pelo presidente da Câmara Rodrigo Maia-DEM, dá a medida que vinha sendo tocada a política brasileira, ou seja, eram fortes grupos políticos partidários unidos em um único objetivo, o de tirar o máximo de proveito do Poder e lutar pelo espaço na estrutura dele e na sua manutenção. Fica claro que nunca houve, como preocupação principal, o desenvolvimento do Brasil e real melhoria da qualidade de vida do brasileiro, ficou sempre naquela “meia boca”, com a distribuição de migalhas como forma de iludir a população de que o social era a meta dos partidos e governos, pura balela. O desespero agora é enorme diante da maneira de agir e governar do presidente Jair Bolsonaro e isso está incomodando e, ao mesmo tempo, desmantelando essa forma que era, e ainda é, adotada pelo Centrão e petistas, de levar na conversa o povo brasileiro. Esse desespero aumenta mais ainda quando se vê no horizonte que não há condições de permanência da atual estrutura partidária. A reforma partidária é obrigatória e ela passa pela extinção das siglas atuais, principalmente daquelas de aluguel e caçadoras de cargos nos governos estaduais e federal. O fim da hegemonia política ideológica está próximo, não tem mais fôlego e isso está provado em todo o mundo. A atitude do povo em ir pra ruas em apoio ao presidente, desestabilizou o status quo que vigia na política no Brasil e o Congresso percebeu que ir contra pode ser suicídio político, ainda mais com eleições no ano que vem. Essas tentativas de ser contra as reformas propostas e em andamento do presidente Bolsonaro é um tiro que poderá sair pela culatra. O povo está de olho nessas armações.

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

BRASIL DOS DESAFOROS

Cinco meses à frente do governo e com inúmeros resultados positivos na economia e avanços sociais importantes, mas, mesmo assim, muito combatido. Esse é o presidente que em todo lugar que vai é ovacionado pelo povo, mas recusado por uma parcela da população que não aceita o desmoronamento de suas mordomias e favores com as tetas do governo federal. A pressão do Congresso contra os projetos do governo não é feita na busca de melhores soluções ou de aperfeiçoamento das propostas feitas pela equipe do presidente, mas sim, querem espaços e estes significam cargos de direção em estatais, ministérios de portas fechadas para nomear os apaniguados e encontrar um veio como fonte de arrecadação de alguns trocados nas obras que possam ser de sua competência política.

Este comportamento da esfera do Congresso reflete no meio social e com maior força nos jovens que já nasceram sob signo da corrupção praticada nos últimos 16 anos e combatida pelo presidente Bolsonaro, o qual declara de peito aberto, a sua repulsa a essa política do toma lá dá cá. Esses exemplos refletem no comportamento da adolescência que vê nisso uma postura de leniência do poder central e da estrutura de administração das instituições de ensino, avacalhadas com verdadeiros atos de barbárie nas salas de aulas, desmoralizando a figura do professor nas quais incluem agressões e xingamentos de toda espécie. É uma situação que está passando da hora de ter ações de força contra esses delinquentes juvenis como forma de conter suas ações que estão se espalhando, como metástase, por todas as regiões do Brasil. São inúmeros os vídeos e todos os participantes podem ser perfeitamente identificados e punidos, no mínimo, expulsos. A recuperação desses malfeitores tem que ser por conta da família e não do Estado, e mais, o Estado deve ser ressarcido dos prejuízos dessas verdadeiras quadrilhas escolares. Afinal, é dinheiro recolhido de todos, via impostos, que são gastos na aquisição de carteiras e outros equipamentos e que são delapidados por esse bando de irresponsáveis.

Ninguém acredita que o Congresso Nacional seja composto somente de membros que andam ao som das ferraduras, mas o que ele passa para o povo é isso, trotam ao invés de andar. Até aceito, como observador, que a lado esdruxulo da esquerda fantoche, salvo aqui alguns mais instruídos, tenha a postura de contestar por contestar, já que nada de bom apresentam para o povo, a não ser as formulas ilusionistas que apresentaram durante 16 anos e deixaram a população às minguas e com enormes dívidas e desemprego. Agora, votarem contra a MP 871 que cria combate as fraudes do INSS é um absurdo e de uma estupidez a toda prova. Esse grupo, não só usa ferraduras e trota, como também relincha ou zurra e detentor de consideráveis orelhas. Votar contra uma norma que vai evitar desfalques no órgão público é algo surreal, inimaginável para um membro de parlamento de uma Nação.

