TEMOR DO CONGRESSO

Há uma corrente de congressistas, segundo fontes, que está articulando para não aprovar a reforma da Previdência. Não é nova constatação, é antiga, mas a origem deste movimento tem por base a ideia de que ao aprovar uma medida que poderá trazer uma economia de um trilhão de reais ao contas do governo, tornará o presidente Bolsonaro, praticamente, invencível nas eleições presidenciais de 2022. Pensa então, este grupo de congressista, em propor mudanças e alterações no projeto enviado de forma que essa economia não ultrapasse a casa dos 400 bilhões de reais e com isso retirar sua força eleitoral nas próximas eleições via o fracasso da Previdência. Este grupo oposicionista, somado a outros membros da velha política, com exceções de muitos daqueles que tem o Brasil acima de tudo, não se importam com a Nação, mas com o domínio político dela. São políticos compromissados exclusivamente com seus interesses, não tendo a menor preocupação com os anseios do povo, do País. Praticam um verdadeiro ato de traição a pátria. Traição, segundo os dicionários, é aquele crime cometido pelo cidadão que falta com a fé jurada, que os congressistas fazem ao tomar posse, e pratica ato que atenta contra a segurança da pátria ou a estabilidade de suas instituições. Sendo assim, são traidores da pátria.

Sim, não deixa de ser uma traição ao Brasil e aos brasileiros. Não se importam com a população carente e desempregada que poderá verdadeiramente, e não de forma enganosa e ilusionista como foi apregoada pelo encarcerado de Curitiba, sair da miséria de maneira real e concreta. Isto, como um dos exemplos, porque será um demonstrativo aos investidores internacionais e a economia mundial, de que o Brasil está retomando o seu papel como País sério, responsável e de credibilidade nas suas ações e governo. As possibilidades de chegada de muitas empresas e investimentos estrangeiros serão enormes, aumentando de forma significativa o número de empregos e da qualidade dos salários. Mesmo aquelas empresas que aqui estão, não mais fecharão seus parques industriais, evitando assim a extinção de muitos empregos.

É surpreendente essa postura de muitos congressistas, mesmo pelo pouco que se pode esperar de políticos que usufruem da crença popular nas propostas que são apresentadas em período eleitoral. É um discurso falacioso, enganador. Agora, é de impressionar o pouco caso com o sofrimento do povo. A desfaçatez com a situação que vive o Brasil. O descalabro que promovem com o País sem a mínima preocupação que não a de se manter no Poder, via o sofrimento de toda uma Nação. São políticos desmerecedores de qualquer consideração e respeito e, muito menos, dos votos dos eleitores que os levaram para o Congresso Nacional.
Nesse grupo que procura sabotar a reforma da Previdência, a qual fui contra tempos atrás porque o objetivo era outro, o de passar a mão no dinheiro porque é lá uma das maiores fontes de recursos da União, estão aqueles que aprontaram o maior show na ida do Ministro Paulo Guedes na CCJ dias atrás. É esse grupo que articulado com outros da velha política e pertencentes a muitos partidos, está tramando esse boicote com o discurso que nada tem a ver com os problemas da Previdência, mas sim, com problemas da eleição de 2022 e da sobrevivência deles no cenário político. Cabe a você leitor, procurar atuar de forma a pressionar esses pseudo representantes no Congresso Nacional. São mais falsos que notas de três reais.

A população tem que agir e rápido, inclusive com repulsa a grande mídia que está tentando induzir o povo, via pesquisas fajutas e enganosas dos institutos, de que a maioria não quer a reforma da Previdência. Não se esqueçam, que foram esses mesmos institutos que previram a derrota do Bolsonaro no primeiro e segundo turno das eleições de 2018. A velha política, associada a esses institutos enganadores, buscam tirar a força e a credibilidade do governo com esse tipo de ação porque não encontram, no presidente Bolsonaro, as atitudes de gatunagem praticadas durante anos e que são as causas da situação difícil em que o Brasil se encontra. Eleitor e leitor, não tenham memória curta, foram esses gatunos que distribuíram muito dinheiro a essa grande imprensa que hoje não encontra mais as tetas para mamar o dinheiro do povo, e daí a agressão diária ao governo. Temos que lembrar sempre aos congressistas que em 2020 terão eleições municipais e essa conta do boicote à reforma da Previdência poderá ter um alto custo aos candidatos a Prefeitos e Vereadores. É uma covardia esse temor do Congresso.

