ENTENDA O BRASIL

No ranking mundial das vinte melhores universidades do planeta, dez são americanas, cinco são inglesas, duas de Singapura, duas da Suíça e uma chinesa. A mais bem colocada do Brasil é a USP em 116ª posição, outras estão para lá da 200ª posição, é o caso da UNICAMP em 214ª, UFRJ 358ª, Unifesp 439ª. Entre universidades particulares, a melhor colocada é a PUC-RIO entre 601-650, a partir de 500 a avaliação é por faixa. Esse perfil colocado já dá uma pequena amostra do que somos e do gigantesco problema que temos à frente. Não bastasse os lentos passos, que já vínhamos em nossa caminhada para o desenvolvimento no século passado, o nosso País ainda teve que encarrar por muitos anos um desmonte em toda sua economia, educação, comércio, evolução tecnológica, em seu conceito moral, ético e de honestidade. Foi o aniquilamento dos conceitos básicos para uma Nação tentar alçar voo na luta desenvolvimentista para o seu povo. O império de quadrilhas de malfeitores que se apoderou e se aboletou no Poder, aproveitou-se da inexistência em nosso Brasil da situação acima exposta.

O deslocamento da economia mundial para o campo tecnológico nos esmaga mais ainda, reduz a velocidade da nossa expectativa de saída deste fosso existencial que vivemos em relação ao novo mundo da economia, que cresce com grande força no mercado global. Território já não é mais uma condição e requisito para crescer em qualidade de vida que tem como moeda a informação e o conhecimento. A desorganização política europeia é prova viva de que a sua queda econômica está próxima. Essa desorganização começou a imperar com a brutal queda da qualidade política nos países europeus que abraçaram a ideologia socialista e suas ideias populacionistas de que o mérito deveria dar lugar ao fisiologismo. Deterioraram o ensino livre porque nos regimes autoritários de esquerda, a educação de qualidade para o povo não é um bom negócio. Essa deterioração educacional, com ensino em decadência, levou a queda da economia europeia e hoje a Inglaterra se recusa a pagar essa conta, saindo fora.

A crise de aprendizado no Brasil foi fomentada pelos esquerdistas com discursos estúpidos e na crença de que enganariam muitos por muito tempo. A juventude, como a sociedade, começou a perceber que estava vendida e sem rumo diante do que lhe era entregue educacionalmente. Foi destruída a fé de que seríamos grandes. O Brasil, nos anos 60/70, se tornou uma das maiores economias do mundo, mas via commodities, com baixo crescimento industrial e tecnológico que tem como pré-requisito a evolução educacional. Como ontem e ainda hoje, apenas somos fornecedores de matérias prima, sem valor agregado. O dinheiro do Estado não é voltado para o desenvolvimento, mas para a economia de fechados grupos empresariais e políticos. Isso coloca no fosso, dos sem oportunidade, aproximadamente 55 milhões do programa Bolsa Família.

Incrível, mas 40% da população de 25 anos ou mais, não tem ensino fundamental, somam 53 milhões. Cerca de 29 milhões não tem ensino médio completo e 14 milhões são analfabetos. Outros 12 milhões, entre 15 e 29 anos, não estudam e nem trabalham. A evasão das universidades é assustadora. Dos que entraram, por volta de 49% abandonaram

os cursos. Nas universidades privadas, 53% desistiram. Apenas 21%, nas federais, concluem o curso. A bolsa de estudos para o mestrado é desestimulante e no geral dirigidas para áreas de pouca produção de interesse da Nação. Essas são as razões que nos distanciam daquelas Nações acima citadas, formando um fosso cultural, tecnológico e social, gigantesco. Nos Estados Unidos, 85% da população adulta possuem diploma de segundo grau e 27% de ensino superior. Neste quesito, no Brasil apenas 11% (aprox.), inclusos EAD.

Basta dar uma atenção ao que acontece agora no Brasil para perceber onde e em que nível estamos vivendo. Aqui, corruptos são inquisidores de juízes. Presidiário dá entrevista todos os dias e dorme na sede da Polícia Federal ao invés de presídio. Professores, que querem lecionar, são espancados em salas de aulas. Outros, subservientes de partidos, transformam a escola em local de doutrinação, jogando essas crianças, seus sonhos e de suas famílias, na lata de lixo. A maior corte do Brasil, o Supremo Tribunal Federal-STF, passa a ser um puxadinho de um presidiário que mês a mês entra com pedido de Habeas Corpus, esperando, como o STF, um vacilo do povo. Pior, querem acatar o uso das informações Hackeadas na defesa do presidiário de Curitiba, obtidas de forma criminosa e editadas. Dane-se o povo com a reforma Previdenciária, o negócio é criar torniquetes para o presidente não ficar bem com ele, o povo. Entendeu o Brasil?

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ARMAÇÕES

O tempo passa, o povo politicamente se mostrou nos resultados das eleições desde 2016, mas os velhos políticos insistem em não abrir os olhos à nova realidade. É isso que nos leva a crer ao assistir vídeo da Convenção Nacional do PSDB, e outros com opiniões de Senadores e Deputados federais, sem mencionar as aberrações nos argumentos dos governadores, principalmente do Nordeste, sobre o que pretende fazer o governo federal na sua política de contenção de despesas e de reformas em várias áreas da administração pública. Percebe-se que as velhas raposas da politicagem no Brasil estão à deriva com a nova forma de governar que está sendo implantada pelo presidente Bolsonaro. É nítido o incomodo dos velhos políticos com o novo momento da política brasileira, não estão aceitando a transposição de comportamento do eleitor e da proposta ora em vigor do Palácio do Planalto. A citada reunião pessedebista confirma o que é geral nos partidos ainda existentes. A agressividade do ex governador e candidato Geraldo Alckmin contra o presidente eleito dos brasileiros, é assustadora, um enorme ranço que não o permite pensar em somar para melhorar o péssimo legado petista. É corrente no meio político e do povo, que o PSDB é apenas uma extensão do Partido dos Trabalhadores-PT. Essa é a razão que explica a afinidade de seu maior líder Fernando Henrique Cardoso, o FHC, com o encarcerado de Curitiba, o Lulla, inclusive na tentativa de criação da “Grande Pátria” via Foro de São Paulo onde ambos, em conjunto com outro chefe, Fidel Castro, agiram em busca do domínio político da América Latina, um desvario.

