CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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SANCHO PANÇA – SÃO BERNARDO DO CAMPO-SP

O Brasil possui dimensões continentais.

Somos o 5º maior país do mundo, com a quinta maior população.

E como integrar tudo isso?

Como fazer o país avançar cada vez mais?

Pensando nisso, o Ministério da Infraestrutura preparou um vídeo para apresentar, para investidores estrangeiros

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DOMINGOS SALVIO FIOROT – COLATINA-ES

Bom dia

Caro Editor

Será que V Sa. Pode publicar o pequeno trecho abaixo?:

I M I N I

Sugiro ao governo criar um Imposto sobre Movimentação Inútil da Internet.

Imagino que como a base do imposto será muito larga, que a tarifação seja muitíssimo baixa e, mesmo assim, arrecadação será muito grande.

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XICO BIZERRA – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

Penderama, já não há.
Em seu lugar
Nuvens cinzentas de um passado que passou …
De um beijo que não dei,
De um abraço que se perdeu …
Da infância distante,
Só restos, lembranças, saudade
Dos campos, da casa-grande, das plantas,
Do sorriso do meu pai.
Do passado,
Um dilacerado presente …
Adeus, Penderama.
Até um dia, meu Pai!

A propósito do texto intitulado OUTROS PENDERAMAS, publicado na coluna de José Paulo Cavalcanti Filho, no último dia 12, aqui no JBF

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ARAEL COSTA – LISBOA – PORTUGAL

Boa tarde, caro Berto

Estou por Lisboa e suas adjacências, em viagem prêmio ao aniversário de Da. Raquel, mas não deixo de acompanhar o que ocorre por aí.

Notadamente o que me diz o Jornal da Besta Fubana, inegavelmente hoje um dos poucos hebdomadários que merece fé, em nossa república bananífera, que me permite gozar com a notícia de abertura de investigações em torno do staff de Dona Dilma.

Todavia minha alegria ainda não se faz plena pois não vejo notícias sobre o paradeiro de dona Ideli Salvati e seu corneteiro, remetidos para dolce-far-niente no exterior, por sua madrinha peidona.

Que terá sido feito dessa ínclita dama???

Cumprimentos efusivos.

R. Meu caro amigo, que você e Dona Raquel façam um excelente passeio e aproveitem muito esse encantado Portugal, nossa pátria-mãe.

E transmita pra ela meus parabéns e os votos de muita vida, muita saúde e muita felicidade, pra continuar comandando essa bela família.

Quanto à bovina petêlha Ideli Salvati,  cumpanhera-irmã da bovina peidona Dilma e nome de destaque no primeiro escalão do bando vermêio-istrelado, confesso a você que não sei adonde ela está socada atualmente.

Ela e o seu simpático marido, competente e afinado corneteiro do Exército.

Encontrei no Google esta notícia de abril 2017, publicada no G1, a página da Globo: 

TCU multa Jaques Wagner em R$ 15 mil por ter nomeado marido de Ideli Salvatti

É só clicar e ler a matéria.

Existem várias matérias sobre este palpitante tema. É só pesquisar.

Canetaço: Wagner nomeou marido de Ideli Salvatti, tenente do Exército, para cargo de R$ 30 mil mensais nos EUA

Quem poderá ajudar você a saber sobre o paradeiro atual de Ideli e seu corneteiro é o fubânico petista Ceguinho Teimoso.

Ceguinho é especialista em pesquisas internáuticas e tem verdadeiros orgasmos cegos em sua busca incessante por links, números, reportagens, estatísticas e tudo quanto é inutilidade útil que pode existir em cima da redondura do mundo.

Aguarde. Com certeza Ceguinho vai tirar sua dúvida.

Vamos fechar a postagem com um lindo flagrante.

Um trio autenticamente banânico: Ideli, seu corneteiro e o condenado por corrupção Zé Dirceu, Herói do Bandido Brasileiro..

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WILTON CARVALHO – VITÓRIA-ES

Boa noite Caro Berto.

Mais um caso sucedido na comunidade acadêmica da Escola de Agronomia da universidade federal da Bahia, nos idos de 1972, em Cruz das Almas, recôncavo bahiano.

* * *

BODE PRA VEREADOR

Saul é mineiro da pequena cidade de Serra dos Aimorés, na divisa entre a Bahia e Minas Gerais, próximo a Nanuque. De família ligada ao meio rural, veio estudar o cientifico em Salvador no Colegio Central.