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CÂMARA FEDERAL, VAZIO INTELECTUAL

O espetáculo grotesco proporcionado esta semana em uma Comissão da Câmara, a CCJ, confirmou o que já se tinha conhecimento, nas últimas duas décadas, na história daquele parlamento. É um circo dos horrores capitaneada pelos grupos de esquerda sob o comando da quase linda, Deputada Maria do Rosário, e da transformer Gleise Hoffmann. Esse grupo vive para fazer da Câmara Federal um verdadeiro circo, mas o que chama atenção é que a era do terror imposta pelo PT e o presidiário de Curitiba, já não está mais vigorando. Há um novo tempo e um novo governo em que eles estão plenamente descartados. Montar aquela oposição de palhaços no debate com o ministro Paulo Guedes sobre o projeto da Previdência Social transpassa o limite do razoável. Mostra à população a baixa qualidade educacional, formal e social, que compõe a maioria dos membros daquela Comissão, que lá está para discutir um dos pontos vitais para o Brasil nos próximos anos mas, apesar de assunto da maior relevância a população brasileira, se mostraram desconhecedores da proposta enviada e debatida pelo ministro Guedes. Fica claro que são meros sugadores da crença, da fé e do dinheiro do povo que os colocaram no Congresso.

Nas últimas décadas, a produção de projetos desenvolvimentistas, que teriam o objetivo de fazer o Brasil crescer e se tornar um rico País, foram sofríveis e improdutivos para esse fim. Foi o tempo em que tínhamos no Congresso Nacional uma supremacia da qualidade sobre a mediocridade. A tomada da mídia pela esquerda pouco qualificada e a massificação publicitária de que o regime militar foi um atraso na vida brasileira, induziu o povo a crer que a saída seria eleger aqueles que realmente viessem da base popular, mesmo que de pouco ou quase nenhum preparo profissional ou cultural, seriam os que poderiam trazer a felicidade e riqueza para a Nação. Mal sabia o povo que diante dessa massificação publicitária, que permaneceu até o advento da desastrada “presidenta”, seria manobrado para um projeto de Poder que o tornaria subserviente, ou seja, servil a vontade dos outros e deixar de existir como ser humano dignificado.

Esse tipo de massificação da mídia foi aos poucos anulando o mérito e a formação profissional, isto é, o valor da educação, e isso persiste até a presente data. Com isso, foi ocorrendo o afastamento da política daqueles que detinham certa base de conhecimento para dar impulso ao desenvolvimento cultural e econômico, setores dependentes de bom governo. Era preciso surgir um estadista na história política brasileira, acabar com presidentes que só utilizavam do populismo para se manter no Poder, a famosa politicagem do “toma lá dá cá”. Collor até que foi um arremedo, mas logo foi absorvido por ações da velha política. O Brasil tinha pouco dinheiro e Collor almejava aprovar a reeleição e para isso precisava de recursos, por isso não se tem uma única obra do seu governo, a não ser um CIAC em Belo Horizonte. Aconteceram, é verdade, muitas medidas importantes e que favoreceram a implantação do Plano Real, uma delas a liberação das importações com a abertura do mercado brasileiro. Foi, e até hoje ainda é, uma das mais importantes medidas de um governo, pós regime militar.

Por tudo exposto, fica a pergunta: o que podemos esperar de um Congresso que tem, na sua maioria, membros que mal sabem o que estão fazendo lá, pouco informados sobre o seu papel na melhoria da vida dos brasileiros e que pouco ou nada sabem da função de cada um dos parlamentos e da estrutura de governo? Isso não mudou, é bem possível que seja este o motivo, acrescido da falta de uma boa formação educacional, que tem feito o Congresso, em grande parte, a pautar por procedimentos sem conhecimentos. Querem apenas conseguir seu espaço midiático de forma a se manter expressivo diante do seu eleitorado, mesmo que por mentiras e ilusões. Passam horas e dias em busca de alguma notícia nos ministérios, via assessores ou informantes, para que a possa levar ao seu reduto eleitoral e ser apresentada como sua atuação. Propostas de relevância à vida nacional não lhes desperta interesse, até porque exigem conhecimento de causa, e isso é uma raridade, é coisa para os bons. Estes são muito raros. Percebam leitores, apenas um pequeno grupo se destaca com boas propostas. Outros, que conseguem algum destaque, são favorecidos com benesses ou como fonte aos meios de comunicação. A Câmara Federal é um vazio intelectual.