Da citada convenção do PSDB, algumas conclusões podem ser tiradas. A presença de Rodrigo Maia do DEM, do dirigente do PL Marcelo Ramos, do presidente do MDB Romero Jucá e alguns outros, na convenção que elegeu o presidente dos tucanos, pode-se levar ao pensar de que está se formando um “Big Centrão” ou “Banda Larga” na tentativa de dar freios ao crescimento político do presidente Bolsonaro e manter a sobrevivência dos velhos e arcaicos partidos. Estes, na verdade, são meros puxadinhos de uma organização multipartidária ávida pelo Poder e a sua manutenção, pouco voltada ao desenvolvimento da Nação, ou seja, do povo. Isto tanto é verdade que o grande impulso de crescimento do Brasil se deu entre os anos de 1964 e 1980, no governo militar. Após a eleição indireta de Tancredo Neves e do Vice Sarney, o País viveu espasmos de desenvolvimento na rápida passagem de Collor de Mello, com a abertura do mercado, que foi passo importante para a economia brasileira e com o Plano Real do governo Itamar Franco. Alguma euforia acontecida, após estas passagens de comando, tiveram como fonte a expansão e a oferta de dinheiro internacional. Voltando ao assunto “Big Centrão” ou “Banda Larga”, é uma tentativa de manter sob controle o governo Bolsonaro nas votações no Congresso Nacional. Existe também, em andamento, uma parceria com o STF que passou a legislar e tomar decisões.

Essa declaração de amor ao PSDB pelo presidente da Câmara Rodrigo Maia-DEM, dá a medida que vinha sendo tocada a política brasileira, ou seja, eram fortes grupos políticos partidários unidos em um único objetivo, o de tirar o máximo de proveito do Poder e lutar pelo espaço na estrutura dele e na sua manutenção. Fica claro que nunca houve, como preocupação principal, o desenvolvimento do Brasil e real melhoria da qualidade de vida do brasileiro, ficou sempre naquela “meia boca”, com a distribuição de migalhas como forma de iludir a população de que o social era a meta dos partidos e governos, pura balela. O desespero agora é enorme diante da maneira de agir e governar do presidente Jair Bolsonaro e isso está incomodando e, ao mesmo tempo, desmantelando essa forma que era, e ainda é, adotada pelo Centrão e petistas, de levar na conversa o povo brasileiro. Esse desespero aumenta mais ainda quando se vê no horizonte que não há condições de permanência da atual estrutura partidária. A reforma partidária é obrigatória e ela passa pela extinção das siglas atuais, principalmente daquelas de aluguel e caçadoras de cargos nos governos estaduais e federal. O fim da hegemonia política ideológica está próximo, não tem mais fôlego e isso está provado em todo o mundo. A atitude do povo em ir pra ruas em apoio ao presidente, desestabilizou o status quo que vigia na política no Brasil e o Congresso percebeu que ir contra pode ser suicídio político, ainda mais com eleições no ano que vem. Essas tentativas de ser contra as reformas propostas e em andamento do presidente Bolsonaro é um tiro que poderá sair pela culatra. O povo está de olho nessas armações.

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BRASIL DOS DESAFOROS

Cinco meses à frente do governo e com inúmeros resultados positivos na economia e avanços sociais importantes, mas, mesmo assim, muito combatido. Esse é o presidente que em todo lugar que vai é ovacionado pelo povo, mas recusado por uma parcela da população que não aceita o desmoronamento de suas mordomias e favores com as tetas do governo federal. A pressão do Congresso contra os projetos do governo não é feita na busca de melhores soluções ou de aperfeiçoamento das propostas feitas pela equipe do presidente, mas sim, querem espaços e estes significam cargos de direção em estatais, ministérios de portas fechadas para nomear os apaniguados e encontrar um veio como fonte de arrecadação de alguns trocados nas obras que possam ser de sua competência política.

Este comportamento da esfera do Congresso reflete no meio social e com maior força nos jovens que já nasceram sob signo da corrupção praticada nos últimos 16 anos e combatida pelo presidente Bolsonaro, o qual declara de peito aberto, a sua repulsa a essa política do toma lá dá cá. Esses exemplos refletem no comportamento da adolescência que vê nisso uma postura de leniência do poder central e da estrutura de administração das instituições de ensino, avacalhadas com verdadeiros atos de barbárie nas salas de aulas, desmoralizando a figura do professor nas quais incluem agressões e xingamentos de toda espécie. É uma situação que está passando da hora de ter ações de força contra esses delinquentes juvenis como forma de conter suas ações que estão se espalhando, como metástase, por todas as regiões do Brasil. São inúmeros os vídeos e todos os participantes podem ser perfeitamente identificados e punidos, no mínimo, expulsos. A recuperação desses malfeitores tem que ser por conta da família e não do Estado, e mais, o Estado deve ser ressarcido dos prejuízos dessas verdadeiras quadrilhas escolares. Afinal, é dinheiro recolhido de todos, via impostos, que são gastos na aquisição de carteiras e outros equipamentos e que são delapidados por esse bando de irresponsáveis.

