OBRAS FORAM EM BENEFÍCIO DE LULA, MAS…

Comentário sobre a postagem CASAMENTO

Goiano:

Quanto à prisão de Lula, só Sponholz ainda não entendeu que ele é inocente:

“Em seu interrogatório, o ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, declarou que a empresa realizou reformas no sítio em benefício de Lula, mas negou que as obras tivessem relação com o esquema de corrupção na Petrobras…”

Veja mais clicando aqui.

* * *

M A S . . .

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A BRIGA AGORA É OUTRA

Comentário sobre a postagem NEM OS COMPARSAS ESTÃO AGUENTANDO MAIS

João Francisco:

Lula já é página virada.

A briga agora é outra.

O Sistema composto de judiciário, políticos, empresários e extrema imprensa, estão todos querendo calar o voto de mais de 57 milhões de brasileiros que pediram transparência, liberdade, fim dos privilégios, redução do estado, bandidos na cadeia em 2ª instância, fim das progressões de pena, fim da doutrinação ideológica das escolas, fim do aparelhamento do estado, empresas livres para produzir sem carga de impostos proibitivas, competição igual com chance para todos sem cotas para ninguém.

Todos os temas acima foram referendados nas urnas e estão sendo questionados agora pelos poderosos.

É isso que temos que defender no dia 26/05 nas ruas.

A guerra é dura.

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ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO

Comentário sobre a postagem TEMPO DE VERBO PETISTA

Roque Nunes:

Papa Berto.

Sou professor da amada Inculta e bela.

E nossa língua tem diversos tempos:

Presente, Pretérito Perfeito, Pretérito Imperfeito, Pretérito-Mais-que-Perfeito, Futuro do Presente e Futuro do Pretérito.

Agora os analfabetos ilustrados das nossas universidades criaram mais um tipo de futuro:

O futuro mais que energúmeno.

* * *

A Editoria do JBF toma como pretexto o comentário do leitor Roque Nunes para brindar a distinta plateia fubânica com o belo poema de Olavo Bilac.

LÍNGUA PORTUGUESA

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela…

Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

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UM NORDESTINO CATARINENSE

Comentário sobre a postagem CONVERSANDO MIOLO-DE-FOSSA

Hélio de Araújo Fontes:

Luiz Berto,

Uma das coisas boas que aconteceram na minha vida, ano passado, foi te conhecer pessoalmente.

Já te conhecia, e à tua família, com quem é impossível não simpatizar, através do JBF.

Fiquei agradavelmente surpreso em você me convidar para visitá-lo no seu próprio apartamento.

Eu achava que você talvez propusesse um encontro num lugar público, um restaurante, um barzinho, ou coisa que o valha.

Mas não, você me chamou para sua própria casa, contanto que eu respeitasse sua soneca depois do almoço.

Pra mim foi um encontro maravilhoso, primeiro por você praticar sua hospitalidade nordestina, digna de todos os elogios.

Depois por me proporcionar conversar, ainda que de modo fugaz, por telefone, com um dos melhores poetas nordestinos da atualidade, de quem sou admirador: Jessier Quirino.

Fomos, minha esposa e eu, brindados pela gentileza de nos conduzir, ao fim da visita, até o nosso hotel, longe prá dedeu de sua residência.

Conheci seu belo apartamento, a redação do JBF (que leio diuturnamente e noturnamente, como diria uma certa “presidenta”).

Fiz meu périplo nordestino, visitando Pernambuco, Paraíba e Alagoas, de onde sou oriundo, apesar de ser pernambucano de Garanhuns e voltei para meu aconchego em Santa Catarina.

Vi e escutei tua entrevista à Rádio Paulo Freire e gostei muito.

* * *

Nota do Editor:

Meu caro, você me comoveu com as suas palavras. Muito obrigado do fundo do coração. Minha casa e a redação do JBF estarão sempre de portas abertas para os amigos e leitores fubânicos, vindos de qualquer parte do Brasil ou do mundo. Saiba que você e sua esposa nos deram uma alegria enorme com aquela visita. Volte sempre!

O estimado leitor fubânico Hélio e sua esposa Halina aqui em casa; um dia agradabilíssimo com um casal arretado!!!

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DANDO O FIOFÓ BINARIAMENTE

Comentário sobre a postagem UM DEBATE ARRETADO

Álvaro Simões:

Quando estudava Matemática na Católica de Minas Gerais, estávamos nos primórdios da informática no Brasil.

Alí surgiu a importância prática da numeração binária.

Ao ler esse artigo sobre o Seminário da UFPE que Sua Santidade Papa Berto ilustrou com sua augusta presença me sobreveio uma dúvida atroz (não atrás):

Que diabos tem baitolagem a ver com o vocábulo “binário”?