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CORRUPTOS X BOLSONARO

A luta do novo presidente brasileiro para dar decência ao governo não será fácil. A corrupção se espalhou, como uma metástase, no tecido social, político, econômico e de comunicação no Brasil. Mas é neste último, o da comunicação, que há maior resistência e que, contra toda a verdade exposta pela Lava Jato e pela rede social na internet, ainda se debate usando de todos os meios, inclusive a mentira, para pressionar o Executivo Federal a mantê-los com as tetas públicas de acesso ao dinheiro para se alimentarem fartamente. É um ato sujo e covarde, com o qual o sistema de comunicação acredita sobreviver ante a escassez de recursos, acostumado que estava da abundância ofertada no período que vem desde 1996, governo FHC, até 01 de janeiro de 2019. Investem em criação de “crises” entre os Poderes e se utilizam de fakes e de intrigas para ver se seguram um pouco de leitores e de espectadores. Há as exceções, e o povo sabe disso, mas há aqueles que ultrapassaram o bom senso e a sensatez na sua programação e na comunicação com o público. Extrapolaram o bom senso nos seus noticiários, nas novelas e nos programas chegando ao absurdo de valorizar o crime. Em um dos programas “demitiram” um Ministro de Estado por conta própria, grande soberba.

O caminho e a força para essa mudança está nas mãos do povo, na sua vontade de ajudar para que a limpeza desses malfeitores e o expurgo da corrupção da vida pública possa acontecer. Dia 10 de abril próximo, um dos Poderes da Nação, o STF – Supremo Tribunal Federal, aquele que deveria ser o ponta de lança na luta contra as quadrilhas que assolaram e estropiaram o Brasil, vai tentar acabar com a prisão em 2ª instância para favorecer a soltura de muitos bandidos presos pela Lava Jato, entre eles o maior e causa de todos os males que passamos, o ex presidente Lulla e todo seu bando. Só há uma alternativa, o povo partir para cima do STF que está formado por muitos membros que a CPI da Lava Toga vai mostrar, a todos os brasileiros, o grau de envolvimento dos seus membros com a bandidagem e as quadrilhas. Os envolvidos terão suas “fotos” reveladas. Presume-se que pouco mais de um terço será fotografado e com numeração. Por isso é fundamental e extremamente importante que o povo vá às ruas no dia 07 de abril como forma de mostrar sua insatisfação com os juízes do STF. Há uma mobilização nacional marcada para esse dia 07/04, domingo, e como sempre, o povo tem que mostrar seu poder sob pena de não comparecendo, dar forças a esses meliantes que hoje ainda atormentam o Brasil.

Participar da passeata de 07 de abril não quer dizer que deixa de ser importante e fundamental, a manifestação popular diante do Supremo Tribunal Federal no dia 10 de abril, a presença física na frente do STF é da maior importância. Caravanas devem ser montadas para esse fim. A presença do público será um marco na pressão para que todos os ministros do STF saibam que o povo não mais aceitará decisões que beneficiem bandidos, ainda mais os que destruíram com a organização social e política do Brasil. Os mobilizadores de Brasília e do Estado de Goiás, pela proximidade, são os mais importantes nessa tarefa de reunir a população na Praça dos Três Poderes. Os governadores eleitos com apoio dos movimentos anticorrupção estão convocados para dar suporte a essa campanha contra a derrubada da prisão em 2ª instância. O povo tem que fazer valer sua vontade, ela tem que ser soberana.

Determinadas empresas de comunicação que representam as maiores mídias do País, estão em dificuldades financeiras. Nadavam no dinheiro do povo. Uma das grandes revistas já entrou com pedido de recuperação judicial e outras caminham na mesma trilha e muitas já saíram de circulação. Apostaram na inconsciência dos brasileiros. Jogaram todas as fichas no presidiário de Curitiba na crença de que ele voltaria triunfante. O duto de dinheiro público foi fechado pelo presidente Bolsonaro, e agora elas entregam as suas últimas gotas de vida atacando o governo que, em 90 dias, muito já fez, mas não teve divulgação. É a forma que encontraram para tentar dobrar o presidente. Nessa tentativa, estão alinhados até com congressistas da velha política. É a mesma cartilha usada pela imprensa americana contra o presidente Donald Trump. Acusaram-no de conluio com os russos para se eleger e agora ficou provado que nunca houve isso, foi uma criação da mídia para ataca-lo. É o mesmo que aqui procuram fazer os nossos grandes jornais e televisões. A corrupção x Bolsonaro.