Ninguém acredita que o Congresso Nacional seja composto somente de membros que andam ao som das ferraduras, mas o que ele passa para o povo é isso, trotam ao invés de andar. Até aceito, como observador, que a lado esdruxulo da esquerda fantoche, salvo aqui alguns mais instruídos, tenha a postura de contestar por contestar, já que nada de bom apresentam para o povo, a não ser as formulas ilusionistas que apresentaram durante 16 anos e deixaram a população às minguas e com enormes dívidas e desemprego. Agora, votarem contra a MP 871 que cria combate as fraudes do INSS é um absurdo e de uma estupidez a toda prova. Esse grupo, não só usa ferraduras e trota, como também relincha ou zurra e detentor de consideráveis orelhas. Votar contra uma norma que vai evitar desfalques no órgão público é algo surreal, inimaginável para um membro de parlamento de uma Nação.

A liberação dos mais de duzentos bilhões que necessita o governo para manter os pagamentos de suas contas, era para ser votada nesta semana, mas não foi. A meta é pressionar o presidente Bolsonaro a dar uma parcela desse dinheiro, cerca de 20 bilhões, para a livre designação ao destino de base política. O projeto de crédito suplementar, PLN 4/19, tem que ser votada até o dia 15 do corrente mês, mas nova data de votação foi marcada para o dia 11, em clara ação de pressão para obter do presidente algum favor. Bolsonaro tem resistido e o apoio do povo a sua atitude foi e está sendo confirmado pelo povo em passeatas e em recepções de grande calor humano quando de suas visitas pelas cidades do Brasil. A pressão popular é uma forte aliada do presidente e ela deve ser continuada porque, na verdade, ela representa o anseio e forte desejo da população ao qual, com suas atitudes, Bolsonaro vem cumprindo no atendimento. A povo brasileiro tem que ficar atento a esses movimentos e ações funestas que ainda persistem em continuar com os representantes da velha política. Alertem estes políticos de que ano que vem tem eleições municipais. Aqueles que hoje ocupam cargos eletivos na esfera federal e estadual, fiquem atentos, porque o povo está de olho no que andam fazendo. O Brasil não aceita mais corrupção, e desaforos.

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AO SOM DAS FERRADURAS

É isso mesmo. É o que ocorre na maioria das universidades brasileiras. As manifestações “estudantis”, por si só, já demonstram a qualidade que está vivendo o Brasil no seu ensino. Todos contra o “corte” na Educação, era o mote. Uma massa gigantesca formada de “universitários”, Centrais Sindicais, MST, MSTS e um bando de desocupados, foram às ruas sem muito entusiasmo, despidos de causa. Eram poucos os participantes que sabiam o que lá estavam fazendo. Vários vídeos com tomadas de opinião dos “engajados” na defesa da causa educacional não tinham a mínima ideia do fato motivador utilizado pelos doutrinadores e Pit Bulls escolares do ensino médio e fundamental que se dizem “professores”. O chamado “corte” nada mais é do que contingenciamento, de significados bem diferentes. O governo não retirou dinheiro da Educação como fez Dillma e Lulla que sacaram da Educação mais de 30 bilhões e não teve passeata, esse sim, foi corte, é dinheiro do orçamento da Educação que não chegou ao destino.

O contingenciamento proposto pelo governo é sobre a parte que cabe apenas a livre destinação pelos reitores, sobre 12% de todo o dinheiro. É suspender/bloquear temporariamente o repasse. Seria aplicado 30% sobre 12%, mas como pouco sabem do que acontece em suas casas de ensino (?), os estudantes, como gado, foram conduzidos em manadas para as ruas. Interessante que tão preocupados, nunca fizeram qualquer mobilização pela lástima do ensino dado pelos “professores” que os levam a resultados pífios nos exames de avaliação internacional (PISA) e tantos outros. Nunca fizeram mobilização por saírem das universidades ao som das ferraduras. Nunca se revoltaram contra os absurdos ideológicos que são submetidos todos as semanas, meses e anos de vida estudantil, são sofredores diários de uma lavagem cerebral fora de série, é a chamada psicopolítica adotada pelo regime comunista russo no período da extinta URSS.

Existe alguma culpa em tudo isso? Sim, e ela tem grande parte na omissão das famílias, não só ter mais cuidados com os filhos, mas também de saber o que se passa nas suas escolas. Essa omissão jogou no lixo milhares de jovens, totalmente desqualificados profissionalmente como também socialmente improdutivos, que vivem a mercê da ociosidade quando não da promiscuidade social com adoção das drogas, crimes e etc etc. Estão se tornando verdadeiros párias, muitos vagando pelas ruas sem qualquer rumo. Dá pena ver os “nem nem” e dor no coração em ter plena consciência dos destinos de toda essa perdida geração. Esses doutrinadores, não podem passar em branco nesse crime que cometem diariamente nas escolas brasileiras, algo tem que ser feito. Esse grupo, por não ter oportunidade de ascensão intelectual e social, se entregam a essas vertentes ideológicas como forma de ter possibilidade de ser admirado como revolucionário, de ter lugar no palco dos chefes. A diferença entre as manifestações é que as pró pautas do governo não teve qualquer “doutrinador”, nem mesmo o favorecido Bolsonaro compareceu nas concentrações por todo o Brasil, já a dos “estudantes”, reuniu-se partidos, sindicatos e outros tantos movimentos oportunistas, sem falar que foram vários os vídeos gravados por alunos em que mostram os “professores” doutrinando e exigindo a participação, alguns, conforme publicações, chegaram ao requinte de utilizar o uso de notas como estímulo a participação.