A liberação dos mais de duzentos bilhões que necessita o governo para manter os pagamentos de suas contas, era para ser votada nesta semana, mas não foi. A meta é pressionar o presidente Bolsonaro a dar uma parcela desse dinheiro, cerca de 20 bilhões, para a livre designação ao destino de base política. O projeto de crédito suplementar, PLN 4/19, tem que ser votada até o dia 15 do corrente mês, mas nova data de votação foi marcada para o dia 11, em clara ação de pressão para obter do presidente algum favor. Bolsonaro tem resistido e o apoio do povo a sua atitude foi e está sendo confirmado pelo povo em passeatas e em recepções de grande calor humano quando de suas visitas pelas cidades do Brasil. A pressão popular é uma forte aliada do presidente e ela deve ser continuada porque, na verdade, ela representa o anseio e forte desejo da população ao qual, com suas atitudes, Bolsonaro vem cumprindo no atendimento. A povo brasileiro tem que ficar atento a esses movimentos e ações funestas que ainda persistem em continuar com os representantes da velha política. Alertem estes políticos de que ano que vem tem eleições municipais. Aqueles que hoje ocupam cargos eletivos na esfera federal e estadual, fiquem atentos, porque o povo está de olho no que andam fazendo. O Brasil não aceita mais corrupção, e desaforos.

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

AO SOM DAS FERRADURAS

É isso mesmo. É o que ocorre na maioria das universidades brasileiras. As manifestações “estudantis”, por si só, já demonstram a qualidade que está vivendo o Brasil no seu ensino. Todos contra o “corte” na Educação, era o mote. Uma massa gigantesca formada de “universitários”, Centrais Sindicais, MST, MSTS e um bando de desocupados, foram às ruas sem muito entusiasmo, despidos de causa. Eram poucos os participantes que sabiam o que lá estavam fazendo. Vários vídeos com tomadas de opinião dos “engajados” na defesa da causa educacional não tinham a mínima ideia do fato motivador utilizado pelos doutrinadores e Pit Bulls escolares do ensino médio e fundamental que se dizem “professores”. O chamado “corte” nada mais é do que contingenciamento, de significados bem diferentes. O governo não retirou dinheiro da Educação como fez Dillma e Lulla que sacaram da Educação mais de 30 bilhões e não teve passeata, esse sim, foi corte, é dinheiro do orçamento da Educação que não chegou ao destino.

O contingenciamento proposto pelo governo é sobre a parte que cabe apenas a livre destinação pelos reitores, sobre 12% de todo o dinheiro. É suspender/bloquear temporariamente o repasse. Seria aplicado 30% sobre 12%, mas como pouco sabem do que acontece em suas casas de ensino (?), os estudantes, como gado, foram conduzidos em manadas para as ruas. Interessante que tão preocupados, nunca fizeram qualquer mobilização pela lástima do ensino dado pelos “professores” que os levam a resultados pífios nos exames de avaliação internacional (PISA) e tantos outros. Nunca fizeram mobilização por saírem das universidades ao som das ferraduras. Nunca se revoltaram contra os absurdos ideológicos que são submetidos todos as semanas, meses e anos de vida estudantil, são sofredores diários de uma lavagem cerebral fora de série, é a chamada psicopolítica adotada pelo regime comunista russo no período da extinta URSS.

Existe alguma culpa em tudo isso? Sim, e ela tem grande parte na omissão das famílias, não só ter mais cuidados com os filhos, mas também de saber o que se passa nas suas escolas. Essa omissão jogou no lixo milhares de jovens, totalmente desqualificados profissionalmente como também socialmente improdutivos, que vivem a mercê da ociosidade quando não da promiscuidade social com adoção das drogas, crimes e etc etc. Estão se tornando verdadeiros párias, muitos vagando pelas ruas sem qualquer rumo. Dá pena ver os “nem nem” e dor no coração em ter plena consciência dos destinos de toda essa perdida geração. Esses doutrinadores, não podem passar em branco nesse crime que cometem diariamente nas escolas brasileiras, algo tem que ser feito. Esse grupo, por não ter oportunidade de ascensão intelectual e social, se entregam a essas vertentes ideológicas como forma de ter possibilidade de ser admirado como revolucionário, de ter lugar no palco dos chefes. A diferença entre as manifestações é que as pró pautas do governo não teve qualquer “doutrinador”, nem mesmo o favorecido Bolsonaro compareceu nas concentrações por todo o Brasil, já a dos “estudantes”, reuniu-se partidos, sindicatos e outros tantos movimentos oportunistas, sem falar que foram vários os vídeos gravados por alunos em que mostram os “professores” doutrinando e exigindo a participação, alguns, conforme publicações, chegaram ao requinte de utilizar o uso de notas como estímulo a participação.

O que o governo tem que fazer de imediato, e de sua competência, é exigir resultados. Em não obtendo, promover a apuração de responsabilidades porque é uma falta grave a incapacidade de ensinar. Essa é a obrigação trabalhista do professor, se não corresponder, que seja demitido por justa causa. Há muitos mecanismos para fazer uso dessa exigência, inclusive avaliação semestral dos alunos. A universidade não pode ser considerada livre de obrigações de resultados, se o professor está insatisfeito com salários, peça as contas, o que não pode é esses doutrinadores permanecerem sacrificando toda uma geração de jovens e com ela o País. Sem educação não vamos avançar no desenvolvimento. Uma instituição, tão vital para toda uma Nação, não pode ficar à mercê desses ideólogos, produtores de masturbações mentais perniciosas e desconectadas com o mundo atual. Ainda vivem no passado e se emprenham de princípios e fundamentos da época em que se amarrava cachorro com linguiça. Os resultados desses desqualificados para ensinar é o que está acontecendo todos os anos, os alunos entram e saem das universidades ao som das ferraduras.