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PAÍS ÁVIDO POR INTELIGÊNCIA

Rapphael Curvo

Um dos grandes segredos dos países desenvolvidos está na ocupação de suas inteligências na produção de projetos e sua execução. E mais, procuram mundo a fora por essas inteligências dando a eles todo o amparo social e de manutenção, além de suporte ao desenvolvimento de seus projetos científicos e outros. Os Estados Unidos é o País que se utiliza muito dessa ferramenta de captação de cientistas. Não se desperdiçam talentos, mesmo que estrangeiros e fazem de tudo para os manterem em seu território. Hoje, cerca de mais de 60% dos cientistas americanos tem origem em outras Nações. É o maior formador de capacidades e competências e é para lá que se convergem gigantescas massas de profissionais em busca de conhecimento. Sabe-se que a China, como exemplo, já ultrapassou a casa dos 700 mil engenheiros que se especializaram e pós graduaram nos centros de educação tecnológica dos Estados Unidos. A preocupação com essa avalanche é tão grande que o governo americano, desde a eleição de Trump, vem tomando medidas para restringir vistos de acesso as universidades. Existe preocupação do governo de que em cursos, como o de doutorado, ocorra “transferência de informação e conhecimento” e também a “transferência do direito de ideia” dos produtos americanos, disse o líder do governo do presidente Donald Trump.

E nós, o que fazemos para melhorar nossa capacidade de desenvolvimento de inteligências? O problema de perda de inteligências, no caso brasileiro e em sua maioria, já se dá dentro da própria família. Não há uma preocupação, raras exceções, com o desenvolvimento intelectual das crianças. São criadas sem muita orientação cultural e, no geral, entregam às escolas toda sua formação, seja ela formal ou social. Podemos até dizer, a formação de sua personalidade. Como houve uma desorganização na estrutura ética e moral da sociedade brasileira, esses jovens que nasceram na última década do século passado, tiveram como exemplos para suas vidas, valores que se confrontam com o conceito e a postura de vida dentro dos bons costumes. Suas aptidões e possível crescimento intelectual foram bloqueados pela falta, não só da presença familiar, mas principalmente, de péssimo comportamento oriundo dos exemplos dados por líderes sociais e políticos durante o período de formação para a vida adulta. A desestruturação ética e moral dos administradores do País atingiu, em cheio, a educação e, consequentemente, a juventude. Os reflexos negativos são imensos e hoje existem, vagando pela ignorância, milhões de jovens que poderiam estar nas escolas. Ela incutiu na mentalidade desses jovens que há meios mais fáceis de se tornar uma pessoa bem sucedida, como a corrupção e o tráfico. O que se vê são gerações de jovens jogados nas latas de lixo, perdidos e sem qualquer poder de reação ante a sua degradação como pessoa produtiva. Isto não quer dizer que são irrecuperáveis, muito pelo contrário, plenamente recuperáveis se ocorrer um postura diversa do anterior grupo dominante, em ter comportamento e atitudes compatíveis com a ética e moralidade e o pensamento voltado a uma política de Estado e não de governo.

Em artigo anterior mostrei, em dados, a pobreza do Brasil, onde a economia não traduz benefícios ao desenvolvimento do Estado e deste para o povo. Tudo era voltado a políticas de governo, ou seja, as politicagens onde a corrupção fazia morada. Os noticiários de prisões e condenações do alto, médio e baixo escalão do grupo que dominava o Poder, aquele que governava, estão aí para provar o lixo e o lamaçal em que vivíamos. Como então formar gerações de inteligências de que tanto o Brasil precisa? Como esperar outro comportamento de famílias e jovens em formação com a corrupção, a patifaria, os roubos avassaladores do dinheiro púbico sendo comandado pelo maior mandatário do País? O que esperar de um jovem que vê a postura destrambelhada com alta suspeita de conluios da maior Corte jurídica do Brasil, o STF-Supremo Tribunal Federal, em decisões duvidosas e cheias de chicanas jurídicas como exemplo, a do impeachment da presidente Dillma? Ainda há tempo para mudarmos a história de nossa juventude e criarmos caminhos para formação de profissionais de alta competência, inteligência e sabedoria. Limpar nossas escolas e universidades dos ranços ideológicos será o primeiro passo rumo à recuperação da moralidade, respeito, autoridade e avanço cientifico e social do nosso sistema educacional. Todos precisamos apoiar essa atitude, o País está ávido por inteligência.

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