O que o governo tem que fazer de imediato, e de sua competência, é exigir resultados. Em não obtendo, promover a apuração de responsabilidades porque é uma falta grave a incapacidade de ensinar. Essa é a obrigação trabalhista do professor, se não corresponder, que seja demitido por justa causa. Há muitos mecanismos para fazer uso dessa exigência, inclusive avaliação semestral dos alunos. A universidade não pode ser considerada livre de obrigações de resultados, se o professor está insatisfeito com salários, peça as contas, o que não pode é esses doutrinadores permanecerem sacrificando toda uma geração de jovens e com ela o País. Sem educação não vamos avançar no desenvolvimento. Uma instituição, tão vital para toda uma Nação, não pode ficar à mercê desses ideólogos, produtores de masturbações mentais perniciosas e desconectadas com o mundo atual. Ainda vivem no passado e se emprenham de princípios e fundamentos da época em que se amarrava cachorro com linguiça. Os resultados desses desqualificados para ensinar é o que está acontecendo todos os anos, os alunos entram e saem das universidades ao som das ferraduras.

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TUDO É POSSÍVEL

Há uma forte possibilidade de que o Congresso Nacional esteja ludibriando na questão da MP 870 que trata da reforma administrativa. A atitude de aprovar a medida provisória, que entre outros pontos importantes, reduz o número de ministérios, antes da passeata, tem um cheiro de alguma barganha. Isto porque se ocorrer de o Senado aprovar alguma alteração, essa MP volta para nova votação da Câmara. Não existirá tempo hábil para essa votação e a MP870 caducará em 03 de junho e com isso destruirá todo o trabalho já realizado para a organização administrativa do governo Bolsonaro, ou seja, volta a valer tudo que existia no governo Temer, retorna a estrutura do Executivo a ter 29 ministérios e outros milhares de penduricalhos além de ter que contratar milhares de funcionários e assumir enormes despesas de manutenção. É possível sim que dependendo do resultado da participação popular, essa estratégia possa ser utilizada. A passeata passa a ser o termômetro que poderá dar o start e a direção do Congresso na próxima semana. Será feita, a partir dos números dessa mobilização, uma sondagem do comportamento da população em relação ao presidente. Daí a importância da participação popular nessa passeata de apoio ao presidente eleito por ela. É um ato tão ou mais importante que aquele de 28 de outubro de 2018, quando ele foi eleito, acreditem, é uma nova eleição.

O presidente Bolsonaro, com a sua forma de governar delegando poderes aos seus ministros, quebrou com aquela velha atitude do beija mão que acontecia na relação com os abutres da política, eles estão perdidos, a velha cartilha não vale mais já que é da competência de cada ministro nomear e administrar o seu ministério. Isso criou barreiras ao velho costume de resolver tudo com o presidente, principalmente aquele dos cargos e indicações. Enorme parte dos congressistas estão desorientados nos seus procedimentos e sem condições éticas e morais de solicitar ou exigir do presidente algum atendimento as suas bases com os chamados cabides, aí está o descontentamento de muitos deles. Estão desnorteados sem saber como pagar as promessas e as dívidas que assumiram em campanha acreditando na vitória do Haddad e que, pelos métodos petistas, seriam logo atendidos. É bom rememorar que foram poucos, e de pouca expressão, os partidos que apoiaram o presidente Bolsonaro. Venceu em cima de uma proposta de decência, ética e moralidade na política, o desejo de milhões de brasileiros.

Impressiona o fato de que, apesar do exemplo dado pelo povo com a eleição do presidente Bolsonaro, a classe política, em sua maioria, ainda mantém a sua velha postura no trato da vida pública. Ainda estão dentro da redoma pós-eleitoral. Não percebem que o povo já tomou consciência de que o eleito por ele está no cargo para cumprir com suas aspirações e promover o bem-estar social da população. Aquela velha postura pós eleito de desvincular-se de suas obrigações terá seu preço, se não agora, mas nas próximas eleições, inclusive as municipais do ano que vem. Essa consciência popular está em franco crescimento. Hoje as redes sociais disseminaram esse pensar e o eleitor não tem mais a necessidade de tvs ou jornais, todos tem um celular na mão o tempo todo. Acompanha em tempo real os acontecimentos e o comportamento de cada grupo na política. Conhece os que estão bem intencionados e os pilantras de plantão. Ignorar essa realidade é suicídio político. Não serão as realizações do presidente Bolsonaro que o levará ao reconhecimento e carinho da população, será o seu comportamento ético, moral e de postura com a verdade que o transformará em um dos maiores líderes políticos do Brasil.

A passeata deste domingo é e será um marco na vida brasileira. Daí a importância e compreensão de todos que elegeram o presidente em ir para às ruas e mostrar a seu apoio a ele que enfrenta, pela sua firmeza em não ceder ao “toma lá dá cá” da velha política, enorme pressão e injustiças da grande mídia brasileira. O presidente não está cedendo a essa pressão de políticos e da imprensa, mantendo sua palavra de campanha que nos fez acreditar e o eleger para o maior cargo público da Nação, a Presidência. O apoio popular no domingo será de suma importância para sua proposta de governo e servirá também de resposta às muitas mentiras que todo dia são divulgadas na grande mídia, jornais e tvs, acostumada a usufruir e mamar nas tetas do governo com grandes verbas e que o presidente bloqueou. O povo tem que ficar atento e participativo, porque o que pode vir dos quadrilheiros e corruptos contra o presidente só poderá ser contido pela sua luta em apoio ao presidente, caso contrário, tudo é possível.