RAPPHAEL CURVO - VIA DO FATO

TUDO É POSSÍVEL

Há uma forte possibilidade de que o Congresso Nacional esteja ludibriando na questão da MP 870 que trata da reforma administrativa. A atitude de aprovar a medida provisória, que entre outros pontos importantes, reduz o número de ministérios, antes da passeata, tem um cheiro de alguma barganha. Isto porque se ocorrer de o Senado aprovar alguma alteração, essa MP volta para nova votação da Câmara. Não existirá tempo hábil para essa votação e a MP870 caducará em 03 de junho e com isso destruirá todo o trabalho já realizado para a organização administrativa do governo Bolsonaro, ou seja, volta a valer tudo que existia no governo Temer, retorna a estrutura do Executivo a ter 29 ministérios e outros milhares de penduricalhos além de ter que contratar milhares de funcionários e assumir enormes despesas de manutenção. É possível sim que dependendo do resultado da participação popular, essa estratégia possa ser utilizada. A passeata passa a ser o termômetro que poderá dar o start e a direção do Congresso na próxima semana. Será feita, a partir dos números dessa mobilização, uma sondagem do comportamento da população em relação ao presidente. Daí a importância da participação popular nessa passeata de apoio ao presidente eleito por ela. É um ato tão ou mais importante que aquele de 28 de outubro de 2018, quando ele foi eleito, acreditem, é uma nova eleição.

O presidente Bolsonaro, com a sua forma de governar delegando poderes aos seus ministros, quebrou com aquela velha atitude do beija mão que acontecia na relação com os abutres da política, eles estão perdidos, a velha cartilha não vale mais já que é da competência de cada ministro nomear e administrar o seu ministério. Isso criou barreiras ao velho costume de resolver tudo com o presidente, principalmente aquele dos cargos e indicações. Enorme parte dos congressistas estão desorientados nos seus procedimentos e sem condições éticas e morais de solicitar ou exigir do presidente algum atendimento as suas bases com os chamados cabides, aí está o descontentamento de muitos deles. Estão desnorteados sem saber como pagar as promessas e as dívidas que assumiram em campanha acreditando na vitória do Haddad e que, pelos métodos petistas, seriam logo atendidos. É bom rememorar que foram poucos, e de pouca expressão, os partidos que apoiaram o presidente Bolsonaro. Venceu em cima de uma proposta de decência, ética e moralidade na política, o desejo de milhões de brasileiros.

Impressiona o fato de que, apesar do exemplo dado pelo povo com a eleição do presidente Bolsonaro, a classe política, em sua maioria, ainda mantém a sua velha postura no trato da vida pública. Ainda estão dentro da redoma pós-eleitoral. Não percebem que o povo já tomou consciência de que o eleito por ele está no cargo para cumprir com suas aspirações e promover o bem-estar social da população. Aquela velha postura pós eleito de desvincular-se de suas obrigações terá seu preço, se não agora, mas nas próximas eleições, inclusive as municipais do ano que vem. Essa consciência popular está em franco crescimento. Hoje as redes sociais disseminaram esse pensar e o eleitor não tem mais a necessidade de tvs ou jornais, todos tem um celular na mão o tempo todo. Acompanha em tempo real os acontecimentos e o comportamento de cada grupo na política. Conhece os que estão bem intencionados e os pilantras de plantão. Ignorar essa realidade é suicídio político. Não serão as realizações do presidente Bolsonaro que o levará ao reconhecimento e carinho da população, será o seu comportamento ético, moral e de postura com a verdade que o transformará em um dos maiores líderes políticos do Brasil.

A passeata deste domingo é e será um marco na vida brasileira. Daí a importância e compreensão de todos que elegeram o presidente em ir para às ruas e mostrar a seu apoio a ele que enfrenta, pela sua firmeza em não ceder ao “toma lá dá cá” da velha política, enorme pressão e injustiças da grande mídia brasileira. O presidente não está cedendo a essa pressão de políticos e da imprensa, mantendo sua palavra de campanha que nos fez acreditar e o eleger para o maior cargo público da Nação, a Presidência. O apoio popular no domingo será de suma importância para sua proposta de governo e servirá também de resposta às muitas mentiras que todo dia são divulgadas na grande mídia, jornais e tvs, acostumada a usufruir e mamar nas tetas do governo com grandes verbas e que o presidente bloqueou. O povo tem que ficar atento e participativo, porque o que pode vir dos quadrilheiros e corruptos contra o presidente só poderá ser contido pela sua luta em apoio ao presidente, caso contrário, tudo é possível.