Matutei, matutei, até recordar-me de uma das definições que conheço da palavra e aí entendi:

“Binário é um sistema de numeração POSICIONAL”.

Ah, ficou claro, agora.

Deve ser para classificar em quantas posições cada baitola gosta de levar uma pajaracada.

Se gosta só de uma, é unitário.

Se gosta de duas, é binário.

Fora da cultura não há salvação!

Viva o Seminário da UFPE no qual, se os palestrantes faltassem, a douta platéia nem perceberia.

* * *

Sistema de numeração posicional binário: como tomar no rabo 173 pajaracadas científica e matematicamente

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O ORIFÍCIO RUGOSO QUE POVOA AS MENTES CANHOTAS

Comentário sobre a postagem UM DEBATE ARRETADO

Silas Chaves:

Pobre alma inculta, essa tua, meu caro Berto!

Como pudeste pensar que um tema de tanta pobreza intelectual como “Literatura Pernambucana”, pudesse atrair as mentes canhotas que dominam a universidade brasileira – o professor Rodrigo Jungmann que o diga!

Santa ingenuidade!

Tivesses incluído aquela palavrinha mágica – aquele monossílabo tônico de duas letras que descreve o orifício rugoso do corpo humano, como o nomeia a professora Paula Marisa – no título de tua palestra, terias uma platéia de centenas de esquerdopatas e assemelhados, atentos à ordem dada pelo palestrante de enfiar o dedo no tal orifício do outro sentado ao lado ou à frente …

Mas, que pena! na próxima vez que te convidarem para esses saraus literários não te esqueças: inclui o monossílabo na tua fala.

Sugestão:

O cu e a literatura pernanbucana” ou “Literatura pernambucana: o cu entre a tradição sexual vitoriana e a revolução LGBT”, ou ainda “Literatura Pernambucana: a imagem do cu como elemento disruptivo contemporâneo”.

Não precisa me agradecer pelas sugestões!

Abraços.

* * *

Acrescentando:

Que tal publicar no Jornal o vídeo a seguir?

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MANCHETE ARRASADORA PRA DERRUBAR QUALQUER GOVERNO

Comentário sobre a postagem A DESONESTIDADE INDUZIDA

Aline Berto:

Além do ‘malefatius’ jornalístico, há manchetes vexatórias como esta do Estadão, do dia 28 de março:

É ou não é de grande relevância para o nosso país?

Só rindo mesmo!

Ao menos mostra que o presidente é pontual.

* * *

O jumento Polodoro, mascote do JBF, com a pica pronta pra enfiar no cu dos redatores da grande mídia oposicionista-idiotal banânica

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UM ATO DE CARIDADE

Comentário sobre a postagem QUEDA LIVRE DO CARALHO

Paulo Leal:

Amigo Berto:

Essa gazeta cada vez mais escrota e melhor.

É muita putaria nesse pais, e você nos dá alegria com os seus comentários.

Avise Chupicleide que vou transferir ainda hoje, uns caraminguás para ajudar a pagar o 13º do ano passado.

* * *

Chupicleide relinchando de alegria com a doação do piedoso leitor Paulo Leal

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MISÓGINO DOMINADO PELA MULHER

Comentário sobre a postagem MISÓGINO NOS BRAÇOS DAS MACHÓLATRAS

João Francisco:

Bolsonaro é tão misógino, que ao tomar posse como presidente quebrou todos os protocolos e, pela primeira vez em uma posse de presidente no mundo inteiro, deixou a mulher falar antes dele.

* * *

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A PROPAGANDA É A ALMA DO NEGÓCIO

Comentário sobre a postagem O ALFAIATE

Marcelo Bertoluci:

Meu avô materno, que não conheci, também foi alfaiate. Embora também fosse pessoa simples, filho de imigrantes, com pouco estudo, tinha o tino de saber que “a propaganda é a alma do negócio”. Então suas roupas, feitas por ele mesmo, eram seu mostruário.

Segundo minha mãe e minhas tias, era impossível o “seu Paulo” sair de casa sem estar impecavelmente vestido de terno completo, com colete e chapéu.

Os ternos, de linho ou talvez até de casimira inglesa, eram engomados e passados por minha avó, naturalmente, usando um ferro de passar cheio de carvões em brasa, e não se cogitava a hipótese de um vinco não estar direito ou um colarinho ficar mal-assentado.

Infelizmente, meu avô só teve tempo de casar a filha caçula (minha mãe) e morreu dois anos depois.

Sou italiano por parte de pai e ucraíno por parte de mãe.

Este avô era ucraíno, creio eu que nascido no interior de Santa Catarina, filho de imigrantes que vieram para o Brasil na virada do século 19 para o 20. A Ucrânia estava em guerra com a Polônia e a miséria era geral.

Os imigrantes chegavam praticamente com a roupa do corpo.

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