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MASSA DE MANOBRA

“Mesmo o político ladrão, é mais digno que um funcionário público concursado”, dizeres do Lulla pouco tempo antes de ser preso. Esse mesmo quadrilheiro, chefe de bando, quando pela inocência de milhões de brasileiros que foram iludidos ocupou a presidência deste sofrido País, deixou de aplicar mais de 20 bilhões na educação e ainda promoveu corte de outros 2,7 bilhões. O seu poste sucessor, a presidente Dillma, cortou mais de 10 bilhões da educação, dinheiro que seria investido, entre outros setores, na formação profissional e técnico da área de educadores. Esses são os líderes dos “professores” que em sua maioria passaram por uma lavagem cerebral, o processo de psicopolítica russo, e são hoje os “educadores” dos jovens brasileiros que embarcaram, como massa de manobra, nessa aventura destrutiva da educação no Brasil. São esses jovens, manobrados e doutrinados pelos professores, que estão destruindo com o patrimônio educacional, físico e cultural, do Brasil. Estão alienados e dóceis aos comandos dos partidos de esquerda. A doutrinação tem métodos e ações, entre elas, a de levar ao fracasso a estrutura familiar de forma a facilitar o domínio do pensar dos jovens, o que hoje acontece na vida brasileira. Uma geração de corações e mentes perdidas, jogadas na lata de lixo.

Heraldo Perreira, âncora da Globo News, em noticiário, distorce propositadamente, – penso isso porque caso contrário seria um imbecil -, que o Ministério da Educação promoveria “corte” de 30% das verbas destinadas as universidades federais, numa flagrante indução da população ao erro. Desde o início da proposta do governo, o objetivo era, e será, contingenciar 30% sobre o montante cabível e disponível a aplicação das reitorias onde bem lhe prover, ou seja, cerca de 12% do total destinado a cada universidade, ou um total de 3,6%. Para fustigar mais ainda o entendimento da população, a grande mídia passa a infundir o tema “corte”, sendo que muitos repórteres desconhecem a diferença entre “corte” e “contingenciamento”.

Para dar mais confusão ao entendimento, a falta de conhecimento, ou de propósitos profissionais, de muitos repórteres, com anuência da redação da tv, principalmente, os levam a sempre dizer “corte” / “bloqueio” misturando os significados das palavras e do entendimento popular. É muito visível a busca da nossa imprensa do heroísmo em derrubar o presidente, seguindo o exemplo da imprensa americana que tenta a todo custo atingir o presidente americano Donald Trump, e destituí-lo, mas este continua vitorioso em suas ações e o maior exemplo é a espetacular recuperação da economia americana que está tendo como maior resultado a menor taxa de desempregos nos Estados Unidos há muitos e muitos anos. O PIB americano cresceu neste primeiro trimestre 4,0%. O povo americano recuperou o seu poder de compra.

E nós aqui no Brasil ainda continuamos nessa pobreza cultural, educacional, econômica, política e a mais grave: de informação. Quando surge um homem que se propõe a lutar contra isso e toda a corrupção, bandalheira, declínio, decadência, e por aí vai, expurgando do governo a maior quadrilha que se tem notícia no mundo, ainda existem os que colocam dúvidas em suas intenções. Querem estes que se resolva em quatro messes o que foi destruído em mais de dezesseis anos. tomam partido e dão créditos aos ardilosos veículos de comunicação, pessoas e grupos empresariais que se fartaram do dinheiro do povo, derrotadas junto com o bando que iludem com falsas e induzidas informações mentirosas, a boa fé da população. O que assistimos e temos assistidos nos últimos meses são verdadeiros conchavos na justiça e no Congresso Nacional para desestruturar um governo que vem agindo dentro da honestidade de princípios e com enorme desejo e vontade de fazer do nosso País um lugar decente para se viver.

Sabem estes malfeitores que o caminho tomado pelo governo Bolsonaro está envolto da verdade e da certeza que logo estaremos navegando em um mar de tranquilidade econômica e de muito desenvolvimento para o Brasil e sua população. Nada é divulgado do muito que já foi feito e está em execução. A tentativa de desconstruir o presidente é enorme, brutal e covarde. Flávio Bolsonaro, senador e filho do presidente, teve oitenta ex funcionários convocados pelo Ministério Público do Rio que busca pressioná-los a uma delação. O objetivo é atingir a família e por tabela acertar o presidente. Esses promotores é que vazam informações para a Globo, como foi flagrado dois deles com o Otávio Guedes, um deles o Procurador Geral, Eduardo Gussem. Todos esses grupos de empresas, estudantes e políticos mencionados, são sim, transformados pela esquerda em massa de manobra.

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A DESONESTIDADE INDUZIDA

A manchete da página de abertura do Jornal on line da Globo dizia que o Decreto presidencial sobre regulamentação de posse e uso de armas era inconstitucional. Essa manchete permaneceu durante a manhã de 09/05 e induz o leitor a achar que o presidente Bolsonaro age intempestivamente nas suas deliberações. Durante o mesmo período, uma de suas âncoras, Adréia Sadi, publicava que há ilegalidades no Decreto de armas assinado por Bolsonaro. Perceba eleitor a indução da mídia. Na manchete de que houve erro grave do presidente em editar um Decreto “inconstitucional”. Logo após, no corpo da sua publicação, diz que é algo que possa constar em conflito com a lei, conforme escreveu a âncora. Não bastasse, mas sem grandes destaques, porém induzindo também o leitor a outro entendimento, vem o UOL da Folha de São Paulo e publica que o Presidente anunciou Decreto de armas sem parecer do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Ministro Sérgio Moro. É uma balela. O intuito dessa manchete é colocar suspeita na relação entre o presidente e o Ministro Moro. É tão verdade que na mesma matéria, a seguir, publicam que “a consultoria teve menos de 24 horas para avaliar o Decreto que flexibilizou as regras para a posse e o porte de armas”. Neste caso, a mentira do “sem parecer do Ministério da Justiça” torna-se consistente. Houve parecer e cabe aos consultores, que me arrisco a dizer não alinhados com o Ministro Moro ou incompetentes, perceberem ilegalidades e alertarem o Ministro sobre o fato delas constatadas. Neste momento, a manchete do UOL da Folha de São Paulo, diz que “Câmara e Senado indicam que decreto das armas “excede limites legais”. É essa a mídia que nos sobra neste País, indutora de mentiras, de inseguranças com informações nada imparciais, mas sim, de cunho partidário ideológico.