Dedicado aos estudos passou de primeira no vestibular para Agronomia da UFBA, e largou o velho pensionato onde morou por três anos na rua do Sodré, no largo 2 de julho, e foi morar em Cruz das Almas, mais precisamente na Tabela na pensão de Seu Nelson –cozinheiro da Escola-, juntamente com Bananão; Xexeú; Abilio quarentão; João seboso;Camaleão e outros que batiam diariamente canela logo cedo para assitirem as aulas. Logo que chegou o calouro recebeu a contragosto o apelido de “Bode”, colocado por Reinaldo Carniça, quartanista de agronomia e apelidador-mor.

Como inicialmente não admitiu a alcunha, então o apelido pegou pra valer, e ficou a partir daí, conhecido como animal adorado pelos criadores do semi-arido nordestino. Era metido a paquerador, embora não fosse nenhum Tom Cruise, conquistou algumas garotas na região da Tabela e Baixinha da Vitória, para desgosto de muitos pais, que não admitiam que suas filhas namorassem com estudantes, não sem razão, porquanto muitos e muitos casos sucederam em perda de tempo, pois alguns malandros eram noivos em suas origens, e em verdade só queriam passar tempo com as nativas.

Nosso personagem não era diferente, porquanto deixou namorada em Minas, e alguns pais prometeram inclusive dar-lhe uma bela coça se insiste em namorar suas filhas. No ano das eleições de prefeito e vereador em Cruz – ano de 1972-, Bananão e Camaleão, não se sabe como, conseguiram uma foto 3 por 4 de Bode, e ao chegarem em Salvador para passar o final de semana, foram a uma gráfica pertencente a um amigo e conseguiram ampliar dita fotografia para tamanho utilizado por pretendentes a cargo eletivo, e candidatando Saul Bode para Vereador.

Mandaram fazer cerca de 500 propagandas deste tipo, e ao chegarem na segunda-feira, sem comunicar a ninguém, esperaram chegar meia noite e com a colaboração de Pneu, um morador vizinho à pensão, saíram a percorrer toda os pontos da cidade, com balde, cola e escada, colocando a propaganda eleitoral de Bode pedindo voto para vereador, no topo dos postes de iluminação publica, nos bares de tonha gorda, barrão, jucelio, na pergola, em antão, enfim em todos os lugares mais visíveis da cidade.

O certo é que no outro dia a cidade acordou com Bode pra vereador, e os cruzalmenses indagando-se que era aquele personagem, porquanto desconhecido da maioria da população. Outros indagavam a que partido pertencia se Arena 1; arena 2 ou arena 3, tendo inclusive, o conhecido Carrapeta ido perguntar a Carmelito quem era o tal do Bode, de que qual lado era, se dos Passos ou dos Guerra. Enfim todos se surpreenderam com o aparecimento de dita propaganda antecipada.

Bode sem saber de nada, após as aulas do período vespertino, resolveu ir ao centro da cidade quando então se deparou com o seu retrato em todos os lugares; pretendia ir ver uma galeguinha que estava querendo paquerar, mas diante dos fatos, bateu em retirada, contratou um morador local, e munido de uma vassoura, saiu pela cidade a retirar os panfletos, o que resultou em mais de dois dias de trabalho, porque como dito anteriormente os quatro cantos da cidade estavam infestados com seu retrato de candidato.

Não conseguiu retirar todos, porem teve sucesso nos locais mais visíveis, e após descobrir os responsáveis pela feitura, levou uns bons dias sem dirigir-lhes a palavra. Portanto foi a viúva Porcina das eleições daquele ano, ou seja, o que foi sem nunca ter sido. Hoje Saul, é servidor da EBDA, em Itambé, se já não aposentado, e reconhecido como um competente profissional.

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JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

NÓS DE CÁ, VOCÊS DE LÁ

Quando os eleitores, por meio do voto, fazem dos políticos seus procuradores isso significa dizer que estes podem tudo, inclusive classificar os brasileiros em categorias de cidadãos, de primeira e segunda classe?

Onde está a licença que fez os políticos imprimirem na constituição um foro judicial exclusivo para os portadores de nomeada já que o rebanho brasileiro tem a mesma dignidade independente da sua condição social, da sua situação econômica, da sua raça, da sua cultura, da sua religião?

Como é possível manter os brasileiros lustrados de civismo quando se tem um foro especial absurdamente desrespeitoso, que apequena os demais filhos da Pátria?

Se todos fossem iguais perante a lei não existiria esse odioso foro especial por prerrogativa de função. Se não sabem os nobres políticos (divorciados da vontade popular) então que perguntem aos lares, aos bairros, às cidades, ao País e saberão que os tributários brasileiros deploram esse apartheid: nós de cá, vocês de lá.

Nesta data máxima do civismo, 7 de setembro, conclamo os representantes do povo e dos estados a interpor medidas que visem pôr a rasoura a essa odiosa desigualdade, restauradora da face da monarquia.