Todos os dias o presidente é alvo de agressão por parte da grande mídia, na verdade são três, mas que levam muitas outras no arrastão de suas informações. São induzidas polêmicas de que há crise entre todos os membros do governo Bolsonaro. Entre eles, filhos, amigos, militares e por aí vai. O objetivo é desmoralizá-lo, enfraquecê-lo. Meus leitores devem se lembrar da manchete logo após a ida do presidente ao encontro com Donald Trump. “Deputados do Partido Democrata dos Estados Unidos assinam documento contra Bolsonaro”. Ao final da matéria, apenas cinco dos deputados assinaram o documento. A manchete levava a indução de que todo o partido teria assinado. É preciso ficar claro que esse comportamento, das três grandes da mídia nacional, é resultado da derrota fragorosa imposta a essas empresas de comunicação nas últimas eleições, quando acreditavam em continuar suas relações perniciosas e prostituídas com o bando quadrilheiro que comandava o Brasil. Isso é a pura verdade e como prova temos dois ex presidentes presos, um terceiro com processo em andamento.

É preciso ficar claro que os eleitores vitoriosos tem que acreditar no seu presidente eleito. Não deixem se levar por essas induções jornalísticas sensacionalistas que faz crer que o Bolsonaro já deveria ter arrumado a casa, em apenas quatro meses de governo, com toda essa bagunça deixada pelos ladrões do Brasil nos últimos 16 anos. Ele já deu importantes passos e tem um repertório de ações administrativas, políticas e de infraestrutura, tão logo tenha aprovado a Reforma da Previdência. Somente após ela, é que poderá saber como trabalhar com os recursos disponíveis, que são mínimos. As palavras do deputado federal Paulinho da CUT expressam e mostram com enorme clareza como estão agindo os congressistas com o presidente Bolsonaro. Diz o parlamentar que o Congresso tem que cortar essa reforma para no máximo 400 milhões dos 1,2 trilhão desejados, caso contrário o Bolsonaro estará eleito em 2022. É assim que estão agindo, no puro interesse próprio, dane-se o povo.

Nós elegemos Bolsonaro para presidente, temos que dar apoio a ele nessa caminhada. O cenário diz não ser uma tarefa fácil e de rápida solução. O presidente conta com nosso apoio para essa tarefa que é pesada e que apenas a nossa união poderá levar a bom termo. Não se esqueçam de que a ética, a moral e a honestidade na política brasileira, ainda sofre revés. Aí está a luta para dar celeridade ao COAF na caça aos corruptos e que foi negada por comissão do Congresso, ainda vai a plenário. Está aí a desolação do brasileiro com sua maior Corte de justiça entregue a ações partidárias pelos seus membros. Não podemos deixar que essas falsas e indutoras informações e notícias, que são espalhadas todos os dias, atinjam a nossa confiança no presidente, é ele que elegemos mesmo contra esses promotores de desonestidade induzida.

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BRASIL DE PATOS

Paulo Guedes, em entrevista a um canal de TV, disse, com muita clareza, o seguinte pensar sobre o atual Brasil em que vivemos: “A minha interpretação é que está muito claro para o brasileiro comum o seguinte: tem cinco bancos, seis empreiteiras, uma produtora de petróleo, tem três distribuidoras de gás e tem duzentos milhões de patos. Os patos somos nós”. Um sábio pensar, afinal, por décadas estamos vivendo sob o controle do Estado e de grupos econômicos que comprimem qualquer tentativa de crescimento empresarial. É esse Estado que recolhe dinheiro dos “contribuintes” e suga, por todos os lados, com impostos diretos e indiretos, a população brasileira. Com isso mantém benesses a um pequeno círculo de “benfeitores” empresariais, que também faz uso do braço do poder legislativo e judiciário para distribuir bônus, isenções e perdão de multas e juros via leis e decretos. São esses privilegiados empresários, que sempre deterioraram a economia brasileira, não só na alta estratosférica dos juros, como também no controle de obras e serviços, empregos e salários.

Esse tenaz controle do trânsito econômico impede o crescimento mais acelerado de pequenos e médios empresário que ficam sob pressão do mercado e da mão de ferro dos impostos federais, estaduais e municipais. É muito difícil, quase impossível, que esses empresários, operando sob tamanha resistência e pressão fiscal, consigam ultrapassar a faixa de vida dos dois anos, prazo em que a maioria sucumbe. Os que ultrapassam, conseguem sobreviver se utilizando de instrumentação nada republicana como a sonegação, corrupção, negociatas com a administração pública e por aí vai. Aqueles empresários que conseguem penetrar no óvulo da fertilidade econômica estatal terão alguma chance de fazer parte do útero da prosperidade empresarial.

“Os patos somos nós”, e somos. Inúmeras vezes escrevi sobre a docilidade e subserviência do povo brasileiro que aceita passivamente tudo que é imposto pelo Estado e seus órgãos de controle. O período de governo de 1995 para cá, foi um dos mais opressores economicamente e todas as chamadas propostas de desenvolvimento com muitos “estímulos” e aberturas de créditos aos pequenos e médios empresários eram meras conversas fiadas, voltadas apenas a recolher destes mais frutos do seu trabalho. Davam com uma mão e tomavam em dobro com a outra. Os produtores do agronegócio, como exemplo, ainda trabalham para o governo.

Aceitamos, por décadas, que esses desmiolados e debilóides universitários de áreas das ciências sociais e afins, destruíssem com as universidades públicas do Brasil. São controlados por organizações partidárias ideológicas que os transformaram em massa de manobra. Numericamente inexpressivos no contexto geral, menos de 3%, mas promovem a depredação do patrimônio que é construído com o dinheiro do povo. Os governos não tomam nenhuma atitude temerosos das ações das grandes mídias, que são o sustentáculo desses imbecis “universitários” e dos seus partidos de extrema esquerda, que realizam nesses vermes, verdadeiras lavagens cerebrais.

É isso aí, somos os patos sim. Aceitamos viver sem hospitais decentes, a receber tratamento desumano nos transportes públicos, a não reagir contra o desmantelamento da educação dos filhos nas escolas com a pregação de ideologia de gênero ensinando que genitálias não são definição de sexo masculino e feminino. Aceitamos passivamente que o Estado nos imponha participar de sua arrecadação com impostos em tudo aquilo que adquirimos, remédios, carros, alimentação, luz, transportes e por aí vai, mas no final os favorecidos, são os grandes empresários, os seis citados e alguns aderentes, juntamente com os funcionários da área pública, estes, em sua maioria, com enormes salários e gordas aposentadorias, os grandes beneficiados com o dinheiro recolhido daqueles que suam a camisa para sobreviver.

No artigo anterior, “Descomunal enfrentamento”, escrevo sobre esta situação aqui exposta e menciono a gigantesca tarefa que enfrenta o governo Bolsonaro. Além do aparelhamento da área pública, o governo

vai se defrontar com a inércia e passividade de enorme parcela da população. Precisamos deixar de ser “patos” e enfrentar esses patifes que estão aboletados nas estruturas governamentais e da mídia que ao invés de ser imparcial na informação, promovem incertezas e dúvidas, além de induzir a população a erros e incompreensão dos fatos e propostas do governo Bolsonaro. O certo para ela, era o governo esquerdista do Lulla e seu bando quadrilheiro, fornecedor de tetas para mamarem no dinheiro do povo. Este tempo acabou, como está acabando o Brasil de patos.

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DESCOMUNAL ENFRENTAMENTO

Fernando Henrique Cardoso, o criador do Lulla, tomou posse em 01/01/1995 e desde essa data, o governo brasileiro veio sendo aparelhado pela esquerda. Na verdade, não existe esquerda no Brasil, houve um arremedo de nascimento de uma esquerda ideológica nos anos de governo militar, mas a partir dos anos 80, o que tivemos foram grupos oportunistas, que adotaram o conceito “esquerda” para se diferenciarem daqueles que participaram do governo militar. Foi essa a denominação dada a esses grupos pela imprensa “esquerdista” e seus “intelectuais” profissionais, também oriundos da classe dos contestadores por opção da situação, nunca por formação. Tanto é verdade, que o resultado aí está, são raros os que tem posicionamento ideológico, os demais que compõe gigantesca massa “esquerdista” dos tempos atuais, não deixam de ser os oportunistas aboletados na estrutura de governo ou participantes de movimentos ditos “sociais” sem que tenham a mínima formação ou conhecimento do que é ser um socialista ou comunista. Estes contestadores de festim são meras massas de manobras, como os estudantes das universidades brasileiras.

O aparelhamento mais conhecido nos dias de hoje é o que existe no ministério da Educação. O resultado disso é a agonia que vive a educação brasileira. Em todos os testes de avaliação, sejam brasileiros ou estrangeiros, estão sempre demonstrando a lástima em que vivemos nessa área. É essa situação educacional, cultural e, por consequência, econômica, é que faz a imprensa oportunista, as chamadas grandes, fazer uso do dinheiro público para sobreviver. Como o governo Bolsonaro cortou as verbas descomunais de que se serviam, principalmente uma delas, a grita contra o Presidente se tornou um mote. Essa imprensa oportunista se faz de desenvolvimentista apenas de fachada, não há interesse dela, atrelada aos grupos “esquerdistas”, em evoluir culturalmente o Brasil. É na miséria cultural do povo que ela impõe suas programações, de baixo nível, que promovem uma lavagem cerebral para manter a população cativa e presa aos seus interesses. Em razão disso, jamais poderiam prever que, mesmo com essa força contrária, o povo tivesse a capacidade, como teve, de compreender o momento vivido nos últimos anos, e se revoltar contra a bandalheira que, esses grupos oportunistas de “esquerda”, promoviam no Brasil.

Estes grupos, citados, são formados pelos mais variados níveis sociais e profissionais e tinham como objetivo desestruturar o País para expandir seus domínios além-fronteiras. A ideia era formar uma grande Nação sul americana. Mercosul e outras criatividades como passaporte único, placa de automóveis e outros penduricalhos iniciais, estavam em andamento. Tudo tinha origem nas propostas do Foro São Paulo, uma criação do Fernando Henrique Cardoso, assim como foi a marionete, presidiário de Curitiba. Só que a criatura se virou contra o criador e jogou o plano água abaixo. Os planos falharam e nem com o esforço e trabalho sujo dos jornais, Tvs e de institutos de pesquisas, conseguiram impor ao Brasil mais um poste de malfadada criação do bando. Entretanto, esses grupos “esquerdistas” oportunistas, se utilizam deles para bombardear rotineiramente o novo governo o qual está, mesmo que em luta hercúlea, promovendo propostas e atitudes que estão e levarão o Brasil em um novo patamar no seu desenvolvimento. É uma luta descomunal contra o aparelhamento que vai do mais simples órgão de governo até aos mais altos escalões de sua organização. Afinal, foram 18 anos de Poder para esses grupos oportunistas. Não mencionei aqui o legislativo e o judiciário, este com sua maior Corte infiltrada de membros falaciosos, ardilosos.

Acreditar em pesquisas do Ibope e Datafolha é o mesmo que acreditar que o Lulla é honesto. Aliás, eles foram tão precisos na falha com as eleições que, por si, já bastam como exemplo. O que importa é a população acreditar e fortificar a fé de que temos um governo honesto e capacitado, voltado com suas intenções em trazer melhor qualidade de vida e de sustento ao Brasil. A destruição educacional promovida por essa gente bandoleira não será motivo para não nos reerguermos e conseguirmos fazer, do nosso País, uma pátria decente e com o seu povo tendo uma vida melhor e consistente, em que possa trabalhar com bons salários e segurança. Isso não está longe, está muito mais perto do que pensam, é preciso acreditar para realizar, é preciso dar apoio ao presidente que elegemos o qual demonstrou, durante a sofrida campanha, o quanto deseja ver um Brasil feliz, e assim será. Temos que estar junto dele para esse descomunal enfrentamento.

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TEMOR DO CONGRESSO

Há uma corrente de congressistas, segundo fontes, que está articulando para não aprovar a reforma da Previdência. Não é nova constatação, é antiga, mas a origem deste movimento tem por base a ideia de que ao aprovar uma medida que poderá trazer uma economia de um trilhão de reais ao contas do governo, tornará o presidente Bolsonaro, praticamente, invencível nas eleições presidenciais de 2022. Pensa então, este grupo de congressista, em propor mudanças e alterações no projeto enviado de forma que essa economia não ultrapasse a casa dos 400 bilhões de reais e com isso retirar sua força eleitoral nas próximas eleições via o fracasso da Previdência. Este grupo oposicionista, somado a outros membros da velha política, com exceções de muitos daqueles que tem o Brasil acima de tudo, não se importam com a Nação, mas com o domínio político dela. São políticos compromissados exclusivamente com seus interesses, não tendo a menor preocupação com os anseios do povo, do País. Praticam um verdadeiro ato de traição a pátria. Traição, segundo os dicionários, é aquele crime cometido pelo cidadão que falta com a fé jurada, que os congressistas fazem ao tomar posse, e pratica ato que atenta contra a segurança da pátria ou a estabilidade de suas instituições. Sendo assim, são traidores da pátria.

Sim, não deixa de ser uma traição ao Brasil e aos brasileiros. Não se importam com a população carente e desempregada que poderá verdadeiramente, e não de forma enganosa e ilusionista como foi apregoada pelo encarcerado de Curitiba, sair da miséria de maneira real e concreta. Isto, como um dos exemplos, porque será um demonstrativo aos investidores internacionais e a economia mundial, de que o Brasil está retomando o seu papel como País sério, responsável e de credibilidade nas suas ações e governo. As possibilidades de chegada de muitas empresas e investimentos estrangeiros serão enormes, aumentando de forma significativa o número de empregos e da qualidade dos salários. Mesmo aquelas empresas que aqui estão, não mais fecharão seus parques industriais, evitando assim a extinção de muitos empregos.

É surpreendente essa postura de muitos congressistas, mesmo pelo pouco que se pode esperar de políticos que usufruem da crença popular nas propostas que são apresentadas em período eleitoral. É um discurso falacioso, enganador. Agora, é de impressionar o pouco caso com o sofrimento do povo. A desfaçatez com a situação que vive o Brasil. O descalabro que promovem com o País sem a mínima preocupação que não a de se manter no Poder, via o sofrimento de toda uma Nação. São políticos desmerecedores de qualquer consideração e respeito e, muito menos, dos votos dos eleitores que os levaram para o Congresso Nacional.
Nesse grupo que procura sabotar a reforma da Previdência, a qual fui contra tempos atrás porque o objetivo era outro, o de passar a mão no dinheiro porque é lá uma das maiores fontes de recursos da União, estão aqueles que aprontaram o maior show na ida do Ministro Paulo Guedes na CCJ dias atrás. É esse grupo que articulado com outros da velha política e pertencentes a muitos partidos, está tramando esse boicote com o discurso que nada tem a ver com os problemas da Previdência, mas sim, com problemas da eleição de 2022 e da sobrevivência deles no cenário político. Cabe a você leitor, procurar atuar de forma a pressionar esses pseudo representantes no Congresso Nacional. São mais falsos que notas de três reais.

A população tem que agir e rápido, inclusive com repulsa a grande mídia que está tentando induzir o povo, via pesquisas fajutas e enganosas dos institutos, de que a maioria não quer a reforma da Previdência. Não se esqueçam, que foram esses mesmos institutos que previram a derrota do Bolsonaro no primeiro e segundo turno das eleições de 2018. A velha política, associada a esses institutos enganadores, buscam tirar a força e a credibilidade do governo com esse tipo de ação porque não encontram, no presidente Bolsonaro, as atitudes de gatunagem praticadas durante anos e que são as causas da situação difícil em que o Brasil se encontra. Eleitor e leitor, não tenham memória curta, foram esses gatunos que distribuíram muito dinheiro a essa grande imprensa que hoje não encontra mais as tetas para mamar o dinheiro do povo, e daí a agressão diária ao governo. Temos que lembrar sempre aos congressistas que em 2020 terão eleições municipais e essa conta do boicote à reforma da Previdência poderá ter um alto custo aos candidatos a Prefeitos e Vereadores. É uma covardia esse temor do Congresso.

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